Grupo Sarney aposta em “plebiscito” entre Flávio Dino e Roseana Sarney. Melhor para o comunista! 4

Ao defender uma eleição plebiscitária a meses do início efetivo da campanha, onde muita coisa ainda pode acontecer, o jornal da família Sarney parece que prefere perder de vez a eleição, e o poder que ainda resta ao grupo, a fazer com que outras forças alternativas ajudem derrotar os atuais inquilinos do Palácio dos Leões.

Em editorial intitulado “Cenário Consolidado”, da coluna Estado Maior, do jornal O Estado do Maranhão, edição desta terça-feira, 6, revela que o próprio grupo Sarney parece apostar num “plebiscito” entre o governador Flávio Dino (PCdoB) e a ex-governadora Roseana Sarney (MDB).

Curiosamente, isso é tudo o que sonham os comunistas para garantir a reeleição do atual chefe do executivo estadual já em primeiro turno.

Flávio Dino e todo o seu grupo político torcem para que o pleito de 2018 seja polarizado entre “sarneysistas” versos “antissarneysistas” como forma manter o debate em torno de uma dicotomia que só tem feito mal ao estado, na medida que empobrece uma discussão mais de fundo sobre os reais problemas que emperram o desenvolvimento do Maranhão.

Ao defender uma eleição plebiscitária a meses do início efetivo da campanha, onde muita coisa ainda pode acontecer, o jornal da família Sarney parece que prefere perder de vez a eleição, e o poder que ainda resta ao grupo, a fazer com que outras forças alternativas ajudem derrotar os atuais inquilinos do Palácio dos Leões.

Uma visão mesquinha e tacanha de um grupo que pode evaporar de vez do cenário político maranhense caso insista em eleição plebiscitária entre Flávio e Roseana.

Fiquem com o editorial do Estado Maior.

Ministério Público agachado 6

O governador Flávio Dino recebeu a maior honraria do Ministério Público do Maranhão (Karlos Geromy)

Uma cena curiosa chamou a atenção de observadores da cena política maranhense há alguns dias: o governador Flávio Dino (PCdoB) cercado por procuradores de Justiça, que o haviam acabado de homenagear com a maior honraria que pode ser concedida pelo Ministério Público do Maranhão.

O comunista recebeu na quinta-feira, 25, a Medalha do Mérito Celso Magalhães, maior comenda do Parquet, e virou alvo de tietagem dos membros do MP em evento para a entrega da homenagem.

Segundo o MP, “a honraria é conferida pelo Colégio de Procuradores do Ministério Público do Maranhão a autoridades que, de alguma forma, contribuem para que a instituição exerça o seu papel plenamente”.

Além de curioso, o caso é revelador do atual relacionamento entre o MP e o Governo do Estado. Um governo que tem sido abalado por denúncias de corrupção desde o seu início, em 2015, mas que recebe de quem lhe deveria fiscalizar uma espécie de “salvo-conduto”.

O MP acaba, assim, atuando como uma espécie de subordinado ao Executivo, quase como uma secretaria de Estado. Está, de fato, agachado.

( Coluna o Estado Maior, O Estado do Maranhão)

Ainda a miséria e o PCdoB 6

O fato oficial – que nem eles podem questionar – mostrando que o Maranhão teve um aumento de 2% nos índices de pobreza extrema no período de governo do comunista Flávio Dino mexeu fortemente com o Palácio dos Leões. De férias na Europa, Flávio Dino comentou o assunto por alto, em seus perfis de redes sociais. A tarefa de agredir, atacar e tentar desqualificar quem publicou o fato coube ao seu lugar-tenente, o bi-secretário – de Comunicação e de Articulação Política -, Márcio Jerry.

Jerry tem atacado O Estado há pelo menos quatro dias. Ataca nas contas pessoais em redes sociais e usa blogs e jornais vinculados ao Palácio dos Leões para atacar o jornal, que apenas tem reproduzido o fato oficial revelado pelo IBGE.

Nem Jerry, nem Dino, nem nenhum outro aliado deles consegue contrapor a verdade, qual seja: o Maranhão, sob a égide do comunista, gerou uma população de 312 mil miseráveis. Esses cidadãos, que passaram a viver abaixo da linha da pobreza, não são frutos da história e muito menos resultado da cultura do estado. São, sim, resultado direto de três anos de mandato de Flávio Dino, como deixou claro o IBGE.

Essa população foi gerada nos anos de 2015, 2016 e 2017, exatamente quando o comunista passou a comandar o Maranhão.

Sem argumentos, Márcio Jerry só pode atacar, como sempre faz. Mas nem os seus ataques vão poder esconder o fato oficial:a extrema pobreza no Maranhão aumentou nos anos em que Flávio Dino está no poder. Fato incontestável.

(Da coluna Estado Maior, O Estado do Maranhão)

A sanha comunista por dinheiro

“Mais Impostos”, “Mais Empréstimos”, “Mais Financiamentos”, “Mais”, “Mais”, “Mais”…

Assim segue o governo do comunista Flávio Dino com uma sanha incontrolável por dinheiro. O povo maranhense não suporta mais as “facadas” no bolso que tem levado desse governo.

Que venha o programa “Mais Vergonha Cara”, governador!

O povo paga? (via coluna Estado Maior, de O Estado do Maranhão)

Está em curso nos gabinetes principais do Palácio dos Leões uma trama do governo comunista que pode levar o povo maranhense a arcar com um rombo bilionários nas contas do estado a partir de 2020. Além de tentar arrancar R$ 8,1 bilhões em impostos dos maranhenses, Dino tenta esticar a dívida com o BNDES em mais seis anos, jogando a dívida para os próximos ocupantes do palácio.

A jogada comunista consiste no seguinte: o Maranhão precisa arcar com parcelas mensais de um empréstimo de R$ 2 bilhões que Flávio Dino deveria ter usado em obras estruturantes, sobretudo em São Luís, mas usa apenas em pequenos projetos em favor de aliados. Ocorre que ele quer, agora, alongar a dívida para mais seis anos, com quatro anos de carência para começar a pagar, já a partir de 2018, quando pretende disputar a reeleição.

Em outras palavras, Flávio Dino quer usar os bilhões do BNDES sem ônus, em plena campanha pela reeleição, deixando a conta para o maranhense pagar a partir de 2020.

Além do dinheiro do BNDES, Dino tem outro projeto em tramitação na Assembleia, que força o maranhense a pagar uma conta de R$ 8,1 bilhões em impostos, exatamente no ano eleitoral.São R$ 500 milhões a mais que em 2017.

Totalizando, são R$ 2 bilhões do BNDES mais R$ 500 milhões em impostos, o que dá R$ 2,5 bilhões para o comunista usar como quiser em plena campanha eleitoral. É uma espécie de fundo eleitoral próprio, que Dino terá à sua disposição.

E o maranhense pagará essa conta sozinho, depois, como herança do comunismo.

Uma conta amarga demais…