BOMBEIROS-MA: O sonho do pequeno Pedro

Pedro é um garoto de apenas 4 anos, risonho, feliz e brincalhão como a maioria dos meninos de sua idade. Ele sempre foi fascinado pelos bombeiros, quando ouve a sirene do caminhão de incêndio então, corre para olhar o grande carro vermelho passar.

Pedrinho quer se tornar um bombeiro quando crescer, mas antes, precisa vencer uma importante batalha, o menino luta contra um câncer no estômago e apesar de muito pequeno para esse combate, mostrou-se um gigante ao declarar seu sonho de ser um dia, um herói.

Na última quarta-feira, 3 de outubro, Pedro completou 4 anos e pediu a seus pais que um bombeiro fosse convidado para sua festa de aniversário, o subtenente BM Elias Fonsceca, ao receber a solicitação da família, tratou de fazer algo mais, e com apoio do comandante geral do Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão, Cel Célio Roberto; e do comandante do Centro Tático Aréreo (CTA), coronel Ismael, organizou um verdadeiro dia de bombeiro em homenagem ao garoto.

Ao chegar nas instalações do CTA, Pedrinho estava surpreso em olhar as aeronaves de perto, em seguida, mostrou muita coragem na simulação de salvamento em altura. Mas o melhor ainda estava por vir, acompanhado de seus pais, Pedro fez um sobrevoo pela ilha de São Luís e ficou encantado com cada detalhe visto lá do alto.

De volta, ao pousar no hangar no CTA, uma equipe do Batalhão de Busca e Salvamento (BBS) o recebeu com as sirenes das viaturas do Corpo de Bombeiros ligadas, o momento foi marcado por muita emoção, os militares prestaram continência ao menino e em seguida o levaram no caminhão de incêndio até a sua casa, onde participaram de sua festa de aniversário.

“Queria agradecer muito a equipe envolvida que se empenhou na realização desse sonho, isso tudo é uma forma de compensar o sofrimento que ele vem passando com o tratamento da doença, todos nós estamos lutando pela vida dele”, declarou a Sra. Lura Tuany, mãe de Pedrinho.

O dia em que viveu um pouco do seu sonho tão cedo não será esquecido pelo garoto. Os Bombeiros saíram muito satisfeitos por ganharem um novo amigo e depois de sentirem de perto a alegria presente naquele sorriso, estão certos de que Pedrinho sairá vitorioso dessa batalha.

(Fonte: Site do CBM-MA)

BIG BROTHER BRASIL: James Onda no BBB-2019? 8

O polêmico James Garcês, mais conhecido como “James Onda”, poderá ser o primeiro maranhense a participar do Big Brother Brasil, o reality show mais famoso do país.

James Onda confirmou ao Blog do Robert Lobato que poderá atender aos apelos dos seus fãs e inscrever-se no BBB-2019.

As seletivas dos participantes vão passar por 12 cidades e pela primeira vez São Luis estará entre elas, o que pode ser um bom presságio para o polêmico, mas querido James Onda.

É aguardar e conferir.

Como administrar no século XXI?

Para uma boa administração, é preciso inovar

Publieditorial, PÓS ADM FGV, via administradores.com

Em um mundo que passa por mudanças diariamente, os administradores de negócios de todas as áreas se encontram diante de um dilema: qual a melhor maneira de administrar no século XXI? Por mais que uma boa gestão tenha alguns princípios fundamentais que não mudam, como organização e planejamento, há questões específicas que precisam ser observadas juntos aos desafios deste novo século.

Primeiramente, é preciso reconhecer que o cenário atual pede preparo e atualizações constantes. São inúmeras as empresas que acabaram indo à falência nos últimos anos porque não souberam reconhecer as mudanças do mercado e acabaram insistindo em modelos de negócios que não eram mais adequados e sustentáveis ao longo prazo. O administrador deste novo século compreende que readaptar é preciso, e que ser flexível é uma qualidade. Tudo isso, é claro, sem perder a sensatez: ele deve ser criterioso na hora de aderir a tendências, para evitar que o negócio ou empresa aposte demais em tendências passageiras.

Para uma boa administração, também é preciso inovar. E se engana quem acredita que a inovação é difícil de ser alnçada, que requer necessariamente investimentos altos e grandes tecnologias. Para inovar, basta enxergar novas possibilidades e executar mudanças que resultem em melhorias. Em organizações, por exemplo, é possível estimular a inovação apenas promovendo um ambiente em que é possível a troca de ideias, experiências e expertise de diferentes áreas. Incentivando equipes com conhecimentos diferentes a interagirem ou resolverem problemas pode levar a ideias que não surgiriam se todos estivessem concentrados em suas áreas específicas.

Além disso, é importante lembrar que a chave de qualquer negócio são as pessoas. Com tantas tecnologias disponíveis, é possível que o administrador esqueça que qualquer bom desempenho depende da qualidade da equipe. Não há dispositivos, ferramentas ou aparatos tecnológicos que superem um time treinado, motivado e que trabalha em sintonia. É imprescindível, também, lembrar do público que você deseja impactar. Assim como o mercado, as pessoas também mudam, e suas necessidades e comportamentos evoluem. Ter visão para entender o consumidor e quais são as suas demandas faz toda a diferença.

E você, o que acredita que é necessário para administrar no século XXI? Se seu desejo é ser um profissional preparado, atualizado em todas as práticas e teorias mais recentes e importantes do mercado, não deixe de conhecer o PÓS ADM FGV.

Como é ser ambivertido, pessoa que combina duas dimensões opostas da personalidade 2

Todos caímos em algum ponto do espectro introversão-extroversão, mas a maioria de nós tende a se situar em uma zona intermediária da escala.

Todos caímos em algum ponto do espectro introversão-extroversão, mas a maioria de nós tende a se situar em uma zona intermediária da escala — Foto: Getty Images via BBC

G1

Como dizia o psiquiatra suíço Carl Jung, “ninguém é puramente extrovertido ou puramente introvertido, ou estaria confinado em algum manicômio”.

Todos nós caímos em algum ponto no espectro da introversão-extroversão, mais perto ou longe de um extremo ou do outro.

Há pessoas, porém, que tendem a se localizar em uma zona intermediária da escala, como explicam os psicólogos, e podem ter características de ambos os lados dessa faixa.

São os chamados “ambivertidos” e “têm o melhor de dois mundos”, já que “podem tirar proveito dos pontos fortes de introvertidos e extrovertidos de acordo com a necessidade”, diz o Quiet Revolution, popular site que diz ter como missão “desbloquear o poder dos introvertidos para o benefício de todos”.

“Os ambivertidos são pessoas fascinantes, que podem ser excelentes conversadores e excelentes ouvintes ao mesmo tempo”, diz a comunidade da web Introvert, Dear, criada por Jennifer Granneman, autora do livro A vida secreta dos introvertidos.

Mas existe realmente uma explicação científica para a ambiversão ou ela é apenas um jeito popular de se referir a uma pessoa “comum”?

O que prefere?

Para entender melhor o que significa, é preciso saber o que são a introversão e a extroversão.

Os introvertidos “obtêm energia de seu mundo interior”, segundo a conhecida classificação Myers-Briggs, baseada nos ensinamentos do psiquiatra suíço Carl Jung, e tendem a preferir ficar sozinhos ou fazer coisas que envolvem estar sozinhos, como ler ou pintar, por exemplo.

Mas isso não significa que eles sejam “antissociais”. Eles gostam de socializar e fazem isso de uma maneira diferente dos extrovertidos.

Estes últimos geralmente obtêm energia das interações sociais.

Os psicólogos contemporâneos, por sua vez, não usam a ideia de “energia” e definem as duas dimensões da personalidade simplesmente como “a tendência a ser sociável versus a tendência a preferir estar só”, diz John Mayer, professor de psicologia na Universidade de New Hampshire, nos Estados Unidos.

Origem
O primeiro a usar o termo “ambivertido” foi o psicólogo americano Edmund S. Conklin, em 1923, diz Ian Davidson, professor de Psicologia da Universidade de York, no Canadá, em um artigo de 2017.

Davidson detalha que um psicólogo da época dizia que Conklin “inventou a palavra” para descrever aqueles que estão localizados entre introvertidos (que vivem dentro da própria cabeça) e extrovertidos (que vivem fora dela).

“Como eles não se encaixam na classe extrovertida ou introvertida… para mim, os ambivertidos são, de longe, os mais normais e saudáveis”, afirmou Conklin.

Davidson explica que as principais características dos ambivertidos, para Conklin, eram seres “normais, saudáveis, adaptáveis, flexíveis e eficazes”.

Desde então, o termo passou despercebido por psicólogos e psiquiatras porque “eles simplesmente não viam a utilidade de uma categoria para pessoas normais ou comuns”, diz Davidson

Mas nos últimos 10 ou 20 anos a situação mudou.

Equilíbrio
O significado de “ambivertido” continua basicamente o mesmo, mas ganhou definições mais detalhadas dos psicólogos modernos.

Às vezes, os ambivertidos agem de forma um tanto extrovertida, e outras vezes, de uma maneira mais auto-reflexiva, mas sem se identificar mais com um lado do que com o outro”, diz Mark Leary, professor de psicologia e neurologia da Universidade de Duke, na Carolina do Norte (EUA), em entrevista à BBC News Mundo, o serviço em espanhol da BBC.

“Eles mostram uma mistura de características. São um pouco dos dois”, acrescenta.

Ronald Riggio, professor de Liderança e Psicologia Organizacional do Claremont McKenna College, na Califórnia, os descreve como pessoas que “não são muito faladoras nem egocêntricas demais”.

“Eles não têm uma forte necessidade de interagir com outras pessoas (como fazem os extrovertidos), nem de buscar a solidão com frequência (introvertidos)”, acrescenta.

Os ambivertidos são “pessoas flexíveis que podem ser introvertidas ou extrovertidas, dependendo das condições sociais”, observa o professor Mayer, de New Hampshire.

Eles também podem ser comparados a pessoas bilíngues, que podem falar o “idioma” tanto dos introvertidos quanto dos extrovertidos.

“Eles podem se conectar com uma maior quantidade de pessoas da mesma maneira que alguém que fala inglês e espanhol”, disse o escritor e psicólogo americano Daniel H. Pink ao jornal The Wall Street Journal em 2015.

O Professor Riggio afirma que “a maioria das pessoas é ambivertida, talvez dois terços da população”.

Então é provável que você seja um deles ou que conheça muitos.

No dia da eleição, por favor, transe

Por Dolores

Aconteça o que acontecer neste domingo, transe. Não importa quais botões você escolheu apertar na urna, quais combinações achou ideais: transe. Se é fã do candidato A, B ou C (do D também, até mesmo do F está valendo), enfim, não importa, o que é realmente fundamental é que você faça o quê? Transe.

Porque, em tempos frenéticos, seja com desfecho de vitória ou derrota, há algo de que se esquece e, no fim das contas, é a única coisa que salva e alivia a mente do caos democrático monotemático. O sexo distrai, constrói, dá esperança, alivia. Gozar lava a alma, molha tudo, muda o foco.

Aproveite a volta da seção eleitoral, já vá tirando tudo antes mesmo de fechar a porta de casa, arranque sapatos, a calça, desabotoe o sutiã dela, vá lambendo a orelha bem lá dentro, mordendo de leve a nuca, largue o título no chão mesmo, ajoelhe, enfie o moço todo na boca, engula a menina, chafurde entre as nádegas do seu eleitor favorito e chupe tudo até não sobrar uma gota.

Esqueça, por uns bons momentos – nada de rapidinha hoje, que dia de eleição exige afinco  – que amanhã o país já amanhece diferente, que o futuro pode ou não existir, que a segunda-feira talvez tenha sol ou trevas profundas, e mergulhe nos cabelos todos do ser amado, enfiando a cara com dedicação entre os pentelhos todos com a ideia de esquecer do mundo.

Aspire os cheiros. Aja feito um animal movido a eles. De que importa qual dezena veio antes do “confirma” quando todo aquele oásis se apresenta deitado no seu colchão? Um corpo oferecido e aberto, suando em sintonia, vazando mel por todos os cantos, empesteando o ar de perfume de dobras e mucosas? Capriche, manobre, endureça o máximo que pode.

E, aconteça o que acontecer, transe. Coma com força e carinho, sente na cara de quem adora, rebole, empurre. Vamos desaprender um pouco das funções de sobrevivência, e focar na saciedade hedonista de quem não faz ideia do que vai estar do lado de fora da janela ao abri-la no dia seguinte. Sobretudo porque vai que o universo acaba? Ao menos há a certeza de que chegaremos deliciados ao buraco negro do fim do mundo.

(Fonte: Coluna “X do Sexo”, Folha de São Paulo)

FAKE NEWS: Editor de política do Jornal O Estado do MA nega demissão do matutino “do outro lado da ponte”

O editor de política do Jornal O Estado do Maranhão, jornalista e blogueiro Marco D’Eça, afirmou ao Blog do Robert Lobato que se trata de “fake news” que ele tenha sido demito do matutino “do outro lado da ponte”.

“Nada a ver. Alguém vê algo, não entende e interpreta do jeito que quer. Já li tanta bobagem sobre essa minha demissão'”, disse ‘D’Eça.

Alô, companheiros de elite

Não vamos deixar o pavor instruir nossas escolhas

Ricardo Semler, sócio-fundador das escolas Lumiar e da holding de investimentos Semco Partners – Eduardo Anizelli – 24.ago.18/Folhapress

Ricardo Semler, via Folha de São Paulo

Na Fiesp, quando eu tinha 27 anos e era vice do Mario Amato, convidávamos outsiders para uma conversa no bar. Chamei o FHC, que estava na mídia com a pecha de maconheiro.

Chamamos os 112 presidentes de sindicato, vieram 8. Ninguém topava falar com “comunista”. Alguns anos depois, fui ao Roda Viva para alertar contra a eleição do Collor, queridinho passional das elites.

Recentemente, realcei que a ida das elites à Paulista para derrubar a Dilma equivalia a “eleger” o Temer e seus 40 amigos. Ninguém da elite quis ir às ruas para pedir antecipação de eleições.

Erraram feio, como no passado, ou como quando deram as chaves da cidade ao Doria. Quanta ingenuidade.

Agora, estremeço ao ouvir amigos, sócios e metade da família aceitando a tese de que qualquer coisa é melhor do que o PT. Lá vamos nós, de novo. As elites avisaram que 800 mil empresários iriam para o aeroporto assim que Lula ganhasse. Em seguida, alguns dos principais empresários viraram conselheiros próximos do homem.

Sabemos que, em vencendo Haddad, boa parte da Faria Lima e da Globo se recordará subitamente que foi amiga de infância do Fernandinho – “tão boa pessoa, nada a ver com o Genoino, gente!”.

A reação de medo e horror da esquerda, Ciro incluso, é ignorante. Vivemos, nós da elite, atrás de muros, cercados de arames farpados e vidros blindados, contratando os bonzinhos das comunidades para nos proteger contra favelados. Oras, trocar vigias com pistolas por seguranças com fuzis é um avanço? Ou é melhor aceitar que o país é profundamente injusto e um lugar vergonhoso para mostrarmos para amigos estrangeiros?

Vamos continuar na linha do projeto Marginal, plantando ipês lindos para desviar a atenção do rio?

Não compartilho com os pressupostos ideológicos do PT e — até pouco — fui filiado a um partido só, o PSDB.

Nunca pensei em me filiar ao PT, nunca aceitaria envolvimento num Conselhão de Empresários, por exemplo.

Apenas reconheço que as elites deste país sempre foram atrasadas, desde antes da ditadura, e nada fizeram de estrutural para evitar o sistema de castas que se instalou.

Nenhum de nós sabe o que é comprar na C&A e ser seguido por um segurança para ver se estamos para roubar, por sermos de outra cor de pele. Todos nós nos anestesiamos contra os barracos que passamos a caminho de GRU, com destino à Champs Élysées.

Este é um país que precisa de governo para quem tem pouco, a quase totalidade dos cidadãos.

Nós da elite, aliás, sabemos nos defender.

Depois do susto, o dólar cai, a Bolsa sobe, e voltamos a crescer.

Estou começando três negócios novos neste mês.

Qual de nós quer pertencer ao clube dos países execrados, como Filipinas, Turquia, Venezuela?

É um clube subdesenvolvido que foi criado à força, mas democraticamente, bradando segurança e autoridade forte. Soa familiar?

Quem terá coragem, num almoço da City de Londres, de defender a eleição de um capitão simplório, um vice general, um economista fraco e sedento de poder, e novos diretores de colégio militares, com perseguição de gays, submissão de mulheres e distribuição de fuzis à la Duterte?

Lembrem-se desta frase do Duterte, a respeito de uma australiana violentada nas Filipinas: “Ela era tão bonita —eu deveria ter sido o primeiro”. Impossível imaginar o Bolsonaro dizendo isso?

Colegas de elite, acordem. Não se vota com bílis.

O PT errou sem parar nos 12 anos, mas talvez queria e possa mostrar, num segundo ciclo, que ainda é melhor do que o Centrão megacorrupto ou uma ditadura autoritária. Foi assim que a Europa inteira se tornou civilizada.

Precisamos de tempo, como nação, para espantar a ignorância e aprendermos a ser estáveis. Não vamos deixar o pavor instruir nossas escolhas. O Brasil é maior do que isto, e as elites podem ficar, também. Confiem.


Ricardo Semler
Empresário, sócio da Semco Style Institute e fundador das escolas Lumiar; ex-professor visitante da Harvard Law School e de liderança no MIT (EUA)

https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2018/10/alo-companheiros-de-elite.shtml

Que virtude você pode praticar para se comunicar melhor? 2

Não tem mágica. Quem deseja se comunicar melhor, realmente deve aprimorar seu jeito de ser para que isso reflita na comunicação. E o caminho para isso é a prática de VIRTUDES.

Aurea Regina de Sá, administradores.com.br

O QUE SÃO VIRTUDES?

Virtudes são práticas do bem que, se realizadas de forma periódica, podem ser internalizadas para que as ações sejam naturais e repetidas. Todos nós conhecemos as virtudes e de alguma forma aprendemos como praticá-las, mas será que CONTINUAMOS PRATICANDO VIRTUDES NO DIA A DIA?

Será que a correria não te deixa ser GENTIL, porque tem pressa demais para dar passagem para outro motorista, no trânsito, ou para um pedestre? Será que o ritmo do seu dia é tão intenso que não é possível ESCUTAR O OUTRO com intensidade mesmo para entender o que ele pensa e sente e por que motivo age e reage de determinada maneira?

Então, é hora de parar e SE PERCEBER. E, para se perceber, é necessário estar ACORDADO. Quem não se percebe, pode estar anestesiado, repetindo pensamentos, falas e ações não favoráveis sem notar que isso acontece e nem os resultados que promove.

E COMO SE PERCEBER?

Viver o AGORA é o melhor caminho para ganhar mais domínio sobre a ação de se perceber. E estar no Agora não significa apenas deixar de pensar no passado ou se pré-ocupar com o futuro. ESTAR NO AGORA é viver o momento presente em todos os aspectos. Vou te dar algumas sugestões de como praticar o agora para depois replicar a ação para outros comportamentos:

– OLHE para o outro observando tudo, olhe nos olhos para criar mais conexão, perceba se o olhar é triste, inseguro ou de alegria e use essa reflexão para entender como lidar com seu interlocutor. Olhar para o outro não deve ser um ato mecânico e sim um ato de amor;

– OUÇA a voz do outro com os ouvidos abertos. Entenda além das palavras e perceba o humor do outro para ajustar o seu comportamento e tirar melhor proveito dessa relação.

Você pode começar por aí e depois desse treino poderá exercitar tudo isso em você mesmo. Confira um exercício simples, possível de ser feito a qualquer hora:

– SINTA a sua respiração. Você sabe que respira, mas talvez nem se dá conta de que está respirando. Puxe o ar e solte entendendo que está realmente fazendo isso. Viva essa experiência realmente!

Assim, você começa a sua jornada de maior percepção. Internalizar esse novo hábito de viver no agora poderá gerar muitos aprendizados que você poderá aplicar em suas interações, nas situações de comunicação. Aproveito para eleger uma virtude e pratique durante esta semana para alterar a sua forma de se perceber e se comunicar também.

Pratique e analise os avanços.