COMUNIDADES INDÍGENAS: Waldir Maranhão cumpre agenda no Ministério da Saúde 2

A agenda faz parte do desdobramento da vista que Waldir Maranhão fez, no último domingo, 17, em Barra do Corda, quando integrou a comitiva liderada pelo senador e pré-candidato a governador Roberto Rocha

Dep. Waldir Maranhão foi recebido pelo secretário especial da Saúde Indígena Marco Toccolini.

O deputado federal Waldir Maranhão (PSDB) cumpriu na manhã desta quarta-feira, 20, agenda na Secretaria de Saúde Indígena, órgão do Ministério da Saúde, em Brasilia.

O parlamentar tucano foi recebido pelo secretário especial de Saúde Indígena, senhor Marco Antônio Toccolini.

Na pauta, as demandas que estão tramitando no Ministério em benefícios das comunidades indígenas no estado do Maranhão.

Essa agenda faz parte do desdobramento da vista que Waldir Maranhão fez, no último domingo, 17, em Barra do Corda, na companhia da comitiva liderada pelo senador e pré-candidato a governador Roberto Rocha (PSDB).

Na oportunidade, os pré-candidatos que integraram a comitiva foram recepcionados por índios de diversas comunidades.

Roberto Rocha ladeados por índios da tribo Canela.

Pelo que informou o secretário especial Marco Antônio Toccolini, estão em curso os procedimentos burocráticos para construção 8 poços em várias aldeias, sendo que dois já serão inaugurados no dia 29 deste mês: um na aldeia Pé de Galinha, em Barra do Corda, e outro na aldeia Planalto, no município de Jenipapo dos Vieiras, ambas pertencentes a tribo dos Guajajaras.

“Estamos cumprindo o nosso papel de parlamentar e vimos cobrar os compromissos dos órgãos públicos em Brasília com o estado do Maranhão. Quando da nossa passagem em Barra do Corda, no domingo passado, o nosso pré-candidato ao governo, senador Roberto Rocha, fez anúncio de várias ações a favor de municípios daquela Região, inclusive de construção de unidades habitacionais, sem falar que foi muito recebido pelas comunidades indígenas daquelas localidades. Agora temos a notícia da construção de poços em diversas aldeias, uma ótima notícia, diga-se”, comemorou Waldir Maranhão, que é pré-candidato a senador.

Ressalta-se que essas demandas no Ministério da Saúde favoráveis aos indígenas maranhenses, também conta com a atuação determinada do deputado federal Hildo Rocha (MDB).

Em Barra do Corda, Roberto Rocha reúne multidão em encontro de trabalhadores e trabalhadoras rurais 2

O senador Roberto Rocha, pré-candidato ao governo do estado e sua comitiva de pré-candidatos do PSDB ao Senado Federal, Câmara dos Deputados e Assembleia Legislativa, foram recebidos por uma multidão durante encontro com trabalhadores e trabalhadoras rurais de Barra do Corda e região, no último domingo, 17, na sede da AABB – Associação Atlética do Banco do Brasil.

O evento foi organizado pela União de Trabalhadores Rurais do município que agrega cerca de cinco mil produtores rurais de vários municípios e tem como objetivo principal fomentar políticas públicas voltadas para o homem do campo. Sete municípios marcaram presença: Fernando Falcão, Jenipapo dos Vieira, Tuntum, Dom Pedro, Grajaú, Itaipava do Grajaú e Presidente Dutra.

O ato em Barra do Corda foi a culminância das visitas liderada pelo pré-candidato a governador Roberto Rocha no final da semana passada. Na oportunidade, o Superintendente do Incra no Maranhão, George Aragão, anunciou a liberação de recursos para apoio inicial no valor de R$ 5.200,00; R$ 6.400,00 para fomento geral e 3.000,00 para o fomento mulher.

Estão de parabéns os organizadores desse grande ato que foi o encontro de trabalhadores e trabalhadoras rurais, nas pessoas de Odeane Sá, Damião da Conceição, Eliana Araújo, Laide Silva, Edinacir Miranda, Célia Virgínia, Cleiton Silva.

E outros encontros do tipo já estão sendo planejados.

Vale aguardar e conferir.

CASO NENZIN: Junior do Nenzin e o tratamento VIP na Unidade Prisional de Ressocialização 2

O juiz da 2º vara de Barra de Corda, Iran Kurban, que aceitou pedido de prisão preventiva Junior do Nenzin, teve conhecimento prévio dessa mudança de presídio e de tantos privilégios?

O empresário Junior do Nenzin, apontado pela Polícia Civil como autor do crime contra o seu próprio pai, o ex-prefeito de Barra do Corda, Manoel Mariano, o popular Nenzin, estaria recebendo tratamento VIP no novo presídio no qual se encontra em São Luís.

Segundo fontes seguras de dentro sistema de Segurança do Estado, o irmão do suspeito, deputado estadual Rigo Teles (PV), conseguiu junto ao governo Flávio Dino (PCdoB) colocar o “mano” sob cuidados especiais na Unidade Prisional de Ressocialização do Olho D’água.

É nessa unidade que Junior do Nenzin estaria sendo tratado como se estivesse um hotel, se não de cinco estrela, mas pelo menos de três.

Tudo é bem mais tranquilo do que em Pedrinhas, onde o suspeito estava quando deixou Barra do Corda sob custódia da polícia. Água mineral, cama confortável, direito a banho a qualquer hora do dia ou da noite, podendo ainda praticar atividades físicas, além de outros privilégios. Só falta o acusado de matar o seu genitor ter também o direito de dar uma voltinha básica na praia ou fazer compras no shopping da capital…

São coisas do tipo que reforçam a ideia, junto à sociedade, de que gente rica e influente politicamente tem tratamento diferenciado quando são presos. Já pobre, preto e puta têm que se contentar com judiações e maus-tratos em complexos penitenciários e delegacias pelo Maranhão afora.

A mesma fonte que informou a “vida boa” que Junior do Nenzin estaria desfrutando na Unidade Prisional de Ressocialização do Olho D’Água, também disse que ele não corria risco de morte onde encontrava-se antes de ser transferido. Portando, não havia a necessidade de tal transferência.

A pergunta que não quer calar é: O juiz da 2º vara de Barra de Corda, Iran Kurban, que aceitou pedido de prisão preventiva Junior do Nenzin, teve conhecimento prévio dessa mudança de presídio e de tantos privilégios?

BARRA DO CORDA: Da tragédia ao medo

Pessoas próximas à família do finado Nenzin estão preocupados com o que pode acontecer tanto com o Junior preso quanto se ele for solto

Não bastasse a tragédia que abateu a família do ex-prefeito de Barra do Corda, Manoel Mariano, o Nenzin, executado a sangue frio naquela fatídica quarta-feira, 6 de dezembro de 2017, outra sequência de fatos dramáticos rodam a vida da cidade localizada na Região Central do Maranhão.

Segundo informações que chegam ao Blog do Robert Lobato, a prisão de Junior do Nenzin, filho do ex-prefeito assassinado e principal suspeito de ter cometido tão absurdo crime, “criou um ambiente de verdadeiro pânico no seio da família” do ex-prefeito morto.

É que Júnior do Nenzin estaria mandando recados de que não pretende ficar muito tempo na prisão e, dessa forma, pressionando a família para que dê um jeito de libertá-lo, sob pena dele ser obrigado a se defender revelando “possíveis coisas” ocorridas no passado envolvendo os seus familiares.

Pessoas próximas à família do finado Nenzin estão preocupadas com o que pode acontecer tanto com o Júnior preso quanto se ele for solto.

A continuar preso corre o risco de causar estragos inimagináveis no seio da sua família, já que pode “jogar merda no ventilador”. E é tudo o que o poderoso clã barracordense não deseja, pois teme perder o poder político mais do qualquer coisa.

Do contrário, ou seja, se for solto de forma suspeita como uma espécie de “cala boca” cria-se um ambiente de extrema sensação de impunidade num município que já tem a má fama de que o crime compensa e que a pistolagem é mais forte do que lei.

Em 2012, por exemplo, o vereador Aldo Andrade foi vítima dessa pistolagem e acabou morto faltando menos de 15 dias para as eleições daquele ano. Até hoje a morte do edil é um caso em aberto e com os supostos mandantes andando pela cidade livres, leves e soltos. É esse histórico de impunidade que faz com que Barra do Corda continue manchada de sangue mesmo sendo um dos mais belos pedaços de chão deste estado.

O fato é que está longe de acabar esse drama na qual passa a cidade do Barra do Corda com o assassinato de ex-prefeito Nenzin.

E não só o drama da cidade, mas da própria família do senhor Manoel Mariano, o Nenzin, que ainda não conseguiu descansar em paz.

BARRA DO CORDA: Duas tragédias que abalaram uma cidade marcada pela violência 8

Em menos de dois meses a cidade de Barra do Corda virou palco de dois acontecimentos trágicos e violentos.

Barra do Corda, município localizado na Região Central do Maranhão, foi palco de dois trágicos acontecimentos que já fazem parte da crônica policial não somente do estado, mas, quiçá, do país!

No dia 9 de outubro, o comerciante Francisco Edinei Lima Silva, de 40 anos, morreu após ficar preso por cerca de 18 horas em uma jaula a céu aberto nos fundos de uma delegacia da Polícia Civil na cidade. O fato ganhou repercussão na imprensa nacional e expôs a fragilidade que persiste no sistema prisional do Maranhão.

Dois meses depois, mais precisamente na última quarta-feira, 4, Barra do Corda volta às páginas policiais desta feita com a execução do senhor Manoel Mariano de Sousa, conhecido também como Nenzim, ex-prefeito da cidade e destaca liderança política da região.

O ex-prefeito foi alvejado covardemente por Júnior de Nenzim, seu filho.

O motivo do filho executar o pai pode ser resumido em uma única palavra: dinheiro.

O filho assassino disputou a eleição de prefeito de Barra do Corda em 2016 e teria acumulado muitas dívidas de campanha. Então a forma nada engenhosa e honesta que encontrou para saldar os débitos foi roubar o pai, que, ao descobrir que estava sendo subtraindo nos seus bens pelo rebento, o confrontou e acabou pagando com a própria vida.

Essa história é trágica em todos os aspectos.

Em primeiro lugar, trata-se de algo que ocorre ao longo da história, ou seja, filhos matarem os pais e vice-versa. Lembram-se do “até tu, Brutus, meu filho?”, da Roma Antiga? Ou mesmo o caso da Suzane Richthofen, que planejou a morte dos próprios pais com os irmãos Daniel e Christian Cravinhos em outubro de 2002? Pois é.

Em segundo lugar, estamos falando de uma família que sempre esteve envolvida com casos de violência onde problemas incômodos podem, se fosse o caso, ser resolvidos à bala.

Depois, é mais um caso onde um filho que sempre teve tudo e todos a sua disposição não aceitar ser contrariado nem mesmo pelos país.

Comenta-se que Júnior de Nenzim era um dos filhos mais próximo do pai. E ainda que não fosse, o senhor Nenzim jamais temeria dar às costas para quaisquer um dos filhos com medo de levar um “balaço” na cabeça, mas, desgraçadamente, foi o que ocorreu.

Por fim, essa cara não é só calculista, covarde e um assassino frio. Júnior de Nenzim é sobretudo um burro, um tremendo idiota narcisista.

Acabou com a vida do pai, da mãe – dona Santinha -, dos seis irmãos, incluindo o deputado estadual Rigo Teles, enfim, acabou com toda a família.

Que presente de Natal esse Júnior de Nenzim resolveu dar aos seus e ao povo de Barra do Corda…

Roberto Rocha analisa situação da segurança no MA

Segurança: um pacto pela verdade (publicado originalmente no Jornal Pequeno, edição de domingo, 15)

“Pior, nos limites do grotesco, foi a nota do Governo debitando a conta ao governo anterior. Ou seja, exatamente o oposto do que fez o governador de São Paulo, isentando o adversário, aqui no Maranhão a culpa foi jogada sobre a adversária política. Custava admitir o absurdo, punir os agentes, chamar a si a responsabilidade e acenar com soluções para o futuro?”

Há certos temas que parecem estar sempre no ponto cego das políticas públicas. O mais grave deles, certamente, é a questão da segurança. Apesar de ser, hoje, uma tragédia social, apontada em todas as pesquisas de opinião como a preocupação central da população, o tema continua desafiando gestores públicos, governantes, lideranças e organizações sociais.

Basta ver que quando se trata da saúde, da educação ou do meio ambiente, há centenas, senão milhares de ongs dedicadas a essas causas. A segurança, no entanto, não merece esse prestígio.

Talvez por estar enraizada na nossa estrutura social desigual, com enormes dívidas de cidadania, o fato é que a execução das políticas de segurança é tributária de um modelo de contenção social, de viés militar, baseado no uso da força, das ações policiais armadas, da lógica repressiva.

Há boas experiências em curso, baseadas noutra lógica, como é o caso do gerenciamento dado pelo Governo de São Paulo, que vem registrando sucessivas baixas nos índices de homicídios. Esse resultado é fruto de ações permanentes desenhadas no Plano de Combate aos Homicídios, seguido do fortalecimento das agências policiais e o uso de projetos de tecnologia e inteligência policial.

Mas para que essas ações deem resultado, há que ter uma nítida cadeia de comando, atuando com metas claras e o reconhecimento real do problema.

Ainda esta semana o governador Geraldo Alckmin afastou um delegado, sem alarde e sem espetacularização, pelo fato do agente ter excedido de suas funções, ao promover uma ação de busca a partir de uma denúncia anônima. E, vale dizer, essa ação atingia o filho do ex-presidente Lula, um adversário político.

Bem diferente do que vimos esta mesma semana no Maranhão. Aqui, agentes da lei enjaulavam seres humanos numa horrenda cena pública de humilhação e barbárie. A morte trágica de um empresário, encarcerado por um simples incidente de trânsito, desencadeou protestos pelo Brasil todo, merecendo aqui, no entanto, um eloquente silêncio da Secretaria de Direitos Humanos do Estado.

Pior, nos limites do grotesco, foi a nota do Governo debitando a conta ao governo anterior. Ou seja, exatamente o oposto do que fez o governador de São Paulo, isentando o adversário, aqui no Maranhão a culpa foi jogada sobre a adversária política. Custava admitir o absurdo, punir os agentes, chamar a si a responsabilidade e acenar com soluções para o futuro?

A segurança tem que ser entendida como um bem público, cujo centro está na cidadania. Há que se redefinir o pacto federativo, dando condições para os municípios também atuarem, em conjunto com os governos Federal e Estadual. Eu mesmo já propus uma alteração na Constituição (PEC 33/2014) definindo dotação orçamentária para os entes municipais. O projeto já foi aprovado na CCJ e aguarda votação no plenário.

Transformar o paradigma de segurança exige continuidade das políticas públicas, planejamento, modernização de sistemas e mobilização social. E, principalmente, um pacto de verdade entre o Governo e os cidadãos, É necessário que através desse pacto o Governo gere informações estatísticas confiáveis, reconheça a gravidade do problema e não escamoteie as responsabilidades pelas quais o povo, soberanamente, lhe outorgou o mandato.

*Roberto Rocha* senador da República.

MEDIOCRIDADE: Enquanto gente está morrendo nos “gaiolões” espalhados pelo MA, o secretário de Direitos Humanos comemora inauguração de poço 8

Ao que parece, há uma seletividade nos movimentos de diretos humanos, pois quando a vítima é um marginal logo saem em defesa e pedindo punição às autoridade públicas, mas como nesse caso do gaiolão de Barra do Corda a vítima foi um empresário, aí neguinho cala boca.

É de deixar qualquer um embasbacado o silêncio do secretário de Direitos Humanos, Francisco Gonçalves, sobre a morte do empresário Francisco Ediney, ocorrida numa delegacia na cidade do Barra do Corda.

Francisco Ediney morreu depois de passar várias horas exposto ao sol no “gaiolão da tortura” sem sequer ter o direito de tomar água e os remédios para hipertensão.

O clima em Barra do Corda é de total indignação até porque o senhor Francisco Ediney era tido como um homem de bem e muito querido na cidade, tanto que houve um grande protesto na cidade logo após a sua morte e neste sábado, a partir das 17h, está prevista outra grandiosa manifestação em protesto pela morte do empresário e contra a omissão do Governo do Estado em relação ao caso.

Gailões em quanto “política de Estado”

Existem pelo menos uns 50 “gaiolões da tortura” espalhados pelo Maranhão. O episódio de Barra do Corda, portanto, não é um caso isolado.

Segundo um experiente delegado da Polícia Civil, já aposentado, em conversa com o Blog do Robert Lobato, a prática dos gaiolões funciona “quase como uma política de Estado do sistema prisional maranhense”.

Ora, se é assim como o diz o delegado aposentado então conclui-se que a tal “herança maldita” deixada pela ex-governadora Rosana Sarney (PMDB), como os comunistas gostam de vociferar, não é tão maldita assim, já que o atual governo segue com a mesma política dos “gaiolões da tortura”.

Além do silêncio sepulcral do secretário Francisco Gonçalves, que prefere ir para as redes sociais comemorar inauguração de poço, chama atenção também o silêncio de personalidades notórias que militam pelos direitos humanos, tais como Wagner Cabral, Luis Antônio Pedrosa, Digo Cabral, Josiene Gamba entre outros.

Ao que parece, há uma seletividade nos movimentos de diretos humanos, pois quando a vítima é um marginal logo saem em defesa e pedindo punição às autoridade públicas, mas como nesse caso do gaiolão de Barra do Corda a vítima foi um empresário, aí neguinho cala boca.

O fato é que esse caso de Barra do Corda ainda vai dar muito o que falar.

Continuem em silêncio ou não o secretário de Direitos Humanos do Governo do Maranhão e entidades e personalidades que atuam na área.

Gaiolão Medieval: Após três anos de governo, Flávio Dino mantém “herança maldita” de Roseana Sarney

Ora, meu caro Flávio Dino, que “herança maldita” é esta que persiste impunemente depois de três anos que o senhor assumiu as rédeas do poder no Maranhão? É incompetência, desleixo, insensibilidade ou o quê, governador?

O Maranhão foi colocado novamente na imprensa nacional de forma negativa.

Dessa vez, o motivo foi a “descoberta” de uma gaiola humana, chamada de “Gaiolão Medieval”, localizada no município de Barra do Corda, Região Central do estado.

Como de costume, Flávio Dino (PCdoB), ao invés de assumir suas responsabilidades enquanto governador do Maranhão, prefere creditar a terceiros as mazelas da sua gestão. E mais uma vez culpa a ex-governadora Roseana Sarney (PMDB) pela situação vexatória da delegacia de Barra do Corda.

Ora, meu caro Flávio Dino, que “herança maldita” é esta que persiste impunemente depois de três anos que o senhor assumiu as rédeas do poder no Maranhão? É incompetência, desleixo, insensibilidade ou o quê, governador?

O Blog do Robert Lobato desconfia que é tão somente… cinismo!

Cinismo de um governador que revela-se, a cada dia, ser o coveiro da esperança dos maranhenses.

Fiquem com a reportagem do Bom Dia Brasil