ELEIÇÕES 2018: Subestimaram Bolsonaro e agora o Brasil corre o risco de ser “esfaqueado” pelo fascismo tupiniquim 10

Vemos uma eleição bizarra, marcada basicamente por revanchismos de toda natureza e de todos os lados. Na prática não há debate sobre projeto de nação, posto que o pleito se transformou num processo onde o mais importante agora é escolher quem pode ser o menos ruim para governar o Brasil.

Está claro que o candidato Jair Bolsonaro foi subestimado pelas forças de esquerda, pela direita liberal e ainda pelo centro democrático do espectro político brasileiro.

O presidenciável do nanico PSL está tendo um desempenho que levou todos os melhores analistas e cientistas políticos para o canto do ringue.

Ninguém poderia imaginar que a esta altura da campanha o Brasil pudesse estar sob a ameaça de eleger um político com o perfil de Bolsonaro, que pode até servir como parlamentar na defesa de segmentos conservadores e da extrema-direita da sociedade, mas está claro que não tem preparo e nem equipe para dirigir este país e toda a sua complexidade.

Vemos uma eleição bizarra, marcada basicamente por revanchismos de toda natureza e de todos os lados. Na prática não há debate sobre projeto de nação, posto que o pleito se transformou num processo onde o mais importante agora é escolher quem pode ser o menos ruim para governar o Brasil.

É lamentável ver gente de bem afirmar que vota em Bolsonaro porque não quer a volta do PT, como se isso fosse argumento político para tirar o país do atoleiro que muitos dos que se dizem eleitores do “17” o colocaram. Não querem PT? Escolham outro, tem candidato honrado na disputa.

No mais, vai ficando cada vez mais claro que o impeachment da Dilma custou muito caro ao país. Não tiveram a paciência histórica de esperar 2018 e anteciparam todo o processo para 2016 quando cassaram a petista. Deu no que deu!

É como Lula disse certa vez, logo depois do impeachment: “Plantaram o Aécio agora estão colhendo o Bolsonaro”.

E não há garantias de que o “poste” petista Fernando Haddad, ou mesmo uma guinada ao centro por parte dos leitores, conseguirá frear a onda fascista tupiniquim que poderá “esfaquear” de morte o nosso país.

Durma-se com um barulho desses….

ELEIÇÕES 2018: As mulheres podem salvar o Brasil do “Bozo” 6

A resposta ao risco Bolsonaro para o país vem desse movimento de milhões de mulheres que já entenderam que o candidato do PSL é incompatível não apenas para a democracia brasileira, mas para o próprio processo civilizatório.

Jair Bolsonaro deve estar sentindo na pele o movimento de milhões de mulheres brasileira contra a sua candidatura fascista mais do que sentiu ao ser esfaqueado por um delinquente em Juiz de Fora (MG), semanas atrás. Aliás, até hoje a ocorrência desse esfaqueamento está rodeada de versões e teorias da conspiração para tudo que é gosto.

Já o levante das mulheres sob o lema “#eleNão Mulheres contra Bozo” é uma “facada” democrática que pode ferir de morte a pretensão do simulacro de Mussolini em subir a rampa do Planalto.

A grande virtude da democracia é justamente permitir que figuras como Bolsonaro possa ser candidato a presidente, ainda que ele conspire abertamente contra o regime democrático ao não respeitar diferenças, incitar o discurso de ódio e da intolerância, até para pessoas de bem, inclusive pessoas religiosas, que se deixam levar inocentemente pelas suas ideias conversadoras e em muitos casos reacionárias.

Não há menor sombra de dúvidas que se o Brasil estivesse com um ambiente de estabilidade econômica, política e institucional minimante seguro e tranquilo jamais existiria o “mito Bozo”. Ele é fruto balbúrdia que se transformou o país desde o impeachment de Dilma. Só que da balbúrdia para a barbárie é um passo!

Contudo, a resposta ao risco Bolsonaro para o país vem desse movimento de milhões de mulheres que já entenderam que o candidato do PSL é incompatível não apenas com a democracia brasileira, mas com o próprio processo civilizatório.

Que o restante do país, inclusive a macharada que pensa, mire e siga o exemplo dessas bravas mulheres.

#eleNão!