ELEIÇÕES 2018: Em ato de lançamento da pré-candidatura de Weverton Rocha ao Senado, Flávio Dino deve declarar apoio a Ciro Gomes 4

Essa prática do comunista é conhecida de todos: para cada situação um discurso, para cada palanque uma declaração de apoio para presidente. Vimos isso em 2014 quando apoiou de Dilma (PT) a Aécio Neves (PSDB). Às favas a fidelidade partidária e a concepção ideológica

Deputado federal Weverton Richa (PDT) fará ato político na próxima segunda-feira, 16, no Multicenter Sebrae, com a presença do pré-candidato a presidente pelo seu partido, o fanfarrão do Ciro Gomes.

O ato vai estar presente também o governador Flávio Dino, que deve declarar apoio a Ciro Gomes e banhar o presidenciável de loas, que defendeu apoio da esquerda ao pedetista.

Essa prática de Flávio Dino é conhecida de todos: para cada situação um discurso, para cada palanque uma declaração de apoio para presidente. Vimos isso em 2014 quando apoiou de Dilma (PT) a Aécio Neves (PSDB). Às favas a fidelidade partidária e a concepção ideológica.

Senado

Mas o ponto alto do evento, claro, será o lançamento da pre-candidatura de Weverton Rocha ao Senado Federal no auditório repleto de militantes espontâneos e participantes pagos para enfeitar a festança política.

Weverton Rocha faz uma das pré-campanhas mais caras dessa fase do processo eleitoral de 2018. Além de ter “adquirido” o sistema Difusora de Comunicação, o líder pedetista possui um estrutura que, se duvidar, é de fazer inveja até ao governador Flávio Dino. É dinheiro saindo pelo ladrão – sem querer fazer qualquer trocadilho.

Por terra ou pelo ar, já que Weverton Rocha rasga os céus maranhenses num potente helicóptero de propriedade do seu compadre Willer Tomaz, um ex-presidiário da Lava Jato, o pré-candidato aposta – e a palavra é essa mesmo – todos os recursos na sua eleição que mesmo com toda grana e estrutura não é dada como fácil, tanto que a sua companheira de chapa, a também deputada federal Eliziane Gama (PPS) sem um quinto da estrutura que Weverton detém, tem mil vezes mais chances de eleição do ele.

O fato é que a segunda-feira, 16, vai dar o que falar positiva e negativamente, sem dúvida alguma.

O Blog do Robert Lobato deseja sucesso ao ato político do deputado Weverton Rocha, nosso querido Maragato.

Pior do que perder uma Copa é o país perder o juízo 4

Tudo isso foi ignorado por uma elite arrogante, composta por “caboclos querendo ser ingleses”, pois é isso que aqueles que foram para a rua bater panela o são: “caboclos querendo ser ingleses”.

Tudo o que Brasil atravessa neste momento é fruto da insanidade política que foi o impeachment da presidente de Dilma.

Não tivesse prosperado o afastamento da petista, muito provavelmente o Brasil não estaria passando por essa esquizofrenia política e institucional generalizada. É possível que a própria oposição capitaneada por Aécio Neves estaria numa situação melhor e o tucano sequer correndo o risco de ser preso.

E não satisfeito com o impeachment, vêm os carrascos da Lava Jato e prendem o ex-presidente Lula a partir de um processo completamente questionável, sem provas contundentes e tudo com base na tal “convicção” e no PowerPoint do procurador Deltan Dallagnol.

Esqueceram que Lula tem partido e que seu partido não é qualquer um.

O PT é das maiores organizações de esquerda do mundo e por isso mesmo a prisão política de Lula repercutiu em todos os continentes do planeta. No Brasil, não há outro partido com a base social que o PT possui.

Tudo isso foi ignorado por uma elite arrogante, composta por “caboclos querendo ser ingleses”, pois é isso que aqueles que foram para a rua bater panela o são: “caboclos querendo ser ingleses”*.

O resultado é toda essa balbúrdia que estamos vendo agora, um país jogado na incertezas e nas inseguranças políticas, institucionais e jurídicas. Tudo muito ruim: executivo, legislativo, judiciário, imprensa, partidos etc.

De fato o país está de cabeça para baixo!

E se não bastasse tudo isso, ainda temos que nos preocupar com o risco do Brasil cair nas mãos de um maluco como Bolsonaro ou de um mentecapto como Ciro Gomes.

Pior do que perder uma Copa é um país perder o juízo.

E parece que juízo o Brasil já perdeu há muito tempo…

*“Caboclos querendo ser ingleses”: Trecho da música Burguesia, do saudoso Cazuza.

PRESIDENCIÁVEIS 2018: Por que Ciro Gomes e Jair Bolsonaro não são opções para o país 18

 “Brasil que o Brasil quer para o futuro”, para parodiar aquele besteirol da Globo, dois entre os principais pré-candidatos a presidente da República não têm condições de oferecer nada de bom ou seguro para o nosso país.

Um é Ciro Gomes (PDT), o outro é Jair Bolsonaro (PSL).

Mas, como nos ensinara Jack, o estripador, vamos por partes. Ciro Gomes primeiro.

Ex-deputado estadual, ex-deputado federal, ex-prefeito de Fortaleza, ex-governador governador do Ceará, ex-ministro da Fazenda (governo Itamar Franco) e ex-ministro da Integração Nacional (governo Lula), ninguém pode negar que Ciro Gomes tem um currículo de gestor público admirável, tanto quanto o seu currículo partidário: PDS, PMDB, PSDB, PPS, PSB, Pros e agora PDT – sabe-se lá até quando.

Ciro Gomes poderia ser um bom presidente não fosse sua personalidade completamente doentia, incompatível com as exigências emocionais que requer a liturgia do maior cargo da República.

Bipolar, Ciro Gomes vai do médico ao monstro em apenas um milésimo de segundo, basta ser contrariado, questionado, criticado ou confrontado com algo que não lhe agrade.

Se esquecer de tomar o seu remédio controlado, Ciro Gomes espanca até a sua mãe! Aliás, o presidenciável tem fama de valentão, inclusive de ser chegado à uma violência doméstica básica, segundo noticiou tempos atrás a imprensa falada, escrita e televisiva.

O problema é que Ciro sempre parece esquecer de tomar o “tarja preta”, aí, meu amigo, cai capa do bom gestor público e sobe a do doidão, do emocionalmente desequilibrado.

O maior anti-Ciro é o próprio Ciro.

Jair Bolsonaro

Passemos agora para o milico Jair Bolsonaro.

Bom, esse nem currículo de gestor público possui.

Porém, no quesito infidelidade partidária o presidenciável Jair Bolsonaro supera o seu colega de “gênio” Ciro Gomes.

Enquanto o ex-governador cearense passou por sete agremiações partidárias, o deputado fluminense passou por oito: PDC, PP, PPR, PPB, PTB, PFL, PP (o retorno) e agora o PSL. Ufa!

Jair Bolsonaro é uma tábula rasa no que diz respeito a assuntos e temas importantes sobre a gestão, economia, desenvolvimento, relações internacionais, entre outros que exigem de um candidato a presidente da República conhecimentos suficientes para enfrentar um debate sério sobre o país.

Noves fora defender questões que o senso comum aceita como verdades, Bolsonaro é uma aberração política. E o Brasil descobrirá isso quando ele for exprimido nos debates com os seus concorrentes ou mesmo naqueles promovidos por entidades de classe com participação de jornalistas, acadêmicos, intelectuais etc.

Em verdade, Bolsonaro é fruto dessa zorra institucional e política que o Brasil atravessa. Figuras como Adolf Hilter, por exemplo, também surgiram pelo desolamento aos quais os cidadãos sentiam nos seus países.

De qualquer forma, e seja como for, nem Ciro Gomes e nem Jair Bolsonaro lograrão êxito em chegar à Presidência da República.

Isso poque, de fato, ambos não são opções para o país.

E a campanha eleitoral vai revelar isso.

Para o bem do Brasil e do povo brasileiro.

Em artigo para o 247, jornalista critica apoio de Flávio Dino a Ciro Gomes e vê “uma face obscura do governador maranhense” 6

Agora foi o jornalista Guilherme Coutinho que, em artigo do site Brasil 247, criticar duramente as posições oportunistas de Flávio Dino chegando a dizer que a sua entrevista à Folha revelou “uma face obscura do governador maranhense”.

Continua repercutindo horrores, e negativamente, a entrevista do governador Flávio Dino (PCdoB), concedida à Folha de São Paulo, defendendo o nome de Ciro Gomes (PDT) para presidente da República no lugar de Lula ou de qualquer outro candidato do PT.

Na entrevista, Flávio afirma que Lula “está inabilitado” e que “o PT não tem nome capaz de unir nesse momento”.

No campo das esquerdas a reação majoritária foi de contrariedade com o comunista.

Nas redes sociais, militantes locais e nacionais do PT criticaram Flávio Dino. “Dino faria melhor em propor a seu partido que desista de candidata do que dizer ao PT de desistir do seu”, tutiou o petista Emir Sader, um dos intelectuais mais respeitados do Brasil.

Já a coluna “Essencial”, do site esquerdista Diário do Centro do Mundo (DCM), analisou as declarações contraditórias de Flávio Dino e ao final da análise a coluna diz: “O Diário do Centro do Mundo (DCM) solicitou entrevista ao governador, para entender melhor a posição dele, mas ainda não obteve resposta”, o que mostra o quanto foi um desastre a entrevista do “Professor de Deus”.

Agora foi a vez do jornalista do Guilherme Coutinho, em artigo para o site Brasil 247, também ligado às esquerdas, criticar duramente as posições oportunistas de Flávio Dino chegando a dizer que a entrevista do comunista à Folha revelou “uma face obscura do governador maranhense”.

Fiquem com a íntegra do artigo de Guilherme Coutinho que, aliás, traz alguns elementos já analisados pelo Blog do Robert Lobato. Confira.

ATÉ TU, DINO?

Há um mês, Lula está preso em Curitiba.  No entanto, apesar de privado de sua liberdade, injustamente, é bom frisar, o ex-Presidente continua elegível e candidato à Presidência da República. Nesse aspecto, como o próprio petista já frisou, buscar um substituto para alguém que, como candidato não está ausente, é esperar espólio de pessoa viva. Já foram várias pessoas que sugeriram que o PT abandonasse Lula ao apoiar outro candidato, o que sempre soou para parte da militância como traição. Mas uma dessas declarações chamou a atenção: Flávio Dino, do PC do B, declarou em entrevista que o PT deveria desistir de Lula para apoiar Ciro Gomes. Assim, em uma só tacada, Dino abandonou Lula, a candidata de seu partido, Manuela d’Ávila, e apoiou um candidato que nutre profunda antipatia no eleitorado lulista.

Flávio Dino é considerado um dos melhores quadros políticos da atualidade. Governador do Maranhão, ele tem feito uma excelente gestão, com valorização de classes sucateadas pelas sucessivas gestões do clã Sarney, como os professores, por exemplo. Dino, que foi aprovado em primeiro lugar no concurso que Moro se tornou juiz, tem experiência no campo jurídico, pois já atuou como magistrado. Por isso a estranheza. Como um nome tão importante da esquerda propõe o abandono de Lula, ignorando que seu partido já tem uma candidata, tudo isso para apoiar Ciro Gomes, um candidato que, há poucos dias, destruiu as pontes com o PT e que tem pouca, ou nenhuma, identificação com o comunismo, a bandeira maior de seu partido.

Mesmo que ele tenha tentado amenizar as declarações nas redes sociais, suas palavras, ditas à imprensa tradicional (anti-lulista pela própria natureza), já haviam criado um grande impacto – negativo – e revelado uma face obscura do governador maranhense. “Está chegando o momento de admitir uma nova agenda. Se não oferecermos uma alternativa viável, você pode perder a capacidade de atrair outros setores do centro que se guiam também pela viabilidade; Ciro é hoje o melhor posicionado. Lula está inabilitado e o PT não tem nome capaz de unir nesse momento”.

Se não é razoável pensar que uma declaração acabaria com todo o legado de um político, também é certo que a decepção é um sentimento reservado apenas àquelas pessoas por quem já tivemos admiração. “Até tu, Brutus?” teria dito Júlio César ao ser esfaqueado pelas costas pelo seu aliado. A expressão se tornou uma metáfora amplamente usada para traições de onde menos esperamos. Por isso, repetimos: até tu, Dino?

Flávio Dino não perdoa Lula e por isso deseja Ciro Gomes, que é “um babaca”, segundo o petista Francisco Soares 12

O governador comunista passou a defender o nome de Ciro Gomes (ex-PDS, legenda sucessora da Arena; ex-PMDB, ex-PSDB; ex-PPS; ex-PSB, ex-Pros e agora PDT) porque não quer um nome do PT pelo simples fato de saber que uma candidatura petista ao Palácio do Planalto é mais forte do que a de Ciro e isso pode jogar água chope do comunista que ficaria cada vez longe de se tornar uma alternativa no plano nacional.

Flávio Dino não perdoa Lula. Flávio Dino se acha dono dos votos no Maranhão e que atualmente é o petista que precisaria dele e não o contrário.

Flávio Dino não perdoa Lula porque o ex-presidente, forçado pela conjuntura concreta e para garantir governabilidade em 2010, teve que fazer uma aliança local com o MDB mesmo com o Encontro Estadual do PT ter deliberado por coligação com o PCdoB.

Flávio Dino é mais um politiqueiro da esquerda um que torce para Lula ficar preso o suficiente para não nunca mais concorrer a presidência da República porque sonha em ser um dos “herdeiros” do legado do lulismo e da esquerda de uma forma geral. Mas, como o dizem os dirigentes do PSOL e do PCO “herdeiro só existe depois da pessoa morta”. No mínimo, quem faz essa tratativa são os contumazes falastrões e oportunistas, tais como Flávio e Ciro.

Flávio Dino passou a defender o nome de Ciro Gomes (ex-PDS, legenda sucessora da Arena; ex-PMDB, ex-PSDB; ex-PPS; ex-PSB, ex-Pros e agora PDT) porque não quer um nome do PT pelo simples fato de saber que uma candidatura petista ao Palácio do Planalto é mais forte do que a de Ciro e isso pode jogar água chope do comunista que ficaria cada vez longe de se tornar uma alternativa no plano nacional.

Flávio Dino não cumpriu o acordo com o deputado federal Waldir Maranhão para fazê-lo um dos seus candidatos a senador porque isso era da vontade do Lula, mas Flávio não perdoa o Lula.

Prefere, portanto, o “babaca” do Ciro Gomes, como bem diz, no vídeo abaixo, o engenheiro Francisco Soares, o Chicão, competente técnico em trânsito, mobilidade urbana e energia.

Diga aí, grande Chicão!

Em um só tempo, Flávio Dino descarta Lula e Manuela d’Ávila 16

Flávio Dino usa contra Lula do mesmo artifício que usou na campanha de 2010 quando saiu espalhando pelo Maranhão afora que Jackson Lago estava “ficha suja” e, mesmo que disputasse e fosse eleito governador, não assumiria o cargo porque seria cassado pelo Justiça Eleitoral.

Menos de uma semana após a presidente nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann afirmar que o nome de Ciro Gomes (PDT) “não passa no PT nem com reza brava”, eis que aparece Flávio Dino (PCdoB) para defender o justamente o pedetista como alternativa a uma candidatura petista a presidente.

Para o governador maranhense, “insistir em candidatura de ex-presidente [Lula] é derrotismo” e considera que o líder petista “está inabilitado” e que “o PT não tem nome capaz de unir nesse momento”.

Flávio Dino usa contra Lula do mesmo artifício que usou na campanha de 2010 quando saiu espalhando pelo Maranhão afora que Jackson Lago (PDT) estava “ficha suja” e, mesmo que disputasse e fosse eleito governador, não assumiria o cargo porque seria cassado pelo Justiça Eleitoral. Essa, digamos, “contra-campanha” do comunista contra Jackson prejudicou e muito o saudoso líder trabalhista.

Seja para aparecer na imprensa nacional como liderança das esquerdas brasileiras e tirar o foco de tanta pauta negativa do seu governo, ou apenas para criar um factoide político, o fato é que com a defesa do nome de Ciro Gomes para substituir Lula ou outro candidato do PT na corrida presidencial, Flávio Dino descarta, em só tempo, Lula e a pré-candidata Manuela d’Ávila, do seu partido.

Esse é o senhor Flávio Dino de Castro e Costa.