Tragédia em Campinas reacende debate sobre armamento da sociedade

O assunto é pra lá de polêmico e quem dera envolvesse apenas aspectos técnicos e dados científicos. Não, infelizmente o tema está envolto a meio de ingredientes políticos, partidários e ideológicos.

O delinquente Euler Fernando Grandolpho, de 49 anos, matou quatro pessoas e feriu outras quatro antes de cometer suicídio.

A cena do crime foi Catedral Metropolitana de Campinas (SP), dando ao lamentável episódio um quadro ainda mais dramático.

Essa tragédia em Campinas reacende o debate sobre armamento versus desarmamento da sociedade brasileira.

O assunto é pra lá de polêmico e quem dera envolvesse apenas aspectos técnicos e dados científicos. Não, infelizmente o tema está envolto a meio de ingredientes políticos, partidários e ideológicos.

Sem entrar no mérito de ser a favor ou contra armar ou não a população, dados da Polícia Federal, requeridos pelo Instituto Sou da Paz via Lei de Acesso à Informação, mostram que a quantidade de armas vendidas no comércio legal entre 2004 e 2017 já supera o número de unidades entregues voluntariamente por meio da campanha do desarmamento, criada em 2004. No período de 2004 e 2017 foram vendidas 805.949 armas de fogo no Brasil de forma legal, enquanto a população entregou voluntariamente 704.319 unidades, segundo matéria da BBC Brasil com base em dados da PF (veja aqui).

É evidente que o cidadão de bem que compra uma arma o faz para defender-se da violência que assola ao país uma vez que a segurança pública está falida e, dessa forma, não consegue proteger a população.

Bene Barbosa, presidente da ONG Viva Brasil e autor do livro “Mentiram para Você sobre o Desarmamento” resume bem esse sentimento quando afirma:

“A política de desarmamento passou uma mensagem muito clara aos criminosos de que a população está desarmada. Os criminosos têm mais poder, pois eles sabem que a chance de encontrar uma reação é mínima”.

Porém, para o diretor executivo do Instituto Sou da Paz, Ivan Marques, a sociedade armada não a faz mais segura. E sustenta:

“É muito comum ouvir que o estatuto desarmou o cidadão de bem e deixou o criminoso armado. Essa é uma concepção errada da realidade. Pelo contrário, ele permitiu que o cidadão que não queria mais ter uma arma pudesse entregá-la com segurança e permitiu que a polícia desarme o criminoso”.

Mas, voltando ao caso de Campinas, o amigo jornalista Gilberto Léda fez um comentário curioso, em forma de questionamento, quando este blogueiro afirmou, via a rede social do Twitter, que os assassinatos praticados por Euler Grandolpho reacenderia o debate sobre o armamento da sociedade, daí o título deste post. Assim:

“E se o atirador soubesse que lá dentro poderia haver um monte de gente armada?”, questionou Gilberto Léda.

Bom, como não havia entrado na questão do mérito se é melhor armar ou desarmar a sociedade, apenas respondi ao amigo que o seu comentário/questionamento acabou me dando razão de que a tragédia na Catedral de Campinas reacenderia o debate.

De qualquer modo, imaginem vocês, caros leitores, fiéis irem à missa armados até os dentes, do que valeria a maior arma de um cristão que é a Bíblia ainda mais estando em um templo?

Já outro amigo, também jornalista, José Linhares, comentou sobre a minha postagem no Twitter o seguinte: “É mesmo? Nos EUA todas as vezes que acontece dizem que é preciso proibir. Aqui no Brasil já é proibido (para cidadão de bem)”.

No afã de contrariar minha afirmativa, Linhares cometeu um equívoco.

Em verdade, os Estados Unidos mesmo sendo o paraíso das armas de fogo onde todo cidadão pode comprar, por exemplo, qualquer modelo de fuzil usado pelas forças armadas americanas com a mesma facilidade que uma criança compra um algodão doce na Disneylândia, a violência rola solta e os índices de assassinatos de pessoas de bem são altos mesmo a sociedade estadunidense podendo andar armada tal como nos tempos do velho oeste.

Enfim, o fato é que os comentários e questionamentos tanto de Gilberto Léda quanto de José Linhares me deram razão: a tragédia em Campinas reacende debate sobre armamento da sociedade.

E todo debate é proveitoso numa sociedade democrática.

É isso aí!

Papai Noel é recebido em clima de festa na Assembleia Legislativa do Maranhão

Papai Noel é recebido em clima de festa na Assembleia Legislativa do Maranhão

Na presença de muitas crianças, servidores, parlamentares e convidados, Papai Noel chegou à Assembleia no início da noite desta segunda-feira (10), marcando o início das festividades natalinas no Poder Legislativo Estadual. A presença do bom velhinho é uma iniciativa do Grupo de Esposas de Deputados do Maranhão (Gedema), presidido por Ana Paula Lobato.

“A Assembleia é a casa do povo e ela está enfeitada para o fim de ano, iluminada, com um presépio bem bonito, uma árvore de Natal e uma casa para acolher o bom velhinho. E o público pode vir ver tudo isso de perto, nas sextas, sábados e domingos, a partir das 18h. Preparamos tudo com muito carinho”, disse a presidente do Gedema.

Para o presidente da Assembleia, deputado Othelino Neto (PC do B), a presença de Papai Noel na Casa do Povo coroa esse clima de festa. “É um momento de confraternização dos nossos servidores e das pessoas que, hoje, vieram aqui acompanhar a chegada de Papai Noel. É um momento de muita alegria para nós todos”, acrescentou.

O deputado Wellington do Curso (PSDB) prestigiou o evento e enfatizou o que considera ser o maior significado do Natal, ou seja, o nascimento de Jesus Cristo. “A Assembleia está de parabéns ao fazer com que os familiares dos deputados, servidores e assessores possam se confraternizar na presença de Papai Noel ”, assinalou.

“A Assembleia está de parabéns por essa iniciativa, na pessoa da presidente do Gedema, Ana Paula Lobato. Papai Noel é o maior símbolo do Natal e sua presença aqui nesta Casa torna as comemorações natalinas da Assembleia mais participativas e fraternas”, declarou o deputado Vinicius Louro (PR).

Público parabeniza iniciativa da Assembleia

O servidor do Gabinete Militar, José de Ribamar Silva Miranda, disse que a iniciativa do Gedema em trazer Papai Noel foi muito feliz, pois torna as comemorações natalinas da Assembleia mais marcantes. “É um símbolo natalino muito forte e que toca a todos. Quem não se lembra da presença de Papai Noel em nossas casas, no período de Natal? Sem dúvida, é marcante e só torna as comemorações muito mais bonitas”, frisou.

A diretora de Documentos e Registros da Assembleia, Simone Limeira, também elogiou a ideia de trazer Papai Noel para a Assembleia. “Papai Noel representa muito na simbologia do Natal. Sabemos que o Natal é um período em que se comemora o nascimento de Jesus Cristo, que deu sua vida por todos nós. Ele nos remete a esse momento de confraternização e de amor. Sua presença na Assembleia é uma atração a mais nas festividades natalinas”.

Luccar Lucena, de 5 anos, filho da servidora Zonaria Noleto, da Diretoria de Recursos Humanos, ficou encantado com a presença de Papai Noel. “Pedi um presente para ele. Ele conversou comigo e disse estar alegre com a minha presença. Gostei muito. Mas achei ele diferente do que vi no shopping”, comentou.

Iane Mendes, 11 anos, também ficou muito alegre e feliz de encontrar Papai Noel. “Fiz foto com ele. Gostei. Foi minha madrinha, Major Gardenis, que me trouxe aqui para ver. Achei muito legal”, afirmou.

Sobre o caso “João de Deus” (OU: Quando a fé que cura é mesma machuca)

O que é abominável nesses casos é que o agressores se aproveitavam da carência das pessoas, da fé de quem está a procura de uma saída para um sofrimento que enfrenta, enfim, de luz e felicidade aí depois se deparam com a depravação de quem parecia ser um “santo”.

“O Filho do homem enviará os seus anjos, e eles tirarão do seu Reino tudo o que faz cair no pecado e todos os que praticam o mal. Eles os lançarão na fornalha ardente, onde haverá choro e ranger de dentes” 
(Mateus 13:41-42)

O Brasil e o mundo ficaram bestificados com a série de denúncias de assédio e abuso sexuais que teriam sido cometido pelo senhor João Teixeira de Faria, ou “João de Deus”.

Já somam dezenas de mulheres que afirmam ser vítimas do líder espiritual residente na pequena cidade de Abadiânia, interior de Goiás.

A história está repleta de casos em que homens “usados por Deus” transgridem a ética e moral religiosas. De padres católicos a pastores protestantes, passando por líderes de cultos afros etc, aqui a acolá a sociedade se depara com a depravação de certos gurus espirituais.

Isso mostra que devemos ter muito cuidado de entregar nossas vidas e de familiares com 100% de confiança nas mãos de quem quer que seja, mesmo daqueles que usam o nome de Deus.

A serem confirmadas as denúncias contra João Teixeira de Faria, que doravante poderá ser chamado “João” de qualquer coisa, menos de “Deus”, pode-se estar diante do caso do maior assediador em série da história recente, talvez maior até do que o ex-médico Roger Abdelmassih, maníaco que por anos abusou sexualmente de dezenas de suas pacientes.

O caso envolvendo o médium de Abadiânia não é o primeiro e muito menos será o último. E certamente aparecerão muitos defensores, pessoas de boa-fé, que vão se negar a acreditar que Faria foi capaz de fazer os absurdos que agora caem sobre os seus ombros.

O que é abominável nesses casos é que o agressores se aproveitavam da carência das pessoas, da fé de quem está a procura de uma saída para um sofrimento que enfrenta, enfim, de luz e felicidade aí depois se deparam com a depravação de quem parecia ser um “santo”.

O fato é que pequena Abadiânia, que já havia ganhado o mundo por ser a terra natal de um certo “João de Deus” que operava milagres, volta mais uma vez ser notícia internacional.

Só que agora com a triste revelação de que, de “Deus”, o João nada tinha…

Revista Time escolhe jornalistas, incluindo repórteres presos da Reuters, como “Pessoa do Ano”

Entre eles, o jornalista saudita Jamal Khashoggi, um crítico do líder de fato da Arábia Saudita, o príncipe da coroa Mohammed bin Salman, que foi assassinado há dois meses no consulado saudita em Istambul, quando ele foi ao local para reunir documentos para seu casamento.

WASHINGTON (Reuters) – A revista Time escolheu nesta terça-feira jornalistas, incluindo um colunista saudita que foi morto e dois repórteres da Reuters presos pelo governo de Mianmar, como “pessoa do ano”, em uma matéria de capa cujo título é “Os Guardiões e a Guerra pela Verdade”.

A honra foi direcionada a uma série de jornalistas incluindo os repórteres da Reuters Wa Lone, de 32 anos, e Kyaw Soe Oo, de 28 anos, condenados pelo governo de Mianmar em 3 de setembro por violarem a Lei de Segredos Oficiais, que data da era colonial, em um caso visto como um teste das liberdades democráticas no país.

Também foi homenageado o jornalista saudita Jamal Khashoggi, um crítico do líder de fato da Arábia Saudita, o príncipe da coroa Mohammed bin Salman, que foi assassinado há dois meses no consulado saudita em Istambul, quando ele foi ao local para reunir documentos para seu casamento.

(Por Scott Malone, para Reuters)

Bons Tempos para profissionais empreendedores

Por Bruno Soalheiro*

Empreendedorismo é um termo bastante em alta e discutido cada vez mais neste país. Percebo, no entanto, ao conversar com algumas pessoas conhecidas, que a visão “popular” que se tem do termo está bastante associada a “montar um negócio ou empresa”.

Tudo bem que isto é mesmo empreender, mas penso ser importante compartilhar com o leitor uma visão muito mais ampla e democrática do termo. Faço isto porque verifico que jovens em início de carreira, estejam empregados ou atuando como profissionais liberais, dão pouca importância ao tema por acreditar que não diz respeito a eles, já que não querem “abrir um negócio”!

Empreender é atitude! É postura e posicionamento na vida. Tem a ver com conhecimento técnico sim, mas muito mais com desenvolvimento comportamental, foco, persistência, entusiasmo e paixão. E tem muito a ver com PLANEJAMENTO!

Diversos profissionais liberais e jovens recém egressos passam hoje por agruras, sem encontrar um lugar no mundo do trabalho por falta desta característica. Ora, até para se procurar emprego hoje é preciso empreender. É preciso planejar, buscar informação, preparar-se, informar-se e agir. Tem gente que nem procurar emprego sabe, quanto mais conseguir clientes como profissional liberal.

Veja bem, o que vai fazer você conseguir ou não clientes e arranjar ou não um emprego não é a qualidade técnica que você apresenta em seu campo de trabalho, e sim a postura empreendedora que você adotar para “impulsionar” o uso desta qualidade técnica, que é claro, deve ser excelente.

O médico mais solicitado não é necessariamente o que tirou as melhores notas ou estudou nas melhores faculdades, e sim aquele que sabe “fazer clientes”, criar sua imagem, ou seja, empreende como forma de “vender” sua qualidade técnica.

Empreendedorismo é comportamento! É modo de atuação! Não é abrir empresa apenas.

Com as novas tendências em gestão de pessoas do mercado, até mesmo para ser um “empregado” já se exige postura empreendedora. É gente que tem idéia, planeja, organiza, faz, erra, refaz, muda aqui, mexe ali, estuda, procura, remexe outra vez, cai, levanta e faz acontecer o que quer que seja; um emprego, uma festa, uma carteira de clientes ou mesmo organizar um passeio.

A má notícia é que a maioria de nós não foi criada para empreender, e sim para executar, acatar, obedecer e não transgredir. Resultado? O sujeito se forma e fica igual uma planta, sem saber o que fazer; alguns poucos dão sorte e “acontecem” em suas profissões, mas a maioria sobra, e acaba ocupando postos de trabalho que nada tem a ver com aquilo que queriam, ganhando pouco e infelizes. Alguém falou em depressão aí?

Já as boas notícias são que empreender é um comportamento que pode ser desenvolvido por qualquer um, e que jamais houve um tempo tão propício para se fazer isto. Entidades, empresas, ONGs, grupos independentes e órgãos governamentais, todos estão aí, fomentando o tal empreendedorismo como forma de despertar na população uma postura mais ativa e realizadora na vida.

Se você vai se graduar em breve, se é um profissional em início de carreira ou se sente que está “estagnado” ou sem rumo, aí vai uma dica. Estude sobre empreendedorismo, entenda este comportamento e procure aplicá-lo a todas as esferas da sua vida. Você perceberá com o tempo que será muito mais “dono de si” e capaz de realizar coisas maravilhosas.

Divulgo esta mensagem porque acredito que só o empreendedorismo pode salvar este país e nos ajudar a construir um futuro melhor. Só o empreendedorismo é capaz de criar pessoas ativas, responsáveis, realizadoras e donas de suas vidas. Pessoas que não esperam acontecer nem ficam protestando para que a sociedade arranje um lugar para elas.

Pessoas que dão o passo,correm o risco, sacodem a poeira e fazem a vida acontecer. Por isso, empreenda, você não vai se arrepender, e o país agradece!

Bruno Soalheiro é Psicólogo, palestrante e consultor em desenvolvimento humano.

REFLEXÃO: A medida certa das coisas 2

“Em seu coração
o homem planeja o seu caminho,
mas o Senhor determina
os seus passos.”
(Provérbios 16:9)

Conversando com grande amigo logo cedo, na manhã da última sexta-feira, ele me dizia que estava dois meses sem ingerir bebida alcoólica. Havia chegado à conclusão que estava “bebendo muito” e “bicho solto”.

O amigo é casado, aliás, bem casado, posto que a sua esposa é muito bela, educada e distinta, como diriam os mais velhos.

Pessoa de fé, homem de Deus, esse amigo me fez refletir sobre as limites que temos nos impor em tudo nesta vida. Lembram dos ditos populares “Tudo demais é sobra” e “Tudo em excesso faz mal?” Pois é.

A sabedoria está em encontrar o limite das coisas, o ponto de equilíbrio para fazer o que gostamos sem exageros que, ao invés de trazerem prazer, trazem sofrimento. Isso vale pra tudo: bebidas, baladas, e até mesmo sexo e dinheiro. Nada que nos escraviza é sadio!

Claro que fiquei feliz em saber que o dileto amigo em questão percebeu que estava “passando dos limites”.

A mitologia grega, por exemplo, nos ensina muito sobre o impor, a nós,o “metron”, ou seja, a medida, um limite.

Deixo para os leitores um trecho do livro  “O despertar do herói interior”, de Carol S. Pearson.

Desejo a todos um ótimo e abençoado domingo para todos.

As histórias a respeito de heróis são profundas e eternas. Elas ligam os nossos próprios anseios, desgostos e paixões às experiências dos que vieram antes de nós, de modo que podemos aprender algo a respeito da essência do significado de ser humano, e também nos ensinam de que forma estamos ligados aos grandes ciclos dos mundos natural e espiritual. Embora os mitos que podem dar significado a nossas vidas sejam profundamente primitivos e arquetípicos, às vezes nos inspirando terror, eles também têm a capacidade de libertar-nos de modos de vida falsos e fazer com que passemos a ter uma vida de verdade. Se evitarmos o que T.S. Elliot chamou de ‘terror primitivo’, perderemos nossa ligação com a intensidade e o mistério da vida. O encontro da nossa ligação com esses padrões eternos proporciona-nos um senso de significado e importância até mesmo nos nossos momentos mais penosos e alienados, recuperando dessa maneira a dignidade da vida.

Gestão de crises: o que podemos aprender com o caso Carrefour

Um segurança de uma unidade da rede Carrefour de supermercados foi acusado de ter envenenado e espancando um cachorro que vivia no estacionamento da loja. O que a empresa poderia ter feito para lidar com a situação?

Ana Carolina Alves, via administradores.com.br

O Carrefour está enfrentando uma crise de imagem nas redes sociais após circular a notícia de que um de seus funcionários supostamente teria envenenado e espancando um cachorro que vivia no estacionamento de uma de suas lojas. Não vamos entrar na questão da responsabilidade sobre o caso ou acusar a empresa: mesmo sem investigações ou qualquer conclusão definitiva sobre o episódio, o caso já gerou comoção nas redes sociais. ONG’s de proteção animal, famosos e artistas se manifestaram e pediram um posicionamento da empresas, e muitos se chatearam ao receberem textos prontos.

Ao emitir uma nota de esclarecimento, o Carrefour afirmou que “a rede repudia qualquer tipo de maus-tratos contra animais”. Mas isso basta? Na era das redes sociais, não. Empresas que não se posicionam perdem credibilidade e enfraquecem sua própria marca. Esse é um momento de gestão de crise e cabe às empresas preparar seus funcionários para enfrentá-los.

Mas, afinal, o que é gestão de crise e por que as empresas precisam estar prontas para isso?
Gestão de crise é a atividade que tem a função de minimizar, reduzir e, claro, reverter os impactos negativos causados por um fato ou situação. A estratégia deve ser tomada para que a empresa tenha o menor prejuízo possível em questões financeiras e, principalmente, reputacionais. Então, por que as empresas brasileiras não estão preparadas para gestão de crise? Abaixo, listo os três principais motivos:

1. Modelos de gestão engessados
As empresas tradicionais do mercado brasileiro ainda estão em grande parte atrasadas no modelo de gestão da comunicação, principalmente no setor de mídias digitais. Os modelos antigos de comunicação não estão alinhados com a rapidez da internet, nem com a necessidade de um posicionamento preciso no momento de crise.

2. Investir no setor de vendas e não na comunicação integrada
As empresas tendem a investir muito em marketing para venda e geração de lucro e pouco se investe em comunicação interna e institucional. A comunicação institucional é quem define e apresenta a identidade da empresa para seus públicos, entre eles clientes e empregados. Quando um empregado da organização está ciente e é orientado sobre a identidade institucional da mesma, um vínculo é estabelecido através de estratégias de comunicação e relacionamento. Quando essa relação torna-se forte e estável, diminui a possibilidade de que o empregado pratique ações que não sejam condizentes com a identidade da empresa.

3. As empresas não antecipam possíveis cenários
Quando uma empresa investe em planejamento estratégico ela consegue antecipar cenários e estabelecer ações e estratégias que podem ser tomadas em uma gestão de crise. Definir quais são as diretrizes e a postura que a empresa deve assumir em relação a temas diversos ajudam a direcionar a equipe de comunicação e de relacionamento com o cliente a saber a forma certa de agir em momentos críticos.

O que uma empresa em momento de crise pode fazer?

Humanizar a nota de esclarecimento

Textos prontos, práticas antigas e com linguagem fria que não promove o bom relacionamento e empatia entre a empresa e o público não são mais bem aceitos e só distancia ainda mais o cliente, que não se identifica com a marca.

Declarar investimento em ações sociais para animais que sofrem maus tratos

Após o primeiro momento de pedir desculpas e assumir a responsabilidade, a empresa pode criar uma série de ações para tentar reparar o dano causado. No caso do Carrefour, ainda que a empresa mostre que não tem culpa no episódio, sua imagem já está sofrendo duras críticas nas redes sociais, e algumas ações já seriam interessantes de serem tomadas, como apoiar ONG’s e instituições que cuidam de animais, ou anunciar futuras ações da empresa de conscientização sobre maus tratos. O que não é aceitável, em qualquer caso de gestão de crise, é perder o timing e deixar de ser proativo.

Por que as pessoas mentem para os médicos?

Gabriel Alves, via Folha de SP
As pessoas, vez ou outra, mentem para os médicos e outros profissionais da saúde. Mas qual o sentido de mentir se, quanto mais o profissional sabe a respeito do paciente, melhor é o cuidado?

Um estudo americano conduzido com 4.510 indivíduos aponta que de 60% a 80% das pessoas (idosos e jovens, respectivamente) omitem ao menos uma informação importante de seus médicos, como:

  • não entender as instruções dadas pelo profissional de saúde;
  • discordar das recomendações;
  • não se exercitar regularmente;
  • ter dieta não saudável;
  • tomar determinado medicamento;
  • não seguir as instruções de prescrição;
  • tomar medicamento de outra pessoa.

Várias são as explicações para as omissões de informações importantes. As cinco respostas mais citadas foram estas:

  • evitar ser julgado ou levar sermão;
  • não querer sabe o quão perigosa foi a atitude em questão;
  • vergonha;
  • não passar a impressão de que é um paciente difícil de lidar;
  • não tomar muito tempo do profissional.

Além do óbvio, que pacientes (especialmente os enfermos) podem ser mal assistidos por causa das informações incorretas ou faltantes, os autores concluem que é preciso encontrar meios de melhorar o nível de confiança entre pacientes e profissionais de saúde e de deixar os pacientes confortáveis para falar o que tem que ser dito.

“Fiquei surpresa com o número substancial de pessoas que não fornecem informações inofensivas, e que elas admitem isso”, diz Andrea Gurmankin Levy, autora do estudo e pesquisadora na Middlesex Community College, em Middletown (Connecticut, EUA). “Nós também temos que considerar uma interessante limitação do estudo de que os pacientes podem ter escondido informações sobre o que escondem dos médicos, o que significaria que estamos superestimando o quão prevalente é esse fenômeno.”

“Se pacientes não falam o que comem ou que remédio tomam, pode haver implicações significativas para a saúde. Especialmente se eles têm doenças crônicas”, diz Levy.

A pesquisa está publicada na revista Jama Network Open.

VÍDEO: Idealizado pelo Sebrae-MA, Voucher Digital para Barreirinhas vence Prêmio Nacional de Turismo

A vitória do Voucher Eletrônico para a Prefeitura de Barreirinhas irá implementar ainda mais a Rota da Emoções enquanto destino turístico nacional e internacional.

A proposta do Voucher Digital para a Prefeitura de Barreirinhas, mais uma iniciativa empreendedora do Sebrae Maranhão, foi a grande vencedora do Prêmio Nacional de Turismo, promovido pelo Ministério do Turismo como Inovação Tecnológica no Turismo

Não obstante o Sebrae-MA tenha sido o braço técnico do projeto, inclusive contratando consultoria especializada em tributação municipal e mobilizando as diversas representações empresariais do Trade Turístico no município, coube ao prefeito Albérico Filho (PMDB) receber o prêmio em evento realizado na cidade do Rio de Janeiro, ontem, quarta-feira, 5.

É que à Prefeitura de Barreirinhas coube as articulações política para convencer, por exemplo, a Câmara de Vereadores aprovar a proposta do Voucher Digital, além de outros atos administrativos da gestão municipal que dependiam de passar por aprovação do Legislativo local.

O Blog do Robert Lobato parabeniza toda a equipe de gestores e colaboradores do Sebrae-MA na pessoa do superintende João Martins, bem como a gestão do prefeito de Barreirinhas, Albérico Filho, por esta importante conquista para o turismo maranhense.

Confira, abaixo, vídeo do momento em que feito o anúncio da vitória do Voucher Eletrônico para a Prefeitura de Barreirinhas, que irá implementar ainda mais a Rota da Emoções enquanto destino turístico nacional e internacional.

SAÚDE: Neurocirurgião Francinaldo Gomes lança seu terceiro livro em São Luís

O médico e educador financeiro apresenta sua nova obra intitulada  “Enriquecer faz bem a saúde” 
O neurocirurgião e educador financeiro, Dr. Francinaldo Gomes, em parceria com a Editora DOC e a Saúde mais Ação Educação e Consultoria Ltda, irá lançar no próximo dia 7 de dezembro sua terceira publicação, intitulada “Enriquecer faz bem a Saúde”. O evento, que acontece às 19h, no auditório do UDI Hospital, pretende reunir para uma palestra e noite de autógrafos, profissionais das áreas de finanças e médica, além de pessoas interessadas no tema.
Juntamente às suas atividades médicas, o Dr. Francinaldo Gomes dedica-se à educação financeira de médicos e demais profissionais liberais, já tendo formado mais de 1000 investidores em seus cursos realizados por todo o Brasil. O título, que é sua terceira obra, irá mostrar de forma clara e objetiva como conquistar a tão sonhada independência financeira através de estratégias de criação multiplicação de riqueza. “Diferente dos livros existentes atualmente sobre finanças e investimentos, esta obra consegue mostrar como usar os diversos produtos financeiros de forma harmônica e sincronizada para produzir e remunerar uma carteira eficiente de ativos. E tudo isso sem que você precise deixar de exercer a sua profissão”, explica o médico.
No decorrer do livro, fica claro a necessidade de conquistar sua liberdade financeira, até porque no cenário atual é quase impossível contar com bancos e governo para cuidarem de você quando não puder mais trabalhar. Uma pessoa que não cuida das suas finanças passará o resto da vida trabalhando para enriquecer terceiros e não para seu próprio enriquecimento. Enriquecer é muito mais do que simplesmente ganhar dinheiro. E fica evidente que esse processo faz um grande bem à saúde de todos.