Flávio Dino e o DNA da incoerência (e também da demagogia e da hipocrisia) 6

Ao anunciar em público, no início do seu governo, que abriria mão de residir no Palácio dos Leões, mas nas entocas fazer o contrário, mostra que Flávio Dino não traz apenas o DNA da incoerência nos seus mais de 130 quilos de  massa corporal, mas também o DNA da demagogia e da hipocrisia.

O governador Flávio Dino não é lá um grande exemplo de coerência e os exemplos estão aí aos montes (o colega Jorge Aragão tem vários posts no seu blog tratando do assunto).

Na verdade, o comunista-mor do Maranhão parece trazer o gene da incoerência no seu DNA. Senão vejamos.

O ano é 2015, início do governo da “mudança”. O recém-empossado governador do Maranhão, Flávio Dino de Castro e Costa, anuncia que vai abrir mão de vários ‘privilégios’, entre eles o de residir no Palácio dos Leões.

Pois bem. Eis que na aurora desta quarta-feira, 27, o Blog do Robert Lobato é despertado com um ofício do Gabinete do Governador, n.93/2018-GG, de 29 de maio de 2018, encaminhado ao conselheiro Joaquim Washington Luiz de Oliveira, do Tribunal de Contas do Estado do Maranhão, informando à corte de contas que “desde meados de 2015” o excelentíssimo chefe do executivo estadual mudou-se do seu lar doce lar, no bairro do Renascença, para residir nos nobres aposentos do Palácio dos Leões. Confira:

Ao anunciar em público, no início do seu governo, que abriria mão de residir no Palácio dos Leões, mas nas entocas faz o contrário, conforme mostra o documento acima, fica claro que Flávio Dino não traz apenas o DNA da incoerência nos seus mais de 130 quilos de  massa corporal, mas também o DNA da demagogia e da hipocrisia.

E olhem lá se na intimidade da residência oficial, o governador, familiares e amigos mais próximos, não se empanturraram de lagostas, caviares e bebidas nobres…

Calma, meu amigo Joaquim Haickel. Nada de “sofrência afetiva”… 10

Joaquim Haickel aparenta sofrer de uma certa carência afetiva por parte da classe política e de alguns setores da imprensa.

(Rsrsrs). Não sei o porquê do ex-deputado Joaquim Haickel me incluir na lista dos que não gostam dele em artigo que acabo de ler no blog do amigo Jorge Aragão.

Bom, nada tenho contra o nosso imortal dono cadeira 37 da Acadêmia Maranhense de Letras e talentoso cineasta. Talvez Quincas nunca tenha digerido direito a minha trilogia “A quem Joaquim Haickel serve?”. Deve ser esse o motivo de ter me incluído na sua lista de desafetos.

Não sei quais sentimentos Flávio Dino e Roseana Sarney sentem por Joaquim. O que posso afirmar é que da minha parte nada contra e muito menos sinto qualquer coisa hostil a ele.

Mas atrevo-me a dizer que o governador comunista deve até desdenhar das críticas que atualmente Joaquim Haickel faz a ele, pois até os primeiros anos do governo comunista Quincas era só alegria e esperança em Flávio Dino, certamente achando que o Maranhão poderia vivenciar dias melhores, no que só agora o nosso poeta descobriu não ter ocorrido e que estamos testemunhado aquilo que é a maior mentira política da história recente do Maranhão.

Já a ex-governadora Roseana Sarney imagino achar até graça das críticas de Joaquim, posto que sempre foi generosa e amável com o seu ex-secretário de Esporte. Aliás, Quincas é da casa grande do Calhau. Entra e sai na hora que quer, principalmente quando o patriarca José Sarney se encontra na cidade, como é caso agora.

O fato é que Joaquim Haickel aparenta sofrer de uma certa carência afetiva por parte da classe política e de alguns setores da imprensa. Uma certa “sofrência afetiva”, digamos.

Pois meu amigo Joaquim Haickel, da parte do Robert Lobato sinta-se querido e respeitada, viu?

Grande abraço e um bom e abençoado domingo.

SUCESSÃO 2018: Flávio Dino quer fazer da eleição no MA uma briga de marido e mulher 13

Durante a campanha ficará claro o erro de percurso histórico que foi 2014 ao eleger a maior mentira política da história recente do Maranhão

“Em briga de marido e mulher não se mete a colher”, diz o adágio popular que nos dias atuais é politicamente incorreto.

Pois o governador e pré-candidato à reeleição Flávio Dino (PCdoB) deseja fazer da eleição de 2018 uma briga de marido e mulher, ou seja, ele contra Roseana Sarney (MDB).

Ocorre que nesse briga de “marido e mulher” que o comunista deseja haverá quem meta a colher. E esse é drama tanto do “marido” quanto da “mulher”.

Há em curso no Maranhão a construção de outras vias políticas para tirar o Maranhão do desse cenário “branco e preto” que os comunistas tanto tentam manter.

Pré-candidaturas ao governo como a do senador Roberto Rocha (PSDB), da ex-prefeita Maura Jorge (PSL), do deputado Eduardo Braide (PMN), do ex-deputado Ricardo Murad (PRP) e das forças da esquerda não flavistas, mostrarão que o nosso estado não está condenado e muito menos refém do bipartidarismo “saneysistas versos anti-sarneysistas”. Portanto, não haverá “briga de marido e mulher” como sonha Flávio Dino.

Durante a campanha ficará claro o erro de percurso histórico que foi 2014 ao eleger a maior mentira política da história recente do Maranhão.

Porém,as eleições de 2018 há de corrigir esse erro e teremos mais do que uma eleição no Maranhão: teremos luta!

E a verdade vencerá a mentira, assim como um dia a esperança venceu o medo.

Podem anotar!

*Enquanto isso o Brasil vai empatando com a Costa Rica.

No auge dos seus cabelos brancos, Gastão Vieira vai ter que optar entre ser chamado de “velho” ou de “velhaco” 16

Fico a pensar se Flávio Dino acredita ou confia em Gastão Vieira. Aliás, vou mais longe, fico a imaginar se o governador comunista no seu íntimo não pensa mais ou menos assim: “Esse Gastão Vieira é um canalha, mas um canalha necessário para os meus interesses políticos e eleitorais. Gastão é meu canalha favorito!”.

Sempre tive o ex-deputado federal Gastão Vieira na cota de boa gente, gente proba, bom caráter e demais qualidades que fazem de um homem público alguém digno de respeito.

Se eu tiver o privilégio de chegar a ter todos os fios de cabelos brancos e pelo menos completar a idade de Gastão Vieira, quero estar com a consciência tranquila que aproveitei a idade provecta para corrigir eventuais erros que cometi na juventude.

É que quando somos jovens temos a obrigação de cometer erros. Faz parte dessa fase da nossa vida. Com o tempo é que vamos criando maturidade de rever conceitos, comportamentos e paradigmas. Com a idade nos tornamos referência para os mais jovens. É força e privilégio de quem chega aos cabelos brancos.

O nosso querido Gastão Vieira resolveu nadar contra a maré da vida. Deve ter tido uma vida comportada na juventude, errado pouco e agora opta por errar de forma mais escrota possível aos bem vividos 72 anos de idade!

Nada contra o ex-deputado estadual, ex-deputado federal, ex-secretário de Governo, ex-ministro de Estado, ex-presidente do FNE deixar pra trás todos aqueles que são responsáveis pelo que o Gastão Vieira foi e é, e agora se debandar para o outro lado da margem do rio. Nada contra. Como diria aquele ex-BBB Kleber Bambam: “faz parte”.

Agora, tudo contra a forma como Gastão Vieira está construindo a sua nova trajetória de vida e seu opção política: escarrando no prato que passou mais da metade da vida comendo e se lambuzando.

Fico a pensar se Flávio Dino acredita ou confia em Gastão Vieira. Aliás, vou mais longe, fico a imaginar se o governador comunista no seu íntimo não pensa algo mais ou menos assim: “Esse Gastão Vieira é um canalha, mas um canalha necessário para os meus interesses políticos e eleitorais. Gastão é meu canalha favorito!”.

Só para fazer uma comparação: se José Reinaldo Tavares resolvesse definitivamente fazer as pazes com o ex-presidente José Sarney, voltar para o seu grupo político de origem e morrer com a consciência tranquila de que não levará para o túmulo o signo da ingratidão, o ex-governador estaria corrigindo, concordando-se ou não com ele, um erro cometido num passado recente.

Já o Gastão Vieira a quem é devedor aos Sarney até a medula faz exatamente o contrário. E pior: parece fazer com júbilo.

Torço sinceramente para que o governador Flávio Dino veja em Gastão Vieira um novo aliado, leal, fiel e disposto à lutar pela causa do seu governo e quiçá até pela causa comunista.

Para encerrar: Certa vez, o então presidente da República Fernando Collor de Melo chamou o saudoso Ulisses Guimarães de “velho”, achando que tal predicado ofenderia o pai da “Constituição Cidadã”.

Sereno, Ulisses respondeu: “Sou velho, mas não sou velhaco”.

Penso que Gastão Vieira, em breve, enfrentará o drama na sua vida de optar entre ser chamado de “velho” ou de “velhaco”.

A história dirá.

ELEIÇÕES 2018: Algumas considerações sobre a disputa para o Senado Federal 14

A pré-candidata ao governo Roseana Sarney é a única que não enfrenta maiores problemas com a composição da chapa ao Senado Federal.

(Foto: Roberta Aline)

Dos pré-candidatos ao governo do Maranhão colocados, somente Roseana Sarney (MDB) não enfrenta problemas com a formação da chapa ao Senado Federal. Lobão (MDB) e Sarney Filho (PV) serão os nomes para Câmara Alta pelo lado da ex-governadora.

Por outro lado, tanto os pré-candidatos Flávio Dino (PCdoB) e quanto Roberto Rocha (PSDB) parecem ainda não terem 100% certo sobre quais os nomes que apresentarão aos maranhense como candidatos a senador. Senão vejamos.

Tecnicamente, o governador tem seus dois nome anunciados: Eliziane Gama (PPS) e Weverton Rocha (PDT), ambos deputados federais. A chapa que o Blog do Robert Lobato chama de “o sagrado e o profano”.

Entretanto, estar “tecnicamente” anunciada não quer dizer que a chapa governista esteja politicamente fechada.

É que ainda há indefinições na composição partidária do lado governista com o PT, DEM e PP de olhos numa vaga na majoritária. Desses três partidos, o PT possui dois pré-candidatos a senador e está jogando duro para emplacar um dois dois, no caso os professores Márcio Jardim e Nonato Chocolate.

Isso sem falar que, lá na frente, o próprio Flávio Dino pode tirar um nome do bolso e indicá-lo para o Senado Federal. Ou alguém tem a coragem de duvidar dessa possibilidade? Óbvio que não!

Outra: não se pode ignorar o fato de Weverton Rocha se incomodar com o crescimento de Eliziane Gama nas pesquisas, sua condição de evangélica e de ficha limpa. Não é por acaso que começa aparecer vários “memes” nas redes sociais tentando desqualificar a irmã no que leva ao mais dos inocentes observadores perceber que trata-se de fogo amigo. De onde? Os “maragatistas” como a palavra.

Já em relação ao grupo liderado pelo pré-candidato Roberto Rocha, até poucas semanas atrás estava praticamente tudo resolvido em relação à chapa para o Senado Federal com o deputado estadual Alexandre Almeida e o deputado federal José Reinaldo Tavares protagonizando a cena tucana.

Acontece, que de repente o experiente ex-governador reaparece com teses que já haviam sido superadas dentro do PSDB. Pior: inicia uma série de articulações à revelia do partido e do pré-candidato ao governador Roberto Rocha lançando até primeiro suplente, precipitando, assim, uma séria de dúvidas sobre o seu futuro político e eleitoral no PSDB.

E nesse, digamos, descuido do deputado José Reinaldo, surge o também deputado federal Waldir Maranhão, que, assim como o ex-governador, foi covardemente defenestrado do grupo de Flávio Dino e agora desponta como uma possibilidade real e concreta de ser um dos senadores na chapa do projeto Roberto Rocha governador-45.

Esse é o quadro atual da chapa de pré-candidatos ao Senado Federal no campo político de Flávio Dino e no de Roberto Rocha.

E que deve permanecer assim até as convenções.

Ou não!

Ao falar em “caçada à liberdade de imprensa”, diretor da Rádio Timbira atinge em cheio o governador Flávio Dino 8

Ao falar em “caçada à liberdade de imprensa”, o senhor Robson Paz esqueceu que o comandante do Palácio dos Leões talvez seja o maior recordista na tentativa de calar a imprensa local a partir de processos e mais processos contra profissionais de comunicação, incluindo blogueiros.

Sabem aquele adágio que diz “atirou no que viu e acertou o que não viu”?

Pois é. Foi exatamente o que fez o secretário-adjunto de Comunicação Social e diretor-geral da Rádio Timbira AM, Robson Paz, em artigo publicado nesta terça-feira, 29.

No afã de atacar o jornal O Estado do Maranhão, de propriedade do ex-senador José Sarney, alegando que o grupo liderado pelo emedebista deseja fechar a Timbira, o ex-secretário de Comunicação, que foi “promovido pra baixo” no ano passado, acabou, ainda que involuntariamente, criticando o próprio chefe, o governador Flávio Dino.

Robson Paz fala em “caçada à liberdade de imprensa” e se surpreende com o que considera “inusitado que o grupo que detém o maior conglomerado de comunicação do estado proponha fechar a única emissora de rádio pertencente ao povo do Maranhão”.

Ora, meu caro, a Rádio Timbira pode ser tudo atualmente, menos um veículo “pertencente ao povo do Maranhão”. A emissora nunca foi tão estatal e menos pública quanto é atualmente. Aliás, ela poderia perfeitamente ser chamada de “Rádio PCdoB AM”.

Ninguém que pensa diferente, seja político ou não, tem acesso à Rádio Timbira, logo não há de nada de novo nela, pelo contrário: virou um aparelho partidário que faz campanha antecipada 24h por dia.

E ao falar em “caçada à liberdade de imprensa”, o senhor Robson Paz esqueceu que o comandante do Palácio dos Leões talvez seja o maior recordista na tentativa de calar a imprensa local a partir de processos e mais processos contra profissionais de comunicação, incluindo blogueiros.

Enfim, se há uma “caçada à liberdade de imprensa” no Maranhão sem dúvida alguma é patrocinada pelo chefe de Robson Paz, a quem ele acabou acertando ao atirar em Sarney.

Fiquem com a íntegra do artigo do futuro capelão da PM, segundo comenta-se, Robson Paz.

Caçada à liberdade de imprensa

Na semana em que o Brasil lamentou a perda de Alberto Dines, um dos mais notáveis jornalistas do país, o Maranhão foi surpreendido com anúncio feito pelo jornal “O Estado do Maranhão”, de propriedade do ex-senador José Sarney, de que o grupo político por ele liderado quer fechar a Rádio Timbira AM por até seis meses.

Com injustificado ar de regozijo, o jornal afirma que há quatro representações contra a emissora estatal na Justiça Eleitoral, Ministério Público Eleitoral e no Ministério das Comunicações, sob inconsistenteargumento de que o veículo estaria sendo indevidamente usado com fins eleitorais.

Embora não seja novidade, é inusitado que o grupo que detém o maior conglomerado de comunicação do estado proponha fechar a única emissora de rádio pertencente ao povo do Maranhão.

Não há registro de qualquer desrespeito à legislação pela Nova 1290 Timbira AM. No período préeleitoral, a lei veda aos veículos de comunicação pedido explícito de voto, fato que jamais ocorreu na emissora.

Pelo contrário, a linha estabelecida na rádio é explícita para que todo o esforço da equipe seja voltado à prática de jornalismo ético, democrático e responsável.

O jornal do ex-senador Sarney faz referência a fato comprovadamente inexistente. A transmissão do ato político do ex-presidente Lula pela Timbira. O monitoramento da rádio exigência da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) demonstra que tal evento público jamais foi transmitido. Naquele ato, houve sim cobertura jornalística, pois se tratava de fato de interesse público. Conduta adotada pela emissora em atos de outros líderes presidenciáveis que visitaram o Maranhão, como Ciro Gomes (PDT), Geraldo Alckmin (PSDB), João Dória (PSDB), Guilherme Boulos (PSol), Rodrigo Maia (DEM). Aliás, pluralidade de vozes proporcionada também em nível estadual com reportagens que tiveram como protagonistas políticos de diferentes correntes ideológicas.

A Rádio Timbira, antes proibida pelo governo anterior de colocar ouvintes no ar, hoje se constitui no mais democrático espaço para a livre manifestação independentemente de ideologia, credo ou gênero em toda a programação. Isto resguardados os marcos da civilidade e do respeito ao regramento constitucional. Não cabem, pois, os argumentos das quatro representações que tentam colocar mordaça na primeira rádio do Maranhão. Isto posto, só resta uma explicação para que a emissora estatal incomode poderosos do estado: o jornalismo.

Sim, em pleno século 21, praticar jornalismo sério no Maranhão, dar voz a quem antes não tinha, é ato impensável para censuradores. Talvez porque seus arsenais midiáticos não informem a população sobre ações de interesse público nas mais diversas áreas.

A censura que tentam impor à Timbira é prática diária dos meios de comunicação sob controle daqueles que ora acusam a emissoraPor tudo isto, convido publicamente os autores das representações, os deputados Eduardo Braide (PMN), Adriano Sarney(PV), Andreia Murad (PRP) e Hildo Rocha (MDB),para entrevistas, ao vivo, em nossos estúdios. Oportunidade para demonstrar uma vez mais o caráter democrático e plural da Rádio Timbira. A Rádio de todos nós. 

Por Robson Paz

Radialista, jornalista, Secretário adjunto de Comunicação Social e diretor-geral da Nova 1290 Timbira AM.

O DIA SEGUINTE: A reação raivosa e desesperada dos governistas ao anúncio da pré-candidatura de Roseana Sarney 18

Uma reação pra lá de estranha, já que uma semana antes de Roseana reafirmar que irá disputar o pleito de 2018, os governistas/comunistas soltaram foguetes pelos quatro cantos por conta de uma mais pesquisa em que Flávio Dino aparece com mais de 60% dos votos vencendo, portanto, a eleição em primeiro turno.

O Governo do Estado reagiu de forma raivosa ao anúncio oficial da pré-candidatura de Roseana Sarney (MDB) ao governo do Maranhão.

Basta uma visita rápida pela blogosfera chapa branca – e tem ser rápida mesmo para evitar ânsia de vômito – para vermos que os governistas acusaram o golpe desgraçadamente!

Os blogs mantidos pelos calabouços do Palácio dos Leões, alguns deles, dizem, obrigados por contrato a passar a login e senha de acesso para os chefes da Secom, dedicaram postagens e mais postagens não para analisar o ato em que Roseana afirmou ser pré-candidata a governadora, mas para atacá-la, atacar a sua família e aliados políticos.

Uma reação pra lá de estranha, já que uma semana antes de Roseana reafirmar que irá disputar o pleito de 2018, os governistas/comunistas soltaram foguetes pelos quatro cantos por conta de uma mais pesquisa em que Flávio Dino aparece com mais de 60% dos votos vencendo, portanto, a eleição em primeiro turno.

Ora, para quem goza de índices de intenção de voto tão generosos não pode se incomodar com um mero anúncio de pré-candidatura de quem só reúne “velhos” e “acusados pela Lava Jato”.

A não ser que o desespero bateu às portas do Palácios dos Leões e nem as famosas pesquisas tabajaras são mais capazes de enganar o povo.

Que seja bem-vindo o segundo turno.

O Maranhão agradece!

ELEIÇÕES 2018: Os discursos dos sarneysistas sobre Flávio Dino 14

Mas saiu da boca do deputado federal Sarney Filho talvez a maior das verdades entre os discursos proferidos na “Sarneyland”, mansão da família localizada ali, no bairro do Calhau.

Ontem, 21, durante anúncio oficial da pré-candidatura de Roseana Sarney ao governo do Maranhão, as principais lideranças do grupo disseram algumas verdades sobre o governador Flávio Dino e o sua gestão.

A própria Roseana, o mano Sarney Filho e o senador Edison Lobão, foram duros nos seus pronunciamentos, mas não faltaram com a verdade ao avaliar a personalidade política do governador comunista.

A agora pré-candidata afirmou em alto e bom tom que Flávio Dino é um “ditador”.

“Ele tem uma rejeição muito grande, porque ele não é essa pessoa que se fez passar na eleição passada. Que era um ex-juiz, uma pessoa honesta, um deputado, um democrata, que trabalhava pelo Maranhão. Não existe isso. Ele é um ditador, ele persegue as pessoas. Persegue as pessoas humildes e os grandes também”, disparou.

O senador Edison Lobão, por sua vez, afirmou que ““O Maranhão elegeu uma mentira. Erramos, e porque erramos estamos pagando o preçotira”. E depois arrematou: “o povo foi iludido uma vez [por Flávio Dino], mas não será iludido uma segunda”.

Mas saiu da boca do deputado federal Sarney Filho talvez a maior das verdades entre os discursos proferidos na “Sarneyland”, mansão da família localizada ali, no bairro do Calhau. Disse Zequinha: “A entrada da Roseana na disputa é culpa do governador Flávio Dino. Quem fez Roseana candidata foi o péssimo governo Flávio Dino”. Perfeito, o mano!

De fato, os planos de Roseana Sarney, depois que deixou o governo em 2014, era curtir as brisas do litoral Leste dos Estados Unidos na companhia do maridão Jorge Murad e dos netos.

Contudo, como o atual governador nunca desceu do palanque, nunca focou no presidente e apontou para o futuro, preferindo governar olhando fundamentalmente para o passado e todo ato oficial de governo o nome mais citado é dos Sarney, claro que Roseana, seus familiares e o grupo como um todo se sentiram convidados a entrar para disputa de 2018 ao Palácio dos Leões.

E para animar ainda mais o espírito da “Branca”, eis que chega as suas mãos uma pesquisa que a coloca no centro da disputa com chances reais de levar a eleição de governador para o segundo turno.

Agora Flávio Dino que se segure…