ELEIÇÕES 2018: O abuso do poder político de Flávio Dino 8

A maior prova desse abuso é o que ocorre nos grupos de WhatsApp das secretarias de governo onde os funcionários comissionados são convocados para participarem dos atos de campanha do governador candidato à releição – tem prints desses grupos chegando.

Que Flávio Dino (PCdoB) é autoritário, mitômano, um farsa política já sabemos. E pior: um perseguidor contumaz!

O comunista está inelegível após decisão da juíza Anelise Reginato, da zona eleitoral de Coroatá. Isto é, Flávio Dino concorre às eleições de 2018 sub judice!

Pois bem. A magistrada tem toda a razão em decretar a inelegibilidade do comunista!

Flávio Dino é um marginal, no sentido de percorrer à margem da lei.

A maior prova disso é o que ocorre nos grupos de WhatsApp das secretarias de governo onde os funcionários comissionados são convocados a participarem dos atos de campanha do governador candidato à releição – tem prints desses grupos chegando.

Enquanto os prints não chegam, pois a galera tem medo da “KGB” maranhense, que o Ministério Público Eleitoral fique de olho nas marginalidades do candidato do PCdoB.

E não adianta processar o Blog do Robert Lobato na tentativa de querer cercear nossa liberdade de expressão!

Podem vir mil processos.

Carlos Lula pode ganhar dinheiro nas duas pontas: como secretário de governo e como advogado de Flávio Dino.

A lei não é e não pode ser apenas para o “bucho grande”.

E vamos que vamos!

PERSEGUIÇÃO À ANELISE REGINATO?: Flávio Dino não respeita as instituições 17

Se o regime de Flávio Dino faz isso com autoridades, como é caso da magistrada Anelise Nogueira Reginato, imaginem com os mortais pobres e os pobres mortais.

Anelise Nogueira Reginato: Magistrada pode ser vítima de perseguição do governo Flávio Dino.

Acabo ler no blog do colega Gilberto Léda que “estranhas movimentações envolvendo a juíza Anelise Nogueira Reginato, da Comarca de Coroatá, foram registradas depois de ela haver declarado a inelegibilidade do governador Flávio Dino (PCdoB)” (veja aqui).

As supostas movimentações reveladas por Gilberto Léda seriam para bisbilhotar o processo do concurso no qual a magistrada fora aprovada.

A ser confirmado que a juíza está sendo vítima de perseguição pelo aparelho do Estado maranhense porque decidiu pedir a inelegibilidade de Flávio Dino, isso significaria que realmente o comunista tem desprezo pela instituições democráticas. Aliás, o governador já deu várias evidências de que tem menosprezo pelas instituições.

Basta fazer uma busca rápida pelo noticiário local/nacional e constatar as infinitas investidas de Flávio Dino contra a Polícia Federal, CGU, Ministério Público Federal e até a própria Justiça Federal a qual foi servidor por 12 anos. E esse menosprezo ficou claro quando da operação conjunta desses órgãos que desvendou a máfia instalada no Secretaria de Estado da Saúde do atual governo e que levou não apenas ex-gestores para a prisão quanto o “cabeça do esquema” ao suicídio em Teresina (PI).

Da mesma forma aconteceu no caso do uso da Polícia Militar para espionar adversários políticos do governador, episódio que igualmente ganhou repercussão nacional. E ainda a criação da tal Secretaria de Transparência e Controle, cujo propósito é tão somente emparedar ex-gestores do governo Roseana Sarney, tanto que todos os ex-secretários que não aderiram ao regime comunista de Flávio Dino hoje são perseguidos e investigados. Os que sucumbiram ao regime estão reguardados, ainda que pela dor e pelo medo. Ou seja, tudo muito grave!

E se esse governo faz isso com autoridades, como é caso da magistrada Anelise Nogueira Reginato, imaginem com os mortais pobres e os pobres mortais.

A que ponto chegou o Maranhão!

Não é à toa que pelos quatro quantos do estado cresce, a cada dia, a palavra de ordem: FLÁVIO DINO NUNCA MAIS!

A democracia e a cidadania agradecem.

ELEIÇÕES 2018: Rejeição medonha pode fazer com que eleição de Márcio Jerry seja a mais cara da história do MA 14

Pode-se afirmar que o comunista é vítima de si mesmo, pela sua arrogância e desfaçatez no melhor estilo “jogar pedra e esconder as mãos” . Talvez poucos políticos no Maranhão tenha conseguido reunir tantos desafetos em grande quantidade em tão pouco tempo como o ex-secretário de Comunicação e Articulação Polícia do governo Flávio Dino.

O presidente estadual do PCdoB e candidato a deputado federal Márcio Jerry divulgou uma “carta aberta” denunciando o que considera “uma orquestração de mentiras, calúnias, difamações torpes tentando atingir minha honra e de familiares meus”.

O comunista mostra-se indignado por conta de um vídeo apócrifo que ganhou as redes sociais, mas precisamente grupos de WhatsApp, cujo conteúdo traz graves acusações ao homem forte do governo Flávio Dino e a membros da sua família.

Evidente que ninguém com o mínimo de bom senso e postura ética vai concordar com o uso de material clandestino para atacar, caluniar, difamar adversários e principalmente seus familiares que muita das vezes não têm nada a ver com as estripulias praticadas pelos parentes próximos. Aliás, é sabido que muitos blogs ligados ao presidente do PCdoB abusam nas ofensas pessoais  a políticos da oposição, inclusive na exposição de seus familiares.

No caso de Márcio Jerry, pode-se afirmar que ele é vítima de si mesmo, pela sua arrogância e desfaçatez no melhor estilo “jogar pedra e esconder as mãos” . Talvez poucos políticos no Maranhão tenha conseguido reunir tantos desafetos em grande quantidade em tão pouco tempo como o ex-secretário de Comunicação e Articulação Polícia do governo Flávio Dino.

E não se trata aqui apenas de desafetos do “velho poder oligárquico corrupto”, pelo contrário: a lista de pessoas que querem distância de Márcio Jerry inclui até “camaradas” do PCdoB e membros da esquerda maranhense em geral. Só que muitos o tratam do jeito que ele trata muitos: com falsidade.

Outros, porém, preferem a bajulação barata e ridícula, mal sabendo que Márcio Jerry tem desprezo aos bajuladores de plantão do tipo dos que correram para o Twitter no afã de fazer a defesa do “camarada”.

Conta a lenda que Márcio Jerry trabalha para sair das urnas como o deputado federal mais votado das eleições de 2018.

Bom, mais votado não é tão fácil garantir, mas que será a mais cara campanha da história de uma eleição para Câmara Federal isso não há menor duvida!

Tudo por conta da rejeição medonha que Márcio Jerry possui pelos quatro cantos deste estado.

E muita dessa rejeição fomentada pelo próprio Márcio Jerry, que acha que ninguém é detentor das poucas qualidades que ele possui, mas que todos têm os piores dos seus defeitos.

ELEIÇÕES 2018: Clima ameno e de unidade marca vésperas da convenção do PSDB 4

Não há ambiente de hostilidade e muito menos margem para traições contra quem quer que seja no tucanato local. O que existe, pelo menos foi o que o Blog do Robert Lobato conseguiu constatar em uma visita feita na manhã desta terça-feira, 31, na sede do partido, é muita movimentação de lideranças políticas e articulações para agregar mais partido na coligação liderada por Roberto Rocha.

Embora o Palácio dos Leões tente passar, através da mídia alugada com prazo de validade para o dia 31 de dezembro de 2018, de que há uma disputa beligerante no âmbito do PSDB por conta da disputa ao Senado Federal, o clima no ninho tucano é ameno e da mais absoluta tranquilidade nestas vésperas de convenção tucana que acontece no próximo sábado, 4, na Batuque Brasil.

Os deputados federais José Reinaldo Tavares e Waldir Maranhão, além do deputado estadual Alexandre Almeira, estão sempre conversando, trocando opiniões sobre a conjuntura e dialogando constantemente na sede do PSDB junto com o senador Roberto Rocha, que é o pré-candidato do partido ao Governo do Maranhão.

Não há ambiente de hostilidade e muito menos margem para traições contra quem quer que seja no tucanato local. O que existe, pelo menos foi o que o Blog do Robert Lobato conseguiu constatar durante visita feita na manhã desta terça-feira, 31, na sede do partido, é muita movimentação de lideranças políticas e articulações para agregar mais partido na coligação liderada por Roberto Rocha.

E pelo que este humildade blogueiro viu na manhã de hoje podem aguardar, pois vem novidade quente por aí.

Daí a explicação para um certo desespero do Palácio dos Leões e sua camarinha comunista.

Em texto enviado ao blog, comunista histórico do PCdoB discorre sobre ingratidão de Flávio Dino 23

“Os comunistas que dirigiam o partido no Maranhão quando Flávio Dino se filiou e que o receberam de braços abertos, foram os primeiros a experimentar a hoje conhecida ingratidão do governador”

Por essa o Blog do Robert Lobato não esperava, sem sacanagem!

Em meio a crise causada pelo rompimento do deputado José Reinaldo Tavares (sem partido) com Flávio Dino (PCdoB), após o governador ter traído a confiança do seu criador, um quadro histórico do PCdoB maranhense fez um texto pra lá de curioso, além de contundente, sobre o que pode ser considerado um relato do currículo de ingratidão do governador Flávio Dino.

Filiado ao PCdoB há décadas, o militante comunista, que não quis ser identificado por motivos óbvios, fez referência a uma matéria publicada na edição do último sábado, 3, do jornal O Estado do Maranhão, intitulada “Ingratidão, traição e aliados descartados”, na verdade uma abordagem histórica de como o Flávio Dino descarta aliados sem qualquer cerimônia.

O comunista rebelde cita o militante Márcio Jardim entre os aliados leais que foram deixados pelo meio do cominho por Flávio Dino.

Contudo, é o também comunista e dirigente histórico do PCdoB, Gerson Pinheiro, que o texto coloca como um dos exemplos mais cruéis da ingratidão do governador maranhense.

Diz o texto do militante: “Desde que se filiou ao PCdoB, Flávio isolou politicamente todas as lideranças que apresentaram pequenas divergências em relação aos posicionamentos políticos ou estratégias apresentadas pelo ex-juiz (…) Um dos casos é bem exemplar, o de Gérson Pinheiro. Gérson era o presidente Estadual do PCdoB quando Flávio se filiou. Assim que foi eleito deputado federal, Flávio começou uma articulação nacional que o levou a assumir a direção Estadual do PCdoB e Gérson passou a ser o vice-presidente. Mas o grande intuito de Flávio era exercer a direção do partido através de Márcio Jerry. Mas sabia que pra isso, tinha ele mesmo, Flávio, que assumir a presidência, pois Márcio Jerry possui grande rejeição entre a militância”. E mais na frente completa: “Os comunistas que dirigiam o partido no Maranhão quando Flávio Dino se filiou e que o receberam de braços abertos, foram os primeiros a experimentar a hoje conhecida ingratidão do governador”.

E olha que o militante comunista não citou Rose Sales, Laurinda Pinto, Luis Pedro, entre velhos e valorosos quadros do PCdoB que a era Flávio Dino no partido tratou de mandá-los para a “Sibéria”.

Fique com o texto do comunista histórico que vamos chamá-lo de “O Velho Comunista”. Confira.

Flávio Dino, o ingrato

Tem aumentado a percepção na sociedade e principalmente no meio político de que o governador Flávio Dino é ingrato.

O jornal O Estado do Maranhão trouxe no último fim de semana uma matéria que trata desse assunto e lista as principais vitimais dessa ingratidão. Faltou Márcio Jardim. Catapultado da SEDEL recentemente.

O que acontece agora sobre o conhecimento dessa característica do governador, há muito já é de conhecimento da militância do PCdoB.

Desde que se filiou ao PCdoB, Flávio isolou politicamente todas as lideranças que apresentaram pequenas divergências em relação aos posicionamentos políticos ou estratégias apresentadas pelo ex-juiz.

A lista é grande.

Um dos casos é bem exemplar, o de Gérson Pinheiro.

Gérson era o presidente Estadual do PCdoB quando Flávio se filiou. Assim que foi eleito deputado federal, Flávio começou uma articulação nacional que o levou a assumir a direção Estadual do PCdoB e Gérson passou a ser o vice-presidente. Mas o grande intuito de Flávio era exercer a direção do partido através de Márcio Jerry. Mas sabia que pra isso, tinha ele mesmo, Flávio, que assumir a presidência, pois Márcio Jerry possui grande rejeição entre a militância.

A primeira parte do plano deu certo. Flávio conseguiu tirar Gérson da presidência e assumiu seu lugar. Agora Flávio precisava passar essa presidência para Márcio Jerry. Como fazer isso?

Gérson foi “convencido” a ser candidato a deputado Estadual e teria todo o apoio de Flávio. O fim da história todos sabem.

Gérson não teve o mínimo apoio e a sua votação foi pífia. Mas o objetivo de Flávio Dino foi alcançado. Ao se tornar candidato a deputado Estadual, Gerson abriu espaço para que Márcio Jerry assumisse a presidência do PCdoB sem problemas. Mas alguns dirão que Gérson foi reconhecido ao ser nomeado secretário da igualdade racial.

Aí vem outra história. Os movimentos sociais apresentaram uma carta em que apontaram o nome de Gérson para o cargo. E a nomeação só saiu por conta disso e foi um parto.

Os comunistas que dirigiam o partido no Maranhão quando Flávio Dino se filiou e que o receberam de braços abertos, foram os primeiros a experimentar a hoje conhecida ingratidão do governador.

José Reinaldo sempre foi um estorvo para Flávio Dino e o PCdoB 14

Mais do que uma decisão de alto risco, ao tirar José Reinado do seu caminho, Flávio Dino revela o quanto está desprovido de qualquer sentimento, inclusive o da gratidão

Enfim, aconteceu o que estava na cara que iria acontecer.

O deputado federal José Reinaldo Tavares rompeu politicamente com o governador Flávio Dino e assegura que é um caminho sem volta.

O ex-governador vinha sendo cozinhado pelo comunista até finalmente a ficha cair e ele ser obrigado a desgarrar-se do seu agora ex-pupilo. Mais um daqueles casos clássicos da criatura se voltar contra o criador.

Em verdade, José Reinaldo sempre representou um estorvo para Flávio Dino e o PCdoB, principalmente na figura do secretário Márcio Jerry (Comunicação e Articulação Política), homem forte do governo e do governador. Só teve algum valor quando serviu para eleger Dino deputado federal e depois ajudá-lo a chegar ao Palácio dos Leões.

Porém, logo após vencer as eleições de 2014 Jerry e Dino, Dino e Jerry, trataram de limar José Reinaldo.

Primeiro ao vetar o nome do ex-governador para o cargo de secretário de Infraestrutura, depois para Secretaria de Saúde. Por fim, resolveram humilhá-lo concedendo uma Secretaria Extraordinária que é mais uma sinecura do que um órgão de governo propriamente dito. Isso sem falar na Casa Civil, cujo titular é o ex-deputado Marcelo Tavares, sobrinho de José Reinaldo, que de fato nunca teve força pra nada dentro governo e é vigiado direto por Márcio Jerry.

Soma-se a isso, o fato de estarmos diante de um governo demasiadamente ideológico e que representa o contrário de tudo o que José Reinaldo acredita do ponto de vista político e de gestão. Basta ver os posicionamentos do ex-governador no Congresso Nacional e em relação ao governo Michel Temer com os de Flávio Dino. São visões e concepções diametralmente opostas!

Ao tentar isolar Zé Reinaldo, os comunistas, leia-se Flávio Dino e Márcio Jerry, optaram por um caminho arriscado que pode custar muito caro ao projeto de reeleição do governador. Até porque o deputado deverá articular a saída de muitas lideranças da base governista para somar fileiras em outro campo político.

E mais do que uma decisão de alto risco, ao tirar José Reinado do seu caminho, Flávio Dino revela o quanto está desprovido de qualquer sentimento, principalmente o da gratidão.

E o próximo da lista é o deputado federal Waldir Maranhão.

Mas isso é assunto para outra postagem…

SÃO LUIS: Vice-prefeito participa da entrega de equipamentos agrícolas a 32 municípios maranhenses 6

Júlio Pinheiro se tornou uma as peças importantes do tabuleiro político-eleitoral não somente de 2018, mas também com perspectivas para 2020.

Foi realizada na tarde de ontem, terça-feira (1°), mais uma etapa da entrega de equipamentos agrícolas pelo governador Flávio Dino (PCdoB), em solenidade no auditório do Palácio Henrique de La Roque. A ação é em parceria com a bancada maranhense no Congresso Nacional, que viabilizou, por meio de emendas parlamentares, os recursos para a aquisição dos equipamentos.

O vice-prefeito de São Luís, Julio Pinheiro (PCdoB), participou do evento representando o prefeito Edivaldo Júnior (PDT). Aliás, o comunista tem demonstrado, além de lealdade ao chefe do Executivo Municipal, muita desenvoltura à frente do cargo, principalmente na articulação/interlocução com os movimentos sociais, sindicais e sociedade civil em geral.

Não é por acaso que Júlio Pinheiro, com seu estilo tranquilo e sereno, se tornou uma das peças importantes do tabuleiro político-eleitoral não somente de 2018, mas também com perspectivas para 2020.

É aguardar e conferir.

Em artigo, Flávio Dino tenta “usurpar” legado municipalista de José Reinaldo 2

O comunista faz uma espécie de “usurpação” do reconhecimento dos prefeitos e da própria Famem de que o governador que mais fez pelos municípios foi o atual deputado federal José Reinaldo Tavares, que ainda sonha ser o segundo nome do governador comunista ao Senado Federal.

Em artigo intitulado Governo nº 1 dos municípios, o governador Flávio Dino (PCdoB) tenta claramente passar a ideia de que o seu governo é municipalista e que valoriza os prefeitos ainda que a realidade nua e crua mostre exatamente o contrário.

Basta conversar com qualquer prefeito para ouvir reclamação de todo tipo, a mais comum é que Flávio Dino é “só papo”.

No seu artigo, o comunista faz alusão ao fato da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão (FAMEM), ter o homenageado por supostamente ser o governador que mais implementou promessas de campanha no Brasil.

Tal afirmação mostra claramente que Flávio Dino faz uma espécie de “usurpação” do reconhecimento dos prefeitos, e da própria Famem, de que o governador que mais fez pelos municípios foi o atual deputado federal José Reinaldo Tavares, que ainda sonha ser o segundo nome do governador comunista ao Senado Federal. Ou, ao contrário, Flávio já percebeu que não tem como trair Zé Reinaldo e quer adotar a partir de agora uma narrativa municipalista.

De qualquer forma. o artigo, de certa forma, fortalece a tese que o Blog do Robert Lobato vem sustentando, qual seja a de que o Flávio Dino planeja colocar o presidente da Famem, prefeito Cleomar Tema, como seu companheiro de chapa na condição de vice-governador.

Confira a íntegra do artigo de Flávio Dino e contente-se com o show de cinismo.

Governo nº 1 dos municípios

Ontem realizamos um mutirão de entregas do Plano Mais IDH, em 15 municípios. Inauguramos escolas, sistemas de abastecimento d’água, ruas pavimentadas, centros de referência em assistência social, além de serviços de saúde, de direitos civis e de apoio aos agricultores familiares. Antes, na mesma semana, fizemos a entrega de mais 14 equipamentos para serviços municipais, que se somam a muitas centenas de ambulâncias, motoniveladoras, patrulhas agrícolas, também entregues às prefeituras.

Esses exemplos explicam a alegria que eu senti ao receber, na última terça-feira, da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão (FAMEM), uma homenagem por ter sido o governador que mais implementou promessas de campanha no Brasil, segundo ranking do portal de notícias G1. Como bem lembrou o presidente da Famem, prefeito Cleomar Tema, 90% desses compromissos foram ações realizadas diretamente em parceria e em proveito dos municípios, conforme os exemplos mencionados acima comprovam.

Desde o início do mandato, instituímos um municipalismo de resultados. Como em outras áreas do meu governo, o municipalismo não é uma prioridade da boca para fora. Essa meta vira uma prioridade nos investimentos públicos e transforma-se em ações reais, como o Programa Mais Asfalto.

Com essas ações diretas nos municípios, vamos cumprindo as promessas da campanha de 2014 de mudar a vida das pessoas. É o caso das ações na área da saúde, em que concluí e entreguei hospitais de verdade, que funcionam atendendo todas as regiões do estado. Também criamos a Força Estadual de Saúde (Fesma) que já fez mais de 700 mil atendimentos nos povoados mais pobres de nosso estado.

Na educação, já construímos, reformamos ou reconstruímos mais de 700 escolas, dentro do programa Escola Digna. Muitas dessas escolas são municipais. Mas não é por não pertencer à rede estadual que deixamos de ajudar os municípios a dar um tratamento digno aos alunos maranhenses.

Falo da saúde e da educação, e das conquistas efetivas que já tivemos na área, para contrastar com os calotes que foram dados no passado, resultando em centenas de obras fantasmas ou inacabadas, como vemos pelo Maranhão afora. Ou seja, no passado se assinava muito papel e se falava de muitos milhões, enquanto máfias desviavam o dinheiro; hoje temos coisas reais acontecendo e sendo entregues à população, no que chamamos de municipalismo de resultados. Isso é parceria séria, e a seriedade é uma das nossas marcas principais.

O Maranhão é vasto, de natureza rica, cheio de potenciais econômicos. Tem todas as chances para sair dos tristes indicadores deixados pelo passado. Com muito trabalho, todos unidos, vamos conseguir colocar nosso estado no lugar que sempre mereceu estar, no topo de diversos rankings nacionais. Com isso, estamos construindo um Maranhão melhor para todos, com justiça social e direitos.

Sobre um tal “malandro de quinta categoria” 14

Augusto Nunes usou a expressão “malandro de quinta categoria” numa conotação política, como se disse que Flávio Dino é matreiro, por exemplo. O “malandro” usado pelo jornalista vai nesse sentido. Portanto, processá-lo por conta disso só se for por pura birra ou elevado espírito autoritário

“Agora já não é normal, o que dá de malandro
Regular profissional, malandro com o aparato de malandro oficial
Malandro candidato a malandro federal
Malandro com retrato na coluna social
Malandro com contrato, com gravata e capital, que nunca se dá mal”
(Chico Buarque)

Sempre achei que o talento do jornalista Augusto Nunes se perde em meio a um certo rancor, ressentimento ou coisa parecida quando escreve alguns textos, cujos alvos quase sempre são o PT, Lula, Dilma e as esquerdas de forma geral.

A ideia que passa quando se lê alguns dos artigos do jornalista de Veja, e agora apresentador de programa na Jovem Pan, é que ele não perdoa algum episódio ocorrido no passado com algo ou alguém da esquerda e aí carrega raiva na “pena”.

Feitas essas, digamos, ressalvas ao trabalho de Augusto Nunes, há de reconhecer-se que ele foi feliz ao chamar o governador Flávio Dino (PCdoB) de “malandro de quinta categoria”, ainda que pudesse ficar só no “malandro”, mas, claro, aí não seria o Augusto Nunes.

A declaração do jornalista gerou imediata reação da poderosa máquina midiática do Palácio dos Leões e fala-se até que o chefe do executivo estadual já teria mobilizado sua banca de advogados para processar Augusto Nunes e demais apresentadores do programa “Os Pingo nos Is”, mas, claro, não fosse assim não seria Flávio Dino.

Ora, está evidente que Augusto Nunes usou a expressão “malandro de quinta categoria” numa conotação política, como se disse que Flávio Dino é matreiro, por exemplo. O “malandro” usado pelo jornalista vai nesse sentido. Portanto, processá-lo por conta disso só se for por pura birra ou elevado espírito autoritário.

E de fato Flávio Dino é “malandro” mesmo, politicamente falando, repito.

Basta ver o que tem feito no Maranhão nesses seus três anos de governo. Senão vejamos.

Malandragem 1: Eleito governador em 2014, tratou de cotovelar vários dos seus antigos aliados: Roberto Rocha, José Reinaldo, Sebastião Madeira, Eduardo Braide, Wellington do Curso, Hilton Gonçalo e por aí vai.

Malandragem 2: Empossado governador em 2015, dá início uma política de cooptação de “aliados de seus aliados” (vide o secretário de Meio Ambiente e do ex-prefeito Ildon Marques) e de boa parte de notórios sarneysistas, tais como: Gastão Vieira, Pedro Fernandes, Cleber Verde, Juscelino Resende e André Fufuca, para ficar só nesses.

Malandragem 3: Tenta a todo custo e de todas as forma “intervir” em partidos como o PSB, PSDB e mesmo o PT para tê-los no seu palanque e, assim, isolar seus potenciais adversários em 2018. Ou seja, não deseja os partidos no governo, mas o governo nos partidos.

Malandragem 4: Usa e abusa do discurso de vitimização e perseguição do grupo Sarney e do sistema Mirante sendo que ele, Flávio Dino, é quem passa 24 por dia, 7 dias por semana falando nos Sarney.

Malandragem 5: Usurpa obras deixadas pelo governo anterior como sendo suas e sequer faz um reconhecimento que está apenas dando continuidade ao que recebeu. Ou ainda usar de honestidade e declarar que a governadora Roseana Sarney deixou um estado equilibrado do ponto de vista fiscal e com o dinheiro em caixa para o comunista fazer o “feijão com arroz” que está fazendo em termos de obras e projetos.

Malandragem 6: Com o seu governo pego na boca da botija em maracutaias no âmbito da Secretaria de Estado da Saúde (SES), conforme Operação Pegadores, da Polícia Federal, Flávio Dino ao invés de explicar como a sua gestão conseguiu garfar milhões de reais em contratos fajutos e pagamento de funcionários fantasmas na SES, preferiu atacar a operação da PF deflagrada em conjunto com o Ministério Público Federal, Justiça Federal e Controladoria Geral da União.

Malandragem 7: Sabendo que estava próximo de perder de vez o PSDB, como de fato aconteceu, Flávio Dino correu para São Paulo na tentativa de convencer o governador Geraldo Alckmin de uma troca de apoio em 2018 repetindo 2014, e que se os tucanos permanecessem no seu palanque ele apoiaria o governador paulista para presidente da República.

Malandragem 8: Tendo vários pré-candidatos ao Senado Federal no seu grupo político, o governador Flávio Dino vai empurrando alguns deles com a barriga a exemplo de José Reinaldo, Waldir Maranhão e Eliziane Gama, sendo capaz, na hora H, de aparecer tirando um “coringa” do bolso e deixar os três chorando pelos cantos.

Enfim, o Blog do Robert Lobato poderia passar o dia inteiro listando as malandragens políticas do governador Flávio Dino, mas essa pequena amostra acima dá para entender o porquê do jornalista Augusto Nunes está correto na sua declaração.

Este blogueiro, por exemplo, ao invés de chamar do governador do Maranhão de “malandro de quinta categoria”, prefere considerá-lo um “artista”.

Isso que Flávio Dino é…