PF deflagra operação contra golpes em políticos pelo WhatsApp 6

A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (17), no Maranhão e Mato Grosso do Sul, a Operação Swindle (significa fraude em inglês), que tem como objetivo desarticular uma quadrilha que realizava clonagens de números telefônicos para aplicar golpes via aplicativo de trocas de mensagens.

Pelas primeiras informações, a Polícia Federal cumpre cinco mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão preventiva, todos expedidos pela Justiça Federal em Brasília.

De acordo com a Polícia Federal, a quadrilha abria contas bancárias falsas e utilizava contas “emprestadas” por partícipes para receber valores provenientes das fraudes aplicadas em razão do desvio dos terminais telefônicos, em que os agentes criminosos se “apossavam” das contas de WhatsApp de autoridades públicas e, fazendo-se passar por estas, solicitavam transferências bancárias das pessoas constantes de suas listas de contato.

(Fonte: Blog do Jorge Aragão)

“Eu não errei, amei” 7

Por mais que tenha feito o que fez a ponto de um caso de amor se transformar numa das tragédias cariocas mais famosas e um dos casos de tribunais mais movimentados do estado do Rio de Janeiro (veja aqui), essa frase da Saninha resume muito bem o sentimento de amor

Desejo é uma minissérie brasileira exibida pela Rede Globo no início da década de 90, cuja autora é a genial Glória Perez, com direção do não menos genial Wolf Maia.

A trama foi baseada em fatos reais a partir do episódio conhecido como “A Tragédia da Piedade”, quando o escritor Euclides da Cunha, autor de Os Sertões, foi morto por Dilermando de Assis, amante de sua mulher Ana Emília Ribeiro.

A produção foi a fundo no trabalho de pesquisa e reprodução dos acontecimento daquele fatídico domingo, 15 de agosto de 1909, com os antecedentes do fato ocorrido e, também, os desdobramentos do caso, que culminou na absolvição de Dilermando, que foi defendido por ninguém menos do que  o grande criminalista Evaristo de Morais.

O elenco, entre outros, era formado Tarcísio Meira (Euclides da Cunha); Vera Fischer, a Saninha (Ana de Assis); Guilherme Fontes (Dilermando de Assis); Marcos Winter (Dinorah) e Marcos Palmeira (Solón).

Desejo é uma daquelas minisséries que despertam emoções e sentimentos de toda ordem. Na época, torci muito para que Euclides da Cunha desse cabo no amante da sua esposa (Rsrsrs). Mas, infelizmente, ocorreu o contrário.

Entre tantas partes e frases marcantes de Desejo, duas frases jamais mais esqueci, curiosamente ditas pelo ex-casal Euclides da Cunha e Saninha. A dele: “Vim para matar ou morrer!”, dita assim que adentrou à casa de Dilermando com a intenção de defender a sua “honra”.

Bom, a frase da Saninha é a que dá título a este post: “Eu não errei, amei”, proferida no fechamento da minissérie.

Essa frase da Saninha não é apenas forte, mas muito simbólica quando o assunto é amor.

As pessoas fazem coisas por amor que a razão desconhece. Aliás, o saudoso Renato Russo resumiu bem essa assertiva quando na música Eduardo e Mônica poetizou:

Quem um dia irá dizer
Que existe razão
Nas coisas feitas pelo coração?
E quem irá dizer
Que não existe razão?

Por mais que tenha feito o que fez a ponto de um caso de amor se transformar numa das tragédias cariocas mais famosas de todos os tempos e um dos casos de tribunais mais movimentados do estado do Rio de Janeiro (veja aqui), essa frase da Saninha resume muito bem o sentimento de amor.

Por isso que o amor é um sentimento que desperta júbilo e medo num só tempo.

O amor é mistério.

E não adianta querer decifrá-lo.

Um ótimo e abençoado sábado para todos.

Até amanhã.

CAMPANHA: Quero minha moto de volta! 2

Ilustração.

O Blog do Robert Lobato em parceria com o blog do Leonardo Cardoso, vai iniciar a campanha “Quero minha moto de volta!”.

Funciona assim: Você que teve sua moto confiscada pelo governo Flávio Dino e está revoltado com tal situação, grave um vídeo a partir do seu celular, na posição horizontal, mandando o seu protesto e pedindo que a sua moto seja devolvida para que você possa voltar a trabalhar normalmente.

No vídeo, diga ainda o seu nome e a cidade onde você mora.

Os videos devem ser enviados para os WhatsApps: (98) 98419-6594, Robert Lobato; (98) 98126-5888 Leonardo Cardoso, e eles serão publicados por estes dois blogs e outros espalhados pelo estado todo.

Então não perca tempo e mande ainda hoje o seu vídeo exigindo a sua moto de volta.

OBS: Os donos de carros que tiveram seus veículos confiscados pelo governo Flávio Dino também podem enviar os seus vídeos.

OPERÁRIO DA NOTÍCIA: Descanse em paz, amigo Jânio 4

Humildade, até no pedir ajuda a alguém é o segredo para vencer na vida. Essa humildade, deve vir sempre acompanhada de seriedade, honestidade, lealdade e respeito aos valores e princípios, enfim, a tudo e todos, afinal, “somos todos iguais” (Jânio Arlei).

Foi com tristeza e profundo pesar que recebi a notícia de que a vida deixou o jornalista Jânio Arlei, nesta quarta-feira, 27, ironicamente num dia que era para ser só de alegria por conta da vitória da seleção brasileira e, para alguns, também pela eliminação da Alemanha da Copa do Mundo, o que não é o meu caso, diga-se.

Conheci Jânio em meados do anos 90 nas boêmias da Cohab, quado o comunicador estava no auge da sua carreira como apresentador do programa Bandeira 2, da TV Difusora.

No entanto, foi somente poucos anos atrás que viríamos construir uma relação amigável mais sólida. Já não era o mesmo Jânio Arlei nem do ponto de vista da fama, nem do ponto de vista da saúde. Porém, era o mesmo Jânio amigo, companheiro, enfim, alguém que a gente costuma chamar de sangue bom.

O que me deixar feliz é saber que tive a oportunidade de reconhecer o talento profissional de Jânio Arlei enquanto ele estava vivo. Em nossos vários almoços, entre uns tragos de pingas e conhaque São João da Barra, ali na base de Dona Chica, na Ceasa, várias vezes disse que ele foi um dos mais maiores profissionais da imprensa maranhense.

Em 2012, tentando voltar ao batente do jornalismo desta feita na blogosfera, o Blog do Robert Lobato entrevistou exclusividade aquele que se autodenominava um “operário da notícia”.

É reproduzindo essa entrevista que presto a minha homenagem nosso querido e já saudoso Jânio Arlei.

Descanse em paz, amigo.

E que Deus fique “de olho em você”.

ENTREVISTA: Jânio Arlei

Quem não lembra do programa Bandeira 2, um dois maiores sucessos da TV maranhense apresentado nas primeiras horas da manhã por um sujeito franzino, feio, debochado, mas muito competente na telinha?

Pois bem. Jânio Arlei está de volta! O radialista concedeu entrevista exclusiva ao blog onde fala da experiência que foi fazer o Bandeira 2, sua experiência de 20 anos de televisão, casos polêmicos, vida, religião e muito mais.

O radialista inciou sua carreira na Rádio Imperatriz, em 1980, onde foi repórter, redator, editor etc. Trabalhou também na TV Imperatriz, Mirante, TV Ouro Verde (Band/Paragominas/Pa), jornal O Progresso, entre muitos outros veículos de comunicação. Sua última passagem profissional foi pela televisão foi na Guará, afiliada da Record News, em São Luís.

Você por um bom tempo o nome mais conhecido da televisão maranhense. Fale um pouco dessa experiência?

Bom, foi gratificante, mas, me vejo sempre com “um operário da notícia”. Ser conhecido tem seu lado bom e ruim. No meu caso, gosto mais quando passo desapercebido. Fico mais a vontade. O lado ruim fica por conta dos momentos em que você quer ficar sozinho, tem algum problema e a pessoa que te assiste não entende. Como você entra na casa dela todos dias, ela te considera da família e acha que você tem a obrigação de estar sempre solícito ao encontrá-la. A coisa não é por aí. Com todo o conhecimento que você tem, você continua sendo um ser humano como outro qualquer, às vazes até com mais problemas. Por isso que de vez em quando, um famoso “surta’ por aí. É que foi abordado num momento de crise. No meu caso, para evitar esses problemas, eu me isolo nesse momento de crise.

O sucesso mexeu com a sua cabeça?

Não. Fama, sucesso tudo isso é efêmero e não completa o ser humano. Sou um sujeito tímido e humilde. Vejo tanta gente em redações e corredores de revistas, jornais, rádio e TV em busca incessante pela fama e sucesso, às vezes passando sobre as pessoas. Isso é triste. Não tem ética e princípios. Nunca usei desses artifícios, porque me considero abençoado por Deus, com o “dom da fala ou da oratória”. Humildade, até no “pedir ajuda a alguém” é o segredo para vencer na vida. Essa humildade, deve vir sempre acompanhada de seriedade, honestidade, lealdade e respeito aos valores e princípios, enfim, a tudo e todos, afinal, “somos todos iguais”.

Qual o episódio que gerou mais polêmica no Bandeira 2?

(Risos) Quando o pastor Luis Cláudio da Igreja Universal foi a TV Difusora, me ameaçou e… menos de 24h depois estava pedindo desculpas. Não sabia ele, que tive formação cristã evangélica e, como se diz lá na Igreja, “eu conheço a Verdade”. Retirei a queixa contra ele, atendendo “a pedido de pessoas que considero amigas”. Nada teria acontecido, se o Pastor Luís Cláudio não tivesse ido à Difusora, em companhia de quatro elementos encapuzados, me ameaçar. Aliás, percebí que a intenção dele era apenas me intimidar porque falou demais, tentando explicar a atitude de alguns membros da Igreja. Na região onde fui criado (Imperatriz), ninguém para pra conversar. Resolve-se logo o caso e vai embora. Foi o caso mais relevante que aconteceu comigo, embora, eu tenha sido vítima de agressão (em São Bento por um segurança do filho de Isaque Dias), e fui alvo de muitos processos por injúria, difamação e calúnia, que considero “ossos do ofício”.Foi o caso mais relevante que aconteceu comigo, embora, eu tenha sido vítima de agressão (em São Bento por um segurança do filho do ex-prefeito Isaque Dias), além de alvo de muitos processos por injúria, difamação e calúnia, que considero “ossos do ofício”.

Você chegou andar com seguranças ou armado nos tempos do Bandeira 2?

Com seguranças não, mas armado sim, quando surgiam boatos de ameaças contra a minha vida. Além disso, estava sempre mudando meu itinerário (risos). Afinal, “gato escaldado tem medo de água fria”. Hoje meu segurança é Cristo e minha arma uma Bíblia. Sinto-me muito mais seguro

Por que você deixou o Bandeira 2?

Montei uma pequena empresa e partir para a carreira solo. Isto é normal nas redes de televisão. Exemplificando: é como ser ator, atriz ou jogador de futebol. Ontem na Mirante, Difusora, Guará, amanhã noutra emissora e hoje de volta a antiga casa. Costumo dizer, que nesses casos é importante sair e deixar sempre a porta aberta ao mudar de endereço profissional. Pessoalmente, visito e converso com colegas de trabalho, diretores e proprietários de todas as empresas onde trabalhei. Me relaciono muitíssimo bem e tenho carinho e apreço por cada um deles.

Você ainda pensa fazer Televisão?

Sim, mas não como setorista da área policial. Prefiro ancorar abordando temas variados, afinal foram mais de dez anos como redator, coordenador e editor geral de jornais em rádio e televisão, com os melhores do mercado no Maranhão. Eu começei como setorista do esporte. Fazer matérias policiais foi apenas uma casualidade. Se fosse pra escolher faria matérias na zona rural porque lá você trabalha apenas com pesquisas que envolvem o agronegócio.

Você agora tem um blog. Você vai investir profissionalmente na blogosfera?

Este é o meu projeto para o futuro, que já sendo colocado em prática. Na plataforma virtual, trabalho por enquanto com textos e fotos (uma volta aos tempos do jornal). Já estamos nos preparando (temos equipamentos com tecnologia de ponta), para investir em áudio e vídeo (retorno ao rádio e TV), que também fazemos com maestria. A net é o futuro,  já estamos navegando por ela com acessos dos EUA, Israel, Reino Unido, Rússia, Martinica, Japão e etc. É só acessar http://www.janioarlei.com/. Neste projeto, trabalhamos com informação e análise, porque entendemos que nossa função maior é a formação de opinião com seriedade e responsabilidade.

“Humildade, até no pedir ajuda a alguém é o segredo para vencer na vida. Essa humildade, deve vir sempre acompanhada de seriedade, honestidade, lealdade e respeito aos valores e princípios, enfim, a tudo e todos, afinal, “somos todos iguais” (Jânio Arlei).

Criação do Sistema Único de Segurança está na pauta da CCJ

O relator, senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), é favorável à proposição que cria o Sistema Único de Segurança Pública (Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado)

O projeto que cria o Sistema Único de Segurança Pública (Susp) e a Política Nacional de Segurança Pública e Defesa Social (PNSPDS) é o primeiro item da pauta da reunião de quarta-feira (16) da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).

De autoria do Poder Executivo, a proposta foi aprovada em abril Câmara dos Deputados, na forma do substitutivo do relator, deputado federal Alberto Fraga (DEM-DF). Agora, na CCJ, o relator é o senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), que já apresentou voto favorável à proposição.

“O projeto é conveniente e oportuno. Há muitos anos a comunidade de segurança pública reclama da falta de uma política e de um plano nacional para o setor. Além disso, até hoje não foi editada a lei prevista no artigo 144 da Constituição Federal, para disciplinar ‘a organização e o funcionamento dos órgãos responsáveis pela segurança pública, de maneira a garantir a eficiência de suas atividades”, avalia o relator.

Alguns senadores questionaram na reunião da semana passada o pouco tempo que o Senado tem para discutir a matéria

— Se o relator [Antonio Anastasia] não estivesse preso a essa tese de que não pode mexer para que o texto não volte à Câmara, tenho certeza de que ele faria um relatório primoroso, com todas as mudanças necessárias. Mas não dá. O projeto ficou seis meses na Câmara e agora não podemos mexer? Não podemos aceitar isso. Não podemos votar no afogadilho — afirmou o senador Lindbergh Farias (PT-RJ).

Virtudes
Em seu relatório, Anastasia lista o que considera virtudes da proposta, como a integração de todos os entes federados, a capacitação e valorização dos profissionais do setor, o compartilhamento de informações, e os mecanismos de avaliação e controle social, com participação popular.

O ponto de partida para viabilizar a PNSPDS é a atuação conjunta e integrada dos órgãos de segurança pública e defesa social da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, em articulação com a sociedade. O projeto prevê, inclusive, o auxílio da União aos entes federados que não tiverem condições de implementar o Susp.

O órgão central do Susp será o Ministério Extraordinário da Segurança Pública (MESP). Caberá ao ministério fixar as metas do Plano Nacional, a serem avaliadas anualmente. Os integrantes desse sistema poderão atuar nas vias terrestres e aquáticas, portos, aeroportos e terminais rodoviários. A proposta também estabelece mecanismos de controle e transparência das ações em segurança, regulando a atuação do controle interno, dos órgãos de correição e das ouvidorias.

Outras propostas
Outras proposições relativas ao tema segurança pública estão na pauta desta quarta-feira da CCJ. É o caso do PLS 358/2015, do senador Raimundo Lira (PMDB-PB), que aumenta as penas previstas para os adultos que utilizam crianças ou adolescentes para a prática de crimes; o PLS 272/2016, do senador Lasier Martins (PSD-RS), que disciplina condutas consideradas como atos de terrorismo; e o PLS 63/2018, do senador Eduardo Braga (PMDB-AM), que trata da construção de colônias agrícolas em cidades com mais de 500 mil habitantes.

(Fonte: Agência Senado)

A PM KÁTIA DA SILVA SASTRE: Vilã ou heroína? 28

Entre outras mães, filhas e inocentes que correram risco naquele fatídico dia, o desfecho do ocorrido foi melhor para as pessoas de bem.

A PM Kátia da Silva Sastre, do estado de São Paulo, protagonizou um dos eventos mais comentados na imprensa, na sociedade e, claro, nas redes sociais, neste final de semana.

À paisana, a PM reagiu a um assalto na cidade paulista de Suzano e disparou contra o assaltante, que morreu no hospital. O meliante já tinha passagem pela polícia, inclusive com acusação de ocultação de cadáver.

O ato da policial dividiu opiniões à esquerda e à direita do espectro politico nacional.

Pela lado das esquerdas, a ação da policial foi algo desumano, arriscado (pois colocou outras vidas em perigo) ou “uma carnificina”, como exagerou a colunista Nathalí Macedo no artigo “A mãe PM que matou um ladrão em Suzano e a espetacularização da irresponsabilidade”, publicado no site Diário do Centro do Mundo.

Já para os direitistas, a PM Kátia Sastre agiu corretamente mostrando que “ladrão bom é ladão morto” e coisas do tipo.

De uma forma ou de outra, esse episódio foi trágico em todos os aspectos.

Em primeiro lugar, revelou o quanto nós, cidadãos, pais e mães de famílias, nossos filhos etc.,  estamos vulneráveis à ações de marginais que não tem qualquer empatia pela vida alheia.

Em segundo lugar, serviu para mostrar o quanto também vivemos numa sociedade totalmente dividida entre os que ainda acreditam nas leis enquanto instrumentos para punir marginais e aqueles que defendem que justiça pode ser feita com as próprias mãos.

Em terceiro lugar, o evento mostra ainda como a sociedade está carente à procura de heróis e/ou heroínas, uma vez que não acredita mais no Estado enquanto ente que pode resolver os problemas que lhe afligem no cotidiano, como é o caso da falta de segurança nas cidades independente do tamanho delas – antes, apenas os grandes centros urbanos padeciam com a insegurança, atualmente qualquer cidade pelo Brasil afora está à mercê da marginalidade.

Mas, respondendo ao questionamento que dá titulo a este post, ou pelo menos tentando respondê-lo, penso que a brava policial militar Kátia da Silva Sastre não é nem vilã e nem heroína. Trata-se de tão somente uma cidadã que fez aquilo para o qual foi treinada, qual seja defender seus concidadãos. Agiu de forma não apenas corajosa, mas com muita competência e preparo técnico.

Se a mídia glamorizou o episódio isso é uma outra questão. E nesse particular tanto a mídia de direita quanto a de esquerda cometeram e cometem seus excessos.

Por fim, mas do qualquer coisa, Kátia da Silva Sastre, ou simplesmente PM Sastre, agiu como mãe quando estava se preparando para participar com a filha de um homenagem ao Dia das Mães.

Só isso já a coloca na condição, se não de heroína, na condição de uma “super mãe”.

Entre outras mães, filhas e inocentes que correram risco naquele fatídico dia, o desfecho do ocorrido foi melhor para as pessoas de bem.

Brasil Frutt: um exemplo de empreendedorismo e sucesso

Não apenas pelo conjunto da obra, mas também pelos pequenos detalhes, que a Brasil Frutt a cada dia se consolida no seu setor, expandido ainda mais os seus negócios, gerando empregos, renda, impostos e que é mais simbólico: expressando a força e talento do empreendedor brasileiro, nordestino e, no caso da família Louredo, do povo cearense

Empreender é, para muitos, uma vontade, um desejo ou mais do que isso: é a busca do sucesso de transformar o sonho do negócio próprio em uma realidade.

Mas, claro, não basta apenas vontade, desejo ou tão somente sonhar. Alcançar o êxito de um negócio seja do porte que for, micro, pequeno, médio ou grande, requer muitas habilidades e capacidades do empreendedor.

Paciência, perseverança, visão, foco, liderança, o famoso jogo de cintura político etc, fazem parte de um extenso e complexo “menu” de quem deseja ser um homem ou uma mulher de sucesso no mundo empresarial.

Essas habilidades e capacidades estão presentes num empreendedor com “E” maiúsculo chamado Francisco Gonçalves Louredo, um cearense da cidade de Russas, localizada à beira do rio Jaguaribe e conhecida como a terra da laranja.

Entre as décadas de 1960 e 1970, em plena cidade de São Paulo, Francisco Louredo, ao lado sua esposa Francisca da Silva Louredo, deram início a que hoje é chamada de Brasil Frutt, uma empresa que comercializa Frutas Secas, Castanha de Caju, Amêndoas, Pistaches, Castanha do Pará, Temperos, Conservas, Azeites, Bacalhau, Pêssegos em Calda, Doces, enfim, um rol de produtos cuja extrema qualidade é característica principal.

O desafio de uma empresa familiar

Senador Tasso Jereissati entre o jovem empresário Lincoln Louredo e o seu pai Francisco Louredo, fundador da Brasil Frutt.

A Brasil Frutt é um “case” de sucesso não apenas no ramo que atua, mas principalmente no que convencionou-se chamar de “empresa familiar”.

Quem é atua no ramo organizacional, seja como empresário, consultor, assessor ou funcionário, sabe que empresas familiares costumam ter vida curta no momento em que os proprietário confundem o negócio com questões domésticas. Ou ainda quando os filhos acham que “meter” a mão no caixa da empresa é normal “porque a empresa é da minha família e se é dela é minha também”.

Na Brasil Frutt, porém,  há uma cultura que separa as relações domésticas das missões, metas e objetivos da empresa.

Não obstante ser gerida conjuntamente com os filhos do casal Francisco e Francisca Louredo, entre eles o jovem Lincoln, o que prevalece no ambiente empresarial da Brasil Frutt é o profissionalismo, foco em resultados, criatividade, humildade e muito respeito à história que fez deste empreendimento o que ele é há mais quatro décadas.

Não apenas pelo conjunto da obra, mas também pelos pequenos detalhes, que a Brasil Frutt a cada dia se consolida no seu setor, expandido ainda mais os seus negócios, gerando empregos, renda, impostos e o que é mais simbólico nessa história de sucesso organizacional: expressado o talento do empreendedor brasileiro, nordestino e, no caso da família Louredo, do povo cearense.

Vida longa a Brasil Frutt e ao grupo Louredo.

Sobre Geraldo Alckmin 14

A impressão que o presidenciável Geraldo Alckmin deixa, ao menos para este blogueiro, é de que o Brasil tem a sua disposição um homem sério, correto, ético, competente e, sobretudo, simples para governar este país.

Quem conhece (de verdade) este blogueiro sabe que sou forjado na esquerda socialista desde quando me conheço por gente. “Quando nasci, um anjo torto desses que vivem na sombra disse: Vai, Robert! ser gauche na vida”, parodiando o mestre Carlos Drummond de Andrade.

Como todo jovem, já tive meus momentos de rebeldia, raiva, indignação e a justa vontade de querer mudar o mundo. Aliás, mudar o mundo é ainda o que me move.

Antes de ser um socialista por convicção, sou um humanista incorrigível! Aquariano, boliviano e flamenguista!

Tenho a convicção de que o ser humano, com suas virtudes e vícios, é a melhor obra de Deus. Sou renascentista por natureza no sentido de achar que o “homem é a medida de todas as coisas”.

Essas preliminares são para fazer, enquanto homem de esquerda e petista, um reconhecimento público ao ex-governador de São Paulo é pré-candidato a presidente da República, Geraldo Alckmin.

Geraldo é um homem de bem. Aliás, de bem e do bem.

Geraldo está preparado para governar este país, caso o povo brasileiro resolva elegê-lo presidente.

Na sua passagem pelo Maranhão não vi um Geraldo Alckmin “vendilhão” da Pátria. Pelo contrário: vi um homem público com visão de estadista que sabe e reconhece o papel das empresas públicas enquanto instrumentos de construção de um Estado-Nação de verdade.

Meus companheiros do PT podem até zangarem-se comigo, mas ouso a afirmar que se Geraldo Alckmin chegar à presidência o nosso partido deveria dar uma trégua ao presidente eleito e, quicá, participar do seu governo se chamado a tal missão. O mesmo vale para Lula ou outro companheiro do PT se eventualmente chegar ao Palácio do Planalto, ou seja, chamar os social-democratas para coalizão de verdade, republicana!

A impressão que o presidenciável Geraldo Alckmin deixa, ao menos para este blogueiro, é de que o Brasil tem a sua disposição um homem sério, correto, ético, competente e, sobretudo, simples para governar este país.

“Porra, Robert, e o nosso Lula?“, pode perguntar, puto, um companheiro do PT.

Bom, respondo: Lula é não mais Lula, é uma ideia.

Um ótimo e abençoado domingo para todos e todas.

GESTÃO E ECONOMIA: Por que o Ceará avançou e o Maranhão parou no tempo 34

O Maranhão nunca conseguiu ser um “Ceará”, embora reúna todas as condições e potencialidades para ser um “tigre” do Nordeste.

Chegou até este editor um instigante artigo da lavra do editor-executivo dos núcleos de Negócios e Economia do grupo O Povo, Jocélio Leal, publicado no seu blog, no site do referido grupo e intitulado “Ceará, terra de paradoxos”.

No texto, o autor discorre sobre algumas contradições ocorridas no estado nordestino que nas últimas décadas teve um “boom” na gestão pública e na economia privada, mas que ainda não conseguiu avançar a contento, por exemplo, no combate ao analfabetismo que atinge cerca de 15% da população cearense.

Contudo, alguns dos dados sobre o Ceará levantados por Jocélio Leal são surpreendentes e fazem com que, nós maranhenses, reflitamos do porquê do nosso estado está parado no tempo do ponto de vista econômico e do empreendedorismo. Senão vejamos.

– A empresa que lidera o mercado de águas no País é cearense. Conforme o Euromonitor Internacional, o Grupo Edson Queiroz é líder nacional no mercado de água engarrafada, com 10,7%. A empresa cearense adquiriu a Nestlé Waters Brasil, a quinta colocada no ranking, com 1,9% do mercado – um oceano de água doce de R$ 24 bilhões no ano passado e 10,3 bilhões de litros.

– Alimentos. A líder de massas e biscoitos do País tem sede no Eusébio, na Região Metropolitana de Fortaleza. A M. Dias Branco é uma gigante detentora de impressionantes 32% de market share (fatia de mercado) no Brasil. Na Bovespa, atingiu R$ 20.390 bilhões.

– Telecomunicações. No Interior do Estado, fica um dos cases nacionais no setor. A Brisanet, com sede em Pereiro (CE), atende 170 mil famílias no interior do Ceará, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte com serviços de telecomunicações – internet, TV e telefonia. Já entregou mais 10 mil quilômetros de fibra ótica até no fim do mês passado. Acaba de fechar R$ 20 milhões com o BNDES, em operação que o Banco do Nordeste tinha o maior interesse.

– Um dos destaques no segmento de saúde privada é de Fortaleza. O Hapvida tem cerca de 4 milhões de clientes em 11 estados. É um case de eficiência como empresa e está em pleno período de silêncio que antecede sua oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês).

–  O SAS. Uma plataforma de educação que desenvolve conteúdo, tecnologia e serviços de excelência para mais de mais de 700 escolas, sendo que 80 novas escolas só em 2018 e mais 430 mil alunos. Tem planos de igualmente ir para a Bovespa. E nem se fale nos índices de aprovação no ITA, IME e Enem. Vide as escolas privadas locais. Farias Brito, 7 de Setembro, Master e outros. Ou também no varejo farmacêutico. A Pague Menos tem mais de 1 mil lojas, mas quer duas mil e um IPO.

INVESTIMENTOS PRIVADOS e CULTURA EMPREENDEDORA

Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP)

Chega a ser constrangedor, e mesmo vergonhoso, observar que o Ceará teve a coragem de romper com um clico de atraso que há anos imperava no estado, e o Maranhão sequer dá sinais de que pode efetivamente ser um local seguro do ponto de vista político, jurídico e institucional para investimentos privados.

Por estas terras persiste a economia estatal sob sucessivos governos, inclusive no atual; de abusar dos recursos públicos aumentando gastos com a folha de pagamento, para isso, basta ver o caso do programa “Mais Capelães”, que hoje somam mais de uma centena de nomeados pelo governador Flávio Dino (PCdoB).

Falta para o Maranhão estabelecer as condições para que seja criada uma cultura empreendedora, seja na forma de encarar a gestão pública para que dê resultados que a sociedade/contribuintes exigem, seja setor produtivo privado estimulando micro, pequenos, médios e grande negócios.

O fato é que governo Flávio Dino, e dele que temos que cobrar pois prometeu um paraíso nas eleições de 2014 e o que se vê hoje é um Maranhão estagnado, inviabilizado e liquidado administrativamente, com o sério risco de a qualquer momento não conseguir honrar com o pagamento do funcionalismo.

Não por acaso que reportagem da revista Valor Econômico, divulgada nesta segunda-feira (30), confirma essa tendência de crise e pobreza extrema no estado, conforme macrodados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) -, a revista aponta que, entre 2016 e 2017 o número de maranhenses vivendo com menos de US$ 60 por mês cresceu assustadoramente em São Luís (48%) e segue crescendo no interior (1%).

Esse é o Maranhão.

Que nunca conseguiu ser um “Ceará”, embora reúna todas as condições e potencialidades para ser um “tigre” do Nordeste.

Uma lástima!