Uma herança maldita da ditadura militar que precisa ser superada

Entre muitas heranças malditas deixadas pela ditadura militar, penso que esse preconceito contra os militares, a desconfiança com as nossas forças armadas e o menosprezo pelos nosso símbolos nacionais são as mais marcantes.

Há um artigo, na verdade uma trilogia, de autoria do saudoso cientista e professor da UnB, Bautista Vidal, intitulado “Os paradoxo do regime militar”.

Li as três partes do artigo na revista Princípios, uma publicação ligada do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), no início da década de 90.

Na trilogia, Bautista Vidal explora de forma brilhante as contradições do regime comandado pelos militares a partir de golpe de 1964 em que “apesar do entreguismo daqueles governos, o nacionalismo de alguns setores militares conseguiu se manter (…) O regime militar não se constituía num sistema monolítico, sua ação dependia dos atores envolvidos”.

Trago este assunto à tona por conta da formação do governo Jair Bolsonaro possuir vários militares no primeiro escalão na condição de ministros, o que tem sido motivo de críticas de setores da sociedade incluindo parte da imprensa.

Ora, o próprio presidente é militar e lógico que era de se esperar que as forças armadas fossem prestigiadas no seu governo.

Ocorre que o regime militar produziu uma herança maldita na sociedade como se num fenômeno que pode ser explicado na teoria junguiana do inconsciente coletivo.

Essa herança seria um preconceito contra os militares e a todo que a eles se refere. Até mesmo os símbolos nacionais, como nossa bandeira e próprio hino nacional, antes orgulhos da nação, passaram a ser, quando não ignorados, minimizados pois remetem aos tempos da ditadura.

Superando preconceitos

Com o advento do governo Bolsonaro, os símbolos nacionais deverão ser resgatados naquilo que representam enquanto orgulho da nação e do povo brasileiro, e isso não é nada de ruim, pelo contrário.

Um país que não respeita ou se envergonha dos seus símbolos nunca será uma nação de verdade, forte e soberana. Basta ver que países como Estados Unidos, Inglaterra, China, Cuba, Japão etc, têm orgulho dos seus símbolos nacionais no que estão corretíssimos!

Enquanto isso no Brasil há uma espécie de paranoia, um medo sem sentido porque há militares na cúpula do Governo Federal. Já li até que há no Brasil, sob Bolsonaro, uma “ditadura civil-militar”. Quanta loucura!

Enfim, entre muitas heranças malditas deixadas pela ditadura militar, penso que esse preconceito contra os militares, a desconfiança com as nossas forças armadas e o menosprezo pelos nosso símbolos nacionais são as mais marcantes.

Caso o novo governo consiga fazer com que a sociedade supere essa herança maldita e desperte entre nós o orgulho de sermos brasileiros já prestou um bom serviço para a nação.

É isso!

O Brasil corre risco de um retorno à ditadura? 1

Forças de esquerdas, sobretudo o PT, veem a instauração de uma ditadura no país com uma eventual vitória do candidato do PSL, Jair Bolsonaro. Pura retórica!

A guerra de narrativas na eleição para presidente neste segundo turno produz coisas interessantes, bobas e também hilárias.

Desde o impeachment da presidente Dilma, para dar um exemplo, ouço que o Brasil vive um “Estado de exceção”, mesmo com toda as instituições funcionando normalmente, a imprensa noticiando o que bem entende, movimentos sociais dos mais diversos exercendo sua liberdade de expressão, Congresso Nacional, bom ou mau, trabalhando normalmente, Polícia Federal prendendo meliantes de colarinho branco dentro da lei e por aí vai.

As esquerdas brasileiras se acostumaram a partir para narrativas tolas, e mesmo apelativas, quando estão em situação adversa.

O impeachment Dilma é hoje considerado um erro até pelos seus principais fiadores e beneficiados do processo. Mas, se houve um “golpe”, é exagero afirmar que ele trouxe consigo um “Estado de exceção” neste país.

Agora, atropeladas pelos seus próprios erros de condução política, as forças de esquerdas, sobretudo o PT, veem a instauração de uma ditadura no país com uma eventual vitória do candidato do PSL, Jair Bolsonaro. Pura retórica!

Não há clima para implantação de uma ditadura civil ou militar no Brasil. Não há ambiente nem internamente quanto do ponto de vista do mundo inteiro. Nossas dificuldades políticas, econômicas, institucionais, éticas e morais serão resolvidas pelo conjunto da sociedade brasileira dentro da ordem democrática. Quem ganhar vai governar, quem perder caminha para a oposição.

Em verdade, a questão é menos sobre quem vai ganhar o pleito do dia 28 próximo, mas sobre como os derrotados vão encarar o resultado das urnas logo após o anúncio do novo presidente da República seja ele quem for.

Como será a oposição ao presidente eleito? Os partidos derrotados reconhecerão o resultado da eleição ou vão tocar fogo no país? Como se comportarão no Congresso Nacional a partir de janeiro/fevereiro de 2019? Farão oposição sistemática ou agirão com responsabilidade com a nação?

Esses questionamentos são fundamentais para fazer sabermos que Brasil teremos a partir de 2019 e mesmo já imediatamente o resultado eleitoral.

Ao presidente eleito, Bolsonaro ou Haddad, caberá chamar o país para a unidade dentro da diversidade e da complexidade que caracterizam o nosso país, que é bonito por natureza e que em fevereiro tem carnaval.

#DitaduraNuncaMais

O governo Flávio Dino e a “famiglia” comunista 8

Os maranhenses têm que estender que o “esquema Flávio Dino” é pernicioso ao nosso estado. E, por isso mesmo, deve ser derrotado nas urnas em 2018.

O Maranhão por muitos anos foi comandado por uma família, cujo patriarca é um dos maiores e mais influentes políticos do país: José Sarney.

Quando deixou o Maranhão para ganhar a “República”, Sarney resolveu entregar/terceirizar o poder local para familiares, com a filha, Roseana Sarney, no comando.

Pois bem. Depois de décadas no comando das rédeas poder no Maranhão, o grupo Sarney foi derrotado por um jovem juiz aposentado, e bem aposentado!, diga-se, que prometeu dias de “mudanças”. “Mudança de gogó”, como bem profetizou o prefeito de São José de Ribamar, Luis Fernando (PSDB).

O que se vê hoje, depois de um suposto “governo de mudança”, é uma mentira materializada na figura do governador Flávio Dino (PCdoB).

Um governo que não tem nada de esquerda, a não ser estar “à esquerda” da honestidade e da dignidade!

Um governo que, segundo a Polícia Federal, Ministério Público Federal, Justiça Federal e a Controladoria Geral da União, é corrupto, fraudulento e ladrão!

É esse mesmo governo, comandado pelo senhor Flávio Dino, que coopta não somente políticos de autoestima baixa, mas também filhos de famílias tradicionais, causando mal-estar no seio doméstico, e amigos de amigos, usando-os como ‘laranjas” para atacar que não merece ser atacado.

O Maranhão, infelizmente, vive uma a “ditadura”. E tal como qualquer outra ditadura, seja de direita ou de esquerda, o princípio é “matar” os adversários. E um dos principais instrumentos para dar materialidade a esse princípio é usar e abusar da máquina de propaganda/comunicação.

Em outra frente, esse regime comunista aposta na cooptação de gente fraca, de pessoas de autoestima baixa, enfim, de homens e mulheres de caráter duvidoso. É de fazer sentar na calçada e chorar!

Os maranhenses têm que estender que o “esquema Flávio Dino” é pernicioso ao nosso estado. E, por isso mesmo, deve ser derrotado nas urnas em 2018.

O Maranhão está dominado e controlado pela famiglia comunista.

E todo cuidado é pouco!