Em texto enviado ao blog, comunista histórico do PCdoB discorre sobre ingratidão de Flávio Dino 23

“Os comunistas que dirigiam o partido no Maranhão quando Flávio Dino se filiou e que o receberam de braços abertos, foram os primeiros a experimentar a hoje conhecida ingratidão do governador”

Por essa o Blog do Robert Lobato não esperava, sem sacanagem!

Em meio a crise causada pelo rompimento do deputado José Reinaldo Tavares (sem partido) com Flávio Dino (PCdoB), após o governador ter traído a confiança do seu criador, um quadro histórico do PCdoB maranhense fez um texto pra lá de curioso, além de contundente, sobre o que pode ser considerado um relato do currículo de ingratidão do governador Flávio Dino.

Filiado ao PCdoB há décadas, o militante comunista, que não quis ser identificado por motivos óbvios, fez referência a uma matéria publicada na edição do último sábado, 3, do jornal O Estado do Maranhão, intitulada “Ingratidão, traição e aliados descartados”, na verdade uma abordagem histórica de como o Flávio Dino descarta aliados sem qualquer cerimônia.

O comunista rebelde cita o militante Márcio Jardim entre os aliados leais que foram deixados pelo meio do cominho por Flávio Dino.

Contudo, é o também comunista e dirigente histórico do PCdoB, Gerson Pinheiro, que o texto coloca como um dos exemplos mais cruéis da ingratidão do governador maranhense.

Diz o texto do militante: “Desde que se filiou ao PCdoB, Flávio isolou politicamente todas as lideranças que apresentaram pequenas divergências em relação aos posicionamentos políticos ou estratégias apresentadas pelo ex-juiz (…) Um dos casos é bem exemplar, o de Gérson Pinheiro. Gérson era o presidente Estadual do PCdoB quando Flávio se filiou. Assim que foi eleito deputado federal, Flávio começou uma articulação nacional que o levou a assumir a direção Estadual do PCdoB e Gérson passou a ser o vice-presidente. Mas o grande intuito de Flávio era exercer a direção do partido através de Márcio Jerry. Mas sabia que pra isso, tinha ele mesmo, Flávio, que assumir a presidência, pois Márcio Jerry possui grande rejeição entre a militância”. E mais na frente completa: “Os comunistas que dirigiam o partido no Maranhão quando Flávio Dino se filiou e que o receberam de braços abertos, foram os primeiros a experimentar a hoje conhecida ingratidão do governador”.

E olha que o militante comunista não citou Rose Sales, Laurinda Pinto, Luis Pedro, entre velhos e valorosos quadros do PCdoB que a era Flávio Dino no partido tratou de mandá-los para a “Sibéria”.

Fique com o texto do comunista histórico que vamos chamá-lo de “O Velho Comunista”. Confira.

Flávio Dino, o ingrato

Tem aumentado a percepção na sociedade e principalmente no meio político de que o governador Flávio Dino é ingrato.

O jornal O Estado do Maranhão trouxe no último fim de semana uma matéria que trata desse assunto e lista as principais vitimais dessa ingratidão. Faltou Márcio Jardim. Catapultado da SEDEL recentemente.

O que acontece agora sobre o conhecimento dessa característica do governador, há muito já é de conhecimento da militância do PCdoB.

Desde que se filiou ao PCdoB, Flávio isolou politicamente todas as lideranças que apresentaram pequenas divergências em relação aos posicionamentos políticos ou estratégias apresentadas pelo ex-juiz.

A lista é grande.

Um dos casos é bem exemplar, o de Gérson Pinheiro.

Gérson era o presidente Estadual do PCdoB quando Flávio se filiou. Assim que foi eleito deputado federal, Flávio começou uma articulação nacional que o levou a assumir a direção Estadual do PCdoB e Gérson passou a ser o vice-presidente. Mas o grande intuito de Flávio era exercer a direção do partido através de Márcio Jerry. Mas sabia que pra isso, tinha ele mesmo, Flávio, que assumir a presidência, pois Márcio Jerry possui grande rejeição entre a militância.

A primeira parte do plano deu certo. Flávio conseguiu tirar Gérson da presidência e assumiu seu lugar. Agora Flávio precisava passar essa presidência para Márcio Jerry. Como fazer isso?

Gérson foi “convencido” a ser candidato a deputado Estadual e teria todo o apoio de Flávio. O fim da história todos sabem.

Gérson não teve o mínimo apoio e a sua votação foi pífia. Mas o objetivo de Flávio Dino foi alcançado. Ao se tornar candidato a deputado Estadual, Gerson abriu espaço para que Márcio Jerry assumisse a presidência do PCdoB sem problemas. Mas alguns dirão que Gérson foi reconhecido ao ser nomeado secretário da igualdade racial.

Aí vem outra história. Os movimentos sociais apresentaram uma carta em que apontaram o nome de Gérson para o cargo. E a nomeação só saiu por conta disso e foi um parto.

Os comunistas que dirigiam o partido no Maranhão quando Flávio Dino se filiou e que o receberam de braços abertos, foram os primeiros a experimentar a hoje conhecida ingratidão do governador.

José Reinaldo sempre foi um estorvo para Flávio Dino e o PCdoB 14

Mais do que uma decisão de alto risco, ao tirar José Reinado do seu caminho, Flávio Dino revela o quanto está desprovido de qualquer sentimento, inclusive o da gratidão

Enfim, aconteceu o que estava na cara que iria acontecer.

O deputado federal José Reinaldo Tavares rompeu politicamente com o governador Flávio Dino e assegura que é um caminho sem volta.

O ex-governador vinha sendo cozinhado pelo comunista até finalmente a ficha cair e ele ser obrigado a desgarrar-se do seu agora ex-pupilo. Mais um daqueles casos clássicos da criatura se voltar contra o criador.

Em verdade, José Reinaldo sempre representou um estorvo para Flávio Dino e o PCdoB, principalmente na figura do secretário Márcio Jerry (Comunicação e Articulação Política), homem forte do governo e do governador. Só teve algum valor quando serviu para eleger Dino deputado federal e depois ajudá-lo a chegar ao Palácio dos Leões.

Porém, logo após vencer as eleições de 2014 Jerry e Dino, Dino e Jerry, trataram de limar José Reinaldo.

Primeiro ao vetar o nome do ex-governador para o cargo de secretário de Infraestrutura, depois para Secretaria de Saúde. Por fim, resolveram humilhá-lo concedendo uma Secretaria Extraordinária que é mais uma sinecura do que um órgão de governo propriamente dito. Isso sem falar na Casa Civil, cujo titular é o ex-deputado Marcelo Tavares, sobrinho de José Reinaldo, que de fato nunca teve força pra nada dentro governo e é vigiado direto por Márcio Jerry.

Soma-se a isso, o fato de estarmos diante de um governo demasiadamente ideológico e que representa o contrário de tudo o que José Reinaldo acredita do ponto de vista político e de gestão. Basta ver os posicionamentos do ex-governador no Congresso Nacional e em relação ao governo Michel Temer com os de Flávio Dino. São visões e concepções diametralmente opostas!

Ao tentar isolar Zé Reinaldo, os comunistas, leia-se Flávio Dino e Márcio Jerry, optaram por um caminho arriscado que pode custar muito caro ao projeto de reeleição do governador. Até porque o deputado deverá articular a saída de muitas lideranças da base governista para somar fileiras em outro campo político.

E mais do que uma decisão de alto risco, ao tirar José Reinado do seu caminho, Flávio Dino revela o quanto está desprovido de qualquer sentimento, principalmente o da gratidão.

E o próximo da lista é o deputado federal Waldir Maranhão.

Mas isso é assunto para outra postagem…

SÃO LUIS: Vice-prefeito participa da entrega de equipamentos agrícolas a 32 municípios maranhenses 6

Júlio Pinheiro se tornou uma as peças importantes do tabuleiro político-eleitoral não somente de 2018, mas também com perspectivas para 2020.

Foi realizada na tarde de ontem, terça-feira (1°), mais uma etapa da entrega de equipamentos agrícolas pelo governador Flávio Dino (PCdoB), em solenidade no auditório do Palácio Henrique de La Roque. A ação é em parceria com a bancada maranhense no Congresso Nacional, que viabilizou, por meio de emendas parlamentares, os recursos para a aquisição dos equipamentos.

O vice-prefeito de São Luís, Julio Pinheiro (PCdoB), participou do evento representando o prefeito Edivaldo Júnior (PDT). Aliás, o comunista tem demonstrado, além de lealdade ao chefe do Executivo Municipal, muita desenvoltura à frente do cargo, principalmente na articulação/interlocução com os movimentos sociais, sindicais e sociedade civil em geral.

Não é por acaso que Júlio Pinheiro, com seu estilo tranquilo e sereno, se tornou uma das peças importantes do tabuleiro político-eleitoral não somente de 2018, mas também com perspectivas para 2020.

É aguardar e conferir.

Em artigo, Flávio Dino tenta “usurpar” legado municipalista de José Reinaldo 2

O comunista faz uma espécie de “usurpação” do reconhecimento dos prefeitos e da própria Famem de que o governador que mais fez pelos municípios foi o atual deputado federal José Reinaldo Tavares, que ainda sonha ser o segundo nome do governador comunista ao Senado Federal.

Em artigo intitulado Governo nº 1 dos municípios, o governador Flávio Dino (PCdoB) tenta claramente passar a ideia de que o seu governo é municipalista e que valoriza os prefeitos ainda que a realidade nua e crua mostre exatamente o contrário.

Basta conversar com qualquer prefeito para ouvir reclamação de todo tipo, a mais comum é que Flávio Dino é “só papo”.

No seu artigo, o comunista faz alusão ao fato da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão (FAMEM), ter o homenageado por supostamente ser o governador que mais implementou promessas de campanha no Brasil.

Tal afirmação mostra claramente que Flávio Dino faz uma espécie de “usurpação” do reconhecimento dos prefeitos, e da própria Famem, de que o governador que mais fez pelos municípios foi o atual deputado federal José Reinaldo Tavares, que ainda sonha ser o segundo nome do governador comunista ao Senado Federal. Ou, ao contrário, Flávio já percebeu que não tem como trair Zé Reinaldo e quer adotar a partir de agora uma narrativa municipalista.

De qualquer forma. o artigo, de certa forma, fortalece a tese que o Blog do Robert Lobato vem sustentando, qual seja a de que o Flávio Dino planeja colocar o presidente da Famem, prefeito Cleomar Tema, como seu companheiro de chapa na condição de vice-governador.

Confira a íntegra do artigo de Flávio Dino e contente-se com o show de cinismo.

Governo nº 1 dos municípios

Ontem realizamos um mutirão de entregas do Plano Mais IDH, em 15 municípios. Inauguramos escolas, sistemas de abastecimento d’água, ruas pavimentadas, centros de referência em assistência social, além de serviços de saúde, de direitos civis e de apoio aos agricultores familiares. Antes, na mesma semana, fizemos a entrega de mais 14 equipamentos para serviços municipais, que se somam a muitas centenas de ambulâncias, motoniveladoras, patrulhas agrícolas, também entregues às prefeituras.

Esses exemplos explicam a alegria que eu senti ao receber, na última terça-feira, da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão (FAMEM), uma homenagem por ter sido o governador que mais implementou promessas de campanha no Brasil, segundo ranking do portal de notícias G1. Como bem lembrou o presidente da Famem, prefeito Cleomar Tema, 90% desses compromissos foram ações realizadas diretamente em parceria e em proveito dos municípios, conforme os exemplos mencionados acima comprovam.

Desde o início do mandato, instituímos um municipalismo de resultados. Como em outras áreas do meu governo, o municipalismo não é uma prioridade da boca para fora. Essa meta vira uma prioridade nos investimentos públicos e transforma-se em ações reais, como o Programa Mais Asfalto.

Com essas ações diretas nos municípios, vamos cumprindo as promessas da campanha de 2014 de mudar a vida das pessoas. É o caso das ações na área da saúde, em que concluí e entreguei hospitais de verdade, que funcionam atendendo todas as regiões do estado. Também criamos a Força Estadual de Saúde (Fesma) que já fez mais de 700 mil atendimentos nos povoados mais pobres de nosso estado.

Na educação, já construímos, reformamos ou reconstruímos mais de 700 escolas, dentro do programa Escola Digna. Muitas dessas escolas são municipais. Mas não é por não pertencer à rede estadual que deixamos de ajudar os municípios a dar um tratamento digno aos alunos maranhenses.

Falo da saúde e da educação, e das conquistas efetivas que já tivemos na área, para contrastar com os calotes que foram dados no passado, resultando em centenas de obras fantasmas ou inacabadas, como vemos pelo Maranhão afora. Ou seja, no passado se assinava muito papel e se falava de muitos milhões, enquanto máfias desviavam o dinheiro; hoje temos coisas reais acontecendo e sendo entregues à população, no que chamamos de municipalismo de resultados. Isso é parceria séria, e a seriedade é uma das nossas marcas principais.

O Maranhão é vasto, de natureza rica, cheio de potenciais econômicos. Tem todas as chances para sair dos tristes indicadores deixados pelo passado. Com muito trabalho, todos unidos, vamos conseguir colocar nosso estado no lugar que sempre mereceu estar, no topo de diversos rankings nacionais. Com isso, estamos construindo um Maranhão melhor para todos, com justiça social e direitos.

Sobre um tal “malandro de quinta categoria” 14

Augusto Nunes usou a expressão “malandro de quinta categoria” numa conotação política, como se disse que Flávio Dino é matreiro, por exemplo. O “malandro” usado pelo jornalista vai nesse sentido. Portanto, processá-lo por conta disso só se for por pura birra ou elevado espírito autoritário

“Agora já não é normal, o que dá de malandro
Regular profissional, malandro com o aparato de malandro oficial
Malandro candidato a malandro federal
Malandro com retrato na coluna social
Malandro com contrato, com gravata e capital, que nunca se dá mal”
(Chico Buarque)

Sempre achei que o talento do jornalista Augusto Nunes se perde em meio a um certo rancor, ressentimento ou coisa parecida quando escreve alguns textos, cujos alvos quase sempre são o PT, Lula, Dilma e as esquerdas de forma geral.

A ideia que passa quando se lê alguns dos artigos do jornalista de Veja, e agora apresentador de programa na Jovem Pan, é que ele não perdoa algum episódio ocorrido no passado com algo ou alguém da esquerda e aí carrega raiva na “pena”.

Feitas essas, digamos, ressalvas ao trabalho de Augusto Nunes, há de reconhecer-se que ele foi feliz ao chamar o governador Flávio Dino (PCdoB) de “malandro de quinta categoria”, ainda que pudesse ficar só no “malandro”, mas, claro, aí não seria o Augusto Nunes.

A declaração do jornalista gerou imediata reação da poderosa máquina midiática do Palácio dos Leões e fala-se até que o chefe do executivo estadual já teria mobilizado sua banca de advogados para processar Augusto Nunes e demais apresentadores do programa “Os Pingo nos Is”, mas, claro, não fosse assim não seria Flávio Dino.

Ora, está evidente que Augusto Nunes usou a expressão “malandro de quinta categoria” numa conotação política, como se disse que Flávio Dino é matreiro, por exemplo. O “malandro” usado pelo jornalista vai nesse sentido. Portanto, processá-lo por conta disso só se for por pura birra ou elevado espírito autoritário.

E de fato Flávio Dino é “malandro” mesmo, politicamente falando, repito.

Basta ver o que tem feito no Maranhão nesses seus três anos de governo. Senão vejamos.

Malandragem 1: Eleito governador em 2014, tratou de cotovelar vários dos seus antigos aliados: Roberto Rocha, José Reinaldo, Sebastião Madeira, Eduardo Braide, Wellington do Curso, Hilton Gonçalo e por aí vai.

Malandragem 2: Empossado governador em 2015, dá início uma política de cooptação de “aliados de seus aliados” (vide o secretário de Meio Ambiente e do ex-prefeito Ildon Marques) e de boa parte de notórios sarneysistas, tais como: Gastão Vieira, Pedro Fernandes, Cleber Verde, Juscelino Resende e André Fufuca, para ficar só nesses.

Malandragem 3: Tenta a todo custo e de todas as forma “intervir” em partidos como o PSB, PSDB e mesmo o PT para tê-los no seu palanque e, assim, isolar seus potenciais adversários em 2018. Ou seja, não deseja os partidos no governo, mas o governo nos partidos.

Malandragem 4: Usa e abusa do discurso de vitimização e perseguição do grupo Sarney e do sistema Mirante sendo que ele, Flávio Dino, é quem passa 24 por dia, 7 dias por semana falando nos Sarney.

Malandragem 5: Usurpa obras deixadas pelo governo anterior como sendo suas e sequer faz um reconhecimento que está apenas dando continuidade ao que recebeu. Ou ainda usar de honestidade e declarar que a governadora Roseana Sarney deixou um estado equilibrado do ponto de vista fiscal e com o dinheiro em caixa para o comunista fazer o “feijão com arroz” que está fazendo em termos de obras e projetos.

Malandragem 6: Com o seu governo pego na boca da botija em maracutaias no âmbito da Secretaria de Estado da Saúde (SES), conforme Operação Pegadores, da Polícia Federal, Flávio Dino ao invés de explicar como a sua gestão conseguiu garfar milhões de reais em contratos fajutos e pagamento de funcionários fantasmas na SES, preferiu atacar a operação da PF deflagrada em conjunto com o Ministério Público Federal, Justiça Federal e Controladoria Geral da União.

Malandragem 7: Sabendo que estava próximo de perder de vez o PSDB, como de fato aconteceu, Flávio Dino correu para São Paulo na tentativa de convencer o governador Geraldo Alckmin de uma troca de apoio em 2018 repetindo 2014, e que se os tucanos permanecessem no seu palanque ele apoiaria o governador paulista para presidente da República.

Malandragem 8: Tendo vários pré-candidatos ao Senado Federal no seu grupo político, o governador Flávio Dino vai empurrando alguns deles com a barriga a exemplo de José Reinaldo, Waldir Maranhão e Eliziane Gama, sendo capaz, na hora H, de aparecer tirando um “coringa” do bolso e deixar os três chorando pelos cantos.

Enfim, o Blog do Robert Lobato poderia passar o dia inteiro listando as malandragens políticas do governador Flávio Dino, mas essa pequena amostra acima dá para entender o porquê do jornalista Augusto Nunes está correto na sua declaração.

Este blogueiro, por exemplo, ao invés de chamar do governador do Maranhão de “malandro de quinta categoria”, prefere considerá-lo um “artista”.

Isso que Flávio Dino é…

 

“GOGOZADA”: Flávio Dino se enrola ao responder em quem votará para presidente e põe dúvida sobre a candidatura de “Manu” 12

Um verdadeiro “Rolando Lero”.

Assim podem ser interpretadas as respostas do governador Flávio Dino (PCdoB) dadas a uma entrevista concedida nesta segunda-feira, 26, ao jornal Folha de São Paulo.

É de causar espanto os exageros, mentiras, distorções, demagogias, “miguelagens” etc ditas a cada resposta do comunista. São tantas as tapeações que ás vezes dar vontade de rir para não ter que sentar numa calçada e chorar.

O Blog do Robert Lobato não vai nem comentar sobre a frase de efeito, hipocritamente construída, claro, de que a “elite brasileira deveria ter um pouquinho de espírito nacional e menos espírito de Miami”. Mas, a resposta dada pelo governador quando questionado sobre quem votará presidente não pode passar batida. Vejamos.

Folha diz: “O senhor quer o apoio do Lula no Maranhão, mas seu partido tem outra candidatura”.

Flávio Dino comenta: “Há a compreensão de que, no Maranhão, pelo sarneysismo, precisamos fazer uma aliança ampla. Palanque aberto. Ainda tem o Ciro Gomes, o PDT é um aliado nosso”.

A Folha pergunta: “Quem é o melhor?”

Flávio Dino responde: “Os três têm suas virtudes. Não posso dizer em quem eu vou votar porque dá ciúme”.

A Folha provoca: “Não vai votar no seu partido?”.

Flávio Dino desdobra: “Se Manuela estiver na urna, voto nela, claro”.

Ou seja, primeiro o governador diz que não revela em que apoiará para presidente porque se o fizer causa “ciumes” nos partidos e que Maranhão precisa de “uma aliança ampla”, ter ‘um palanque aberto”. Depois é lembrado que o seu partido, o PCdoB, terá candidata a presidente, e só aí o comunista admite que votará nela “se estiver na urna”. Reparem que Flávio Dino põe dúvidas sobre a candidatura da Manuela D’Ávila ao Palácio do Planalto.

É um artista, esse rapaz…

A espantosa economia da comunista Manuela D’Ávila 5

por Eden Jr.*

Faltando aproximadamente 10 meses para o primeiro turno da eleição presidencial de 2018 é natural que haja um incremento na curiosidade a respeito das propostas econômicas dos principais postulantes ao Planalto. Não que os pré-candidatos devam, necessariamente, compreender perfeitamente as mais sofisticadas questões econômicas. Porém, o eleitorado quer, até mesmo para poder se posicionar, saber o que pensam os pleiteantes sobre temas relevantes da área, e que impactam diretamente em suas vidas. A Reforma da Previdência é mesmo necessária? O ajuste fiscal deve continuar? O Banco Central será independente ou permanecerá autônomo? A Reforma Trabalhista será revista? Haverá uma nova rodada de privatizações? A Reforma Tributária saíra do papel? A responsabilidade fiscal é um princípio inabalável?

A mais nova pré-candidata à Presidência da República, a deputada estadual Manuela D’Ávila (PC do B/RS), em seu discurso proferido no último dia 19 em Brasília, durante o 14° Congresso do Partido Comunista, por óbvio, também abordou diversas questões econômicas. Porém, passaram quase incólumes as controvertidas afirmações da parlamentar gaúcha. Em discurso lido, portanto, sem improvisar, a presidenciável comunista colocou a toda prova princípios da economia.
Manuela falou de um tal tripé macroeconômico (juros, câmbio e inflação) que deve ser gerido e ter “como lógica o desenvolvimento do país e não os interesses do rentismo”. Aqui dois problemas. O primeiro é que o tripé macroeconômico brasileiro, que foi implantado em 1999, no governo Fernando Henrique Cardoso, está assentado sobre três parâmetros: câmbio flutuante, metas de inflação e superávit primário. E o segundo, é desprezar o fato de que, enquanto este tripé foi respeitado, vivemos satisfatórias taxas de crescimento, com inflação controlada. Somente com o desmonte do tripé, na transição do governo Lula para o de Dilma Rousseff, é que mergulhamos numa crise inédita, que associou alta inflacionária, profunda recessão, descontrole das contas públicas e desemprego gigantesco.

A política fiscal de Manuela é esquizofrênica. Tomara que neste quesito não queira pedir conselhos para o seu conterrâneo, o petista Arno Augustin, ex-secretário do Tesouro Nacional, que com suas “pedaladas fiscais” levou o país ao precipício, forneceu o argumento jurídico para o impeachment de 2016 e foi inabilitado, pelo TCU, para exercer funções públicas por oito anos. A deputada esconjura a Emenda Constitucional n° 95/2016 (limitou o crescimento desenfreado dos gastos públicos), ao mesmo tempo em que propõe corte de gastos públicos – para fazer investimentos – e defende a criação de ministério para cuidar da segurança – ação que amplia gastos.
Sobre os investimentos públicos, o IPEA projeta que, desde 2003, este será o pior ano para eles, que alcançarão apenas cerca de 0,4% do PIB. Também é crítica recorrente, que os cortes de despesas recaem sistematicamente sobre os investimentos, pois os recursos estão largamente comprometidos com despesas obrigatórias (previdência e pessoal). Se sentar na cadeira presidencial, Manuela se deparará com um orçamento de cerca de R$ 1,4 trilhão (quase 90% engessado) e verá que para ampliar investimentos, provavelmente terá que cortar outras despesas.

Manuela propugna que “governo comprometido com o desenvolvimento, pode escolher alguns setores industriais para realizar uma política consciente de substituição de importações”. Espera-se que não seja uma reedição da malfadada “política dos campeões nacionais”, que solveu dezenas de bilhões de reais do BNDES para criar, discricionariamente, empresas brasileiras globais, e produziu poucos resultados práticos.

A candidata fala em “juros baixos, que incentivem o investimento produtivo e tornem o crédito barato”. A dificuldade aqui, é que sua aliada, Dilma Rousseff, também entendia que podia baixar os juros “na marra”, sem observar as condições apropriadas. Dilma saiu do governo e nos deixou a mais alta taxa de juros real do mundo.

No melhor estilo Dilma Rousseff, para quem “gasto público é vida”, a camarada Manuela afirmou que no Maranhão “metade da folha do funcionalismo é destinada aos educadores”. Como se a dimensão do gasto público, por si só, e não a eficiência desse, pudesse promover uma revolução educacional. Contudo, consultando-se o portal de transparência do estado, verifica-se que em 2016, dos R$ 4,453 bilhões aplicados em despesa com pessoal (exclusive aposentadorias), R$ 1,789 bilhões (40%) – na melhor das hipóteses – foram para educação (Fundação Nice Lobão, Secretaria de Educação e UEMA). Em 2017, com dados até novembro, esse índice até recuou, para 38%.
Talvez na revelação mais desconexa de seu discurso, a comunista asseverou que “o Brasil pode diminuir o déficit da balança comercial, se investir na indústria da saúde”. Acontece que o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) informa que a balança comercial brasileira teve superávit de US$ 5,2 bilhões em outubro, o melhor resultado para esse mês em toda a série histórica iniciada em 1989. Aliás, segundo o MDIC, neste ano a nossa balança comercial está superavitária em US$ 58,5 bilhões, bem como foi positiva em 2016 (US$ 47,6 bilhões) e em 2015 (US$ 19,6 bilhões).

Talvez Manuela devesse seguir os passos do “velho outsider”, Jair Bolsonaro, que para evitar seguidos constrangimentos, está tendo lições de economia com um time de especialistas liderado pelo pesquisador do IPEA, Adolfo Sachsida.

*Economista – Mestre em Economia (edenjr@edenjr.com.br)

O governo Flávio Dino e a “famiglia” comunista 8

Os maranhenses têm que estender que o “esquema Flávio Dino” é pernicioso ao nosso estado. E, por isso mesmo, deve ser derrotado nas urnas em 2018.

O Maranhão por muitos anos foi comandado por uma família, cujo patriarca é um dos maiores e mais influentes políticos do país: José Sarney.

Quando deixou o Maranhão para ganhar a “República”, Sarney resolveu entregar/terceirizar o poder local para familiares, com a filha, Roseana Sarney, no comando.

Pois bem. Depois de décadas no comando das rédeas poder no Maranhão, o grupo Sarney foi derrotado por um jovem juiz aposentado, e bem aposentado!, diga-se, que prometeu dias de “mudanças”. “Mudança de gogó”, como bem profetizou o prefeito de São José de Ribamar, Luis Fernando (PSDB).

O que se vê hoje, depois de um suposto “governo de mudança”, é uma mentira materializada na figura do governador Flávio Dino (PCdoB).

Um governo que não tem nada de esquerda, a não ser estar “à esquerda” da honestidade e da dignidade!

Um governo que, segundo a Polícia Federal, Ministério Público Federal, Justiça Federal e a Controladoria Geral da União, é corrupto, fraudulento e ladrão!

É esse mesmo governo, comandado pelo senhor Flávio Dino, que coopta não somente políticos de autoestima baixa, mas também filhos de famílias tradicionais, causando mal-estar no seio doméstico, e amigos de amigos, usando-os como ‘laranjas” para atacar que não merece ser atacado.

O Maranhão, infelizmente, vive uma a “ditadura”. E tal como qualquer outra ditadura, seja de direita ou de esquerda, o princípio é “matar” os adversários. E um dos principais instrumentos para dar materialidade a esse princípio é usar e abusar da máquina de propaganda/comunicação.

Em outra frente, esse regime comunista aposta na cooptação de gente fraca, de pessoas de autoestima baixa, enfim, de homens e mulheres de caráter duvidoso. É de fazer sentar na calçada e chorar!

Os maranhenses têm que estender que o “esquema Flávio Dino” é pernicioso ao nosso estado. E, por isso mesmo, deve ser derrotado nas urnas em 2018.

O Maranhão está dominado e controlado pela famiglia comunista.

E todo cuidado é pouco!

ELEIÇÕES 2018: O pragmatismo de Flávio Dino 2

Em nome do seu projeto de poder para “50 anos”, é claro que Flávio Dino aceitaria desdizer o que disse sobre o Doria para tê-lo no seu palanque. Assim como aceitaria o Jair Bolsonaro, Marcos Feliciano, Magno Malta, Alexandre Fronta etc. 

O governador Flávio Dino é pragmático até a medula. Aliás, ser do PCdoB já é uma demonstração de pragmatismo, basta ver a trajetória do partido no Maranhão, em outros os estados e mesmo nos movimentos sociais.

Na década de 90, por exemplo, o PCdoB não só pediu voto para a Roseana Sarney como participou dos seus dois governos. E olha que naquela época a “Branca” era do PFL, atualmente DEM, além de xodó do então presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB).

Em 2014, os comunistas também mandaram às favas o pudor político-ideológico ao se unirem e misturarem com o “neoliberal” PSDB, partido do prefeito de São Paulo, João Doria, a quem Flávio Dino já chamou de “Berlusconi do Brasil” e mais recentemente afirmou que o tucano é um “Collor piorado, autoritário, sem experiência administrativa”.

Comunista se aliou a Aécio Neves em 2014. Logo., não é de se estranhar que aceite a companhia de Bolsonaro. (Blog do Linhares)

Mas, nem por isso, o governador maranhense dispensaria a presença do prefeito paulistano no seu palanque se fosse possível. Em nome do seu projeto de poder para “50 anos”, é claro que Flávio Dino aceitaria desdizer o que disse sobre o Doria.

Assim como aceitaria o Jair Bolsonaro, Marcos Feliciano, Magno Malta, Alexandre Fronta etc. Mais fácil essa turma não querer conversar com o comunista do que o contrário.

Contudo, ainda que seja favorito nas eleições de 2018 até esta data, Flávio Dino sabe que as coisas poderão mudar negativamente pra ele até às convenções partidárias.

Partidos hoje dados como “certos” na coligação com os comunistas podem “vazar” do projeto de reeleição e partirem para outros voos, inclusive voos solos.

De qualquer forma, Flávio Dino segue ciscando aqui e acolá para dar demonstração de que terá uma boa quantidade partidos no seu palanque.

Resta saber como ficará o chefão comunista assim que chegar a temporada de “vaca desconhecer bezerro”…

Os sete pecados capitais do governo Flávio Dino (soberba, luxúria…) 8

Aqui estão descritos os sete pecados capitais do governo do senhor Flávio Dino. Alguém saberia informar qual deles é o mais emblemático e que pode condenar os comunistas ao inferno eleitoral de 2018?

São chamados de os sete pecados capitais aqueles que Igreja Católica considera a origem dos demais pecados e que os cristãos devem evitar de cometê-los sob pena da infeliz alma pecadora queimar nas profundezas do inferno.

Ao longo dos séculos, desde o início da Era Cristã, considera-se como pecados mortais:  soberba, avareza, luxúria, ira, gula, inveja e preguiça.

Fazendo uma, digamos, transposição do mundo religioso para o político, e tendo como referência o Maranhão, o Blog do Robert Lobato resolveu descrever os sete pecados capitais do governo comunista de Flávio Dino. Senão vejamos.

1. Soberba – Está relacionados ao orgulho. Não há quem não conheça e reconheça a marca da soberba no governo de Flávio Dino simbolizado justamente na pessoa do governador. Egresso da magistratura, acostumado julgar, condenar e absolver os mortais, o governador Flávio Dino faz do seu governo a sua imagem e semelhança. Basta ver como trata alguns prefeitos, como o de São Pedro dos Crentes, por exemplo, alguns deputados estaduais, e mesmo aliados como Zé Reinaldo, Hilton Gonçalo, Eduardo Braide e Roberto Rocha, este último rompido fundamentalmente pela soberba do governo comunista.

2. Avareza: A fúria arrecadatória do Governo do Maranhão é algo pecaminoso do ponto de vista cristão. Seja através do “Mais Impostos”, que elevou alíquotas do ICMS atingindo diretamente o bolso dos mais frágeis, seja na “corrida maluca” da indústria das multas, ou ainda pelos inúmeros empréstimos bancários, o fato é que o governo Flávio Dino tem um apego doentio por o dinheiro, e que com o dinheiro fazer tudo e comprar a todos, inclusive pessoas, políticos, imprensa etc.

3. Luxúria: Bom, um governo que coloca na máquina administrativa várias namoradas, ficantes e pegantes de agentes públicos do primeiro escalão não tem negar seu apego aos prazeres sexuais. “O poder é afrodisíaco”, filosofou o velho e saudoso Ulisses Guimarães no auge da sua sabedoria. De fato, o poder tem essa capacidade de fazer com aquele cara que nunca foi um “pegador” no passado, na hora que consegue chegar “lá” ser acometido por uma dose excessiva da libido aí já viu, né? O resultado é um governo onde a “pegação” rola solta. Por sinal, a Operação Pegadores, da Polícia Federa, revelou isso.

4. Ira: Esse governo é zangado, irado, nervoso. E mais uma vez aqui ele se confunde com a personalidade do “chefão”. Para se fazer uma ideia da ira do atual governo maranhense, é possível que ele seja o recordista em processos contra jornalistas, blogueiros e demais profissionais da imprensa. Isso sem falar que o governador bloqueia qualquer um nas suas redes sociais quando questionado ou criticado sobre algo que não lhe agrada. E não precisa ser ofensivo para levar um “block” do comunista, basta tão somente contrariá-lo.

5. Gula: Pelo número de “gordinhos” encontrado no âmbito do Governo do Maranhão, a começar pelos dois principais homens do Palácio dos Leões, é evidente que estamos diante de um governo guloso. E o pecado da gula, é bom que se diga, não limita-se apenas ao prazer patológico de se empanturrar sobre a mesa, mas também de beber em excesso. E pelo que se tem notícias, não faltam vinhos e uísques nobres, além da famosa “kriptonita” (aquelas cervejas verdinhas) lá pras bandas da Praça Pedro II.

6. Inveja: No que poderia parecer o pecado capital menos evidente do Governo do Estado, na verdade a inveja se expressa na sua obsessão de querer se comparar com o governo passado, além da sua fixação com os Sarney. Não é à toa que há quem veja, no comportamento de Flávio Dino, um desejo louco de querer ser um José Sarney. Trata-se de um governo, portanto, cujo discurso de “mudança” contrasta com o uso e o abuso das mesmas práticas que condenava nos adversários. É como se tivesse inveja e, dessa forma, quer ser igual ou melhor do que eles, inclusive nas mazelas.

7. Preguiça: Um governo que passa três anos sem mostrar lá muita coisa pode ser considerado um governo incompetente, não é verdade? Mas pode ser também preguiçoso, no sentido de não apresentar um projeto de estado e de sociedade, com objetivos claros, metas preestabelecias, enfim, um plano estratégico sobre onde estamos e onde queremos chegar. Um governo “rolando lero”, só de gogó é, de fato, um governo preguiçoso!

Pois bem, meus caros leitores. Aqui estão descritos os sete pecados capitais do governo do senhor Flávio Dino.

Alguém saberia informar qual deles é o mais emblemático e que pode condenar os comunistas ao inferno eleitoral de 2018?