Robert Lobato agora também na DIFUSORA AM 680 2

Não temos dúvida de que será, além de muito interessante, um programa que vai cair facilmente no gosto popular porque, além de sair do mesmismo, terá na irreverência e na boa polêmica suas características mais marcantes!

Estreou ontem, segunda-feira, 14, o programa “Espaço Rádio Capital” ancorado por Robert Lobato com participações dos jornalistas Ricardo Santos e Mônica Alves, ambos também blogueiros.

O programa ainda está em fase experimental e deve passar por adaptações técnicas até chegar ao estágio, digamos, definitivo – inclusive o nome do programa ainda é provisório.

A ideia é fazer uma programa dinâmico e com um conteúdo diversificado indo da política, cotidiano, humor, comportamento, mulher, economia, gestão, entre outros assuntos de interesse da sociedade. Teremos ainda entrevistas e notícias direto de várias regiões do estado e de Brasília.

O programa está dentro da grade da Difusora AM após o gesto do empresário Lobão Filho, que em solidariedade à agressão sofrida pela Rádio Capital no mês passado, quando a emissora teve todo o seu patrimônio vandalizado, disponibilizou vários espaços na sua rádio a profissionais da Capital.

Não temos dúvida de que será, além de muito interessante, um programa que vai cair facilmente no gosto popular porque, além de sair do mesmismo, terá na irreverência e na boa polêmica suas características mais marcantes.

Contamos com vocês das segundas-feiras às sextas-feiras, sempre das 17h às 18h, na Rádio Difusora AM 680 ou pelo Facebook através do endereço Difusoraam Slz.

E “vamo que vamo”!

Especialista em pesquisas, Daniel Mendes, vê prática criminosa de alguns institutos no MA

O especialista em pesquisas eleitorais, jornalista Daniel Mendes, postou um interessante e instigante texto na sua página no Facebook sobre as famosas pesquisas “Tabajaras”.

Vale a pena ler e refletir sobre os questionamentos levantados pelo talentoso Daniel Mendes. Confira.

TEM UM CRIMINOSO Á SOLTA

No Maranhão, no mesmo período, dois institutos de pesquisas de opinião divulgam resultados com uma discrepância superior a 30 pontos percentuais. Esses números estão muito além de qualquer possibilidade de erro metodológico, erro amostral ou erro estatístico. Não há como dizer de outro modo: alguém está cometendo um crime, manipulando resultados e tripudiando da boa-fé da população.

Alguns blogs e veículos tratam da questão como se fosse uma piada. Não É! Deveriam tratar como um problema criminal, de interesse público.

Primeiro ponto: os dois institutos são filiados a ABEP – Associação Brasileira de Entidades de Pesquisa? Se sim, então estão sujeitos aos códigos de autorregulamentação e deveriam ser submetidos ao Conselho da entidade, para uma averiguação.

Segundo ponto: quem são os estatísticos que assinam os resultados e colocam sua reputação profissional em jogo? Será que o Conselho Regional de Estatística não pode ser acionado para preservar o bom nome da entidade e o padrão científico da profissão? Vai ficar calado?

Terceiro ponto: as Universidades, que tem cursos de estatística, não podem ser provocadas a manifestar uma posição? Vão permitir que seus cursos sejam vistos como fábricas de charlatães?

Quarto ponto: o PROCON nacional não pode ser acionado, uma vez que resta manifesta a intenção manipuladora de pelo menos um dos institutos?

Quinto ponto: os proprietários dos institutos não podem ser chamados para um cara-a-cara em algum veículo de comunicação, para esclarecer as divergências?

Sexto ponto: não pode o Ministério Público exigir que ambos os institutos forneçam todos os cruzamentos das pesquisas, em detalhes, para que sejam investigadas as principais discrepâncias?

Sétimo ponto: os partidos políticos vão ficar calados, assistindo o nome de suas agremiações ser usado para ludibriar o universo dos eleitores?

Enquanto pesquisas de opinião forem tratadas como meras ferramentas do jogo político, sem qualquer responsabilidade pública, estaremos sujeitos a esse tipo de crime que, em última análise, não passa de um crime de corrupção, como tantos outros. No caso, corrompe-se a esfera pública.

Tem um criminoso à solta! Vai todo mundo fingir que não está vendo?