O “novo homem forte do Governo Flávio Dino” vai fazer algo por Zé Reinaldo, meu caro Jorge Aragão? 4

Se tiver essa “fortaleza” toda, Marcelo Tavares poderia, por exemplo, fazer de Zé Reinaldo o secretário da Representação do Maranhão em Brasília.

Li no blog do meu amigo Jorge Aragão o seguinte: “Desde o início do Governo Flávio Dino, em 1º de janeiro de 2015, o posto de “homem forte” da gestão comunista era de Márcio Jerry. Só que ficou vago por pouquíssimo tempo, já que o deputado estadual e chefe da Casa Civil, Marcelo Tavares já o ocupou.”

Bom, se realmente Marcelo Tavares for no “O novo homem forte do Governo Flávio Dino”, como analisa Jorge Aragão, o sobrinho do ex-governador José Reinaldo, criador de Flávio Dino, diga-se, terá a obrigação de posicionar o tio em algum posto no âmbito do governo do Estado, sob pena de não parecer ser tão forte assim e pior: ingrato!

Se tiver essa “fortaleza” toda, Marcelo Tavares poderia, por exemplo, fazer de Zé Reinaldo o secretário da Representação do Maranhão em Brasília.

Mas, Flávio Dino aceita?

Com a palavra Marcelo Tavares.

Ou mesmo meu amigo Jorge Aragão.

BRASÍLIA: Othelino Neto é recebido pelo ministro do STJ, Reynaldo Soares da Fonseca 2

Em Brasília, Othelino Neto é recebido pelo ministro do STJ, Reynaldo Soares da Fonseca

O presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado Othelino Neto (PCdoB), esteve em Brasília, nesta quarta-feira (6), para uma visita de cortesia ao ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Reynaldo Soares da Fonseca. Os dois conversaram sobre a importância do bom relacionamento entre os poderes.

“É razão de grande satisfação visitar o nosso conterrâneo e, com ele, ter uma conversa bastante produtiva. É imprescindível manter essa relação respeitosa e harmoniosa entre os poderes Executivo e Legislativo. Quando isso ocorre, considerando as prerrogativas de cada poder, quem ganha é a sociedade”, disse Othelino Neto.

O ministro do STJ afirmou que o respeito entre os poderes é essencial e destacou o empenho de Othelino Neto no Parlamento estadual maranhense.

“É uma satisfação enorme recebê-lo, por várias razões: ele conseguiu uma façanha extraordinária, que foi unir a classe política, e obteve uma eleição consagradora por unanimidade na Assembleia. O deputado tem respeito pela coisa pública, pelo bem comum, e prima pelo bom relacionamento. Por isso, estamos em boas mãos. É isso o que quer a Constituição: poderes independentes e harmônicos”, afirmou o ministro.

(Fonte: Ely Coelho / Agência Assembleia)

BRASÍLIA: Roberto Rocha representará o Nordeste em evento da UNEPP 6

O “Perspectivas” contará ainda com a participação do governador eleito pelo estado do Amazonas, Wilson Lima Miranda, e do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL/SP), filho do presidente eleito Jair Bolsonaro, também do PSL.

O senador Roberto Rocha (PSDB) participará do evento “Perspectivas”, promovido pela União Nacional de Ex-prefeitos e Prefeitos – UNEPP, em Brasília, amanhã, quarta-feira, 21, a partir das 8h.

Na oportunidade serão discutidas diretrizes administrativas, políticas e institucionais para os municípios brasileiros pelos próximos dois anos, já dentro uma conjuntura nacional sob comando do presidente Jair Bolsonaro (PSL).

Roberto Rocha: senador falará pelo Maranhão e a Região Nordeste.

Roberto Rocha participará na condição palestrante representando a Região Nordeste, a convite dos organizadores do evento. Além de destacar as potencialidades da Região e seus desafios do ponto de vista dos investimentos públicos e privados, o senador tucano fará uma exposição sobre a situação do estado do Maranhão, algumas ações do seu mandato e ainda o que o povo maranhense e nordestino espera do futuro Governo Federal.

O “Perspectivas” contará ainda com a participação do governador eleito pelo estado do Amazonas, Wilson Lima Miranda, e do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL/SP), filho do presidente eleito Jair Bolsonaro, também do PSL.

Sobre a UNEEP – A União Nacional de Ex-prefeitos e Prefeitos – UNEPP, criada em 2015, é uma entidade apartidária, independente, unitária e democrática, aberta a discussão permanente com a população, no propósito de contribuir para uma sociedade mais justa, solidária e igualitária. A UNEPP tem como um dos principais objetivos, orientar os ex-prefeitos, administradores e gestores em todo país, na solução dos problemas comuns com apoio de Assessoria Jurídica, Assessoria Contábil e às representações previdenciárias, além do receptivo em Brasília. “Iremos representar os interesses e anseios de nosso grupo por meio de serviços que entendam a demanda de cada um, afim de solucionar as questões de modo personalizado e com comprovada excelência. Nossa entidade priorizará a transparência, em todas as suas ações, por entender que o respeito às pessoas está baseado na confiança e na verdade do que se fala e se executa, como entidade representativa de classe”, palavras do presidente Raimundo Filho, ex-prefeito de Paço do Lumiar.

Ainda sobre o Mais Médico 6

Se o governo comunista de Cuba “garfa” parte do salário dos seus médicos isso é uma questão a ser resolvida entre os cubanos e não é Bolsonaro que deverá se prestar a fazer o papel de uma espécie de “Princesa Isabel” fora época.

E a polêmica continua.

O governo cubano anunciou que os médicos da ilha caribenha passarão o Natal em casa, pois vão deixar o Brasil após o presidente eleito Jair Bolsonaro impor condições para que esses profissionais continuassem atuando no Programa Mais Médico (PMM).

Há de tudo um pouco envolvendo essa questão do PMM e os médicos cubanos: desinformação, mistura de mentiras com verdades, oportunismo político (politicagem) e, claro, muita hipocrisia. Na verdade esse assunto virou uma verdadeira guerra de narrativas.

Há, ou havia, cerca de 8 mil médicos cubanos atuando no Mais Médico, profissionais que têm experiência em atendimento básico em saúde sobretudo em relação à Saúde da Família.

O presidente eleito argumenta que está “libertando os médicos cubanos da escravidão”, numa alusão ao fato do governo de Cuba ficar com cerca de 70% do salário dos profissionais que estão no PMM.

Ocorre, que há uma questão de ordem política, sociológica e cultural que envolve a forma como os médicos cubanos exercem sua profissão.

Ao contrário do Brasil, onde a Medicina é vista como uma profissão promissora financeiramente, tanto que os pais sonham com um filho médico, em Cuba a coisa é diferente, pois a profissão cumpre um papel social onde o famoso “Juramento de Hipócrates” é sagrado. Segue um trecho do juramento: “Estimar, tanto quanto a meus pais, aquele que me ensinou esta arte; fazer vida comum e, se necessário for, com ele partilhar meus bens; ter seus filhos por meus próprios irmãos; ensinar-lhes esta arte, se eles tiverem necessidade de aprendê-la, sem remuneração e nem compromisso escrito; fazer participar dos preceitos, das lições e de todo o resto do ensino, meus filhos, os de meu mestre e os discípulos inscritos segundo os regulamentos da profissão, porém, só a estes”.

É justamente por essa uma visão “mercantilista” da profissão, por assim dizer, que são poucos os médicos brasileiros que se dispõem ir lá para dentro do mato cuidar de gente pobre, quilombolas e índios. Isso é fato!

Já fui secretário municipal de Finanças no interior do Maranhão e no município pobre onde eu trabalhei, a prefeitura pagava 20 salários mínimos para uma médica na época.

Longe de mim querer que médicos, advogados, dentistas, engenheiros etc., sejam obrigados a fazer sacrifícios ou perder dinheiro em nome do “social”. Não se trata disso!

Trata-se, sim, de reconhecer a realidade de um país como o Brasil e de um outro país como Cuba.

Se o governo comunista de Cuba “garfa” parte do salário dos seus médicos isso é uma questão a ser resolvida entre os cubanos e não é Bolsonaro que deverá se prestar a fazer o papel de uma espécie de “Princesa Isabel” fora época.

No mais, é aguardar que o bom senso prevaleça tanto do lado de cá quanto do lado de lá.

Tratar uma questão humanitária como é o caso da saúde dos pobres em bases simplesmente ideológicas é ridículo.

Seja por porte de Brasília, seja por parte de Havana.

É a opinião do Blog do Robert Lobato.

ROMPIMENTO: Tema é escalado pelos Leões para demover Zé Reinaldo da sua posição 14

O prefeito Cleomar Tema foi um idealizadores dos ‘Encontros da Gratidão’, evento político que visa apoiar e consolidar o apoio dos prefeitos e demais lideranças municipalista à candidatura de José Reinaldo ao Senado Federal

O presidente da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão (Famem), prefeito de Tuntum, Cleomar Tema (PSB), foi escalado pelo Palácio dos Leões para demover o deputado federal José Reinaldo Tavares(sem partido) da sua posição de rompimento com o governador Flávio Dino (PCdoB).

Segundo uma fonte muito próxima a Tema, o prefeito embarcou agora a pouco para Brasília para se encontrar com Zé Reinaldo com a missão inglória de fazer o ex-governador voltar para o grupo governista.

“E por que missão inglória, meu caro Bob Lobato?“, perguntaria um leitor-torcedor pela reaproximação Tavares/Dino.

A resposta é simples: o Zé Reinaldo já deixou clara e publicamente que sua decisão não tem mais volta e que já está empenhado na construção de um novo campo político no Maranhão para disputar as eleições de 2018.

E quem acompanhou o rompimento de José Reinaldo com o grupo Sarney em 2005 sabe que quando homem decide uma coisa dessa magnitude… Já era!

Em tempo: O prefeito Cleomar Tema foi um dos idealizadores dos ‘Encontros da Gratidão’, evento político que visa apoiar e consolidar o apoio dos prefeitos e demais lideranças municipalistas à candidatura de José Reinaldo ao Senado e que deverá continuar mesmo após o rompimento do deputado com Flávio Dino. Ou não?

VÍDEO: “Serei candidato a senador em qualquer situação”, afirma José Reinaldo 5

O ex-governador avalia que as eleições para presidente da República terão bastante influência nos acordos para o pleito nos estados e sugeriu que o seu futuro partido, o DEM, atualmente próximo do governador Flávio Dino, poderá apoiar outro candidato ao governo

Em entrevista para um site Política Real (Brasília), que cobre a ação política da bancada do Nordeste no Congresso Nacional, o ex-governador e atual deputado federal José Reinaldo Tavares fez uma breve avaliação sobre o quadro político e partidário no Maranhão.

Próximo a filiar-se ao DEM – o ato político de filiação está previsto para acontecer no dia 10 de março – Zé Reinaldo avalia que as eleições para presidente da República terão bastante influência nos acordos para os pleitos nos estados e que as direções locais terão pouca autonomia para decidir em qual palanque de governador estarão, inclusive sugerindo que o seu futuro partido, atualmente próximo do governador Flávio Dino (PCdoB), poderá apoiar outro candidato ao governo.

“As eleições para presidente terão muita influência nos acordos para as eleições estaduais. Hoje o DEM está muito próximo do governador Flávio Dino, mas não se sabe como vai ficar essa configuração nacional. Só teremos certeza do quadro político depois da escolha dos candidatos [a presidente] dos principais partidos. De forma que acho que não vai haver uma liberdade muito grande nos diretórios estaduais para montar as suas coligações e isso pode manter ou não manter esse apoio incipiente entre o DEM e o Flávio Dino”, disse.

José Reinaldo aproveitou ainda para reafirmar a sua disposição em concorrer a uma vaga ao Senado Federal nas eleições de 2018, e que será candidato “em qualquer situação” porque possui “o apoio político dos prefeitos, da Famem (Federação dos Municípios do Estado do Maranhão) e uma estrutura política consolidada no estado”.

Confira a íntegra da entrevista com o pré-candidato a senador José Reinaldo Tavares em vídeo produzido por Enio Borgman.

Roberto Rocha tem participação destacada em reunião da bancada do PSDB com o governador Alckmin 8

Deputados e senadores tucanos se reuniram em uma galeteria em Brasília – Maria Lima / Agência O Globo.

O senador Roberto Rocha teve participação destacada durante uma roda de conversa entre deputados e senadores tucanos com o governador Geraldo Alckmin, em uma galeteria de Brasília, ontem, 6.

Segundo reportagem da jornalista Maria Lima (O Globo), as conversas entraram pela madrugada traçando cenários positivos da sua campanha eleitoral com o ex-presidente Lula fora do páreo.

Na conversa, o senador Roberto Rocha aconselhou Alckmin sobre a necessidade de ter a percepção sobre os dois Brasis que existem: o da metade para baixo do mapa que é azul, e o da metade para cima que é vermelho e onde está o Maranhão. Disse que da metade para baixo Alckmin já tem os 20% necessários para chegar ao segundo turno, mas é preciso que consiga penetrar na parte vermelha do mapa, onde programas como Bolsa Família e Luz para todos têm um peso muito grande.

“Seu desafio é entrar na parte vermelha da metade para cima do mapa, ter a percepção desses dois Brasis, disse Roberto Rocha.

O tucano maranhense é pré-candidato a governador e trabalha para formar uma amplo e forte palanque para o seu candidato a presidente da República, Geraldo Alckmin.

E isso tem tirado o sono de muita gente por estas terras onde cantam os sabiás…

População poderá ter acesso ao número do celular pessoal de Flávio Dino para “perturbar” o governador 15

Embora seja um número com o DDD (061) de Brasília, o povo poderá ligar ou mandar WhatsApp para o comunistas.

Não adiantou o editor do Blog do Robert Lobato pedir aos amigos, em post publicado mais abaixo, que não mandassem áudio de um programa da Rádio Mais FM apresentado por uma trinca de trapalhões.

Pois não foi que acabei de receber um maldito áudio do famigerado programa em que os apresentadores dizem que irão divulgar amanhã o número particular do senador Roberto Rocha (PSDB) para que a população possa “perturbar” o parlamentar?

O responsável por conseguir o celular do senador tucano foi o “Gordinho”. 

A ideia do trio trapalhão inspirou o Blog do Robert Lobato fazer o mesmo com o número do celular pessoal de Flávio Dino (PCdoB) para a população “perturbar” o governador sobre o “Mais Impostos”, “Mais Empréstimos”, “Aluguel Camarada”, “Asfalto Sonrisal” etc.

Embora seja um número com o DDD (061) de Brasília, o povo poderá ligar ou mandar WhatsApp para o comunistas.

O que os leitores acham da ideia?