Autoridades brasileiras debatem gestão pública e educação em Oxford 2

Evento organizado pela Fundação Lemann reuniu governadores, parlamentares, especialistas e sociedade civil na Universidade de Oxford. O estado do Maranhão foi representado pelo secretário Felipe Camarão.

Felipe Camarão: secretário representou o governo maranhense em evento internacional sobre educação em Oxford.

Entre os dias 25 e 30 de novembro, 65 autoridades brasileiras (governadores, parlamentares, especialistas, empresários e terceiro setor) se reúnem em um encontro para debater gestão pública e educação na Universidade de Oxford. De forma propositiva e com visões plurais, a ideia é buscar consenso sobre as prioridades e possíveis ações para os dois temas. O encontro é promovido por nós (Fundação Lemann) e conta com o apoio da Fundação Brava e da Blavatnik School of Government da Universidade de Oxford para o pilar de gestão pública e do Todos pela Educação para a agenda de educação.

Gestão de pessoas no setor público

A primeira parte do encontro debate a gestão de pessoas no setor público, que é fundamental para que governos possam entregar serviços de qualidade à população. “No Brasil, ainda precisamos enfrentar o desafio de atrair, reter e desenvolver as pessoas melhor preparadas para atuar em cargos de liderança para o governo”, diz Denis Mizne, diretor-executivo da Fundação Lemann. “Estamos criando um ambiente de respeito, troca de experiências e pluralidade de ideias para que atores-chave para o desenvolvimento do país incluam esse desafio na agenda nacional.”

Para a conversa, contamos com relatos de experiências internacionais de especialistas como Dustin Brown (Diretor de Administração da Secretaria da Fazenda do Gabinete da Presidência dos EUA), Thomas Shannon (Subsecretário de Estado para Assuntos Políticos que coordenou a transição governamental Obama-Trump), Graeme Head (Comissário de Serviço Público de New South Wales, Austrália), e Kate Josephs (Diretora de Operações Nacionais, Departamento de Educação do Governo Britânico).

Maranhão presente

O Governo do Maranhão foi representado pelo secretário de Estado de Educação, Felipe Camarão, que voltou muito animado pelo que viu e ouviu das autoridades internacionais que participaram do evento.

“Foi uma experiência muito rica e gratificante onde as autoridades públicas de vários países debateram os rumos e tendência da educação em  escala mundial. Foi uma semana de estudos e trocas de experiência tendo como foco, inclusive, a gestão de pessoas na área educacional. Não posso deixar de registrar a oportunidade maravilhosa na minha carreira que foi ouvir a vencedora do Prêmio Nobel da Paz, Malala, durante um jantar em Oxford”, disse o secretário.

Prioridades em educação para os próximos anos
Já em educação, os temas centrais são os desafios da carreira docente, formação de professores na implementação de novos currículos alinhados à Base Nacional Comum Curricular e a tecnologia como viabilizadora de reformas educacionais em escala. Para Camila Pereira, Diretora de Educação da Fundação Lemann, “Os próximos anos são decisivos para que a nossa educação pública melhore e passe a garantir oportunidades iguais para todas as crianças brasileiras. É importante que existam prioridades claras para que políticas educacionais estruturantes como a Base e o programa Educação Conectada avancem e cheguem nas salas de aula de todo o país com qualidade”.

A agenda traz palestras de Barbara Bruns (Centro para o Desenvolvimento Global, EUA) Evan Marwell (CEO da Education Superhighway, EUA), Cristián Cox (Ex-Diretor do Programa de Melhoria de Qualidade e Equidade da Educação Básica no Ministério da Educação do Chile), Sean Harford (Ofsted, Reino Unido), Dave Peck (CEO da Curriculum Foundation, Reino Unido) e Ju-Ho Lee (Ex-Ministro da Educação, Ciência e Tecnologia, Coréia do Sul).

(Com informações da Fundação Lemann)

Em uma fundamentada Nota Técnica, Fábio Gondim alertou para a utilização indevida dos recursos do FEPA 2

É preciso tomar urgentes providências para repor os valores cancelados e destinados à abertura de créditos adicionais para que não se coloque em risco o equilíbrio atuarial da Previdência dos servidores públicos do Maranhão e, desse modo, o pagamento de aposentadorias e pensões pelo FEPA.”

Em 16 de setembro de 2017, o ex-secretário Fábio Gondim divulgou uma bem fundamentada Nota Técnica (NT) sobre a “Utilização de recursos do Fundo Estadual de Pensão e Aposentadoria do Maranhão (FEPA) como fonte de cancelamento para a abertura de crédito suplementar para o programa Mais Asfalto”.

Na NT, Fábio Gondim afirmava ter “a percepção de que membros do governo estão cometendo equívocos e colocando a aposentadoria dos servidores em risco”, num claro contraponto às declarações principalmente do então secretário de Estado da Gestão e Previdência, Felipe Camarão, que na época garantiu não haver um centavo retirado do Fepa”, que “não há como, nem que se quisesse, retirar recursos do FEPA”.

Porém, Gondim, que também comandou a pasta da Previdência do estado, comprovou com dados oficiais que o governo Flávio Dino usou sim, recursos do Fepa para o programa Mais Asfalto comprometendo, desta forma, o equilíbrio do fundo que legalmente é para garantir a aposentadoria dos servidores públicos estaduais, daí o quadro falimentar da Previdência maranhense que ganhou grande repercussão na imprensa local nestes últimos dias.

A seguir, o Blog do Robert Lobato reproduz a íntegra da Nota Técnica assinada pelo especialista Fábio Gondim. Confira.

NOTA TÉCNICA

UTILIZAÇÃO DE RECURSOS DO FUNDO ESTADUAL DE PENSÃO E APOSENTADORIA DO MARANHÃO (FEPA) COMO FONTE DE CANCELAMENTO PARA A ABERTURA DE CRÉDITO SUPLEMENTAR PARA O PROGRAMA MAIS ASFALTO

Colocações feitas por importante Secretário de Estado, em 16/09/2017, trataram de polêmica acerca da destinação de recursos do FEPA para asfaltar ruas de municípios maranhenses. O Secretário afirmou que não “há um centavo retirado do Fepa”, que “não há como, nem que se quisesse, retirar recursos do FEPA”. E traduziu a tensão do momento ao dizer que a alegação seria “mais uma pra coleção de baixaria e mentiras”.

Outros membros do governo também se manifestaram e a oposição demonstrou clara insatisfação. Por outro lado, os servidores públicos estaduais têm demonstrado insegurança quanto à adequação do que estão fazendo com sua aposentadoria e pensão. Diante do quadro de tensão e insegurança, é preciso aprofundar o debate e deixar a legalidade e oportunidade dos atos administrativos às claras.

Entendo que a questão colocada pelo Senhor Secretário não é tão simples e que não bastaria saber, nos termos dele, “rudimentos de administração” para entender. Tenho, também, a percepção de que membros do governo estão cometendo equívocos e colocando a aposentadoria dos servidores em risco. Vamos aos fatos.

Em primeiro lugar, é preciso compreender que foram, sim, utilizadas dotações orçamentárias do FEPA como fonte de recursos para a abertura de crédito suplementar em favor da Secretaria de Estado da Infraestrutura. Foram cortados, por meio do Decreto nº 33.192, de 07/08/2017, R$ 29 milhões do FEPA, destinados ao pagamento de “pensão previdenciária” dos servidores do Poder Executivo, e R$ 21 milhões dos Encargos Gerais do Estado.

Pouco depois, em 05/09/2017, o Decreto nº 33.298, destinou mais R$ 33 milhões à Secretaria de Estado da Infraestrutura, oriundos, mais uma vez, do FEPA, mais especificamente, dos recursos que seriam destinados a “proventos e aposentadoria” dos servidores da Assembleia Legislativa, Tribunal de Contas e Poder Judiciário, bem como “pensão previdenciária” do Tribunal de Contas e do Poder Judiciário, conforme se pode ver no Anexo I do referido decreto.

Pelo exposto, não corresponde aos fatos a afirmação de que não teria havido corte no orçamento destinado a aposentadoria e pensão dos servidores públicos do Estado do Maranhão para destinar recursos a programas voltados a asfaltamento de ruas, porque foi exatamente isso que esses dois decretos fizeram. Até o presente momento, já cortaram R$ 62 milhões da aposentadoria e pensão dos servidores para destinar a programas de asfaltamento de ruas e estradas.

Poder-se-ia alegar, como feito por membros do governo em defesa da utilização desses recursos, a vinculação das fontes de recursos e a possibilidade de uso de fonte ordinária do Tesour. Fonte de recursos é, em miúdos, a classificação da despesa que faz a relação entre receita e despesa. Ou seja, já no recebimento dos recursos, é verificada a legislação e verificado se há destinação obrigatória prevista em lei para aquele recurso. Cada grupo de receitas com origem e destino iguais recebe um número de fonte diferente, justamente para facilitar o controle da destinação dos recursos vinculados.

Assim, o FEPA é constituído por diversas fontes, sejam elas oriundas de contribuições sociais, sejam fruto de transferência de recursos do Tesouro, conforme Manual Técnico de Orçamento do Maranhão – MTO 2015, fls. 108. O que nos importa aqui é entender a diferença entre esses dois recursos: os recursos ordinários, do Tesouro, de livre utilização, conhecido como fonte 101, e os demais recursos, originários de arrecadação própria e de contribuições.

Então, a previdência estadual utiliza os dois tipos de recursos: o diretamente arrecado (cerca de 67%) por meio de pagamento de contribuições e os aportes do Tesouro (cerca de 33%). A argumentação que já ouvi algum membro do governo defendendo é a de que os recursos do Tesouro são de livre utilização e, então, se não houver previsão de utilização ao longo do exercício, se poderia, por exemplo, cortar os R$ 798 milhões destinados à Previdência, como consta da Lei Orçamentária de 2017, fls. 221.

Ocorre que esse é um grande equívoco. O aporte dos recursos do Tesouro veio, justamente, para permitir a segregação de massa e o equilíbrio atuarial da Previdência. O corte de recursos que estejam “disponíveis” no curto prazo colocaria em risco todo o equilíbrio previdenciário que, como se sabe, é de longo prazo. A Previdência do Maranhão apresenta déficit atuarial e, se nada for feito hoje, em alguns anos, deverá passar a ter dificuldades para honrar os pagamentos de aposentadorias e pensões dos servidores. Portanto, ainda que fosse possível, é imprudente a destinação de recursos previdenciários para outros fins neste momento.

Como todo orçamento público, se está tratando de estimativas que não são exatas. Pode faltar ou sobrar recursos em diversas dotações orçamentárias e é para isso mesmo que a Constituição prevê a possibilidade da abertura de créditos suplementares, especiais e extraordinários. Contudo, não se pode cortar o orçamento da Previdência e utilizar os recursos financeiros a ela destinados para outros fins.

Vem em encontro a esse posicionamento o livro Contabilidade Aplicada aos Regimes Próprios de Previdência Social, publicado pelo Ministério da Previdência Social, que, às fls. 40, esclarece que “no orçamento consolidado do ente público, deverá ser apresentada nota explicativa específica quanto à reserva orçamentária do RPPS, a qual não poderá ser utilizada para custear outras despesas que não o pagamento de benefícios previdenciários” (grifo do original).

O próprio governo reconhece essa impossibilidade. De fato, a Procuradoria Geral do Estado, motivada pela Secretaria de Transparência e Controle, entendeu ser crime de improbidade a utilização de recursos do FEPA para o pagamento da saúde suplementar. A própria PGE ensina, de denúncia formulada contra ex-gestores do governo anterior que “os bens e direitos do FEPA serão destinados exclusivamente no cumprimento dos seus objetivos”.

Por óbvio, se não pode para saúde suplementar, despesa do Orçamento da Seguridade Social, muito menos poderia para o asfaltamento de ruas e estradas, despesa típica do Orçamento Fiscal. E, nesse caso, como já restou claro e demonstrado, a despesa, infelizmente, ocorreu de fato.

Importante observar, além disso, que os cortes representam importante parcela dos recursos “disponíveis” (considerando-se que pudessem ser cortadas dotações da fonte 101, o que já demonstramos que não é permitido). De fato, do total de recursos da fonte 101 constantes na Lei Orçamentária Anual para 2017, para o pagamento de proventos e aposentadoria do Poder Legislativo, Tribunal de Contas do Estado e Poder Judiciário, bem como de pensão previdenciária para o Poder Executivo, Tribunal de Contas do Estado e Poder Judiciário, chega-se a 19,6% do total, conforme tabela a seguir, cujos dados foram obtidos da Lei Orçamentária Anual para 2017, fls. 415, bem como dos Decretos nos 33.195/2017 e 33.298/2017 e seus anexos.

Por todo o exposto, constata-se flagrante equívoco quando se fala que não foram utilizados recursos para o pagamento de aposentados e pensionistas para destinar para asfalto. Foram e, segundo o próprio governo, não poderiam ter sido. É preciso tomar urgentes providências para repor os valores cancelados e destinados à abertura de créditos adicionais para que não se coloque em risco o equilíbrio atuarial da Previdência dos servidores públicos do Maranhão e, desse modo, o pagamento de aposentadorias e pensões pelo FEPA.

São Luís, 16 de setembro de 2017.

FÁBIO GONDIM

ELEIÇÕES 2020: Flávio Dino quer Felipe Camarão para prefeito 16

Flávio Dino embala, ainda que de forma discreta, o sonho de fazer Felipe Camarão o sucessor de Edivaldo Holanda, que, por sua vez, tem planos diferentes do governador.

O governador Flávio Dino (PCdoB) tem um nome do coração para lançar candidato a prefeito de São Luis em 2020: Felipe Camarão.

Se dependesse apenas do coração do comunista o secretário de Educação seria o nome a ser lançado para a sucessão do prefeito Edivaldo Holanda (PDT).

Ocorre que no meio do caminho do coração do governador há uma pedra, aliás, uma não, várias.

Entre elas, as principais são o PSB, que tende a não abrir mão do deputado federal eleito Bira do Pindaré; e o PDT do senador eleito Weverton Rocha, que deverá jogar peso na sucessão, caso não aconteça alguma surpresa desagradável com líder do pedetista até lá.

Ainda que conte com a preferência do governador, Felipe Camarão não agrada boa parte dos aliados governistas. Para esses aliados, o comandante da Seduc demonstra pouca habilidade política e não demonstra vontade de entrar num jogo que pode comprometer o seu perfil de “técnico”. Aliás, Felipe sempre demonstrou que não tem lá muito interesse por cargos eletivos. Mas, é aquela história: “Se o povo quiser…”

De qualquer forma, Flávio Dino embala, ainda que de forma discreta, o sonho de fazer Felipe Camarão o sucessor de Edivaldo Holanda, que, por sua vez, tem planos diferentes do governador.

É aguardar e conferir.

CAMARÃO NÃO DORMIU: O voto em Marcos Caldas 4

Em relação à análise critica do Blog do Robert Lobato sobre a escolha do secretário Felipe Camarão em pedir, indicar e gravar vídeo em prol a Marcos Caldas para deputado estadual, a atitude do chefe da Seduc se dá pelo fato dele ser concunhado do polêmico deputado.

Aí está valendo.

Só não valeria se fosse coisa parecida no grupo Sarney,

O “camarão” não dormiu.

E nem foi comido pelos Leões.

CAMARÃO QUE DORME: Secretário de Educação declara apoio e voto em Marcos Caldas? 14

O secretário de Educação, Felipe Camarão, anunciou que seu apoio e seu voto é no candidato a deputado estadual Marcos Caldas (PTB).

Voto é uma questão de escolha pessoal e livre, claro.

Mas fico cá com os meus botões como uma pessoa qualificada como Felipe Camarão tem a coragem de votar, pedir voto e ainda gravar vídeo em prol de Marcos Caldas, o famoso “Marcos Play”.

“Marcos Calda é “um homem leal e um verdadeiro amigo”, assegura o chefe da Seduc em vídeo postado nas redes sociais (cadê aquela carinha do “zap-zap” que coloca a mão no rosto?)

Só posso levar a crer que esse voto não é tão livre assim.

Pelo jeito os Leões definitivamente comeu “camarão”…

Fazer o quê?

São José de Ribamar: Prefeitura e Governo do Estado entregam Farol do Saber 2

Devolvido à população ribamarense nesta quarta-feira (11) o antigo Farol da Educação, agora, Biblioteca Farol do Saber. O espaço é direcionado ao aprendizado de estudantes e comunidade em geral, como referência de estímulo ao aprendizado, informação e cultura.

Durante a entrega, o prefeito Luis Fernando, falou da satisfação pessoal em poder mais uma vez devolver um equipamento que faz a diferença na vida da população.

“O Farol, construído quando eu ainda estava à frente da Secretaria de Estado da Educação, é sem dúvida um equipamento voltado à educação que oferece não apenas o saber, mas também dignidade. Fico feliz porque hoje, por meio de parceria firmada com o Governo do Estado, devolvemos este aparelho totalmente reconstruído, que tanto vai colaborar para o aprendizado dos jovens ribamarenses”, comemorou o prefeito.

Luis Fernando ainda lembrou da primeira escola com oferta de ensino médio que será construída no Parque Vitória, além do Liceu Ribamarense III, conquistas que segundo ele deverão elevar ainda mais a oferta de ensino/aprendizado do município.

“Temos à frente duas importantes obras que vão garantir educação aos nossos jovens que não mais precisarão deslocar-se para terem educação de qualidade em outros centros”, completou.

O Farol do Saber compõe o quadro de outros 117 que serão entregues pelo governador Flávio Dino. Compromisso, que de acordo com os secretários de Educação, Felipe Camarão, e de Cultura e Turismo, Diego Galdino, se estenderá à outras áreas.

“Como bem disse o prefeito Luis Fernando, nosso compromisso é com a população e por isso fazer parcerias com um prefeito sério e experiente, como é o prefeito Luis Fernando, nos garante a tranquilidade de entregar não apenas o Farol como também as obras da escola do ensino médio e o Liceu, igualmente importantes para os jovens ribamarenses”, garantiu Felipe Camarão.

Já o secretário de Cultura e Turismo, Diego Galdino, além de enaltecer a importância do espaço de incentivo à leitura, também anunciou a reconstrução da sinalização turística do município, conhecido internacionalmente.

“Mais uma parceria firmada e prontamente atendida pelo governador Flávio Dino, que será a revitalização de toda a sinalização turística de São José de Ribamar, que hoje desponta internacionalmente como um dos grandes destinos voltados ao lazer e fé”, anunciou.

A Professora Tereza, presente a cerimônia, parabenizou a iniciativa da gestão. “É muito importante que espaços como estes sejam resgatados, pois estimulam a leitura e a cultura”, comentou. A reabertura do Farol também foi aprovada pelas crianças”. “Eu achei muito legal, além de bonita tem muito livro infantil e espaço para brincar”, disse Maria Cristiane (7 anos).

A solenidade de entrega da obra contou ainda com a presença dos vereadores ribamarenses, secretários da administração municipal, do vice-prefeito, Eudes Sampaio, lideranças locais e comunidade em geral.

ELEIÇÕES 2018: Felipe Camarão ainda é uma incógnita 4

Comenta-se, nos bastidores políticos, que o nome de Felipe Camarão foi uma imposição de agentes externos ao Governo do Estado, mas precisamente de amigos do secretário ligados ao Poder Judiciário federal num acordo que passaria já pela sucessão de um eventual segundo mandato de Flávio Dino

Ainda é cercada de mistérios e especulações a possível desincompatibilização do secretário Felipe Camarão (Educação) para concorrer a um cargo nas eleições de 2018.

O comandante da Seduc chegou a filiar-se ao DEM na perspectiva de se tornar o companheiro de Flávio Dino (PCdoB) na condição de vice-governador no lugar de Carlos Brandão, que perdeu a prevalência de seguir cargo depois que foi catapultado da presidência estadual do PSDB.

Comenta-se nos bastidores políticos, que o nome de Felipe Camarão foi uma imposição de agentes externos ao Governo do Estado, mas precisamente de amigos do secretário ligados ao Poder Judiciário federal num acordo que passaria pela sucessão de um eventual segundo mandato de Flávio Dino com Felipe sentado na cadeira de governador, mas apoiando outro nome, que seria o do seu verdadeiro padrinho por trás do desembarque do secretário no DEM.

Se procedem ou não essas informações, o fato é que Felipe Camarão optou por um silêncio sepulcral sobre o seu futuro até a data limite para se desincompatibilizar da Secretaria de Educação e aventura-se de vez na política eleitoral.

Vale aguardar e conferir.

O silêncio de Felipe Camarão é um mau presságio 6

Felipe Camarão parece estar servido de “bucha” para os interesse mesquinhos do Palácio dos Leões nas barganhas politiqueiras e eleitoreiras

O silêncio do secretário de Educação, Felipe Camarão, sobre a sua suposta filiação ao partido de direita Democratas (DEM) é um mau presságio em todos os aspectos. Senão vejamos.

Em primeiro lugar, fica feio para um maior de idade ter que “terceirizar” as suas intenções políticas. Ou seja, do governador Flávio Dino ao presidente estadual do DEM, o sabido do Juscelino Rezende Filho, falam que Felipe vai se filiar ao partido, mas até agora o próprio não deu um pio sobre o assunto.

Em segundo lugar, o silêncio de Felipe pode mostrar que o secretário é só mais um “novo velho”, que se deixa levar pelos interesses mesquinhos e oportunistas do “chefe” e aceita tudo quieto e calado.

Ora, Felipe Camarão não é e nunca foi político, pode até um dia a vir ser, mas até aqui não demostrado apetite pela área.

Se o governador está empurrado goela abaixo uma vocação que o jovem e talentoso secretário não tem é uma outra história.

O fato é que, até o momento, Felipe Camarão parece estar servido apenas de “bucha” para os interesses mesquinhos do Palácio dos Leões nas barganhas politiqueiras e eleitoreiras. Não é possível que o pai “Phil” não veja isso!

Resta saber até quando Felipe Camarão vai se sujeitar a ser a “Olga Simão” de Flávio Dino.

Com todo respeito a ele e à Olga.

Felipe Camarão no DEM?

Até o momento o Felipe Camarão não se manifestou sobre sua ida para o DEM. O silêncio do secretário nos remete a dois adágios populares. O que diz, “quem cala consente”; e outro que diz, “onde há fumaça, há fogo”

O secretário Felipe Camarão (Educação) sempre negou ter pretensões políticas quando questionado.

Ao Blog do Robert Lobato, o chefe da Seduc sempre sustentou que o seu compromisso é fazer um bom trabalho na sua pasta e que eventuais candidaturas não estão nos seus planos.

Pois bem. A imprensa local noticia que Felipe Camarão estaria pronto para desembarcar no Democratas (DEM), possivelmente para ser o possível vice de Flávio Dino ou mesmo o senador do coração do comunista nas eleições de outubro deste ano.

Especulações à parte, não se pode ignorar o fato de que realmente o governador está afoito para ter o DEM no seu palanque para compensar a perda do PSDB.

O que causa estranheza nesse particular, no entanto, é que essa suposta movimentação de Felipe Camarão junto ao partido do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, se dá justamente quando o Maranhão inteiro sabe que deputado federal e ex-governador José Reinaldo está articulando a sua filiação justamente no… DEM!

A se confirmar a filiação de Felipe no DEM significa dois coisas básicas: (1) Flávio Dino deu um “zignal” medonho em José Reinaldo Tavares; (2) Como o DEM no Maranhão é todo fisiológico e nada ideológico, o partido não somente abrirá os braços para receber o secretário de Educação como aceitará acreditar, de “mentirinha”, que a Seduc é sua, embora continue sendo 100% do PCdoB.

Até o momento o Felipe Camarão não se manifestou sobre sua ida para o DEM.

O silêncio do secretário nos remete a dois adágios populares. O que diz, “quem cala consente”; e outro que diz, “onde há fumaça, há fogo”.

É aguardar e conferir.

ELEIÇÕES 2018: Felipe Camarão no PT? 14

No PT, ninguém comenta sobre o assunto, mas pelo que o Blog do Robert Lobato pôde sentir após consultar alguns petistas, a ideia de filiar Felipe Camarão no partido para ser vice de Flávio Dino está longe de agradar o conjunto de sigla

Na boca da noite, de ontem, quarta-feira, 13, o Blog do Robert Lobato foi surpreendido com a informação de que o secretário Felipe Camarão (Educação) estaria sendo trabalhado para se filiar ao PT e “cumprir missão”, caso seja obrigado.

Segundo a fonte, a ideia é colocar o Camarão em stand by caso o Palácio dos Leões tenha dificuldades na composição partidária para o palanque de reeleição de Flávio Dino (PCdoB) em 2018.

Com a saída do PSDB da base do governo comunista, ficou um vácuo partidário que os articuladores políticos de Flávio Dino ainda estudam como fazer para compensar o prejuízo.

Não obstante o atual vice-governador Carlos Brandão já tenha encontrado abrigo no PRB, do deputado federal Cleber Verde, não é favas contadas que continue no cargo em 2018, pois, segundo alguns observadores governistas, Brandão “soma muito pouco na chapa”. É justamente aí que entra o fator Felipe Camarão, considerado muito mais aglutinador e leve do que o atual vice-governador. O secretário da Seduc é o que se costuma chamar de “vaselina”.

No PT, ninguém comenta sobre o assunto, mas pelo que o Blog do Robert Lobato pôde sentir após consultar alguns petistas, a ideia de filiar Felipe Camarão nos quadros do Partido dos Trabalhadores para ser vice de Flávio Dino está longe de agradar o conjunto de partido.

Consultado pelo Blog do Robert Lobato, o secretário negou tal movimento. “Não procede isso, Robert”, disse.

De fato não seria razoável alguém equilibrado, como Felipe Camarão, entrar num campo de guerra que é o PT maranhense.