OPINIÃO: Por que votar em Roberto Rocha 30

Um voto em Roberto Rocha significa abrir uma janela para um novo horizonte neste estado e para o seu povo, ambos carentes de tudo, inclusive de esperança.

O Maranhão é um estado de grandes potencialidades e de uma riqueza natural comparável ao que temos no Brasil como um todo. Aliás, sempre sustentei que o Maranhão é um “Brasil”, considerando que o estado tem características socioeconômicas e ambientais similares a do nosso país..

Infelizmente, porém, ainda não houve um governante que entendesse o fato de que o Maranhão nasceu para dar certo!

O que sobra de riquezas no nosso estado, falta governo, falta gestão!

Ainda não apareceu um chefe do executivo estadual que efetivamente apresentasse um projeto de Estado que explore, de forma sustentável, as nossas riquezas; pelo contrário, a regra tem sido a explotação da pobreza como forma de manutenção de poder e privilégios para poucos.

O que o Maranhão precisa é de um gestor que compreenda a complexidade do nosso estado. Complexidade esta que não inclui apenas aspectos sociais, culturais e econômicos, mas, sobretudo,políticos!

Por isso, o Blog do Robert Lobato entende que votar em Roberto Rocha é depositar a confiança em alguém que entende do Maranhão; que conhece cada palmo deste chão. Não é exagero afirmar que Roberto Rocha é um especialista quando o assunto é o Maranhão!

Não se trata, portanto, de apenas votar num candidato.

Trata-se de votar em alguém que reúne as condições necessárias para fazer deste estado o que foi feito, por exemplo, no vizinho Ceará.

Trata-se também de votar em quem possui a consciência de que no Maranhão deve ser instituída uma nova cultura política que una o nosso povo e principalmente a classe política, respeitando as diferenças de ideias, ideais e concepção de cada força ou campos políticos.

Um voto contra a cultura do medo e da perseguição que foi implantada no estado desde que Flavio Dino assumiu o poder. Basta ver que ao invés de agregar aliados, o comunista afugentou vários deles que o ajudaram a chegar no Palácio dos Leões e aí estão os inúmeros exemplos!

Um voto em Roberto Rocha é a certeza de que uma nova cultura vai fazer-se presente no Maranhão: a cultura do fazer!

Um voto em Roberto Rocha significa a abertura de uma janela para um novo horizonte neste estado e para o seu povo, ambos carentes de tudo, inclusive de esperança..

Enfim, votar em Roberto Rocha governador-45 é um voto de rebeldia!

É a opinião do Blog do Robert Lobato.

ELEIÇÕES 2018: A dura, mas emocionante mensagem de Roberto Rocha 4

Trata-se de um programa que revela a realidade nua, crua dos maranhenses mais pobres, e eles são mais da metade da nossa população, de acordo com o IBGE). Uma situação triste, mas com responsáveis diretos: os chefes do nosso executivo nos últimos anos.

O candidato a governador Roberto Rocha (45) mandou bem em dos seus programas no horário gratuito na tevê.

Uma peça muito bem trabalhada que manda uma mensagem dura, tendo em vista a atual situação socioeconômica do Maranhão à luz do atual e dos outros governos, mas também embalada com muita emoção ao tocar no fato de que se o nosso povo quer um Maranhão diferente, tem que começar com um voto diferente. “Este programa é um convite para pensar”, diz a narradora do programa.

Trata-se de um programa que revela a realidade nua, crua dos maranhenses mais pobres, e eles são mais da metade da nossa população, de acordo com o IBGE). Uma situação triste, mas com responsáveis diretos: os chefes do nosso executivo nos últimos anos.

Assista ao programa e compartilhe com os amigos essa ideia: para uma realidade diferente, precisamos votar diferente!

ELEIÇÕES 2018: Roberto Rocha sob medida para o Maranhão 10

Nesse quadro de quase desolação, os maranhenses podem contar com o candidato Roberto Rocha. O tucano tem uma visão estratégica do estado, propostas factíveis, viáveis e sabe como fazer acontecer. Tem ainda a vantagem de não prometer, mas de se comprometer!

A cada entrevista, debate, palestra, ato ou reunião que participa, fica claro que o candidato Roberto Rocha é o nome sob medida para governar o Maranhão.

De todos os candidatos, R-45 é quem melhor conhece o estado em dados, números, estatísticas e potencialidades de cada um dos 217 municípios que formam este rico pedaço de chão brasileiro. Rico, mas empobrecido, como costuma dizer Roberto Rocha.

Roseana Sarney (MDB) já deu a sua contribuição por quatro mandatos, avançou em alguns pontos, como na valorização do magistérios, funcionalismo, saúde e fez obras estruturantes em vários município, inclusive na capital São Luis.

Todavia, poderia ter feito muito mais pelo Maranhão com o apoio e prestígio políticos que sempre contou em Brasília, principalmente quando o seu pai José Sarney era presidente do Congresso Nacional.

Maura Jorge (PSL) é uma política experiente, honesta, carismática, mas não possui a capilaridade política necessária para torna-se uma liderança estadualizada ainda nestas eleições. A bela loira do olhos gateados é uma liderança mais regionalizada, mas deve sair muito maior dos que entrou nesta campanha, sem sombras de dúvidas.

Flávio Dino, bom, o governador fez uma gestão que acabou por dar razão ao prefeito Luis Fernando que cansou de avisar, em 2014, que o comunistas faria uma “mudança de gogó” se fosse eleito. Não deu outra!

A gestão comunista é um horror em praticamente todos os setores!

Não há um secretário de que se possa dizer “esse cara é bom”. Até tentaram com Felipe Camarão, mas o fracasso também no setor da Educação, comandado pelo jovem gestor, como mostrou estudo do jornal O Estado de São Paulo, com base nos números do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), divulgado semana passada, derrubou o mito “Camarão” e pasta virou uma “camaroada” só.

No Meio Ambiente a única coisa que mudou foi, segundo comenta-se, a vida do secretário Marcelo Coelho, pois na área propriamente dita retrocedeu e muito, conforme atestam várias organizações ambientais respeitadas.

A Saúde, coitada, está liquidada em todos os cantos do estado e sob investigação da Polícia Federal após revelações de esquemas de corrupção que levou até gestor a cometer suicídio.

É nesse quadro de quase desolação que os maranhenses podem contar com o candidato Roberto Rocha. O tucano tem uma visão estratégica do estado, propostas factíveis, viáveis e sabe como fazer acontecer. Tem ainda a vantagem de não prometer, mas de se comprometer!

Tudo isso colocado neste post vai ficar claro no debate entre os candidatos, quando Roberto Rocha terá a oportunidade de, olhos nos olhos, colocar muitas questões a limpo, além de apresentar as suas propostas ao povo maranhense.

Enquanto o debate não chega, assista a ótima entrevista do candidato Roberto Rocha-45, concedida à TV Mirante na manhã desta segunda-feira, 10.

Confira AQUI.

ELEIÇÕES 2018: Veja como foi o primeiro programa eleitoral do candidato a governador Roberto Rocha 4

Nesta sexta-feira, 31, deu-se início ao horário eleitoral gratuito no rádio e na tevê.

Veja, a seguir, como foi o primeiro programa do candidato a governador Roberto Rocha-45, cuja mensagem principal foi de que o Maranhão não está condenado a escolher apenas entre “dois caminhos”. Confira:

ELEIÇÕES 2018: Roberto Rocha faz convenção e mostra que outro Maranhão é possível 30

Sem citar os nomes dos seus principais adversários, no caso o governador Flávio Dino (PCdoB) e Roseana Sarney (MDB), Roberto Rocha fez um pronunciamento impecável. Não fulanizou a política, mas foi contundente ao mostrar que o Maranhão continua no atraso não porque é um estado pobre, mas que a “pobreza política é principal causa que coloca o nosso estado sempre na rabeira dos índices socioeconômicos”.

Mais do que a quantidade de pessoas que lotaram a casa de shows Batuque Brasil, ontem, 4, a convenção do PSDB, que tem como pré-candidato ao Governo do Estado o senador Roberto Rocha, foi marcada pela qualidade política nos discursos e propostas ali apresentadas pelos líderes políticos e partidários da Rede, PSDC, PHS, PMN e Podemos.

Entre os pronunciamentos das lideranças que compõem a coligação “Coragem e União para Fazer um Maranhão Melhor”, ficou para a pessoa do agora candidato a governador Roberto Rocha a tarefa de sintetizar tudo o que representa a aliança política que pode levá-lo ao segundo turno das eleições e, por conseguinte, à vitória ao Palácio dos Leões.

Sem citar os nomes dos seus principais adversários, no caso o governador Flávio Dino (PCdoB) e Roseana Sarney (MDB), Roberto Rocha fez um pronunciamento impecável. Não fulanizou a política, mas foi contundente ao mostrar que o Maranhão continua no atraso não porque é um estado pobre, mas porque a “pobreza política é a principal causa que coloca o nosso estado sempre na rabeira dos índices socioeconômicos do país. Mas vou mostrar ao nosso povo que um outro Maranhão é possível”.

Costumo dizer que Roberto Rocha, ao contrário de Flávio Dino, por exemplo, não se acha maior e/ou melhor do que os outros, e muito menos maior do que o próprio Maranhão.

Não! Roberto Rocha não tem ânsia ou desespero de se tornar “liderança nacional” embora seja senador da República e possua o respeito e admiração dos principais quadros da cúpula nacional do seu partido, inclusive do candidato a presidente da República pelo PSDB, o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin.

Roberto Rocha é do tamanho certo para o Maranhão.

Cabe como uma luva para o nosso estado.

É a opinião do Blog do Robert Lobato.

CANDIDATURA BRAIDE: Não basta ter vontade, não basta participar. Não basta ser candidato, tem que ter “Gelol” 6

No caso de Braide, por “Gelol” entenda-se partido, coligação, tempo de tevê, estrutura para candidatos proporcionais e recursos financeiros para rodar esse imenso estado.

Ninguém da oposição ao governo fake de Flávio Dino tem dúvidas da importância de uma candidatura como a do deputado estadual Eduardo Braide (PMN) para o processo eleitoral de 2018 no Maranhão.

É importante em todos os sentidos: político, eleitoral, democrático e inclusive pedagógico, uma vez que uma eventual candidatura Braide ao governo estimularia, no futuro, mais jovens a entrarem na política e praticar efetivamente a cidadania sendo ou não candidatos.

Da parte deste humilde blogueiro, a tranquilidade é total quando o assunto é Eduardo Braide. Talvez o Blog do Robert Lobato tenha sido o primeiro a reconhecer que parlamentar faria uma boa campanha para prefeito em 2016 por conta das suas qualidades mais proeminentes: ótimo orador, preparado politicamente e bom de debate. Não deu outra, o homem foi parar no segundo turno e por pouco não mandou Holandinha de volta pra casa.

Eis que dois anos depois de quase virar prefeito de São Luis, e só não virou por conta de uma vaidade pueril que lhe custou a vitória, Braide volta agora com o vontade de ser governador. Um direito pra lá de legítimo, diga-se!

A questão fundamental para o projeto Braide governador-33 está no título deste post: “Não basta ter vontade, não basta participar. Não basta ser candidato, tem que ter “Gelol”.”

Lembram daquela propaganda lá pelos idos dos nos 80 de autoria do genial Duda Mendonça que dizia: “Não basta ser pai, tem que participar. Não basta ser remédio, tem que ser Gelol”? Pois é.

No caso de Braide, por “Gelol” entenda-se partido, coligação, tempo de tevê, estrutura para candidatos proporcionais e recursos financeiros para rodar esse imenso estado e produzir bons programas eleitorais. Lembrando que nestas eleições de 2018 os candidatos terão como única fonte de recursos financeiros o Fundo Eleitoral dos partidos. Caixa dois não só virou crime como agora dá cadeia, conforme a legislação eleitoral vigente.

Inteligente, o deputado Eduardo Braide tem consciência de tudo isso e o seu drama é justamente ter vontade, querer participar, ser candidato, mas não ter o “Gelol”.

O fato, repito, é que a candidatura Braide é muito importante na luta política para tirar o Maranhão desse cenário “branco e preto” que só interessa a quem está atualmente no poder, ou seja, Flávio Dino.

Contudo, caso o “Gelol” não venha para Braide, que o jovem e promissor político maranhense se apresente ao exército daqueles que realmente desejam superar uma triste página da história recente da política do Maranhão marcada, sobretudo, por mentiras e perseguições.

É com você, meu caro Braide!

Fiquem com o inesquecível e emocionante comercial da Gelol.

MARANHÃO: Quatro anos de governo fake 26

Há farto material suficiente para escrever um livro de mil páginas e mostrar o quanto o governo Flávio Dino é fake, mentiroso e se alimenta de mentira, no que nos leva a crer que mentir engorda.

Como estão na moda esses termos usados nas redes sociais, o Blog do Robert Lobato resolveu usar a expressão “governo fake” para definir o governo do senhor Flávio Dino (PCdoB).

Trata-se de um governo que mente o tempo todo, todo tempo.

Mente quando diz que está revolucionando a educação através do Escola Digna, quando na verdade apenas faz reformas e pinta escolas não havendo qualquer preocupação com a qualidade do ensino e a valorização do magistério, basta ver a reclamação da maioria dos professores que se submete à omissão do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Maranhão (Sinproesemma).

Mente quando diz que está mudando a segurança pública, quando o que se vê é um mar de sangue sem fim na capital e no interior; mente quando diz que aumentou o efetivo policial, omitindo que “3.000 novos policiais” em verdade são em substituição aos aposentados, mantendo a média do número herdado do governo anterior.

Mente ao afirmar que a saúde vai bem quando na verdade o setor está sucateado faltando equipamentos, materiais básicos, medicamentos, pacientes morrendo nos Macrorregionais como ocorreu recentemente em Imperatriz, funcionários sem receber salários e quando recebem sempre atrasados, municípios padecendo sem receber repasse para os hospitais enquanto empresas como a GERIR deixou rombo de mais de 27 milhões ao erário estadual; mente quando diz que vai criar faculdade de Medicina da UemaSul mesmo sabendo que existe a Portaria número 328, do Ministério da Educação, que proíbe a instalação de novos cursos de Medicina no país desde 5 de abril de 2018; e tudo isso sem falar nos esquemas de corrupção que abalaram as estruturas da atual gestão da SES sob o comando do advogado Carlos Lula, conforme revelou operação da Polícia Federal, e no recente vexame, para o governo, de ser obrigado a ver o juiz Guilherme Valente Sousa, da Comarca de Chapadinha, determinar o sequestro de mais de R$ 1 milhão das contas do Estado do Maranhão para a retomada das obras de construção do Centro de Hemodiálise daquele município.

Mente quando diz que o estado está saneado fiscal e financeiramente mesmo com todas as evidências que mostram exatamente o contrário, como é caso do aumento de despesas com pessoal, meses sem pagar fornecedores, abuso no aumento de impostos atacando principalmente o caixa das empresas mais frágeis, inclusive comerciantes do interior; o ataque aos recursos da Previdência para pagar programas eleitoreiros como o Mais Asfalto, ameaçando a aposentadoria do funcionalismo estadual, ou ainda quando compromete os recursos do Fundo de Participação do Estado para pagar empréstimos e mais empréstimos.

Mente quando diz que criou um ambiente de “mudança” na política maranhense, mesmo diante à realidade cruel que denuncia a intensificação da cultura do medo no estado, da perseguição a adversários políticos, à imprensa, á liberdade de expressão e até mesmo a prefeitos e deputados aliados que são obrigados ajoelhar-se se quiserem ao menos uma migalha do Palácio dos Leões, cujo atual inquilino prometeu de pés juntos, em discurso de posse, que os tais leões “nunca mais vão rugir para o povo”. Mas o que se vê é o confisco de motos e carros na capital e no interior para atender a fúria arrecadatória da Fazenda Pública. Ou seja: os leões nunca rugiram tanto para o povo maranhense quanto nesse atual governo!

Enfim, há farto material suficiente para escrever um livro de mil páginas e mostrar o quanto o governo Flávio Dino é fake, mentiroso e se alimenta de mentira, no que nos leva a crer que mentir engorda. Aliás, vou pensar seriamente em escrever um livro sobre esses quatros anos que abalaram, negativamente, o Maranhão.

O título será o mesmo deste post: “Maranhão: Quatro anos de governo fake.”

Aceita-se patrocinadores para a obra.

ELEIÇÕES 2018: A consolidação do projeto Roberto Rocha governador-45 8

O pré-candidato tucano pode imprimir, ao longo dessa pré-campanha, e principalmente durante a campanha propriamente dita, um conceito no imaginário popular, qual seja o de que se na condição de parlamentar ele ajuda o Maranhão da forma como tem ajudado, ainda mais na condição de chefe do executivo estadual

Ainda que enfrentando um “corredor polonês” formado por comunistas e sarneysitas, a cada agenda pelo interior do estado vai ficando clara a consolidação do projeto Roberto Rocha governador-45.

Por onde tem passado, o pré-candidato tucano é bem recebido e tem mostrado que está preparado para governar um estado das dimensões, potencialidades e complexidades como é caso do Maranhão.

Atualmente não há uma região deste estado que não tenha alguma ação fruto do mandato de Roberto Rocha. De Norte a Sul, Leste a Oeste os maranhenses se deparam com obras e projetos viabilizados por recursos originários de emendas que levam a assinatura do senador.

É justamente por possuir uma gama de serviços prestados, ter o que mostrar e o que falar pode onde anda, possuir conteúdo para debater o Maranhão etc., que Roberto Rocha se torna, cada vez mais, a pessoa certa para pegar as rédeas do Governo do Maranhão e inaugurar uma nova fase de desenvolvimento socioeconômico por estas terras.

A tarefa não é fácil. Aliás, está longe ser.

Entretanto, Roberto Rocha pode imprimir, ao longo dessa pré-campanha, e principalmente durante a campanha propriamente dita, um conceito no imaginário popular, qual seja o de que se na condição de parlamentar ele ajuda o estado da forma como tem ajudado, ainda mais na condição de chefe do executivo estadual.

É a “cultura do fazer” enquanto o modo Roberto Rocha de fazer política.

ROBERTO ROCHA: “Quero ser governador para unir o Maranhão” 19

O senador tucano tem defendido a unidade da chamada terceira via através de um grande entendimento a favor do nosso estado que supere a “fulanização” do debate político no Maranhão.

“Eu vivo os piores dias da minha vida, com meu filho querido internado em São Paulo com uma doença rara e agressiva. Mas ele está nas mãos de Deus e o pior já passou. E aos agoureiros de plantão, aviso: sou candidato ao governo do Maranhão”.

Assim falou o senador Roberto Rocha (PSDB) em pronunciamento ontem, quinta-feira, 15, durante encontro com lideranças do partido, aliados políticos e a imprensa local.

O recado do tucano é direcionado aos que tentam, de forma covarde, anunciar pelos quatro cantos que ele não será candidato ao governo por motivos mais mirabolantes possíveis que inventam, e agora por conta de um problema doméstico que o senador tem enfrentado com muita dor, mas principalmente com muita força e fé.

Roberto Rocha não trata a sua pré-candidatura ao governo como uma questão de honra pessoal, pois não se trata de um projeto de vontade individual e ele tem dito isso.

Trata-se, na verdade, de um processo de construção coletiva dentro do PSDB, demais partidos aliados e com segmentos importantes da sociedade.

O que Roberto tem defendido é a unidade da chamada terceira via através de um grande entendimento a favor do nosso estado que supere a “fulanização” do debate político, pois o Maranhão é maior do que Roberto Rocha, Flávio Dino, Roseana Sarney, Eduardo Braide, Maura Jorge, Ricardo Murad, José Sarney etc.

Está corretíssimo o senador e pré-candidato a governador ao dizer que já é a hora da classe política maranhense separar eleição de gestão. “Eleição se disputa, mas depois da eleição temos que desmontar o palanque. Quero se governador para unir o Maranhão e as pessoas e não dividir o estado”, afirma Roberto.

Concertación 

O que mais anima os apoiadores e simpatizantes do projeto Roberto governador-45 é a sua disposição de, uma vez eleito, o tucano liderar uma espécie de Concertación ao estilo chileno que aglutine todas as forças políticas e democráticas para ajudar o Maranhão a dar, verdadeiramente, um salto de qualidade administrativa e de desenvolvimento sustentável.

Enfim, um projeto para superar esse quadro de mazela social, econômica e política que insiste a se perpetuar por estas terras.

Confira, a seguir, o vídeo com a palavras de Roberto Rocha e outras lideranças presentes ao encontro do PSDB.

VÍDEO: Cauteloso, Eduardo Braide evita afirmar que é pré-candidato a governador 8

O parlamentar também negou que tenha sido convidado por Roseana Sarney (MDB) para ser vice da ex-governadora, mas admitiu que tem conversado com vários partidos.

O deputado estadual Eduardo Braide (PMN) concedeu entrevista ao programa Maranhão Acontece (TV Guará), apresentado pela jornalista Bianka Nogueira.

Na entrevista, o ex-candidato a prefeito de São Luis nas eleições de 2016, quando ficou em segundo lugar, Eduardo evitou afirmar categoricamente que irá disputar a sucessão do governador Flávio Dino (PCdoB) em 2018. O deputado preferiu usar da cautela, que de fato, neste momento de pré-campanha, é o mais recomendável.

“Ninguém é candidato de si mesmo. É claro que eu preciso de uma aliança partidária, da vontade do povo e isso as pesquisas já demonstrado, pois em todas elas o nosso nome tem aparecido em terceiro lugar. Mas uma candidatura ao governado do estado não depende só do candidato, mas admito que reunidas todas as condições tenho a disposição de concorrer a governador”, afirmou.

Eduardo Braide defendeu, porém, uma “inovação” da política maranhense, que o estado pode ser bem melhor e diferente do que é hoje. O parlamentar também negou que tenha sido convidado por Roseana Sarney (MDB) para ser vice da ex-governadora, mas admitiu que tem conversado com vários partidos.

Confira a íntegra da entrevista com Eduardo Braide.