FARRA: Imprensa nacional repercute o “Mais Capelães” 4

Governador do MA triplica contratações de capelães com salários de até R$ 21 mil

O Governo do Maranhão continua a estampar na mídia nacional com pautas negativas.

Agora a bola da vez foi o programa “Mais Capelães” que ganhou o noticiário brasileiro contrariando o discurso de posse de Flávio Dino de que o Maranhão deixaria de ser pauta ruim na imprensa do eixo Sudeste/Sul.

Matéria assinada pelo jornalista Ricardo Galhardo no portal do Estadão, conta que:

“De olho nos votos dos evangélicos, o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), tem estreitado as relações com os grupos religiosos do Estado. Nos últimos meses, Dino aumentou de 14 para 50 o número de capelães contratados pelo governo estadual. A maioria dos novos cargos foi entregue a líderes evangélicos, alguns deles filiados a partidos da base de Dino”

O assunto ganhou parte dos debates nas últimas semana, na Assembleia Legislativa do Maranhão, após a deputada Andrea Murad denunciar a farra dos capelães no governo Flávio Dino, que em apenas um dia foram criados mais de 10 cargos para o quadro da Polícia Civil, somando mais de 50 cargos à capelania em plena vésperas das Eleições 2018.

Considerado “articulador de recrutamento de capelães”, cabe ao ex-vice-governador Pastor Porto garimpar lideranças religiosas para alcançaram a Capelania. Aliás, nas horas vagas Porto exerce o cargo secretário de Relações Institucionais na Região Tocantina.

O fato é que é capelão que engancha no Governo do Maranhão.

E o contribuinte é quem paga a farra.

Em livro, Lula se diz pronto para ser preso e que o preço a ser pago historicamente é a mentira contada agora 2

‘A Verdade Vencerá – o povo sabe por que me condenam’ será lançado na próxima sexta-feira

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva admitiu que está pronto para ser preso. O ex-presidente lança na sexta-feira o livro “A Verdade Vencerá – o povo sabe por que me condenam”, assinado por ele, no qual se defende das acusações da Operação Lava Jato e faz um balanço a atual conjuntura política. Lula nega a intenção de se exilar para fugir da condenação de 12 anos e 1 mês de prisão, imposta pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região, e faz críticas à presidente cassada Dilma Rousseff, admite que o presidente Michel Temer, chamado de “traidor” soube resistir melhor do que a petista.

“Eu não preparo o espírito. Eu sou um homem de espírito leve. Tudo isso faz parte da história (…) Há duas instâncias superiores que a gente pode recorrer e vamos recorrer. Eles vão tomar a decisão e estou pronto para ser preso. É uma decisão deles”, diz o petista.

No livro, que é assinado pelo próprio Lula e será lançado sexta-feira, 16, em São Paulo, o ex-presidente adianta o discurso político que será usado para seus seguidores, o do preso político, injustiçado, que um dia será absolvido pela história.

“O preço que vai ser pago historicamente é a mentira contada agora”, diz Lula. “Eles querem prender? Prendam, paguem o preço”.

O livro da editora Boitempo é fruto de três entrevistas feitas pelos jornalistas Juca Kfouri, Ivana Jinkings, Gilberto Maringoni e Maria Inês Nassif em fevereiro deste ano.

(Fonte: Estadão)

Artistas e intelectuais francesas criticam ‘puritanismo’ de campanha contra o assédio 4

Manifesto defende a ‘liberdade de importunar’ dos homens, que consideram ‘indispensável para a liberdade sexual’

A atriz Catherine Deneuve assinou manifesto contra “puritanismo”.

via Estadão

Cerca de cem artistas e intelectuais francesas lançaram nesta terça-feira, 9, um manifesto no qual criticam o “puritanismo” da campanha contra o assédio surgida por conta de casos envolvendo o produtor Harvey Weinstein, e defendem a “liberdade de importunar” dos homens, que consideram “indispensável para a liberdade sexual”.

“O estupro é crime. Mas o flerte insistente ou desajeitado não é um delito, nem o cavalheirismo uma agressão machista”, disseram personalidades como a atriz Catherine Deneuve, a escritora Catherine Millet, a editora Joëlle Losfeld e a atriz Ingrid Caven, em manifesto publicado no jornal Le Monde.

As artistas disseram que “não se sentem representadas por esse feminismo que, além das denúncias dos abusos de poder, adquire uma face de ódio aos homens e sua sexualidade”, em alusão ao movimento #MeToo (“eu também”), que surgiu para denunciar nas redes sociais casos de abusos machistas.

As mulheres também se referem a esse movimento como “justiça sumária”, que julga homens “cujo único erro foi ter tocado um joelho, tentado roubar um beijo” ou “falar de coisas ‘íntimas’ em um jantar profissional”.

Apesar de reconhecerem que o caso Weinstein deu lugar a uma “tomada de consciência” sobre violência sexual contra as mulheres no contexto profissional, lamentam que agora sejam favorecidos os interesses dos inimigos da “liberdade sexual” e dos extremistas “religiosos”.

O escândalo de abusos do produtor Harvey Weinstein, revelado em outubro pelo jornal americano The New York Times, suscitou uma onda de denúncias por parte de muitas atrizes que acusaram atores como Kevin Spacey e Dustin Hoffman.