Que virtude você pode praticar para se comunicar melhor? 2

Não tem mágica. Quem deseja se comunicar melhor, realmente deve aprimorar seu jeito de ser para que isso reflita na comunicação. E o caminho para isso é a prática de VIRTUDES.

Aurea Regina de Sá, administradores.com.br

O QUE SÃO VIRTUDES?

Virtudes são práticas do bem que, se realizadas de forma periódica, podem ser internalizadas para que as ações sejam naturais e repetidas. Todos nós conhecemos as virtudes e de alguma forma aprendemos como praticá-las, mas será que CONTINUAMOS PRATICANDO VIRTUDES NO DIA A DIA?

Será que a correria não te deixa ser GENTIL, porque tem pressa demais para dar passagem para outro motorista, no trânsito, ou para um pedestre? Será que o ritmo do seu dia é tão intenso que não é possível ESCUTAR O OUTRO com intensidade mesmo para entender o que ele pensa e sente e por que motivo age e reage de determinada maneira?

Então, é hora de parar e SE PERCEBER. E, para se perceber, é necessário estar ACORDADO. Quem não se percebe, pode estar anestesiado, repetindo pensamentos, falas e ações não favoráveis sem notar que isso acontece e nem os resultados que promove.

E COMO SE PERCEBER?

Viver o AGORA é o melhor caminho para ganhar mais domínio sobre a ação de se perceber. E estar no Agora não significa apenas deixar de pensar no passado ou se pré-ocupar com o futuro. ESTAR NO AGORA é viver o momento presente em todos os aspectos. Vou te dar algumas sugestões de como praticar o agora para depois replicar a ação para outros comportamentos:

– OLHE para o outro observando tudo, olhe nos olhos para criar mais conexão, perceba se o olhar é triste, inseguro ou de alegria e use essa reflexão para entender como lidar com seu interlocutor. Olhar para o outro não deve ser um ato mecânico e sim um ato de amor;

– OUÇA a voz do outro com os ouvidos abertos. Entenda além das palavras e perceba o humor do outro para ajustar o seu comportamento e tirar melhor proveito dessa relação.

Você pode começar por aí e depois desse treino poderá exercitar tudo isso em você mesmo. Confira um exercício simples, possível de ser feito a qualquer hora:

– SINTA a sua respiração. Você sabe que respira, mas talvez nem se dá conta de que está respirando. Puxe o ar e solte entendendo que está realmente fazendo isso. Viva essa experiência realmente!

Assim, você começa a sua jornada de maior percepção. Internalizar esse novo hábito de viver no agora poderá gerar muitos aprendizados que você poderá aplicar em suas interações, nas situações de comunicação. Aproveito para eleger uma virtude e pratique durante esta semana para alterar a sua forma de se perceber e se comunicar também.

Pratique e analise os avanços.

O que é transtorno de ajustamento? 4

Transtorno de adaptação pode evoluir para um quadro depressivo

Soraya Rodrigues, via Vya Estelar

A nossa vida é permeada por mudanças contínuas. Quando algo muda de maneira significativa ou quando acontece algo traumático, parece que nosso mundo desmorona em mil pedaços. Sentimo-nos absortos e sem sabermos sequer por onde começar a organizar os destroços, visto que estes eventos nos reportam a um estado de sofrimento intenso e significativo. Esse sofrimento pode levar a dissociações, onde serão mobilizados recursos egoicos como meio de sobrevivência psíquica.

Transtorno de adaptação ou transtorno de ajustamento é caracterizado por sintomas depressivos e ansiosos resultantes do impacto psicológico de evento externo marcadamente estressante ou catastrófico, e que altera drasticamente a vida da pessoa, de maneira desagradável e duradoura, gerando sofrimento patológico e perturbação psíquica, emocional e funcional.

Breves considerações sobre o transtorno de adaptação ou de ajustamento:

A nossa vida é permeada por uma constante dialética que nos permite experimentar os opostos. Somos convidados a vivenciar os dois lados da moeda em nosso percurso existencial. Alegrias e tristezas, vitórias e derrotas, ilusões e desencantos. Um estado não existiria sem o seu respectivo oposto; e assim vamos nos equilibrando, nos construindo e nos constituindo com nossas idiossincrasias, ou seja, o conjunto de características que são peculiares a cada indivíduo como pessoa única.

Desse modo, a interpretação e resposta comportamental a determinados eventos é, também, necessariamente personalizada.

Por outro lado, a vida é criativa e sempre apresenta mudanças. Estas necessitam de um processo adaptativo. Determinados acontecimentos tais como: um divórcio que nos coloca em uma situação de reconstrução interna e externa, um desemprego que nos tira de nossa zona de conforto, a aposentadoria que chega, trazendo geralmente a sensação de vazio e inutilidade; uma hospitalização prolongada, uma doença crônica, mudanças bruscas e não elaboradas, dentre outras podem mexer com nossos recursos emocionais, gerando estresse, acompanhados muitas vezes de desmotivação, infelicidade e alterações disfuncionais de acordo com sua gravidade e intensidade interpretativa pessoal. Entram nesse contexto, principalmente, as crises existenciais que chegam sem aviso prévio, como a morte de um ente querido, o fim de um relacionamento ou mesmo de idealizações há tanto tempo construídas e alimentadas.

Tudo que finaliza, de maneira geral, e que provoca sofrimento psíquico, necessita de uma postura adaptativa para o enfrentamento da nova realidade que se apresenta, no intuito de trazer de volta o equilíbrio, o bem-estar e a qualidade de vida perdida. Seria uma espécie de homeostase emocional.

Podemos também mencionar ganhos que podem gerar estresse, como mudança de estado civil, o nascimento de um filho, ou mesmo uma promoção, pois apesar de positivas, também estas solicitam um processo adaptativo por parte do indivíduo e podem ser também geradoras de estresse. Com relação a traumas, seja em consequência de um estresse físico ou psicossocial, novas adaptações devem ser feitas para que seja construída uma nova realidade. Assim, nossa vida muda de maneira significativa quando acontece algo traumático. Parece que nosso mundo se desmorona em mil pedaços, nos fazendo sentir absortos e sem sabermos sequer por onde começar a organizar os destroços, visto que estes eventos nos reportam a um estado de sofrimento intenso e significativo, que podem levar a dissociações, onde serão mobilizados recursos egoicos como meio de sobrevivência psíquica, onde sequer reunimos forças para recomeçar. Precisamos de um aparato neste momento critico.

De acordo com a gravidade e/ou intensidade do evento, podem surgir desequilibrios neuropsicobiológicos por conta de uma resposta física e emocional mal-adaptada. Esta nos mobiliza a uma readaptação e a um reposicionamento diante da vida, a partir de estratégias de enfrentamento eficazes, ou seja, coerentes e adequadas àquela nova realidade e suas consequências. Quando este intuito não é logrado, o organismo passa a responder aos eventos estressógenos de maneira inadaptada, surgindo, portanto, os sintomas característicos do transtorno de adaptação, com queixas emocionais e somáticas.

O sofrimento passa a se materializar no próprio corpo. Alguns traços de personalidade e fatores característicos do indivíduo contribuem para a ocorrência e agravamento do quadro adaptativo, visto que existem pessoas que são mais frágeis psicologicamente diante de eventos traumáticos e estressógenos. Sendo assim, cada pessoa possui uma maneira particular de perceber e administrar mudanças, sejam elas desagradáveis ou não.

Sendo assim, é necessário trabalhar a perda e o sofrimento psíquico para que um transtorno de adaptação não evolua para um quadro depressivo, ansioso ou misto. O trabalho preventivo é a palavra-chave quando o assunto é mudança. E já que todos estamos sujeitos a elas, sendo uma constante em nossas vidas, porque não trabalharmos as possibilidades à nossa volta, sejam elas de perdas ou ganhos? Parece redundante, mas concordo com o ditado: “melhor prevenir que remediar”.

Entenda a nomofobia: o medo irracional de ficar sem o celular

Quase dois terços da população mundial possui celular

Edson Toledo, Vya Estelar

 

Há um estudo feito pela We Are Social e Hootsuite que revela dados interessantes: entitulado de Digital in 2018 Global Overview. E saber ler estes resultados têm implicações importantes não só para as empresas, governos e sociedade em geral,mas também para os profissionais de saúde mental.

Foi Tim Berners-Lee que colocou a World Wide Web (mais conhecida pela sigla www) à disposição do público a mais de 25 anos, a Internet foi se tornando parte integrante da vida cotidiana da maior parte da população mundial.

No mundo, por exemplo, mais da metade da população mundial usa a internet. Mas não é apenas a internet que está crescendo rapidamente, é possível identificar uma série de pontos importantes neste relatório:

• Mais da metade do mundo acessa a internet e usa um smartphone;
• Quase dois terços da população mundial tem celular;
• Mais de 50% do tráfego da web mundial vem de telefones celulares;
• Aumento constante do uso de redes sociais via mobile.

Há também dados curiosos sobre o Brasil:

• 34% dos brasileiros ainda não são usuários de internet;
• Mais de 60% ainda não fazem compras online;
• 85% dos internautas acessam a internet diariamente em uma média de 9 horas;
• As maiores redes sociais do Brasil são: Youtube, Facebook e WhatsApp;
• Há mais celulares do que pessoas no Brasil.

Considerando esses números, o comportamento de crianças, adolescentes e parte dos adultos, chega-se a um cenário propício para o desenvolvimento e difusão de um novo tipo de dependência.

Pois é, e tem até nome! Trata-se da nomofobia, derivado da expressão inglesa “no mobile phone phobia”, cujo nome foi criado para definir o comportamento daqueles que se angustiam diante da impossibilidade ou incapacidade de comunicar-se pelo celular ou computador. O fato é que com as novas tecnologias e a presença dos telefones celulares em quase todos os níveis da rotina de um indivíduo, já são muitos os que desenvolvem uma relação pouco saudável com o aparelho, caindo em níveis de dependência patológicos.

A nomofobia é definida como um medo irracional de ficar sem o celular, de que se acabe o crédito, que não haja cobertura ou que acabe a bateria. Podemos incluir até o medo de sair de casa sem o aparelho. O que marca o comportamento daqueles que sofrem com esse problema é justamente a necessidade de ter o aparelho sempre perto, ao alcance da mão e da visão. Em alguns casos estar próximo do aparelho vale mais que realmente estar manipulando o celular/computador o tempo todo.

A empresa inglesa SercurEnvoy, que presta serviços móveis, apresentou os resultados de uma pesquisa onde aponta que quase 70% dos entrevistados afirmam sofrer de nomofobia. Segundo a pesquisa, as mulheres estariam mais sujeitas a desenvolver esse tipo de dependência. Outro dado que chama a atenção, é que quase 50% dos homens entrevistados afirmaram possuir dois ou mais aparelhos de celular.

Outro dado apresentado no estudo, que entrevistou jovens entre 18 e 24 anos, seriam os líderes no ranking da nomofobia. Oito de cada dez entrevistados estariam entre as vítimas desse tipo de problema.

O ponto que chama a atenção são as crianças que cada vez mais cedo começam a usar o celular. São milhões de crianças, desde a tenra idade e adolescentes com acesso livre e irrestrito. Sabe-se que o quanto mais precoce ocorrer uma dependência, mais negativas serão suas consequências físicas e psicológicas no longo prazo. Em termos comportamentais se observa nesses jovens uma falta de habilidade nos relacionamentos interpessoais, com dificuldades no estabelecimento de vínculos de amizade e/ou afetivos duradouros, conforme pesquisas publicadas sobre o tema.

Quando se pensa no impacto psicológico desse tipo de comportamento, seja na juventude ou vida adulta, é preciso considerar o enfrentamento de um quadro complexo, já que a nomofobia quase nunca aparece sozinha. O indivíduo normalmente já vem de uma situação de ansiedade, estresse ou transtornos de humor/personalidade.

Problemas físicos podem ocorrem, incluindo fadiga, patologia ocular, dores musculares, tendinites, cefaleia, distúrbios do sono e sedentarismo. Além disso, é evidente a maior propensão em se envolver em um acidente automobilístico e de sofrer quedas ao andar.

Talvez você seja nomofóbico; saiba os cinco sinais – clique aqui

Agora, se você se identificou com este post, talvez você precise de uma avaliação de um profissional de saúde mental.

Atenção!
Este texto não substitui uma consulta ou acompanhamento de um médico psiquiatra ou psicólogo e não se caracteriza como sendo um atendimento.

Criatividade: vale a pena ir além dos 100% 2

Ao longo dos últimos anos, o grau de exigência (e de excelência) dos players desse nosso universo aumentou à medida que novas práticas foram introduzidas

Marcos Tadashi Uegama, Administradores.com

Quem vive o dia a dia do mercado eventos sente a necessidade de se manter próximo a pessoas que tenham um DNA criativo, que não só apresentem boas ideias, mas que também saibam tirar do papel as estratégias pensadas para cada trabalho e que sejam capazes de ir (bem) além de tudo o que for proposto. Ao longo dos anos, tenho observado que “surpreender sempre” é o mindset que separa quem “faz eventos por fazer” daqueles que são imbatíveis porque “sempre fazem bem feito”. Também percebo que quem tem esse perfil nunca se esquece que proporcionar ao contratante tudo o que ele deseja, lidando com suas expectativas e, ao mesmo tempo, garantindo qualidade nas entregas é um trabalho de imensa responsabilidade. Portanto, quem vence sabe que, acomodar-se, jamais!

Uma coisa é certa: ao longo dos últimos anos, o grau de exigência (e de excelência) dos players desse nosso universo aumentou à medida que novas práticas foram introduzidas. Isso gera uma “provocação” antes das entregas, pois só quem está por dentro das tendências e as assume em seu cotidiano consegue se destacar e fidelizar os clientes. Num segmento aberto a novidades e ansioso por elas – a bola da vez é o uso assertivo da tecnologia na condução e execução de processos – tornou-se impossível dissociar a criatividade dos recursos tecnológicos, e não adianta ter ideias fabulosas ou insights maravilhosos se não há meios efetivos de transformar isso tudo em realidade. É aí que reside o nosso grande diferencial: a capacidade de sempre assumir uma posição de vanguarda, combinando uma equipe evoluída, ideias surpreendentes e uma infraestrutura operacional de respeito.

É muito interessante (eu diria até que é curioso) fazer parte dessa engrenagem e, ao mesmo tempo, ter um distanciamento crítico para observar a maturidade do time com o qual eu lido em meu cotidiano. E, definitivamente, é esse “fator surpresa” que se enche os olhos dos nossos clientes. Eu mesmo me surpreendo constantemente. E, por mais que eu conheça os projetos a fundo e saiba quais são os planos para cada job, as minhas expectativas sempre são superadas. Invariavelmente eu me pergunto: “nossa, como isso foi possível?”. A resposta é simples: sinergia, confiança mútua e uma busca incansável pela superação. E entrosamento, que é uma coisa que só se fortalece com o tempo – o mais “novo” em nossa equipe já soma cinco anos de casa.

Transformar em realidade o que é pensado em cada projeto é bem complexo, porque muitas vezes a criação não pode se balizar muito na técnica ou ser fechada. É preciso sempre pensar fora da caixa, porque pode acontecer, por exemplo, de surgirem ideias complexas, e caberá a nós concretizar tudo o que o criativo pensou. E, justamente por eles serem bons na hora de pensar, nós temos que acompanhar em alto nível a efetivação de cada projeto. É por isso que contamos com profissionais preparados para as mais diversas áreas e atribuições, porque cabe a nós bolar soluções para que tudo aquilo que foi criado dê certo.

É incrível ser testemunha da rápida transformação que passamos em termos de maquinário. Se há 10 anos usávamos martelo, prego e escada, hoje temos máquinas bem eficientes, que são os nossos trunfos para a execução de projetos que são aprovados em um prazo cada vez mais apertado – é importante destacar que quem não tem espaço fabril adequado e equipes treinadas não consegue suprir esse tipo de demanda que o mercado impõe. Para se ter uma ideia, um martelo pneumático reduz em 70% o tempo gasto em uma montagem, fazendo com que o funcionário não sofra lesões por fadiga (por conta dos movimentos repetitivos) e dinamizando a entrega como um todo. Já as plataformas verticais trazem segurança nos processos de montagem. Outro exemplo que vale destacar é o corte CNC, que nos ajuda a viabilizar muitos projetos, uma vez que conseguimos ter cortes perfeitos e aproveitamento máximo dos materiais, gerando pouco descarte. Quem imaginava que um dia teríamos à disposição no ambiente fabril de cenografia cortes com fresas, cortes a laser e seccionadoras – e tudo em um comando único e computadorizado?

Procuramos seguir um raciocínio industrial apurado, mas sem perder o raciocínio cenográfico, e sempre investimos em tecnologia, sem esquecer a preocupação com o meio ambiente. É esse o raciocínio que se aplica à nossa fábrica, um espaço com características de um green building e que é fruto de uma cultura que prega o uso consciente de recursos e a sustentabilidade ambiental. É nesse espaço que os sonhos dos nossos clientes se tornam literalmente realidade pela primeira vez, quando realizamos a pré-montagem antes da montagem final. É uma sensação indescritível ver o brilho nos olhos dos contratantes quando eles entendem que tudo deu certo – e que tudo irá dar certo no grande dia. Já chegamos a ouvir de uma cliente que era como se ela estivesse vendo o ultrassom do seu filho antes dele nascer. Isso, definitivamente, não tem preço!

Criatividade é isso: é dar o melhor de si, é fazer acontecer, é surpreender sempre. E sempre ir além dos 100% de possibilidades, com plena consciência de que o que está ótimo pode ficar excelente.

Marcos Tadashi Uegama — Gerente de produção da GTM Cenografia

Projeto Somos Humanos é um sucesso retumbante e veio para ficar!

A tirar pelo que foi e representou o lançamento do Somos Humanos, não há quaisquer sombras de dúvidas de que esse grandioso empreendimento social será um sucesso no Maranhão e concorrerá para levar felicidade para muitas pessoas pelo estado afora, pois mais do que um projeto social, o Somos Humanos representa um projeto de vida para muitos que serão atendidos por ele.

Janderson Landim durante abertura do projeto Somos Humanos.

Uma noite para ficar na historia da cidade de São Luis.

Assim pode ser considerado o lançamento do Projeto “Somos Humanos”, realizado na noite do último sábado, 22, no hotel Rio Poty.

O evento contou com a participação de representantes de cerca de 100 municípios, momento em que foram escolhidos oficialmente embaixadores do Projeto em suas cidades, além das presenças dos artistas Sheila Melo, Raul Gazolla, Carla Diaz e Hellen Ganzarolli, que vieram para abrilhantar o evento.

Depoimentos emocionados dos artistas convidados e dos participantes, também fizeram parte do evento.

Artistas de renomes nacionais vieram prestigiar o evento em São Luis.

O idealizador do Projeto, empresário Janderson Landim, estava radiante com o sucesso do evento, que alcançou seu objetivo: o de doação e amor ao próximo.

Esse projeto já nasceu grande, e eu só tenho a agradecer a todas as pessoas que estiveram aqui conosco, fazendo parte desse momento único, e tenho certeza que daqui pra frente, mais benefícios chegarão aos 217 municípios maranhenses por meio dos nossos embaixadores. O humano mais humano, é o que nos diferencia das máquinas”, destacou Landim.

O carisma do idealizador do projeto Somos Humanos.

Anjos do Bem

No segundo dia do projeto, no domingo, 23, Janderson Landim fez uma exposição de como serão realizadas as ações nas cidades e o papel de cada embaixador na sua cidade. O idealizador do Somos Humanos denominou carinhosamente os embaixadores do projeto de “Anjos do Bem”.

Os embaixadores do Somos Humanos ou os “Anjos do bem”.

Ainda na oportunidade, foram sorteadas as cinco primeiras cidades que receberão as ações sociais do projeto, já sob a responsabilidade dos seus respectivos representantes.

A tirar pelo que foi e representou o lançamento do Somos Humanos, não há quaisquer sombras de dúvidas de que esse grandioso empreendimento social será um sucesso no Maranhão e concorrerá para levar felicidade para muitas pessoas pelo estado afora, pois mais do que um projeto social, o Somos Humanos representa um projeto de vida para muitos que serão atendidos por ele.

O Blog do Robert Lobato, como não poderia deixar de ser diferente, deseja todo o sucesso para o projeto Somos Humanos, seus idealizadores, a equipe de profissionais que o fazem ser uma realidade e, claro, aos nossos abençoados “Anjos do Bem”.

É isso aí…

Derrote um sociopata com uma única palavra

via Fãs da Psicanalise

Não é necessariamente sobre ganhar ou perder, mas, quando se trata de tentar lidar com um sociopata, encontrei uma palavra que tem o potencial de derrotá-los: Pena!

Eu sei, por definição, que os sociopatas não sentem empatia ou têm uma consciência totalmente formada, mas compartilham traços de um narcisista, então, na minha experiência, a pior coisa que você pode fazer é expressar pena por alguém que o maltrata devido ao comportamento sociopata. Quer se trate de um amigo, um parente ou namorado, na maioria das vezes ninguém quer se envolver com um sociopata, mas, se você se encontrar preso na armadilha deles, sua única salvação é ter pena deles.

Os sociopatas são habilidosos na arte da manipulação. Se você se envolver profundamente com um deles, você pode ser tão manipulado que começa a questionar sua própria sanidade. Você pode se sentir preso em sua teia de mentiras, e uma vez que eles não sentem a dor que infligem em suas vítimas, muitas vezes você pode ficar preso, lutar e se perder de si mesmo. Isso não significa necessariamente que você deve se desapontar consigo mesmo, mas, se você honestamente não puder se livrar de um sociopata, tente dizer a eles que você sente pena deles.

No passado, eu convivia com alguém que era um sociopata. Levou anos para entender o comportamento deles, e mesmo quando consegui reconhecer suas características, ainda me sentia preso. Tive que planejar minha fuga. Eu estava sempre perdendo as discussões e sofria diariamente, então tentei encontrar empatia para lidar com isso. Um dia, simplesmente entendi. Isso é triste. Este comportamento deles se origina de uma educação difícil, e minha raiva e frustração se transformaram em pena.

No entanto, eu nunca tinha dito a palavra pena para enfrentar essa pessoa. Até que, um dia, no meio de uma discussão, ela disse: “Não tenha pena de mim!” Ela ficou muito nervosa, e ali mesmo eu sabia que tinha tido uma pequena vitória. Eu não podia acreditar. O simples pensamento de alguém com pena do sociopata era demais, e isso me assustou. Por que a pena seria um gatilho?

Bem, se eu realmente olhasse sob a superfície de um sociopata, eu perceberia que eles vivem uma vida de mentiras que parecem impossíveis de destruir. Estão presos em sua própria mente e comportamento, e mesmo que tivessem vontade de querer mudar, seriam realmente capazes de mudar? Assumindo que a resposta seja não, saber disso apenas frustraria um sociopata, e que alguém tivesse pena deles por algo que eles não podem mudar claramente colocaria essa pessoa acima deles.

Então, se você é alguém preso em algum tipo de relacionamento com um sociopata, tente. Tente dizer a eles que você tem pena deles e ficará surpreso. Como eu disse, não se trata de ganhar ou perder, mas às vezes é bom vencer um sociopata. Expressar pena pelo menos desencadeia algum tipo de resposta deles, o que lhe dá um motivo para se sentir melhor.

(Link original: psychcentral)
*Traduzido e adaptado por Marcela Jahjah, da equipe Fãs da Psicanálise

ESPECIAL: Projeto Somos Humanos mobilizará o MA em torno de causas sociais e humanitárias 6

O Somos Humanos é mais do que um projeto que contempla uma gama de ações sociais e humanitárias. Trata-se, em primeiro lugar, de uma experiência de vida ou melhor dizendo de SUPERAÇÃO DE VIDA.

Vai de vento em polpa o projeto Somos Humanos.

Idealizado pelo empresário Janderson Landim, o projeto Somos Humanos tem como palavra-chave: TRANSFORMAÇÃO.

O Somos Humanos é mais do que um projeto que contempla uma gama de ações sociais e humanitárias. Trata-se, em primeiro lugar, de uma experiência de vida, ou melhor dizendo, de SUPERAÇÃO DE VIDA.

O projeto chega ao Maranhão como uma ponte de amor ao próximo entre o desejo e a realidade, e tem como objetivo atingir o maior número possível de famílias dos mais de 200 municípios maranhenses que precisam de atenção e cuidado específicos e, que , em muitos momentos, se veem sem saída.

ARTISTAS CONFIRMADOS

Para se ter uma dimensão da grandeza do projeto, na noite de lançamento do Somos Humanos os convidados contarão com a presença de alguns artistas nacionais, tais como: Helen Ganzarolli, Sheila Melo , Carla Dias e Raul Gazola

O lançamento do projeto vai acontecer nos dias 22 e 23 de setembro no HOTEL RIO POTY, em São Luís, e quer contar com sua participação; basta se inscrever no endereço eletrônico www.somoshumanos.net.br e garantir a representação do seu município no evento.

Cada representante vai se tornar embaixador de sua cidade. Será o porta-voz!
Identificando as dificuldades e particularidades da localidade.

Assista ao vídeo abaixo e conheça um pouco mais do projeto Somos Humanos, esse grande empreendimento social, a partir das palavras do próprio idealizador do projeto Janderson Landim. Confira.

Principalmente na mulher: ‘doenças da beleza’ são reais e cruéis

Em uma sociedade tão estimulada por imagens, é possível que sejamos todos cúmplices desta construção de valores

Redação Vya Estelar

Ao passar os olhos pelos noticiários, além das negativas manchetes sobre política, crise e violência, também é possível notar muitos casos sobre erros em procedimentos estéticos, por vezes realizados por pessoas sem qualificação. E, surpreendentemente, em um mesmo telejornal convivem notícias sobre a prisão do médico Denis César Barros Furtado que realizava bioplastias em seu apartamento (o Dr. Bumbum) e, “dicas de saúde e beleza”. Estas últimas, promovendo mudanças na alimentação, treinamentos físicos intensos e cuidados embelezadores diversos em corpos esbeltos e bem torneados, com forte valorização da concepção de beleza vigente em nossa sociedade. Um curioso ciclo de estímulos, referenciais e consequências, que se repete sem muita reflexão sobre causas e efeitos.

Diante dos casos de pessoas que perderam as suas vidas, ao se submeterem a alterações estéticas em clínicas clandestinas, é necessário resistir à tentação de julgamento antecipado. As “doenças da beleza” são reais e cruéis, em especial com as mulheres. E em uma sociedade tão estimulada por imagens, é possível que sejamos todos cúmplices desta construção de valores, que para algumas pessoas, podem representar motivação convincente para justificar qualquer sacrifício.

Os Transtornos Dismórficos Corporais, ou TDC, que até podem estar relacionados a outras patologias e vivências subjetivas de cada indivíduo, em grande parte dos casos poderão ser classificados também como um transtorno obsessivo compulsivo (TOC). E mesmo que nem sempre contemplem uma rígida restrição alimentar, em muitos sintomas, revelam características similares às da bulimia e da anorexia (veja aqui), e às das não tão comentadas, porém atuais, ortorexia (saiba mais) e vigorexia (saiba mais). No TDC a preocupação com um ou mais defeitos da aparência, que podem ser sutis ou até inexistentes, causa angústia e, em muitos casos, afeta a capacidade funcional da pessoa. Ou seja, o que pode começar, por exemplo, como o hábito de verificar a silhueta no espelho e conferir um ou outro detalhe, algumas vezes ao dia, evolui para uma insatisfação tão intensa com o tamanho dos seios, que a pessoa deixa de participar em situações sociais com receio de expor a sua “deformidade”.

TDC é doença silenciosa, que começa e evolui através de pequenas “manias”, normalmente relacionadas à preocupação com saúde e beleza – atenção socialmente valorizada. Um sentimento de ansiedade pelo horário do treino na academia ou por “queimar as calorias ingeridas no jantar”, e que com o tempo, se transforma em angústia. A pessoa sofre por não dedicar ainda mais que as longas horas aos exercícios, ou à rigidez com que a dieta é empreendida, ou à recorrência com que cirurgias estéticas são realizadas, entre muitos exemplos. Quem padece de TDC precisa de auxílio médico especializado.

A aceitação social sempre será relevante para os seres humanos. Porém, na sociedade interconectada digitalmente, as palavras estão notadamente perdendo espaço para as imagens. E nesse contexto, as inocentes “selfies” adquirem função de construção identitária, e indicam a aceitação do indivíduo em seus grupos de afinidade. Aquela “vaidade imatura” começa a ganhar relevância e, por vezes, a se tornar perigosa.

Fonte: José Toufic Thomé é Médico pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, Psiquiatra e Psicoterapeuta Psicodinâmico

As redes sociais podem indicar casos de adoecimento psíquico? 6

Até que ponto as redes sociais contribuem para uma espetacularização da vida, numa sociedade altamente consumista e exibicionista?

Da Redação, Vya Estelar

Possibilidade de negócios, namoro, além de interação com amigos e familiares. As redes sociais transformaram a rotina de milhões de usuários e seus números impressionam: mais de três bilhões de pessoas utilizam as mídias sociais com regularidade.

Pensando neste fato, alguns questionamentos surgem: até que ponto as redes sociais interferem ou contribuem para uma espetacularização da vida, numa sociedade altamente consumista e exibicionista? Quais efeitos são percebidos nas relações interpessoais? Há algum espaço social que deixa de ser preenchido pela interação e conectividade ininterruptas?

Diante de tais reflexões, o adoecimento psíquico, diretamente ligado ao suicídio é apontado como sintoma dessa nova conjuntura sociocultural, notadamente virtualizada, característica da atualidade.

O suicídio, considerado caso de saúde pública, ocupa a quarta posição no ranking de causa de morte em pessoas entre 15 e 29 anos e recebe, neste mês, discussões e debates mais direcionados a essa realidade por razão do movimento mundial “Setembro Amarelo”.

A oportunidade possibilita repensar posturas diante do assunto, refletir acerca de informações sobre pesquisas recentes, principalmente frente aos dados alarmantes que merecem análise cuidadosa.

A iniciativa do movimento surgiu, de acordo com a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), para disseminar informações a fim de auxiliar a sociedade a desmistificar o tabu em torno do suicídio – que atinge 11 mil pessoas anualmente, em média – ajudando médicos a identificar seus fatores de risco, tratar e instruir seus pacientes. Para a Organização Mundial da Saúde (OMS), que tem como meta reduzir em 10% a mortalidade por suicídio até 2020, a prevenção pode ocorrer em mais de 90% dos casos.

Fonte: Universidade Federal de Juiz de Fora  – UFJF