A importância dos blogs na decisão do governo de recuar sobre confisco de veículos 6

Agora é cobrar pelo reparo aos danos materiais e morais causados durante esses quase quatro anos que o Governo do Maranhão e a Vip Leilões garfaram o bolso de 50 mil maranhenses.

É verdade que deputados estaduais da oposição na Assembleia Legislativa e alguns vereadores de São Luis tiveram participação fundamental no fato do governo Flávio Dino recuar na política de apreensão de veículos pelo não pagamento do IPVA.

Tal política era um atentado à Constituição e uma espécie de assalto “à mão armada” ao bolso do contribuinte, além de ser algo extramente desumano e autoritário, na medida que muitas vezes o confisco de carros e motos significava igualmente o confisco do sustento de muitos pais e mães de família pelo Maranhão afora.

Contudo, há de se reconhecer o papel que a imprensa combativa, principalmente a blogosfera que não teme o rugido dos Leões da Praça Pedro II, teve nesse recuo do governo através de decreto.

Não foram poucas as contribuições dos blogs, inclusive do Blog do Robert Lobato, para fazer ecoar na Assembleia Legislativa do Maranhão a indignação de proprietários em ver seus bens tomados à força pelo Estado sob ordem do Flávio Dino. Foram mais de 50 mil maranhenses lesados!

Está claro como a luz do sol que o decreto de Flávio Dino abolindo o confisco de veículos pelo não pagamento do IPVA é eleitoreiro e de um cinismo da envergadura do abdômen do governador. Se reeleito (toc-toc três vezes na madeira), Flávio voltará com uma fúria ainda maior sobre os proprietário de veículos com IPVA em atraso.

Nesse sentido, estão de parabéns todos aqueles que do seu jeito conseguiram fazer o governo retroceder à política de confisco de carros e motos dos maranhenses, ainda que de forma flagrantemente eleitoreira.

Agora é cobrar pelo reparo aos danos materiais e morais causados durante esses quase quatro anos que o Governo do Maranhão e a Vip Leilões garfaram o bolso de 50 mil maranhenses.

Quanto a essa nova luta, certamente as autoridades políticas poderão contar, mais uma vez, com a blogosfera que não tem medo de leão buchudo.

ESPIONAGEM DO GOVERNO: Flávio Dino sugere que deputados maranhenses são mafiosos 7

A continuar com esse festival de declarações estapafúrdias, a oposição terá que pedir não a intervenção federal no Maranhão, mas a intervenção psiquiátrica e psicológica do governador do Maranhão.

Em mais um surto de arroubos, o governador Flávio Dino (PCdoB) sugeriu que deputados maranhenses de oposição são “mafiosos”. Isso mesmo!

Pelas redes sociais, o comunista escreveu que a oposição quer ganhar a eleição no “tapetão” e classificou de “esdrúxula” o pedido de intervenção federal feito por parlamentares com base em denúncias de que o Governo estaria usando a Polícia Militar para espionar, monitorar e perseguir adversários políticos.

Contudo, foi tom agressivo, autoritário e sem precedentes na história política do Maranhão de chamar de “máfia” os deputados que defendem a intervenção federal no estado, que assusta nas declarações do senhor Flávio Dino.

A máfia maranhense agora quer intervenção federal no Maranhão, com base em um papel assinado por um oficial do 5º escalão da PM. Não querem eleições, querem “tapetão”. Deve ser saudade do tempo da ditadura militar, quando mandavam sem ter votos. No esdrúxulo pedido de intervenção federal, a máfia demonstra insatisfação contra a Polícia que tirou São Luís das 50 cidades mais violentas do mundo, acabou com o caos em Pedrinhas, reduziu os crimes violentos. Sarney não deve gostar desses êxitos, postou.

A continuar com esse festival de declarações estapafúrdias, a oposição terá que pedir não a intervenção federal no Maranhão, mas intervenção psiquiátrica e psicológica do governador do Maranhão.

“Ô, louco meu!”, como diria o Faustão!

Flávio Dino, a bancada maranhense no Congresso e o governo Temer 2

Ao manter uma relação apenas “varejista” com a bancada maranhense no Congresso Nacional, Flávio Dino acaba por apequenar o própria representação popular dos parlamentares

Já ficou mais do que claro que Flávio Dino (PCdoB) não tem qualquer influência política sobre a bancada maranhense no Congresso Nacional. É assim desde o início do seu governo e desta legislatura na Câmara dos Deputados e no Senado Federal.

Mesmo durante o processo de impeachment da presidente Dilma, quando o governador maranhense ganhou a mídia nacional para defender o mandato da petista, Flávio Dino demonstrou que não consegue contar politicamente com a bancada para coisa alguma.

Afora o deputado federal Rubens Pereira Júnior, do PCdoB, Flávio não pode se dar o luxo da bater no peito e dizer “eu tenho meus deputados”, o que para o cenário político nacional passa como desprestígio do governador.

A bancada maranhense no Congresso Nacional é essencialmente governista e está pronta para votar a pauta “reformista” do governo Temer. E o pior é que o governador não consegue tirar proveito disso, pelo contrário, faz é promover e estimular a conflagração entre deputados e senadores como ocorreu no caso da emendas de bancada.

Não se tem notícias da existência de uma agenda positiva e sistemática entre o governador e a bancada maranhense de deputados e senadores.

Ao que parece, Flávio Dino prefere operar no miúdo, no varejo, chamando um deputado aqui, outro acolá, para tratar de emendas de ambulâncias, de viaturas policiais, tratores etc. Nada de projetos estruturantes para o estado!

Com a bancada de senadores então… nem se fala!

Até o único senador que poderia contar para ajudar o seu governo, Flávio Dino conseguiu a proeza de afastá-lo politicamente por razões que só o território da paranoia pode explicar. Dá para considerar minimamente razoável o governador desperdiçar a chance de ter Roberto Rocha como seu principal aliado na planície e no planalto? É preciso ser muito bom para fazer as coisas erradas!

Ao manter uma relação apenas “varejista” com a bancada maranhense no Congresso Nacional, Flávio Dino acaba por apequenar o própria representação popular dos parlamentares.

E quando abrir os olhos já poderá ser tarde demais…