Sobre o caso “João de Deus” (OU: Quando a fé que cura é mesma machuca)

O que é abominável nesses casos é que o agressores se aproveitavam da carência das pessoas, da fé de quem está a procura de uma saída para um sofrimento que enfrenta, enfim, de luz e felicidade aí depois se deparam com a depravação de quem parecia ser um “santo”.

“O Filho do homem enviará os seus anjos, e eles tirarão do seu Reino tudo o que faz cair no pecado e todos os que praticam o mal. Eles os lançarão na fornalha ardente, onde haverá choro e ranger de dentes” 
(Mateus 13:41-42)

O Brasil e o mundo ficaram bestificados com a série de denúncias de assédio e abuso sexuais que teriam sido cometido pelo senhor João Teixeira de Faria, ou “João de Deus”.

Já somam dezenas de mulheres que afirmam ser vítimas do líder espiritual residente na pequena cidade de Abadiânia, interior de Goiás.

A história está repleta de casos em que homens “usados por Deus” transgridem a ética e moral religiosas. De padres católicos a pastores protestantes, passando por líderes de cultos afros etc, aqui a acolá a sociedade se depara com a depravação de certos gurus espirituais.

Isso mostra que devemos ter muito cuidado de entregar nossas vidas e de familiares com 100% de confiança nas mãos de quem quer que seja, mesmo daqueles que usam o nome de Deus.

A serem confirmadas as denúncias contra João Teixeira de Faria, que doravante poderá ser chamado “João” de qualquer coisa, menos de “Deus”, pode-se estar diante do caso do maior assediador em série da história recente, talvez maior até do que o ex-médico Roger Abdelmassih, maníaco que por anos abusou sexualmente de dezenas de suas pacientes.

O caso envolvendo o médium de Abadiânia não é o primeiro e muito menos será o último. E certamente aparecerão muitos defensores, pessoas de boa-fé, que vão se negar a acreditar que Faria foi capaz de fazer os absurdos que agora caem sobre os seus ombros.

O que é abominável nesses casos é que o agressores se aproveitavam da carência das pessoas, da fé de quem está a procura de uma saída para um sofrimento que enfrenta, enfim, de luz e felicidade aí depois se deparam com a depravação de quem parecia ser um “santo”.

O fato é que pequena Abadiânia, que já havia ganhado o mundo por ser a terra natal de um certo “João de Deus” que operava milagres, volta mais uma vez ser notícia internacional.

Só que agora com a triste revelação de que, de “Deus”, o João nada tinha…

Bons Tempos para profissionais empreendedores

Por Bruno Soalheiro*

Empreendedorismo é um termo bastante em alta e discutido cada vez mais neste país. Percebo, no entanto, ao conversar com algumas pessoas conhecidas, que a visão “popular” que se tem do termo está bastante associada a “montar um negócio ou empresa”.

Tudo bem que isto é mesmo empreender, mas penso ser importante compartilhar com o leitor uma visão muito mais ampla e democrática do termo. Faço isto porque verifico que jovens em início de carreira, estejam empregados ou atuando como profissionais liberais, dão pouca importância ao tema por acreditar que não diz respeito a eles, já que não querem “abrir um negócio”!

Empreender é atitude! É postura e posicionamento na vida. Tem a ver com conhecimento técnico sim, mas muito mais com desenvolvimento comportamental, foco, persistência, entusiasmo e paixão. E tem muito a ver com PLANEJAMENTO!

Diversos profissionais liberais e jovens recém egressos passam hoje por agruras, sem encontrar um lugar no mundo do trabalho por falta desta característica. Ora, até para se procurar emprego hoje é preciso empreender. É preciso planejar, buscar informação, preparar-se, informar-se e agir. Tem gente que nem procurar emprego sabe, quanto mais conseguir clientes como profissional liberal.

Veja bem, o que vai fazer você conseguir ou não clientes e arranjar ou não um emprego não é a qualidade técnica que você apresenta em seu campo de trabalho, e sim a postura empreendedora que você adotar para “impulsionar” o uso desta qualidade técnica, que é claro, deve ser excelente.

O médico mais solicitado não é necessariamente o que tirou as melhores notas ou estudou nas melhores faculdades, e sim aquele que sabe “fazer clientes”, criar sua imagem, ou seja, empreende como forma de “vender” sua qualidade técnica.

Empreendedorismo é comportamento! É modo de atuação! Não é abrir empresa apenas.

Com as novas tendências em gestão de pessoas do mercado, até mesmo para ser um “empregado” já se exige postura empreendedora. É gente que tem idéia, planeja, organiza, faz, erra, refaz, muda aqui, mexe ali, estuda, procura, remexe outra vez, cai, levanta e faz acontecer o que quer que seja; um emprego, uma festa, uma carteira de clientes ou mesmo organizar um passeio.

A má notícia é que a maioria de nós não foi criada para empreender, e sim para executar, acatar, obedecer e não transgredir. Resultado? O sujeito se forma e fica igual uma planta, sem saber o que fazer; alguns poucos dão sorte e “acontecem” em suas profissões, mas a maioria sobra, e acaba ocupando postos de trabalho que nada tem a ver com aquilo que queriam, ganhando pouco e infelizes. Alguém falou em depressão aí?

Já as boas notícias são que empreender é um comportamento que pode ser desenvolvido por qualquer um, e que jamais houve um tempo tão propício para se fazer isto. Entidades, empresas, ONGs, grupos independentes e órgãos governamentais, todos estão aí, fomentando o tal empreendedorismo como forma de despertar na população uma postura mais ativa e realizadora na vida.

Se você vai se graduar em breve, se é um profissional em início de carreira ou se sente que está “estagnado” ou sem rumo, aí vai uma dica. Estude sobre empreendedorismo, entenda este comportamento e procure aplicá-lo a todas as esferas da sua vida. Você perceberá com o tempo que será muito mais “dono de si” e capaz de realizar coisas maravilhosas.

Divulgo esta mensagem porque acredito que só o empreendedorismo pode salvar este país e nos ajudar a construir um futuro melhor. Só o empreendedorismo é capaz de criar pessoas ativas, responsáveis, realizadoras e donas de suas vidas. Pessoas que não esperam acontecer nem ficam protestando para que a sociedade arranje um lugar para elas.

Pessoas que dão o passo,correm o risco, sacodem a poeira e fazem a vida acontecer. Por isso, empreenda, você não vai se arrepender, e o país agradece!

Bruno Soalheiro é Psicólogo, palestrante e consultor em desenvolvimento humano.

REFLEXÃO: A medida certa das coisas 2

“Em seu coração
o homem planeja o seu caminho,
mas o Senhor determina
os seus passos.”
(Provérbios 16:9)

Conversando com grande amigo logo cedo, na manhã da última sexta-feira, ele me dizia que estava dois meses sem ingerir bebida alcoólica. Havia chegado à conclusão que estava “bebendo muito” e “bicho solto”.

O amigo é casado, aliás, bem casado, posto que a sua esposa é muito bela, educada e distinta, como diriam os mais velhos.

Pessoa de fé, homem de Deus, esse amigo me fez refletir sobre as limites que temos nos impor em tudo nesta vida. Lembram dos ditos populares “Tudo demais é sobra” e “Tudo em excesso faz mal?” Pois é.

A sabedoria está em encontrar o limite das coisas, o ponto de equilíbrio para fazer o que gostamos sem exageros que, ao invés de trazerem prazer, trazem sofrimento. Isso vale pra tudo: bebidas, baladas, e até mesmo sexo e dinheiro. Nada que nos escraviza é sadio!

Claro que fiquei feliz em saber que o dileto amigo em questão percebeu que estava “passando dos limites”.

A mitologia grega, por exemplo, nos ensina muito sobre o impor, a nós,o “metron”, ou seja, a medida, um limite.

Deixo para os leitores um trecho do livro  “O despertar do herói interior”, de Carol S. Pearson.

Desejo a todos um ótimo e abençoado domingo para todos.

As histórias a respeito de heróis são profundas e eternas. Elas ligam os nossos próprios anseios, desgostos e paixões às experiências dos que vieram antes de nós, de modo que podemos aprender algo a respeito da essência do significado de ser humano, e também nos ensinam de que forma estamos ligados aos grandes ciclos dos mundos natural e espiritual. Embora os mitos que podem dar significado a nossas vidas sejam profundamente primitivos e arquetípicos, às vezes nos inspirando terror, eles também têm a capacidade de libertar-nos de modos de vida falsos e fazer com que passemos a ter uma vida de verdade. Se evitarmos o que T.S. Elliot chamou de ‘terror primitivo’, perderemos nossa ligação com a intensidade e o mistério da vida. O encontro da nossa ligação com esses padrões eternos proporciona-nos um senso de significado e importância até mesmo nos nossos momentos mais penosos e alienados, recuperando dessa maneira a dignidade da vida.

SAÚDE: Neurocirurgião Francinaldo Gomes lança seu terceiro livro em São Luís

O médico e educador financeiro apresenta sua nova obra intitulada  “Enriquecer faz bem a saúde” 
O neurocirurgião e educador financeiro, Dr. Francinaldo Gomes, em parceria com a Editora DOC e a Saúde mais Ação Educação e Consultoria Ltda, irá lançar no próximo dia 7 de dezembro sua terceira publicação, intitulada “Enriquecer faz bem a Saúde”. O evento, que acontece às 19h, no auditório do UDI Hospital, pretende reunir para uma palestra e noite de autógrafos, profissionais das áreas de finanças e médica, além de pessoas interessadas no tema.
Juntamente às suas atividades médicas, o Dr. Francinaldo Gomes dedica-se à educação financeira de médicos e demais profissionais liberais, já tendo formado mais de 1000 investidores em seus cursos realizados por todo o Brasil. O título, que é sua terceira obra, irá mostrar de forma clara e objetiva como conquistar a tão sonhada independência financeira através de estratégias de criação multiplicação de riqueza. “Diferente dos livros existentes atualmente sobre finanças e investimentos, esta obra consegue mostrar como usar os diversos produtos financeiros de forma harmônica e sincronizada para produzir e remunerar uma carteira eficiente de ativos. E tudo isso sem que você precise deixar de exercer a sua profissão”, explica o médico.
No decorrer do livro, fica claro a necessidade de conquistar sua liberdade financeira, até porque no cenário atual é quase impossível contar com bancos e governo para cuidarem de você quando não puder mais trabalhar. Uma pessoa que não cuida das suas finanças passará o resto da vida trabalhando para enriquecer terceiros e não para seu próprio enriquecimento. Enriquecer é muito mais do que simplesmente ganhar dinheiro. E fica evidente que esse processo faz um grande bem à saúde de todos.

Psicologia: pesquisa avalia percepção do brasileiro sobre o rumo do Brasil

Divididos entre a esperança e a frustração, brasileiros vivem em estado de bipolaridade

Por Ivanir Ferreira, via Vya Estelar

Avaliar a percepção do brasileiro em relação ao futuro do País foi a principal motivação da pesquisa

Os brasileiros estão divididos quanto ao rumo político e econômico do Brasil e vivem um estado de bipolaridade. Oscilam entre a esperança e a frustração. Questionados se algum dia viverão em um país próspero, com segurança e bem-estar, 41% disseram sim, 22% responderam não e 37% afirmaram ter dúvidas. Os resultados fazem parte de uma pesquisa que ouviu 882 pessoas, com idade entre 17 e 76 anos, em São Paulo, Paraná e Minas Gerais, realizada pelo Departamento de Psicologia Social e do Trabalho do Instituto de Psicologia (IP) da USP. O período da consulta foi de maio até uma semana antes do segundo turno, em outubro de 2018.

Embora os dados ainda estejam sendo analisados, o professor Esdras Guerreiro Vasconcellos, que coordenou a pesquisa, diz que é interessante observar que a dúvida é quase que tão grande quanto a certeza: 37% contra 41%, respectivamente. Em sua opinião, o povo brasileiro vive “um estado mental de bipolaridade, acreditando e duvidando ao mesmo tempo. Uma espécie de paciente autoengano, como forma de suportar a frustração. Para explicar o momento, ele lembra uma citação de Fernando Pessoa sobre si mesmo: “O poeta é um fingidor. Finge tão completamente que chega a fingir que é dor a dor que deveras sente”. É “o talvez…, o não sei…, o será… O empate entre confiança e desconfiança bloqueia qualquer atitude assertiva ou proativa de solidariedade, de apoio e decisão social e política”, explica.

Na pesquisa, conduzida por seus alunos de graduação e pós-graduação, foi perguntado aos entrevistados sobre a confiança no sistema político brasileiro vigente. Cerca de 72% disseram confiar na democracia, enquanto 28% responderam não. Dos motivos apresentados, muitos disseram que o sistema, embora precisasse de ajustes, foi o que melhor funcionou no Brasil, ao contrário do que relataram em relação a governos ditatoriais tanto de esquerda quanto de direita.

Quando questionados sobre o nível de confiança nos políticos brasileiros, 61% declararam não confiar em nenhum deles e 39% responderam que sim. Os motivos alegados foram o envolvimento dos congressistas em corrupção, a falta de projetos de interesse social, a endogenia dos políticos e a formação de grupos para defender interesses específicos, os famosos lobbies que atuam no Congresso Nacional.

Uma terceira pergunta foi feita somente àqueles que disseram acreditar no futuro do Brasil. Quanto tempo a prosperidade e o bem-estar demorariam para chegar? Por estar muito próximo ao segundo turno (meados de outubro), alguns responderam que seria logo após a apuração dos resultados das eleições, porém, outros poucos disseram que poderia levar pelo menos 200 anos. Sem especificar o porcentual de ambos os lados, Vasconcellos afirma que o mais importante foi a média das respostas, que foi de 39 anos. Ou seja, “precisaríamos de pelo menos dez gestões governamentais para atingirmos o estado de bem-estar social desejado pelos brasileiros”, avalia.

“Brasil, um país do futuro”

Vasconcellos disse querer abranger uma faixa de idade mais extensa porque queria ouvir os mais jovens, que pela primeira vez tomavam consciência do futuro que os aguardava, e também os mais velhos, que viveram boa parte da vida esperando que tal promessa de prosperidade fosse cumprida.

Lembrando a expressão “Brasil, um país do futuro”, de alcunha do escritor judeu-austríaco Stefan Zweig, que ao final da primeira metade do século 20 radicou-se em Petrópolis, no Rio de Janeiro, fugindo do nazismo, Esdras acredita que “os brasileiros se veem diante de uma longa noite de incertezas” porque uma expressiva parte dos entrevistados afirmou ter dúvidas quanto ao futuro promissor já de imediato, ou seja, a partir de janeiro de 2019, quando o novo presidente eleito em outubro deverá assumir o gabinete presidencial no Palácio do Planalto, Brasília. “Assim como as gerações mais velhas não viram chegar a proclamada prosperidade, talvez as mais jovens tenham de esperar por ela se a previsão dos 39 anos se confirmar”, diz.

Segundo o pesquisador, a expressão “Brasil, um país do futuro” inspirou muita gente a ter esperança em dias melhores, mas quando a última crise se abateu no País, o desalento chegou junto. Avaliar como estava a percepção do brasileiro em relação ao futuro do País foi a principal motivação da pesquisa, afirma.

Ainda sobre o escritor austríaco, Vasconcellos conta que, em 1940, Zweig, mesmo vivendo em um país pobre, pouco industrializado e sob a ditadura, escreveu um livro com louvores sobre o título Brasil, um País do Futuro, quando ficou marcada a expressão. Dois anos depois, deixando uma carta de gratidão aos amigos e ao País que o abrigou, Stefan Zweig tirou sua própria vida, se suicidando com sua esposa.

*Ângelo Medina é editor-chefe do portal Vya Estelar. É jornalista e ghost writer. Com 30 anos de experiência, iniciou sua carreira na cobertura das eleições à Prefeitura de São Paulo em 1988 (Jornal da Cultura). Trabalhou no Caderno 2 – O Estado de São Paulo, Revista Quatro Rodas (Abril). Colaborou em diversas publicações e foi assessor de imprensa no setor público e privado. Concebeu o site Vya Estelar em 1999. É formado em Comunicação Social pela UFJF – Universidade Federal de Juiz de Fora.

INCLUSÃO: Veja a bela e emocionante campanha de O Boticário

A empresa de cosméticos O Boticário está de parabéns por mais essa peça que, em verdade, é muito mais do que uma simples peça publicitária ou comercial, mas uma declaração de amor ao próximo.

Uma bela, emocionante e criativa campanha natalina de 2018 de O Boticário estreou no último dia 25 de novembro.

Com o lema “Tem gesto que não só fala, canta”, a peça publicitária, uma criação da Agência AlmapBBDO, manda uma mensagem sobre a importância da inclusão de pessoas portadoras de deficiência, no caso específico do filme, um adolescente cuja professora Daniela tem um desafio de inclui-lo na apresentação de um coral.

A empresa de cosméticos O Boticário está de parabéns por mais essa peça que, em verdade, é muito mais do que uma simples peça publicitária ou comercial, mas uma declaração de amor ao próximo.

Confira e veja como a história termina. Vale chorar, galera?

Solidão não é o mesmo de momentos só

Não abra mão de momentos só para você. Use e abuse daquele “meu momento”. Desfrute daquela “solidão” produtiva que te leva a refletir sobre tudo a sua volta; avaliar caminhos, escolhas, decisões etc.

Eu sempre tive medo de solidão. Aliás, gosto sempre de lembrar um trecho de uma cantiga de Eramos Carlos intitulada “Mesmo que seja eu” que diz assim:

“Filosofia é poesia é o que dizia a minha vó/
Antes mal acompanhada do que só”

Sou do tipo que prefere o risco de uma mal companhia à uma solidão.

Claro, “mal acompanhado” no sentido figurado, filosófico, por assim dizer.

Entretanto, solidão é muito diferente daquela necessidade que às vezes temos de ficar só; de termos o nosso momento de privacidade.

Não há nada de anormal a gente acordar naquele dia sem estar a fim de ver ou falar com alguém. Isso pode se tornar um problema dependendo se a frequência e o período dessa sensação forem intensos, contínuos, o que pode sinalizar para algum distúrbio de comportamento e trazer consequência perigosas como a depressão, por exemplo.

Tirar um tempo para nós mesmo é até uma necessidade de sobrevivência nesse mundo a cada dia mais corrido, complicado, violento e estressante.

Não é por acaso que muitas empresas já estimularam a espiritualidade no local de trabalho, o que não significa impor uma religião especifica aos colaboradores, até porque a religião ideal é aquela que faz a pessoa sentir-se bem.

Portanto, não abra mão de momentos só para você. Use e abuse daquele “meu momento”. Desfrute daquela “solidão” produtiva que te leva a refletir sobre tudo a sua volta; avaliar caminhos, escolhas, decisões etc.

“Bob, há lugares ideais para esses momentos de solidão”, perguntaria um leitor ou leitora que se interessou sobre o assunto.

Sim! Vários.

Uma praça, uma praia, uma igreja em dias sem missa ou culto, casas de orações, parques e até mesmo os cemitérios podem seu bom local para aquele breve recolhimento para o encontro consigo mesmo, até porque é pra lá que iremos quando a hora do nosso descanso eterno.

Enfim, não tenha receio, não crie dificuldades, não deixe de dar a oportunidade para o seu “eu”

Pelo contrário: procure a cada dia encontrá-lo da melhor e da mais saudável forma possível.

Você tem medo da liberdade?

por Irlei Miesel

Para muitos, a escravidão é a melhor maneira de viver em liberdade. Nesse caso, a escravidão está na rotina estabelecida e na mentira mental criada em relação à realidade.

O ser humano busca desesperadamente ser livre. Ele deseja uma profissão que o leve:

À liberdade financeira;
A uma família para amar livremente;
A uma casa que proporcione liberdade no orçamento;
A um carro para aumentar o tempo livre;
A ter acesso ao mundo digital para ampliar a liberdade de escolhas;
A compromissos fixos que exijam presença diária etc.

A liberdade está na escravidão dos arranjos e dos ajustes feitos, para que a vida caiba exatamente dentro da caixa previsível. Dessa forma, a sensação latente por liberdade é combatida pela certeza da utilidade. Ser útil é uma desculpa mental em que o medo evita de buscar a liberdade.

Quando nos sentimos úteis e insubstituíveis, nasce o alívio e o bem estar de saber que não há vida fora daquela rotina, convencemo-nos que o melhor da vida está no previsível. Acomodamo-nos e fingimos que o medo não existe, porém esquecemos que o medo está justamente no ato da criação de determinada rotina infeliz.

Ele também está no conceito de liberdade que citamos acima. O medo está em tudo que nos impede de experimentar realidades desconhecidas.

Como diz o filósofo e escritor russo Dostoiévski: “Há no homem um desejo imenso pela liberdade, mas um medo ainda maior de vivê-la. O vazio é o espaço da liberdade, a ausência de certezas. Mas é isso o que tememos: não ter certezas”.

Por isso, trocamos a curiosidade pelo convencional, por gaiolas que chamamos rotina. As gaiolas são o lugar onde as certezas moram e é na certeza que o medo não incomoda.

Assim, podemos viver na ilusão de que somos livres e, dessa forma, evitamos a terrível sensação do medo pelo desconhecido. O conhecido nos é familiar e exige apenas que toquemos em frente.

Todo mundo tem um desejo pela aventura. Em nosso íntimo, invejamos aqueles que se lançam em novidades, que conhecem o mundo e tudo o que podemos sentir através dele. Um de nossos maiores medos é o do próprio julgamento. Quando deixamos o medo do julgamento de lado, descobrimos o sentido de liberdade.

O espírito de liberdade passa pelo antagonismo de usar o medo como termômetro para provocar a coragem rumo às escolhas e aos comportamentos que ampliem o espírito livre que habita em todos nós. Que assim seja!

Você é um depreciador?

A convivência com pessoas no entorno familiar, social ou laboral nem sempre é fácil, especialmente se marcada por comportamentos tóxicos. Descubra a seguir o que caracteriza um depreciador.

via Mundo Psicólogos

Você não precisa ter vivido muitos anos para saber que há pessoas que têm um efeito nocivo sobre as demais. Nem sempre se trata de um comportamento intencionado, porém é como se uma onda de negatividade invadisse o ambiente. Se ainda não aconteceu diretamente com você, seguramente já vivenciou por tabela a experiência de algum amigo ou familiar.

Um dos casos mais comuns é a pessoa que sempre adota uma atitude depreciadora, manifestando desprezo ao interagir com os demais. Soa forte, mas em tempos de individualismo exacerbado e falta de empatia, tem se tornado cada vez mais habitual se deparar com um depreciador profissional.

Como reconhecê-los? Um dos primeiros sinais é esse olhar de superioridade, detalhista, que analisa todos os aspectos da pessoa, sua roupa, seus acessórios, sua postura; porém sempre trasladando frieza e rechaço. Também mantém esse comportamento diante das coisas e novas experiências.

É a materialização de uma atitude de desprezo, de aversão, que a nível biológico serve para proteção e sobrevivência, mas que entre as pessoas, já faz muito, se consolidou como uma atitude social, a do “asco moral”.

Especialistas explicam que esse tipo de atitude diante da vida e das coisas tem suas origens ainda na infância, pois é entre os 6 e os 12 anos que as atitudes de aversão e rechaço se consolidam. Daí a importância de transmitir os valores do respeito e da tolerância durante o desenvolvimento infantil, para que funcionem como barreiras para o assédio e outros tipos de violência.

Os tipos de desprezo

O desprezo pode se desdobrar em manifestações distintas, e nem todas elas são negativas. A postura descrita anteriormente é a de um caso clássico de desprezo disfuncional, que costuma coincidir com personalidades narcisistas, ou seja, aquelas pessoas que acreditam ser sempre mais: mais éticas, mais competentes, mais capacitadas, enfim, superiores.

Um outro tipo de desprezo seria o sentimento de repulsa que uma pessoa pode sentir quando não está alinhado com os valores morais que uma pessoa ou situação representa.Também há o desprezo defensivo, que costuma ser uma emoção que surge para acelerar a fuga de situações potencialmente prejudiciais, quando por exemplo se detecta uma tentativa de manipulação.

É fundamental conhecer o que está por trás delas, tanto para avançar no desenvolvimento pessoal, caso você se reconhece como depreciador, como para se proteger, se você é vítima de uma pessoa assim.

Como se defender de um depreciador?

A convivência reiterada com uma pessoa assim pode provocar um sentimento de inadequação, algo que afeta negativamente a autoconfiança e a autoestima. Daí a importância de saber se proteger. Comece por:

  1. entender que, por trás dessa postura de superioridade, sempre se esconde a insegurança;
  2. manter-se firme diante do escrutínio, mas sem perder a paciência ou partir para a agressividade;
  3. usar o humor como contraponto à atitude de desprezo;
  4. desestabilizar o depreciador com perguntas como: O que te leva a dizer isso? Por que está com essa cara de desaprovação?
  5. treinar sua capacidade de autocontrole para não demonstrar afetação e não contra-atacar.

 

ESPAÇO FEMININO: O sexo segundo o zodíaco

O que seria desse mundo, cada vez mais cruel, sem algumas bobagens para a gente acreditar, ainda mais bobagens românticas que envolvem paixão, amor e sexo, não é mesmo?

Há pessoas que ignoram, outras simplesmente não acreditam.

Contudo, a quem não abre de saber o que o seu signo diz para cada dia e, claro, sobre o que os atros tem a revelar quando o assunto é relação afetiva, paixão e… sexo!

É quando o zodíaco sai do plano meramente das superstições e miticismo e passa para o território da libido.

Enquanto aquariano, desde a juventude nutro um fascínio pelo que os signos dizem, revelam, recomendam etc. Aliás, gosto muito de ser aquariano, até porque muito que leio sobre esse signo consigo ver reflexo na minha personalidade.

Bobagem? Pode ser, mas o que seria desse mundo, cada vez mais cruel, sem algumas bobagens para a gente acreditar, ainda mais bobagens românticas que envolvem paixão, amor e sexo, não é mesmo?

Pois bem. Em artigo para o site Vila Mulher, a astróloga Fátima Gomes conta o que cada signo procura na cama e as diferenças entre cada astro. Achei interessante a abordagem da especialista a resolvi reproduzir aqui no Espaço Feminino.

Espero leitores e leitoras gostem de OS SEGREDOS SEXUAIS DE CADA SIGNO, da astróloga Fátima Gomes. Confiram.

Cada signo tem seu jeitinho especial, seja na vida profissional, nas amizades, no amor ou no sexo. A personalidade sexual de cada signo expressa as peculiaridades de cada um e mostra o que de fato essas pessoas procuram na cama. Veja a seguir os segredinhos sexuais que mexem com a cabeça de cada astro.

Áries:
Não tem medo de mostrar os seus desejos na cama, e a sua impetuosidade pode até por vezes assustar o seu par. Gosta de assumir o papel de comando, de ousar e experimentar coisas novas. A adrenalina de uma “rapidinha” pode ser um poderoso afrodisíaco para este signo tão sexual. A emoção do perigo e o contato com a Natureza excitam a sua libido. Carícias na nuca levam-no ao êxtase.

Touro:
Não se mostra facilmente, mas quando sente confiança no seu par o nativo deste signo demonstra uma forte sensualidade é um vigor sexual difícil de acompanhar. Aprecia preliminar carinhoso e demorado, gosta de fazer amor sem pressa e num ambiente seguro e confortável. Incluir chocolate, leite condensado, gelo ou outro alimento apetitoso na relação sexual deixa-o literalmente com água na boca.

Gémeos:
A criatividade é o mais poderoso afrodisíaco para quem nasceu sob este signo. Precisa variar de posição e de local e que espicacem a sua libido, pois a rotina aborrece-o, tornando-o frio e indiferente. Tem particular sensibilidade nas mãos, nas costas e nas orelhas. Sussurrar palavras picantes ao seu ouvido deixa-o quase sempre em brasa.

Câncer:
Precisa ter segurança para se entregar sexualmente, mas quando sente que é amado o nativo de Câncer mostra uma faceta capaz de surpreender verdadeiramente, entregando-se de corpo e alma à relação sexual. Precisa, no entanto, de mimo constante, pois se sente que o par não retribui na mesmo medida sente-se muito magoado e triste. O peito e a barriga são zonas particularmente erógenas, e as carícias nestas partes do corpo fazem-no estremecer por completo.

Leão:
O domínio excita-o, e sentir que o seu par está completamente rendido a seus pés é uma das fantasias eróticas mais recorrentes do nativo de Leão. Os elogios estimulam-no, fazendo com que se empenhe ao máximo para deixar uma impressão inesquecível. Embora esbanje sensualidade e erotismo, não dispensa o romantismo. Um quarto cheio de espelhos, lençóis de cetim ou uma banheira com espuma perfumada e duas flûtes de champanhe são capazes de levá-lo ao sétimo céu.

Virgem:
Sob a sua postura tranquila e discreta, Virgem esconde um poderoso vulcão sexual, que entra em erupção quando sente segurança na relação e confia na pessoa com quem se relaciona. Derrubar as barreiras que a sua personalidade cria pode levar tempo e exigir dedicação do seu par, mas sem dúvida que vale a pena pois Virgem é capaz de se revelar um amante extremamente sensual e intenso. Nem sempre tem coragem, contudo, de revelar as suas fantasias, mas mantém o secreto desejo de experimentar as loucuras mais improváveis. Uma cama perfumada com lençóis recém-lavados inebria os seus sentidos, e um banho partilhado a dois deixa-o exalta as suas emoções.

Libra:
O romantismo e a delicadeza fazem parte do charme inconfundível do nativo de Balança. Embora seja sensual por natureza, precisa de se sentir envolvido emocionalmente para se envolver a nível sexual, e não se entrega com facilidade. Aprecia longos preliminares cheios de requinte e atenção. Todos os jogos de sedução e conquista são poderosos afrodisíacos, desde que sejam refinados e elegantes. Um hotel de cinco estrelas ou um quarto com vista sobre o mar é local que o podem fazer sentir-se no paraíso.

Escorpião:
Sob a influência de Plutão, este é um dos signos mais eróticos do Zodíaco. Intenso, provocador e ousado, encara a relação sexual como uma experiência metafísica, na qual procura sempre ultrapassar os seus próprios limites. Com uma mente ardilosa, capaz de incendiar o desejo do mais gélido dos parceiros amorosos, Escorpião mostra-se impetuoso e nunca aceita um “não” como resposta. Experimentar tudo, fazer tudo, em toda e qualquer parte – para ele, não há limites para o prazer.

Sagitário:
Para Sagitário, a variedade é sem duvida o sal da relação. Gosta de experimentar todas as posições, mas tem certo fraquinho por sexo ao ar livre, em locais inesperados ou proibidos, e gosta particularmente de fazer amor em pé. Tem um fôlego aparentemente inesgotável, mas se sente que a relação está morna é capaz de se mostrar frio e desprendido. A adrenalina é um dos mais potentes combustíveis para alimentar o seu desejo – fazer amor numa situação que envolva certo risco incendeia-o.

Capricórnio:
Dentro de quatro paredes, num local confortável e afastado dos olhares indiscretos, Capricórnio despe a sua postura séria e recatada e revela a fera que existe dentro de si. Gosta de assumir o comando na relação sexual, e sente-se inebriado pelos ambientes luxuosos, pelos fetiches com pormenores requintados e quando sente o fascínio que exerce sobre o seu par. Nem sempre se sente à vontade para revelar as suas fantasias, mas não hesita em dar forma às ideias que o parceiro lhe sugere.

Aquário:
A originalidade característica dos nativos deste signo é também bem explícita entre lençóis, onde se aborrece com a rotina e procura explorar sempre novas posições, novos locais e horas – para Aquário a espontaneidade é a lei do desejo, e procura que o seu par acompanhe o seu ritmo imprevisível, direto, sem tabus nem rodeios. Beijos nas orelhas e no pescoço fazem as suas delícias.

Peixes:
Para a apurada sensibilidade deste signo é inconcebível haver sexo sem amor. O envolvimento afetivo com a outra pessoa é a própria essência do seu prazer, pois para este nativo o sexo é visto como uma experiência quase transcendental, de comunhão com o outro. Anseia encontrar a sua alma-gémea e viver um verdadeiro conto-de-fadas. Fazer amor num local com água – piscina, rio, lago – inunda o seu coração de prazer e traz mil sensações aos seus sentidos.

Fátima Gomes – Baronesa da Itália e Mestre em Ciências Místicas, especialista em Feng – Shui, Tarô, Astrologia, Angeologia e Numerologia.