ELEIÇÕES 2018: Algumas considerações sobre a pesquisa DataIlha 10

A turma do governo pensa que o processo eleitoral de 2018 será o mesmo de 2014 quando Flávio Dino, então a novidade redentora para o Maranhão, poderia fazer o que bem entendesse em termos de pesquisas

Dizendo a nova pesquisa do instituto DataIlha,o governador Flávio Dino (PCdoB) tem mais que o dobro das intenções de voto de sua principal concorrente, a ex-governadora Roseana Sarney (MDB). O comunista teria 62,39% dos votos válidos, contra 29,15% da emedebista.

Em seguida viria o deputado Eduardo Braide (PMN) em terceiro lugar com 4,9% e depois aparecem embolados os pré-candidatos Roberto Rocha (PSDB), Maura Jorge (Podemos) e Ricardo Murad (PRP) com pouco mais de 1% das intenções de votos.

A turma do governo pensa que o processo eleitoral de 2018 será o mesmo de 2014 quando Flávio Dino, então a novidade redentora para o Maranhão, poderia fazer o que bem entendesse em termos de pesquisas. Não será bem assim, agora que candidato não é mais a “novidade” e sim o governador de fato que terá de mostrar aos eleitores para que veio, quais os resultados da sua gestão e convencer o eleitorado de que de realmente representa a renovação prometida há quatro anos, coisa que não será tão fácil como a máquina de propaganda governista imagina ser.

A pesquisa

Feitas as considerações iniciais acima, o Blog do Robert Lobato parte para alguma considerações sobre o levantamento “camarada” do DataIlha. Senão vejamos.

Para começar, no ofício enviado ao TSE pelo Instituto, para o registro no Sistema Público, como manda a Lei eleitoral, consta que “A área de abrangência da pesquisa será o Município de São Luis do Estado do Maranhão”. Pelo visto a DataIlha não saiu da ilha, fazendo jus ao nome. Certamente vão levar um puxão de orelhas dos contrantes, principalmente do arquiteto desse tipo de estratagema, o secretário Marcio Jerry (Comunicação e Articulação Política), não é mesmo?

Outro ponto: a primeira pergunta, antes mesmo de indagar a intenção de voto, é sobre a avaliação do governador Flávio Dino. Ora, qualquer manual básico de pesquisa ensina que é um erro metodológico citar o nome de um candidato, antes de colocá-lo junto aos demais. Isso já cria um viés. E estranhamente não foi perguntado o gradiente de aprovação, com a clássica pergunta de Ótimo/Bom/Regular/Ruim/Péssimo. Apenas a seca e mal formulada pergunta: “E pensando no desempenho pessoal de Flávio Dino como governador, você diria que: aprova seu desempenho/não aprova seu desempenho? Aqui cabe uma perguntinha inocente: Por que “desempenho pessoal”, e não a “avaliação do Governo?” E repito, essa pergunta foi feita antes da pergunta sobre “Em que (sic) você votaria?”.

Segue-se a pergunta do voto espontâneo, novamente indagando em que (sic) e não em quem o eleitor votaria. Um eleitor mais esperto deveria responder: na urna eletrônica, ora bolas!

A pergunta seguinte, que é a mais importante, a estimulada, mas o Instituto não dá qualquer indicação, no questionário, de que usa o sistema de disco, consagrado universalmente para impedir que qualquer candidato seja beneficiado pela ordem de apresentação dos nomes. Nesse caso, não há como compreender o critério usado, pois certamente não foi o alfabético, já que Flávio Dino aparece logo em primeiro em todas as perguntas. Eduardo Braide viria em primeiro, no critério alfabético.

Por último, e não menos estranho, alguém convença este humilde blogueiro e outros tantos milhões de eleitores maranhenses que o Sistema Difusora, pertencente à família do senador Lobão, pré-candidato à reeleição, arrendada ao deputado Weverton Rocha, pré-candidato a senador, não teve a menor curiosidade em apurar a intenção de voto ao Senado. Nem ao menos uma perguntinha. Ou seja, ao todo 37 cidades visitadas, 30 mil reais gastos (a se acreditar nos dados registrados no TSE) e ninguém se lembrou de perguntar sobre o Senado? Uma emissora de Televisão e Rádio, que tem o compromisso de levar informação ao público?

Só mesmo no DataIlha!

Só mesmo no Maranhão!

Esporte: Empresas adotam práticas de investigação antes de apostarem em investimento esportivo

Ambiente de negócios complexo e forte escrutínio público cobram mais atenção do setor no país com gestão de riscos e ampliam consultas sobre práticas em governança

São Paulo – O receio de ter a imagem vinculada aos recentes escândalos de corrupção que envolvem o mundo esportivo no país está levando empresas a contratarem serviços de levantamento reputacional e avaliação de riscos antes de fecharem patrocínios.

As companhias estão buscando a Kroll, líder global em gestão de riscos, investigações, compliance, segurança cibernética e resposta a incidentes, para avaliar as ameaças associadas a agremiações esportivas, ligas, federações, confederações e atletas profissionais através de vários serviços oferecidos pela consultora, incluindo o due diligence em suporte a transações comerciais e financeiras, investigações internas, investigações de fraude e, cada vez mais, proteção de dados digitais.

“A despeito das especificidades regulatórias e organizacionais locais, o segmento esportivo profissional vive um ambiente de negócios extremamente complexo e desafiador no Brasil, que cobra um amadurecimento em termos de governança”, afirma Ian Cook, diretor sênior no escritório da Kroll em São Paulo.

De acordo com Cook, esse processo é inevitável à medida que organizações e profissionais do esporte operam cada vez mais sob uma estrutura empresarial sofisticada e estão sujeitos a impactos financeiros, operacionais, legais e reputacionais.

“Clientes do universo esportivo, assim como seus pares em outros setores da economia, estão vivenciando as mesmas necessidades por controles internos efetivos, assim como por estratégias de combate à corrupção, de promoção de compliance, transparência e princípios éticos”, explica.

Em nível global, a Kroll há muitos anos oferece serviços de gestão de riscos para este setor. Recentemente, Alex Horne, ex-presidente da Football Association, entidade que regula o futebol inglês, juntou-se ao time de especialistas da companhia como consultor para o segmento esportivo profissional.

Com mais de 11 anos na Football Association, onde também ocupou os cargos de CFO e COO, além de ter atuado como diretor geral do lendário Wembley Stadium, em Londres, Horne traz um profundo conhecimento sobre os desafios enfrentados pelo mundo afora por clubes e organizações, seja em operações financeiras e comerciais, em investigações de problemas internos e na gestão de questões reputacionais.

“A quantidade de recursos que o setor esportivo movimenta cresce de forma significativa, e essa realidade anda lado a lado com a responsabilidade de preservar a integridade da marca por organizações e atletas. Diariamente, eles devem equilibrar cuidadosamente a promoção de seus perfis com a salvaguarda de sua reputação”, comenta Horne.

Histórico de casos

Há anos, a Kroll tem auxiliado clubes de futebol europeus com serviços de due diligence para determinar a adequação de potenciais investidores. Nesses projetos, os objetivos são tanto a identificação da origem dos fundos como a análise de aportes em diferentes formatos de patrocínio.

“Além da preocupação financeira e operacional, as agremiações esportivas estão com cada vez mais frequência buscando se resguardar de passivos e de problemas que possam impactar a integridade de suas marcas futuramente”, explica Cook.

A Kroll também auxilia clientes do setor com investigações que abrangem desde suporte a litígios até a validação de controles internos. Em um projeto junto a uma organização internacional de ciclismo, por exemplo, a Kroll investigou a participação e conivência de dirigentes do órgão em casos de doping envolvendo profissionais da modalidade.

Em outro caso, a empresa ajudou a identificar o autor de uma campanha difamatória nas redes sociais contra um atleta de elite. Usando sofisticadas técnicas de segurança cibernética, os especialistas da Kroll conseguiram vincular múltiplos nomes de usuário a uma única fonte.

Sobre a Kroll

A Kroll é líder mundial em gestão de riscos e investigações corporativas. Há mais de 40 anos, ajuda seus clientes a tomarem decisões sobre negócios, pessoas e ativos, por meio de uma ampla gama de serviços para prevenir e mitigar riscos. Com sede em Nova York e mais de 35 escritórios em 20 países, a Kroll tem uma equipe multidisciplinar de quase 1000 colaboradores e serve a uma clientela global de escritórios de advocacia, instituições financeiras, empresas, organizações sem fins lucrativos, agências governamentais e indivíduos. Para mais informações visite www.kroll.com/brasil

MEC altera período de inscrições do Sisu e levantamento aponta faculdades mais procuradas

O Stoodi, plataforma de educação à distância com foco em vestibular/Enem, divulgou levantamento com os principais dados da edição 2017 do Sisu, que podem nortear a escolha neste ano, feita com base na nota do Enem, também divulgada dia 18

Depois da divulgação da nota do Exame Nacional do Ensino Médio, (disponíveis neste link) na quinta-feira (18), muitos estudantes já começaram a pensar na inscrição no Sistema de Seleção Unificado (Sisu), iniciativa do Ministério da Educação pela qual instituições públicas de ensino superior oferecem vagas aos participantes do Enem. Outra novidade divulgada pelo Ministério da Educação foi a antecipação na data de inscrição para o Sisu. Antes previstas para o final do mês, agora as inscrições dos alunos interessados deverão ser efetuadas já na próxima semana, no período de 23 a 26 de janeiro.

Para auxiliar os futuros universitários, o Stoodi, plataforma de educação à distância com foco em vestibular/Enem, fez um levantamento dos principais dados da edição 2017 do Sisu, que podem nortear a escolha neste ano. Os números foram segmentados por instituições e cursos mais procurados, e maiores e menores notas de corte.

Com 171.825 inscrições, a instituição mais procurada pelos estudantes no ano passado foi a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), seguida pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), com 144.322 inscritos, e pela Universidade Federal do Ceará, com 140.849.

Em relação aos cursos com maior número de inscrições, o campeão foi o de Análise e Desenvolvimentos de Sistemas, com 21.787 estudantes inscritos. Em segundo e terceiro lugares, vêm as faculdades de Direito e de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais, com 17.166 e 13.084 inscrições, respectivamente.

Quanto à nota de corte mais alta, o destaque vai para o curso de Direito da Universidade Federal Fluminense, que exige, no mínimo, 837,8 pontos no Enem. Quem enfrentou a segunda maior nota de corte (831,3) foram os candidatos ao curso de Medicina na Universidade de São Paulo. O terceiro lugar ficou com outro curso de Medicina, o da Universidade de Brasília, cuja nota de corte foi 829,6.

Já a menor nota de corte do Sisu 2017, no topo da lista que deve chamar a atenção dos alunos que não apresentaram um desempenho tão bom no Enem, foi a do curso de Física no Instituto Federal do Piauí (IFPI), no período noturno, com 547,05 pontos. Confira abaixo o levantamento completo do Stoodi:

As instituições com mais inscrições no Sisu 2017
1 – Universidade Federal de Minas Gerais: 171.825
2 – Universidade Federal de Pernambuco: 144.322
3 – Universidade Federal do Ceará: 140.849
4 – Universidade Federal do Maranhão: 131.899
5 – Universidade Federal de Goiás: 130.077
6 – Universidade Federal da Bahia: 118.998
7 – Universidade Federal do Rio de Janeiro: 117.315
8 – Universidade Federal da Paraíba: 117.256
9 – Universidade Federal Fluminense: 112.841
10 – Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo: 112.615

10 cursos com mais inscrições
1 – Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo – Análise e Desenvolvimento de Sistemas: 21.787
2 – Universidade Federal de Minas Gerais – Direito: 17.166
3 – Universidade Federal de Minas Gerais – Medicina: 13.084
4 – Fundação Universidade Federal do ABC – Ciência Tecnológica: 12.714
5 – Universidade Estadual do Piauí – Pedagogia: 12.115
6 – Universidade Federal de Pernambuco – Educação Física: 11.397
7 – Universidade Federal do Maranhão Pedagogia: 11.112
8 – Universidade Federal de Goiás – Direito: 10.913
9 – Universidade Federal do Maranhão – Direito: 10.862
10 – Universidade Federal de Goiás – Medicina: 10.402

10 maiores notas de corte
1 – Universidade Federal Fluminense – Direito: 837,8
2 – Universidade de São Paulo – Medicina (cotas): 831,3
3 – Universidade de Brasília – Medicina: 829,6
4 – Universidade Federal do Paraná – Medicina: 826,2
5 – Universidade Federal do Rio de Janeiro – Medicina: 822,31
6 – Universidade de São Paulo – Engenharia Mecânica: 821,1
7 – Universidade de São Paulo – Engenharia Mecatrônica: 819,3
8- Universidade Federal de Santa Catarina – Medicina – 818,5
9- Universidade Estadual de Minas Gerais – Medicina – 817,1
10- Universidade de Brasília – Medicina (cotas) – 814,1

10 menores notas de corte do Sisu 2017
1. IFPI – Física – Licenciatura Noturno Campus São Raimundo Nonato: 547,05
2. UFMT – Ciências Naturais e Matemática – Física Licenciatura Noturno 548,42
3. IFPI – Física – Licenciatura Noturno Campus Angical: 549,28
4. IFPI – Química – Licenciatura Noturno: 549,29
5. UESPI – Ciências Biológicas Licenciatura Noturno: 549,62
6. UNIPAMPA – Interdisciplinar em Ciência e Tecnologia – Bacharelado Noturno: 549,86
7. UNICENTRO – Letras/Português Licenciatura Noturno: 549,96
8. UNIPAMPA Campus Caçapava do Sul – Ciências Exatas Licenciatura Integral: 550,56
9. UEPB – Física Licenciatura Integral – Ampla concorrência: 550,84
10. IFPI – Química – Licenciatura Vespertino – Ampla concorrência: 551,29

Sobre o Stoodi
Lançado em 2013, o Stoodi é uma startup de educação à distância que oferece videoaulas, plano de estudos e monitorias transmitidas ao vivo. A empresa nasceu com o objetivo de democratizar o acesso à educação no país, oferecendo uma plataforma intuitiva e acessível para facilitar a vida dos estudantes em fase pré-vestibular e de alunos do ensino médio que precisam de reforço escolar. A plataforma já conta com 1 milhão de alunos cadastrados e 40 milhões de aulas assistidas, que correspondem a 5 milhões de horas de conteúdo.

Governo Federal descumpre acordo e municípios do Maranhão perdem R$ 83 milhões este ano

Medida adotada pelo presidente Michel Temer faz com que prefeituras do estado continuem mergulhadas em uma crise financeira sem precedentes.

A gestão do presidente Michel Temer (PMDB) descumpriu, mais uma vez, acordo feito com os municípios brasileiros.

De acordo com informações repassadas pela Secretaria do Tesouro Nacional nesta quinta-feira (28), somente em 2018 o governo federal depositará nas contas das prefeituras R$ 2 bilhões em recursos oriundos do Auxílio Financeiro aos Municípios (AFM).

O pagamento estava agendado para este mês, conforme garantiu o próprio Michel Temer durante encontro com gestores públicos municipais de todo o país no mês passado, em Brasília.

As 217 cidades do Maranhão seriam beneficiadas com R$ 83 milhões, segundo levantamento divulgado pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM) à época.

A divisão dos recursos do AFM obedeceria aos mesmos critérios utilizados pela União para repartir o dinheiro proveniente do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

Os recursos extras estavam sendo aguardados por prefeitos e prefeitas de várias regiões do estado e seriam utilizados para pagamento do funcionalismo público, por exemplo.

“Trata-se, mais uma vez, de uma ação do presidente da República contra a municipalidade maranhense e brasileira. Estes recursos extras, garantidos pelo senhor Michel Temer durante encontro com prefeitos e do qual eu participei, chegariam em uma boa hora e estavam sendo aguardados pelos gestores como uma espécie de salvação da pátria. Agora, com a informação de que o repasse não será feito este ano, as prefeituras do Maranhão voltam à situação de colapso financeiro”, afirmou o presidente da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão (FAMEM), Cleomar Tema.

Em julho, Michel Temer também não honrou compromisso firmado com a municipalidade brasileira.

Na oportunidade, ele não autorizou o depósito nas contas das prefeituras de R$ 168 milhões referentes à antecipação da compensação do FUNDEB.

ELEIÇÕES 2018: Conheça o perfil e as chances dos pré-candidatos que querem governar o MA 21

O ano de 2017 está chegando ao fim e os anjos anunciam a chegada de um novo ano.

Entre mortos e feridos, pode-se considerar sobrevivente que enfrentou e venceu as intempéries deste ano. E que ano!

Em 2018 teremos eleições para o governo do estado.

Nesse sentido, o Blog do Robert Lobato arrisca traçar o perfil de cada um dos pré-candidatos e pré-candidatas ao Governo do Maranhão, inclusive de Flávio Dino (PCdoB), e fazer uma análise sobre as chances dos mesmos frente ao projeto de reeleição do comunista. Vamos lá.

Flávio Dino 65 – O governador ainda goza do fato de ser o favorito na disputa de 2018. Eu disse “ainda”, pois há uma visível e perceptível queda de popularidade do comunista pelo Maranhão afora. Isso porque Flávio Dino faz um governo muito aquém das expectativas geradas a partir da sua eleição em 2014. Trata-se de um governo mediano, sem muitas novidades, sem criatividade, nenhum projeto estruturante de grande porte, cujas obras entregues até aqui são praticamente do governo anterior. Sem falar que o gestão comunista é uma tragédia na articulação política e medíocre na comunicação. Como estamos falando de uma eleição para governo que tende ser de dois turnos, Flávio Dino corre o sério risco de “rodar” em 2018 e, quiçá, nem mesmo ir para o segundo turno, o que é pouco provável, mas não deixa de ser uma possibilidade.

Roseana Sarney 15 – Com quatro mandatos de governadora no currículo, a pré-candidata do MDB ainda é um incógnita. O seu grupo jura de pés juntos que a “Guerreira” será candidata, ainda que ela mesma faça questão de deixar no ar o suspense se disputará ou não um quinto mandato. Roseana Sarney tem partido, grupo político consolidado, experiência e conhece cada liderança política dos 217 municípios deste estado. Conta a lenda que ela tem um “caderno” com o nome de todos as lideranças do interior do Maranhão. Ocorre que só o currículo, o carisma e esse tal “caderno de lideranças” não são suficientes para fazer a “mdebista” entrar de cabeça no processo eleitoral de 2018. Roseana quer garantias de que pelo menos terá presença num eventual segundo turno. O cientista Antônio Lavareda está fazendo uma pesquisa/estudo sobre a viabilidade do projeto “Roseana governadora-15”. Se pintar algo tragicamente parecido com 2014, a “Branca” tira pra fora e vai cuidar da vida lá pras bandas dos Estados Unidos e deixará todo o grupo Sarney a ver navios dali da casa do Calhau. Mas a maioria do MDB e dos seus aliados afirmam que Roseana será sim candidata a governadora. A conferir.

Roberto Rocha 45 – De volta ao ninho tucano, de onde muitos acham que nunca deveria ter saído, o senador Roberto Rocha é pré-candidato a governador e poderá ser o maior pesadelo do governador Flávio Dino. Eleito na mesma conjuntura de “mudança” do comunista, Roberto foi levado a romper com o seu ex-companheiro de chapa por pura inabilidade do governador que se acha sabido acima da média. Agora no comando de um grande partido, com um candidato competitivo a presidente de República e potencialmente candidato numa grande coligação partidária, Roberto Rocha tem tudo para crescer durante a campanha propriamente dita e surpreender no processo eleitoral. Além de conhecer cada palmo desse estado, saber interpretar o Maranhão em números e estatísticas, Roberto tem feito um excelente mandato de senador e tem muito o que mostrar durante o campanha. O tucano se consolida a cada dia para ser a candidato que irá aglutinar, numa terceira via, os desiludidos com o comunismo de Flávio Dino e desencantados com o sarneysismo de Roseana.

Maura Jorge 19 – Ex-prefeita de Lago da Pedra e ex-deputada estadual, Maura tem um característica fundamental para quem deseja encarar uma eleição majoritária: coragem. A loira dos “zói ingatinhado” quer jogo e está disposta ir mesmo para guerra eleitoral de 2018 pelo Podemos. A única duvida que paira sobre o projeto “Maura governadora-19” é saber se o deputado federal Aluísio Mendes irá mesmo dar a legenda para pré-candidata consolidar a sua candidatura, pois há quem diga que o parlamentar pode dar um “zignal” na mulher por achar que não tem chance de ser reeleger numa chapa liderada por ela. Contudo, se derem asas para Maura a mulher vai longe, pois sabe voar como uma águia.

Ricardo Murad 44 – O ex-secretário de Saúde saiu na frente. Foi o único pré-candidato que encerra o ano de 2017 não apenas com o nome certo para a disputa eleitoral do ano que vem como apresentou, para a sociedade, propostas que constarão no seu plano de governo. Ricardo Murad não pode de jeito nenhum ser subestimado. Inteligente, focado, articulado e experiente, o pré-candidato do PRP tem muito o que mostrar durante a campanha, principalmente o grandioso trabalho que fez quando esteve à frente da Secretaria de Estado da Saúde. Ricardo Mura tem o mérito de debater sobre qualquer assunto que seja provocado, além de não fugir de temas que possam lhe causar algum incômodo. O fato é que mesmo não tendo um partido com tempo no horário gratuito, Ricardo Murad deverá ocupar cada espaço que lhe for oferecido para poder apresentar suas propostas à população, além de fazer da redes sociais a sua grande trincheira de campanha.

Eduardo Braide 33 – Bom, ainda que apareça em todas as pesquisas de intenção de voto para governador, o deputado estadual Eduardo Braide ainda não disse com todas as letras que deseja ser candidato a governador em 2018. Na verdade o deputado vem “surfando” bem na onda do recaal das eleições municipais de 2016 quando surpreendeu meio mundo e por pouco não virou prefeito de São Luis. Ocorre que Braide é inteligente e sabe que a “zebra” de 2016 na capital não é fácil de acontecer em 2018 numa eleição estadualizada. Daí que tem dito que prefere disputar uma vaga de deputado federal e voltar “de com força” na próxima eleição de prefeito em 2020. Seja como for, caso consiga viabilizar um partido ou uma coligação que lhe proporcione um tempo no horário eleitoral, Braide pode dar trabalho para muita gente por aí.

Esta é opinião do Blog do Robert Lobato sobre as pré-candidaturas ao governo do Maranhão.

Na próxima será a dos pré-candidatos ao Senado Federal.

Até lá.

CASO NENZIN: Junior do Nenzin e o tratamento VIP na Unidade Prisional de Ressocialização 2

O juiz da 2º vara de Barra de Corda, Iran Kurban, que aceitou pedido de prisão preventiva Junior do Nenzin, teve conhecimento prévio dessa mudança de presídio e de tantos privilégios?

O empresário Junior do Nenzin, apontado pela Polícia Civil como autor do crime contra o seu próprio pai, o ex-prefeito de Barra do Corda, Manoel Mariano, o popular Nenzin, estaria recebendo tratamento VIP no novo presídio no qual se encontra em São Luís.

Segundo fontes seguras de dentro sistema de Segurança do Estado, o irmão do suspeito, deputado estadual Rigo Teles (PV), conseguiu junto ao governo Flávio Dino (PCdoB) colocar o “mano” sob cuidados especiais na Unidade Prisional de Ressocialização do Olho D’água.

É nessa unidade que Junior do Nenzin estaria sendo tratado como se estivesse um hotel, se não de cinco estrela, mas pelo menos de três.

Tudo é bem mais tranquilo do que em Pedrinhas, onde o suspeito estava quando deixou Barra do Corda sob custódia da polícia. Água mineral, cama confortável, direito a banho a qualquer hora do dia ou da noite, podendo ainda praticar atividades físicas, além de outros privilégios. Só falta o acusado de matar o seu genitor ter também o direito de dar uma voltinha básica na praia ou fazer compras no shopping da capital…

São coisas do tipo que reforçam a ideia, junto à sociedade, de que gente rica e influente politicamente tem tratamento diferenciado quando são presos. Já pobre, preto e puta têm que se contentar com judiações e maus-tratos em complexos penitenciários e delegacias pelo Maranhão afora.

A mesma fonte que informou a “vida boa” que Junior do Nenzin estaria desfrutando na Unidade Prisional de Ressocialização do Olho D’Água, também disse que ele não corria risco de morte onde encontrava-se antes de ser transferido. Portando, não havia a necessidade de tal transferência.

A pergunta que não quer calar é: O juiz da 2º vara de Barra de Corda, Iran Kurban, que aceitou pedido de prisão preventiva Junior do Nenzin, teve conhecimento prévio dessa mudança de presídio e de tantos privilégios?

Em egotrip sexual, mulher se permite priorizar atração física 4

por MARILIZ PEREIRA JORGEm via Folha de SP

Kristen Roupenian, autora do conto ‘Cat Person’

Um beijo bem dado é meio caminho andado. Se tivesse usado esse critério, a personagem da história que pode ser considerada a pior trepada de 2017 teria se livrado de embaraço. Mas não haveria crônica, e o mundo não estaria falando sobre o assunto.

“Cat Person”, publicado na “New Yorker” e um dos mais lidos do site neste ano, traz mais do que reflexões sobre as expectativas frustradas em um relacionamento, que
começa por mensagens de texto, a “gordofobia” de Margot, apontada por algumas pessoas nas redes sociais, ou temas mais profundos como assédio, estupro e consentimento.

Esses últimos numa clara demonstração de que a barra pode ser forçada quando queremos encaixar pautas necessárias para discutir um episódio, ainda que fictício. A experiência de Margot passa longe de qualquer uma dessas questões.

O que fica evidente é a manipulação da personagem do começo ao fim da história.

Margot não só ignora os sinais de incompatibilidade com Robert, como aquela relação passa a ser apenas um desafio para ela. Existia um ego para ser alimentado e ela percebeu que havia encontrado alguém para “comer em sua mão”, mesmo que
inconscientemente.

Da insegurança que sente durante boa parte da troca de mensagens até o primeiro encontro quando vão ao cinema, o jogo vira quando ela se dá conta de que o inseguro da história é ele.

O beijo péssimo deveria ter sido suficiente para que ela terminasse a noite, cada um para seu lado, como Robert sugere. Mas ela recupera o poder de decisão sobre o desfecho quando decide ir para a casa dele.

Ao ver Robert sem roupa, vem a prova definitiva de que não se sente atraída, muito menos para fazer sexo. Em parte dos diversos textos dedicados a interpretar reações do casal, há uma tese interessante sobre a dificuldade que mulheres têm em voltar atrás na decisão de transar após terem ido tão longe. Margot, de fato, questiona como faria isso sem ferir os sentimentos de Robert.

Mas eis que ao vê-la com os peitos de fora, Robert não disfarça seu encantamento. E Margot sente muito tesão, mas não pelo homem, que ostenta barriga peluda e caída. Ela fica excitada pelo fascínio que seus atributos despertam no outro e deixa que o desastre seja consumado, apesar de não estar nem um pouco interessada. É uma egotrip sexual frustrada. Só.

A repulsa pelo corpo dele é apontada como “gordofobia”. Parece apenas que finalmente as mulheres se permitem sentir tesão pelo tesão, colocam a atração física em primeiro lugar, sem romantizar a relação ou se interessar sexualmente por alguém apenas porque é interessante ou inteligente. Lidem com isso.

ELEIÇÕES 2018: “Sou candidato do Flávio Dino”, diz Waldir Maranhão sobre disputa pelo Senado 2

Aliados do deputado avaliam que setores do Palácio dos Leões ligados ao PCdoB, não tendo a coragem de romper com o pré-candidato a senador, partem para a utilização de blogs alugados pelo governo para desestabilizar o projeto “Waldir Maranhão senador”

O deputado federal Waldir Maranhão (Avante) voltou a reafirmar que sua disposição de disputar a eleição de senador em 2018 é irreversível e que não está brincado de fazer política.

Em conversa com o Blog do Robert Lobato, por telefone, na tarde desta quarta-feira, 13, o ex-presidente da Câmara dos Deputados disse ainda ser o candidato do governador Flávio Dino.

“Há uma tentativa sistemática de quererem me tirar da disputa para o Senado Federal, mas reafirmo que a minha candidatura é irreversível. Não estou brincando de fazer política, sei das minhas chances e as pesquisas mostram a viabilidade desse projeto que não é apenas do Waldir Maranhão, mas de um conjunto de forças políticas progressistas e democrática. Não adianta plantar falsas notícias achando que isso enfraquece um projeto que será vitorioso. Sou candidato a senador do governador Flávio Dino”, disse.

Aliados políticos do deputado avaliam que setores do Palácio dos Leões ligados ao PCdoB, não tendo a coragem de romper com o pré-candidato a senador, partem para a utilização de blogs alugados pelo governo para desestabilizar o projeto “Waldir Maranhão senador”.

Nesse caso, surge uma pergunta inevitável: o governador Flávio Dino concorda com essa “desestabilização” da candidatura do “camarada” Waldir Maranhão ao Senado Federal via blogs governistas?

Com a palavra, o “camarada-mor”.