ELEIÇÕES 2018: Fama de mentiroso de Flávio Dino viraliza nas redes sociais 22

A internet, esse território cruel que não perdoa ninguém, nem mesmo Flávio Dino, continuará com os mais engraçados e debochados memes tirando onda com as inverdades do comunista candidato à reeleição.

São centenas de imagens, vídeos, gifs, entre outros recursos usados pelos internautas fazendo referência à fama de mentiroso do governador Flávio Dino (PCdoB).

A maioria dos chamados memes surge com muita dose de humor e criatividade, mas há alguns ofensivos –  as redes sociais são uma terra de ninguém, e é muito difícil controlar o que é conteúdo inteligente de agressões pessoais diversas.

Seja como for, o fato é que a fama de ser mentiroso atribuída a Flávio Dino viralizou na internet, principalmente depois da entrevista que o comunista concedeu à TV Mirante, ontem, terça-feira, 11.

O Blog do Robert Lobato, por sua vez, sempre sustentou que o comunista-mor maranhense é dado a umas inverdades e as comete sem a menor cerimônia, na maior “cara dura”, como se diz.

Só que mentira tem pernas curtas, como ficou provado ontem na entrevista da TV Mirante quando o Flávio Dino foi confrontado com algumas das suas mentiras, ainda que tivesse tentado rebatê-las com… mais mentiras!

Se o governador conseguirá desfazer-se dessa fama de mentiroso até o dia da eleição, só o tempo vai dizer.

Até lá, a internet, esse território cruel que não perdoa ninguém, nem mesmo Flávio Dino, continuará com os mais engraçados e debochados memes tirando onda com as inverdades do comunista candidato à reeleição.

No mais, viva a democracia!

ABUSO DE PODER?: Flávio Dino judicializa a eleição e pode pagar caro no futuro 6

Os adversários do comunista não se deixam intimidar pela “juizite” aguda do governador e questionam quanto à temeridade de magistrados deferirem liminar em propaganda sem abrir prazo para que a outra parte se manifeste.

O governador e candidato à reeleição Flávio Dino (PCdoB) resolveu deixar a política de lado, o debate de ideias e simplesmente optar pela judicialização das eleições no Maranhão.

Não bastasse o recorde processos contra profissionais da imprensa que detém, o comunista tenta também calar adversário políticos, como faz com Roseana Sarney (MDB), Wellington do Curso (PSDB), Ricardo Murad (PRP) e outros.

Flávio Dino não gosta de ser confrontado com a verdade, daí que recorre às barras da Justiça que tem sido uma “mãe” para comunista quando o assunto é conceder liminares para o candidato do PCdoB.

Contudo, os adversários não se deixam intimidar pela “juizite” aguda do governador e questionam quanto à temeridade de magistrados deferirem liminar em propaganda sem abrir prazo para que a outra parte se manifeste.

A Comissão de Juízes Auxiliares, que decide sobre propaganda, precisa ficar mais atenta às jurisprudências e não cair na lábia dos advogados da coligação de Flávio Dino que, sob argumento de que o candidato comunista está sendo vítima de mentiras e calúnias, acaba censurando os programas e inserções dos adversários do governador e pior: alienando o eleitorado maranhense que tem o direito de saber das verdades dos fatos.

O fato é que judicializando estas eleições como tem feito, Flávio Dino pagar caro no futuro, caso consiga se reeleger (isola na madeira!).

ELEIÇÕES 2018: Afinal, Flávio Dino merece mais quatros anos de governo? 20

Para quem votou no comunista apostando numa profunda mudança nos conceitos e práticas políticas e de gestão é impossível não estar decepcionado com o balanço final do governo comunista.

Em 2014, nesta época da campanha, a vitória de Flavio Dino (65) era praticamente uma certeza. O comunista virou governador porque estava na hora certa e no momento histórico certo da vida política local.

Beneficiado, em primeiro lugar, pelo desgaste do grupo Sarney e depois pelas sucessivas barbeiragens políticas do grupo cinquentão que culminou na troca de Luis Fernando por Lobão Filho, a eleição de Flávio Dino foi um marco histórico sem qualquer dúvida.

Quatro anos depois, no que a esta altura da campanha era ser dada como uma reeleição fácil e tranquila, tal como foi a de Roseana Sarney (MDB) em 1998, Flávio Dino se apega a um vale tudo para não ser derrotado em outubro próximo.

O pior é que o governador se comporta como se ainda fosse a sua primeira eleição, prometendo mais do que prestar contas do que realmente foi feito pelo seu governo e não obras herdadas pela sua sucessora.

O deputado federal Waldir Maranhão (PSDB) costuma dizer que “Flávio é ladrão de sonhos”. Faz sentido!

Ora, para quem votou no comunista apostando numa profunda mudança nos conceitos e práticas políticas e de gestão é impossível não estar decepcionado com o balanço final do governo comunista.

Não vieram mudanças, muito menos transformações profundas no nosso estado, pelo contrário, houve um aumento da sensação do medo, perseguições, retrocessos em áreas sensíveis como a saúde, nenhuma uma obra estruturante nem mesmo na capital, enfim, Flávio Dino termina o seu mandato sem uma marca como aconteceu com outros governadores.

Amanhã, quinta-feira, 6, como anunciado, será publicada mais uma pesquisa de intenção de voto cujo instituto não está sob as patas do Leões.

Contudo, não são as pesquisas dos institutos contratados pelos comunistas e muito menos pela oposição que darão o veredito se Flávio Dino merecerá ou não mais quatro anos de mandato.

Isso será uma tarefa única e exclusiva do voto popular.

Que pode dar um fim na experiência de 2014…

ELEIÇÕES 2018: Sobre a suposta “misoginia” do PCdoB no Maranhão (OU: Rose Sales já passou por isso) 14

Em 2014, a então vereadora comunista Rose Sales era uma candidata a deputada federal competitiva se a ela fossem dadas as condições de igualdade em relação a Rubens Pereira Júnior, o queridinho de Flávio Dino e do PCdoB na época.

Leio no blog do amigo Diego Emir, post intitulado “Misoginia no PCdoB? Rubens Jr e Márcio Jerry recebem R$800 mil do partido, mulheres ficam sem nada” (aqui).

Ora, não é de hoje, caro Diego, ou melhor dizendo, não é desta eleição de 2018 que o PCdoB deixa de fora as suas candidatas para privilegiar a machadara comunista.

Em 2014, a então vereadora Rose Sales comeu o pão que Flávio Dino e Márcio Jerry amassaram para poder ser candidata a deputada federal e ter direito algum recurso financeiro do PCdoB.

O argumento cafajeste que usam para deixarem as candidatas comunistas de fora do bolo financeiro partidário, agora em 2018, é o mesmo que usaram com Rose Sales, por exemplo, quatro anos atrás: o dinheiro é destinado para os “candidatos mais competitivos”.

Só que em 2014 a vereadora comunista Rose Sales era, sim!, uma candidata competitiva se a ela fossem dadas as condições de igualdade em relação a Rubens Pereira Júnior, o queridinho de Flávio Dino e do PCdoB na época.

Mas, que nada! O “comunismoduto” foi todo direcionado para abastecer a campanha do rapaz que se elegeu, e  bem, com a ajuda dos repasses financeiros do PCdoB praticamente direcionados 100% para a sua campanha.

Ainda bem que a brava Rose Sales está aí vivinha da silva, e candidata novamente, só que por outro partido, para comprovar a história.

Márcio Jerry e Rubens Júnior já receberam a bagatela de R$ 800 mil do PCdoB, segundo atesta Diego Emir, enquanto as candidatas-camaradas do partido nem “tchum”.

Andrea Alves e Meire Madeira são as “Rose Sales” da vez.

Misoginia comunista?

ELEIÇÕES 2018: O abuso do poder político de Flávio Dino 32

A maior prova desse abuso é o que ocorre nos grupos de WhatsApp das secretarias de governo onde os funcionários comissionados são convocados para participarem dos atos de campanha do governador candidato à releição – tem prints desses grupos chegando.

Que Flávio Dino (PCdoB) é autoritário, mitômano, um farsa política já sabemos. E pior: um perseguidor contumaz!

O comunista está inelegível após decisão da juíza Anelise Reginato, da zona eleitoral de Coroatá. Isto é, Flávio Dino concorre às eleições de 2018 sub judice!

Pois bem. A magistrada tem toda a razão em decretar a inelegibilidade do comunista!

Flávio Dino é um marginal, no sentido de percorrer à margem da lei.

A maior prova disso é o que ocorre nos grupos de WhatsApp das secretarias de governo onde os funcionários comissionados são convocados a participarem dos atos de campanha do governador candidato à releição – tem prints desses grupos chegando.

Enquanto os prints não chegam, pois a galera tem medo da “KGB” maranhense, que o Ministério Público Eleitoral fique de olho nas marginalidades do candidato do PCdoB.

E não adianta processar o Blog do Robert Lobato na tentativa de querer cercear nossa liberdade de expressão!

Podem vir mil processos.

Carlos Lula pode ganhar dinheiro nas duas pontas: como secretário de governo e como advogado de Flávio Dino.

A lei não é e não pode ser apenas para o “bucho grande”.

E vamos que vamos!

PERSEGUIÇÃO À ANELISE REGINATO?: Flávio Dino não respeita as instituições 17

Se o regime de Flávio Dino faz isso com autoridades, como é caso da magistrada Anelise Nogueira Reginato, imaginem com os mortais pobres e os pobres mortais.

Anelise Nogueira Reginato: Magistrada pode ser vítima de perseguição do governo Flávio Dino.

Acabo ler no blog do colega Gilberto Léda que “estranhas movimentações envolvendo a juíza Anelise Nogueira Reginato, da Comarca de Coroatá, foram registradas depois de ela haver declarado a inelegibilidade do governador Flávio Dino (PCdoB)” (veja aqui).

As supostas movimentações reveladas por Gilberto Léda seriam para bisbilhotar o processo do concurso no qual a magistrada fora aprovada.

A ser confirmado que a juíza está sendo vítima de perseguição pelo aparelho do Estado maranhense porque decidiu pedir a inelegibilidade de Flávio Dino, isso significaria que realmente o comunista tem desprezo pela instituições democráticas. Aliás, o governador já deu várias evidências de que tem menosprezo pelas instituições.

Basta fazer uma busca rápida pelo noticiário local/nacional e constatar as infinitas investidas de Flávio Dino contra a Polícia Federal, CGU, Ministério Público Federal e até a própria Justiça Federal a qual foi servidor por 12 anos. E esse menosprezo ficou claro quando da operação conjunta desses órgãos que desvendou a máfia instalada no Secretaria de Estado da Saúde do atual governo e que levou não apenas ex-gestores para a prisão quanto o “cabeça do esquema” ao suicídio em Teresina (PI).

Da mesma forma aconteceu no caso do uso da Polícia Militar para espionar adversários políticos do governador, episódio que igualmente ganhou repercussão nacional. E ainda a criação da tal Secretaria de Transparência e Controle, cujo propósito é tão somente emparedar ex-gestores do governo Roseana Sarney, tanto que todos os ex-secretários que não aderiram ao regime comunista de Flávio Dino hoje são perseguidos e investigados. Os que sucumbiram ao regime estão reguardados, ainda que pela dor e pelo medo. Ou seja, tudo muito grave!

E se esse governo faz isso com autoridades, como é caso da magistrada Anelise Nogueira Reginato, imaginem com os mortais pobres e os pobres mortais.

A que ponto chegou o Maranhão!

Não é à toa que pelos quatro quantos do estado cresce, a cada dia, a palavra de ordem: FLÁVIO DINO NUNCA MAIS!

A democracia e a cidadania agradecem.

ELEIÇÕES 2018: Rejeição medonha pode fazer com que eleição de Márcio Jerry seja a mais cara da história do MA 14

Pode-se afirmar que o comunista é vítima de si mesmo, pela sua arrogância e desfaçatez no melhor estilo “jogar pedra e esconder as mãos” . Talvez poucos políticos no Maranhão tenha conseguido reunir tantos desafetos em grande quantidade em tão pouco tempo como o ex-secretário de Comunicação e Articulação Polícia do governo Flávio Dino.

O presidente estadual do PCdoB e candidato a deputado federal Márcio Jerry divulgou uma “carta aberta” denunciando o que considera “uma orquestração de mentiras, calúnias, difamações torpes tentando atingir minha honra e de familiares meus”.

O comunista mostra-se indignado por conta de um vídeo apócrifo que ganhou as redes sociais, mas precisamente grupos de WhatsApp, cujo conteúdo traz graves acusações ao homem forte do governo Flávio Dino e a membros da sua família.

Evidente que ninguém com o mínimo de bom senso e postura ética vai concordar com o uso de material clandestino para atacar, caluniar, difamar adversários e principalmente seus familiares que muita das vezes não têm nada a ver com as estripulias praticadas pelos parentes próximos. Aliás, é sabido que muitos blogs ligados ao presidente do PCdoB abusam nas ofensas pessoais  a políticos da oposição, inclusive na exposição de seus familiares.

No caso de Márcio Jerry, pode-se afirmar que ele é vítima de si mesmo, pela sua arrogância e desfaçatez no melhor estilo “jogar pedra e esconder as mãos” . Talvez poucos políticos no Maranhão tenha conseguido reunir tantos desafetos em grande quantidade em tão pouco tempo como o ex-secretário de Comunicação e Articulação Polícia do governo Flávio Dino.

E não se trata aqui apenas de desafetos do “velho poder oligárquico corrupto”, pelo contrário: a lista de pessoas que querem distância de Márcio Jerry inclui até “camaradas” do PCdoB e membros da esquerda maranhense em geral. Só que muitos o tratam do jeito que ele trata muitos: com falsidade.

Outros, porém, preferem a bajulação barata e ridícula, mal sabendo que Márcio Jerry tem desprezo aos bajuladores de plantão do tipo dos que correram para o Twitter no afã de fazer a defesa do “camarada”.

Conta a lenda que Márcio Jerry trabalha para sair das urnas como o deputado federal mais votado das eleições de 2018.

Bom, mais votado não é tão fácil garantir, mas que será a mais cara campanha da história de uma eleição para Câmara Federal isso não há menor duvida!

Tudo por conta da rejeição medonha que Márcio Jerry possui pelos quatro cantos deste estado.

E muita dessa rejeição fomentada pelo próprio Márcio Jerry, que acha que ninguém é detentor das poucas qualidades que ele possui, mas que todos têm os piores dos seus defeitos.

ELEIÇÕES 2018: Clima ameno e de unidade marca vésperas da convenção do PSDB 4

Não há ambiente de hostilidade e muito menos margem para traições contra quem quer que seja no tucanato local. O que existe, pelo menos foi o que o Blog do Robert Lobato conseguiu constatar em uma visita feita na manhã desta terça-feira, 31, na sede do partido, é muita movimentação de lideranças políticas e articulações para agregar mais partido na coligação liderada por Roberto Rocha.

Embora o Palácio dos Leões tente passar, através da mídia alugada com prazo de validade para o dia 31 de dezembro de 2018, de que há uma disputa beligerante no âmbito do PSDB por conta da disputa ao Senado Federal, o clima no ninho tucano é ameno e da mais absoluta tranquilidade nestas vésperas de convenção tucana que acontece no próximo sábado, 4, na Batuque Brasil.

Os deputados federais José Reinaldo Tavares e Waldir Maranhão, além do deputado estadual Alexandre Almeira, estão sempre conversando, trocando opiniões sobre a conjuntura e dialogando constantemente na sede do PSDB junto com o senador Roberto Rocha, que é o pré-candidato do partido ao Governo do Maranhão.

Não há ambiente de hostilidade e muito menos margem para traições contra quem quer que seja no tucanato local. O que existe, pelo menos foi o que o Blog do Robert Lobato conseguiu constatar durante visita feita na manhã desta terça-feira, 31, na sede do partido, é muita movimentação de lideranças políticas e articulações para agregar mais partido na coligação liderada por Roberto Rocha.

E pelo que este humildade blogueiro viu na manhã de hoje podem aguardar, pois vem novidade quente por aí.

Daí a explicação para um certo desespero do Palácio dos Leões e sua camarinha comunista.

Em texto enviado ao blog, comunista histórico do PCdoB discorre sobre ingratidão de Flávio Dino 23

“Os comunistas que dirigiam o partido no Maranhão quando Flávio Dino se filiou e que o receberam de braços abertos, foram os primeiros a experimentar a hoje conhecida ingratidão do governador”

Por essa o Blog do Robert Lobato não esperava, sem sacanagem!

Em meio a crise causada pelo rompimento do deputado José Reinaldo Tavares (sem partido) com Flávio Dino (PCdoB), após o governador ter traído a confiança do seu criador, um quadro histórico do PCdoB maranhense fez um texto pra lá de curioso, além de contundente, sobre o que pode ser considerado um relato do currículo de ingratidão do governador Flávio Dino.

Filiado ao PCdoB há décadas, o militante comunista, que não quis ser identificado por motivos óbvios, fez referência a uma matéria publicada na edição do último sábado, 3, do jornal O Estado do Maranhão, intitulada “Ingratidão, traição e aliados descartados”, na verdade uma abordagem histórica de como o Flávio Dino descarta aliados sem qualquer cerimônia.

O comunista rebelde cita o militante Márcio Jardim entre os aliados leais que foram deixados pelo meio do cominho por Flávio Dino.

Contudo, é o também comunista e dirigente histórico do PCdoB, Gerson Pinheiro, que o texto coloca como um dos exemplos mais cruéis da ingratidão do governador maranhense.

Diz o texto do militante: “Desde que se filiou ao PCdoB, Flávio isolou politicamente todas as lideranças que apresentaram pequenas divergências em relação aos posicionamentos políticos ou estratégias apresentadas pelo ex-juiz (…) Um dos casos é bem exemplar, o de Gérson Pinheiro. Gérson era o presidente Estadual do PCdoB quando Flávio se filiou. Assim que foi eleito deputado federal, Flávio começou uma articulação nacional que o levou a assumir a direção Estadual do PCdoB e Gérson passou a ser o vice-presidente. Mas o grande intuito de Flávio era exercer a direção do partido através de Márcio Jerry. Mas sabia que pra isso, tinha ele mesmo, Flávio, que assumir a presidência, pois Márcio Jerry possui grande rejeição entre a militância”. E mais na frente completa: “Os comunistas que dirigiam o partido no Maranhão quando Flávio Dino se filiou e que o receberam de braços abertos, foram os primeiros a experimentar a hoje conhecida ingratidão do governador”.

E olha que o militante comunista não citou Rose Sales, Laurinda Pinto, Luis Pedro, entre velhos e valorosos quadros do PCdoB que a era Flávio Dino no partido tratou de mandá-los para a “Sibéria”.

Fique com o texto do comunista histórico que vamos chamá-lo de “O Velho Comunista”. Confira.

Flávio Dino, o ingrato

Tem aumentado a percepção na sociedade e principalmente no meio político de que o governador Flávio Dino é ingrato.

O jornal O Estado do Maranhão trouxe no último fim de semana uma matéria que trata desse assunto e lista as principais vitimais dessa ingratidão. Faltou Márcio Jardim. Catapultado da SEDEL recentemente.

O que acontece agora sobre o conhecimento dessa característica do governador, há muito já é de conhecimento da militância do PCdoB.

Desde que se filiou ao PCdoB, Flávio isolou politicamente todas as lideranças que apresentaram pequenas divergências em relação aos posicionamentos políticos ou estratégias apresentadas pelo ex-juiz.

A lista é grande.

Um dos casos é bem exemplar, o de Gérson Pinheiro.

Gérson era o presidente Estadual do PCdoB quando Flávio se filiou. Assim que foi eleito deputado federal, Flávio começou uma articulação nacional que o levou a assumir a direção Estadual do PCdoB e Gérson passou a ser o vice-presidente. Mas o grande intuito de Flávio era exercer a direção do partido através de Márcio Jerry. Mas sabia que pra isso, tinha ele mesmo, Flávio, que assumir a presidência, pois Márcio Jerry possui grande rejeição entre a militância.

A primeira parte do plano deu certo. Flávio conseguiu tirar Gérson da presidência e assumiu seu lugar. Agora Flávio precisava passar essa presidência para Márcio Jerry. Como fazer isso?

Gérson foi “convencido” a ser candidato a deputado Estadual e teria todo o apoio de Flávio. O fim da história todos sabem.

Gérson não teve o mínimo apoio e a sua votação foi pífia. Mas o objetivo de Flávio Dino foi alcançado. Ao se tornar candidato a deputado Estadual, Gerson abriu espaço para que Márcio Jerry assumisse a presidência do PCdoB sem problemas. Mas alguns dirão que Gérson foi reconhecido ao ser nomeado secretário da igualdade racial.

Aí vem outra história. Os movimentos sociais apresentaram uma carta em que apontaram o nome de Gérson para o cargo. E a nomeação só saiu por conta disso e foi um parto.

Os comunistas que dirigiam o partido no Maranhão quando Flávio Dino se filiou e que o receberam de braços abertos, foram os primeiros a experimentar a hoje conhecida ingratidão do governador.