BALSAS: Roberto Rocha viabiliza drenagem e asfalto para diversos bairros da cidade 2

O recurso extraorçamentário de R$ 5 milhões foram conquistados através de articulação política do senador no Ministério da Integração Nacional

Pavimentação

As obras de drenagem e pavimentação asfáltica de diversas ruas dos bairros São Francisco, Potosí, Vivendas do Potosí, Açucena, Nova Esperança, Jardim Primavera e São José devem ser iniciadas nos próximos dias. É que a prefeitura deve assinar nesta semana o contrato com a empresa responsável pela execução do serviço.

O recurso extraorçamentário de R$ 2,5 milhões para a primeira etapa foi viabilizado pelo senador Roberto Rocha (PSDB-MA), através de gestões políticas no Ministério da Integração Nacional. Com o dinheiro em caixa, a prefeitura terá condições de tocar as obras, e, à medida que elas avancem, o governo federal vai liberar mais R$ 2,5 milhões da última etapa, totalizando R$ 5 milhões conquistados pelo congressista maranhense para Balsas.

Aproximadamente 16 mil pessoas serão beneficiadas com as melhorias viabilizadas pelo senador em parceria com a prefeitura. “Asfalto novinho em folha na porta da casa da gente significa melhoria no visual das ruas e nos bairros, valorizando essas regiões e acabando de vez com a poeira, o acúmulo da água da chuva e da lama que prejudicam a saúde, especialmente, das crianças e dos idosos. Isso vai transformar a qualidade de vida de milhares de pessoas”, frisou o senador Roberto Rocha.

De acordo com o secretário municipal de Infraestrutura, Alfredo Costa, a previsão é de que até 15 de dezembro a primeira etapa das obras seja concluída. A segunda parte ficará pronta após o período chuvoso, com previsão de término para o mês de março.

“Estamos finalizando a parte licitatória e a nossa intenção é começar o serviço logo após a assinatura do contrato com a construtora vencedora da licitação”, disse o secretário.

Na avaliação do senador Roberto Rocha, “quando toda essa obra for entregue à população, desejo que ela possa desfrutar dessa melhoria permanentemente. O nosso trabalho no Senado está totalmente à disposição da cidade de Balsas” concluiu.

Pavimentação Balsas

Parceria entre Prefeitura Municipal e Governo do Estado viabiliza implantação de Colégio Militar em Caxias

Acompanhado do deputado estadial eleito Zé Gentil, prefeito Fábio Gentil discutiu com o Comando do Corpo de Bombeiros questões educacionais, disciplinares e de formação.

Uma reunião realizada em São Luís, nas dependências do Colégio Militar 2 de Julho, tratou sobre a implantação de um Colégio Militar em Caxias.

O coronel Célio Roberto, comandante geral do Corpo de Bombeiros, e o tenente-coronel Macêdo, comandante e diretor do Colégio Militar 2 de Julho, receberam o prefeito Fábio Gentil; Ana Célia Damasceno, secretária de Educação, Ciência e Tecnologia (SEMECT); José Gentil, deputado estadual eleito; capitão Malheiros; sargento Moises, vereador, e Dircilene Beleza, gestora pedagógica da SEMECT.

Na ocasião, discutiu-se questões educacionais, disciplinares e de formação. O encontro permitiu o conhecimento sobre a metodologia abordada no ensino, as dependências do local, índices no IDEB, dentre outras informações.

“O Colégio funciona com o ensino fundamental e médio nos dois turnos. Na parceria pretendida com Caxias será assinado um termo de cooperação entre o prefeito municipal e o secretário de segurança, juntamente com o comandante geral. A forma de avaliação nós seguimos o que o Estado nos propõe e assim temos conseguido excelentes médias”, explicou o tenente coronel Macedo, comandante e diretor do Colégio Militar 2 de Julho.

A secretária da SEMECT, Ana Célia Damasceno, falou sobre a importância do Colégio em Caxias.

“A idealização desse projeto tem tido a colaboração de pessoas importantes. Essa conquista ficará para história de Caxias como um divisor de águas. A determinação do prefeito Fábio Gentil em conquistar benefícios importantíssimos para nossa cidade tem sido constante. Pretendemos buscar sempre os melhores projetos para alavancar a educação municipal”, destacou.

O comandante geral do Corpo de Bombeiros e o prefeito Fábio Gentil acreditam que a parceria é satisfatória e trará grandes benefícios à educação municipal.

“Nos sentimos honrados com a visita à nossa escola. Hoje sabemos a estrutura que a Prefeitura de Caxias tem dado para educação e, seguramente, quem vai ganhar é a população. Essa parceria, com toda certeza, vai engrandecer a todos, porque valoriza a população”, enfatizou coronel Célio Roberto.

“A Escola Militar do Corpo de Bombeiros nos propicia conhecer um novo modo de gestão que queremos levar para Caxias, ofertando opções, como uma escola não voltada para o militarismo, mas que prioriza a disciplina. Esse é mais um sonho nosso que se torna cada vez mais próximo. Vamos trabalhar para que esse sonho se realize o mais rápido possível”, reforçou Fábio Gentil, prefeito de Caxias.

(Fonte: Blog do Daniel Matos)

Novas fichas para uma nova aposta no crescimento do Brasil

“Para dobrar a renda percapita é preciso que a taxa de investimento em produtividade aumente. Quando o investimento não é bom, a produtividade cai nos anos seguintes. Esse é um dos calcanhares de aquiles da economia brasileira” (João Alberto De Negri)

João Alberto De Negri (Fotos: Ricardo Machado/IHU)

Por: Ricardo Machado, via IHU Unisinos

Um estudo de mais de 800 páginas realizado e publicado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – IPEA sugere que o Brasil pode retomar o crescimento econômico a partir de três estratégias: dobrar a renda per capta em relação ao Produto Interno Bruto – PIB, reduzir as desigualdades econômicas e investir em tecnologias críticas. A análise e as projeções foram apresentadas pelo professor doutor João Alberto De Negri, durante o evento Trajetória macroeconômica brasileira 2003-2017 e as políticas de ciência, tecnologia e inovação, que integra a programação do II Ciclo de Palestras. Trajetória da Política Econômica Brasileira 2003-2017.

Como bom economista, Negri baseia suas projeções em dados econométricos, em perspectiva com cenários globais. Na opinião do pesquisador, é possível transformar o Brasil no espaço de uma geração, algo entre 20 a 30 anos. “Isso é factível desde que caminhemos rápido. Nossa trajetória recente diz que não dá para fazer, mas é possível sim. Precisaria metas claras, consistência e persistência ao longo do tempo”, propõe.

Claro que todas essas transformações passam por um ajuste de coordenadas do paradigma das políticas públicas. “No caso do Brasil, as políticas públicas precisam pensar uma forma de romper o que temos vivido há algumas décadas, não basta imaginar políticas públicas da mesma forma. O país precisa aprender a fazer as coisas de uma forma diferente”, pontua. O professor ainda alerta para o fato de o Brasil ter perdido, ao longo das últimas quatro décadas, a capacidade de crescimento da produtividade. “Atualmente não temos mais janela de crescimento demográfico para possibilitar a ampliação da produtividade, razão pela qual necessitamos uma outra forma de pensarmos as políticas públicas”, frisa.

Investimento público

Na opinião do conferencista, o investimento público perdeu importância quando se trata de crescimento econômico. “O investimento público não é tão importante como já foi. O Brasil não conseguirá crescer nos próximos anos sem um amplo leque de reformas. Não é um ajuste de trajetória, mas um amplo processo de transformação econômica, social e política”, pondera. “A nova geração de políticas públicas deverá ser feita de forma público-privado. É preciso pensar logo, suar a camisa e começar a fazer”, complementa.

Outro setor sensível da economia é o fiscal, cuja perspectiva de mudança a curto ou médio é de inalterabilidade. “O problema fiscal deve seguir nos próximos quatro ou cinco anos, com uma dívida pública elevada. Precisamos resolver o problema fiscal e da qualidade do gasto público, o que é um problema global. É muito difícil de analisar a qualidade do gasto público porque só se pode estimar o investimento que foi feito, mas nada podemos estimar sobre aquilo que não escolhemos investir, então é uma análise sempre muito complexa”, analisa.

Mudanças chaves

De acordo com Negri, a possibilidade de haver crescimento na economia depende de algumas mudanças chaves na qualidade dos investimentos. “Para dobrar a renda percapita é preciso que a taxa de investimento em produtividade aumente. Quando o investimento não é bom, a produtividade cai nos anos seguintes. Esse é um dos calcanhares de aquiles da economia brasileira”, postula. Sem aprofundar muito em como reduzir as desigualdades, o pesquisador ressaltou uma vez a importância de avançar nesse sentido.

Outro eixo importante é o da produção do que o economista chama de “tecnologias críticas”. Para tanto, sustenta o conferencista, é preciso investir em pesquisa. “Os investimento em pesquisa científica precisam crescer 10% ao ano para sair dos atuais 28 bilhões para 60 bilhões ao ano. Ciência e tecnologia são investimentos de longo prazo muito importantes, é preciso acreditar”, ressalta. Tecnologia, no sentido apresentado por Negri, diz respeito à “forma como produzimos as coisas (o que importa é a intensidade de conhecimento)”.

Por fim, o professor detalhou os dezesseis pontos centrais que orientam o trabalho intitulado Desafios da Nação produzido pelo IPEA.

  1. Crescimento Econômico: Retomar a expansão acelerada da renda per capita
  2. Regime Fiscal: Regras para o crescimento sustentado
  3. Mercado de Trabalho: Mudanças institucionais e produtividade
  4. Reforma da Previdência: aspectos de uma reforma obrigatória
  5. Reforma Tributária: racionalizar o sistema tributário
  6. Financiamento do Desenvolvimento: enfrentar os obstáculos do longo prazo
  7. Educação Básica: a obrigação da reforma ampla
  8. Educação Superior: os caminhos para a modernização
  9. Saúde: como ser universal com qualidade
  10. Risco regulatório: sobra regulamentação, falta governança
  11. Modelo de Concessões: mais eficiência, mais investimento
  12. Pesquisa e Inovação: aprimorar políticas públicas de incentito à C&T
  13. Petróleo e Gás: Da crise à recuperação
  14. Energias renováveis: definir políticas para o setor
  15. Inserção Internacional: desenvolvimento exige uma nova agenda internacional
  16. Sustentabilidade: Objetivos de desenvolvimento sustentável nos Desafios da Nação

Em artigo, FHC fala em “radicalismo de centro”

Confira o artigo Paciência histórica, de autoria do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, via O Estado de S.Paulo.

Que movimentos e partidos poderão materializar um radicalismo de centro?

Com a eleição de Bolsonaro e a hecatombe que se abateu sobre o sistema partidário, o melhor é manter a “paciência histórica”. Com a idade, algo se aprende. A principal lição talvez possa ser resumida em antigo ditado popular: “Não há mal que sempre dure nem bem que nunca acabe”.

Como em todo slogan, nesse há muita coisa indefinida: o que alguns qualificam como “bem” para outros pode ser o “mal”. A despeito de opiniões distintas, penso que a onda conservadora que se prenuncia não será boa, como não seria a da arrogância petista, que está na raiz do atual estado de coisas, com a polarização do “nós” contra “eles”.

Democrata, curvo-me à decisão da maioria. Mas não me amoldo, como não me amoldaria se fosse vencedor o polo oposto. Pertenço à família espiritual dos que pretendem ser razoáveis, aceitam o diálogo, podem mudar de opinião e quando o fazem dizem o porquê. E não querem ficar espremidos num “centro amorfo”. Essa família sabe que a emoção existe, deixa-se envolver por ela de vez em quando, mas tenta apegar-se a algum grau de razoabilidade.

Nas circunstâncias, há que esperar. Como será o governo Bolsonaro? Como enfrentará os desafios de reduzir a desigualdade social, como retomará o crescimento econômico para criar empregos; porá ordem nas finanças públicas, assegurará a tranquilidade às pessoas assustadas com tanta violência nas ruas e no campo, será capaz de combater o crime organizado? Sem falar na hercúlea tarefa, que é de todas as forças políticas, sobretudo das que tenham maior convicção democrática, de recolocar nos trilhos o sistema eleitoral e partidário, que afundou na corrupção, na fragmentação e na perda de conteúdo programático.

Não se trata de esperar sem fazer nada, nem de assumir a posição fácil de criticar tudo o que o governo faça. A possibilidade de se criar um “centro” não amorfo implica tomar partido com base em valores e na razão.

Li outro dia uma expressão de que gostei: um “centro radical”. Radical em não aceitar o arbítrio e, portanto, em respeitar a Constituição. Ah, dirão, ela está obsoleta. Então que se mude o que pereceu, mas por meio de emendas que o Congresso aprove, mantidas as cláusulas pétreas. Ser radical de centro implica ser firme na preservação dos direitos civis e políticos e propor uma sociedade não excludente e justa. Sem conservadorismo.

A onda conservadora concentra-se principalmente nos costumes, na cultura. O centro radical prega o respeito à diversidade e sua valorização, que é constitutiva da democracia, embora se recuse a transformar a diferença em expressão única do que é positivo. Opõe-se à violência contra os que têm preferências, sexual ou sobre o que seja, divergentes do padrão e sustenta os direitos das minorias. O mesmo vale para a preferência religiosa: há que respeitá-la integralmente, mesmo quando diversa da crença dominante ou quando composta de fragmentos de várias crenças ou quando for nenhuma. O que vale para as crenças vale com a mesma força para as ideologias, desde que elas aceitem não ser a expressão única da verdade e da moralidade.

A radicalidade de um centro progressista não se limita, contudo, aos aspectos comportamentais. Propor soluções econômicas antiquadas, a exemplo do controle estatal dos setores produtivos e do desprezo pelo equilíbrio fiscal, como setores da esquerda fazem, não somente é anacrônico, como também contraria os interesses do povo. Como oferecer emprego e melhorar a renda dos mais pobres propondo uma política econômica que leva à estagnação e ao desemprego, como se viu recentemente com a “nova matriz econômica”?

Sem fundamentalismos desnecessários e mesmo contraproducentes, o “centro progressista e radicalmente democrático” deve incorporar ao seu credo uma visão mais liberal, sem medo de ser tachado de “elitista” ou “direitista”.

Sem cair, por outro lado, na apologia do “individualismo possessivo”, porque o mercado não é a única dimensão da vida nas sociedades contemporâneas. A ideia de que se pode comandá-lo ou regulá-lo com mão de ferro é irrealista. E o realismo não é de direita nem de esquerda, é um requisito para o bom governo. Este, por sua vez, não se resume à adequação eficiente entre meios e fins. É preciso crer numa “utopia, viável”: a da busca de uma sociedade aberta, decente e, portanto, mais igualitária. A sociedade civil, em sua pluralidade de opiniões, tem um papel crítico na construção de tal tipo de utopia.

Num artigo de jornal não cabem demasiadas considerações sobre os valores que poderão dar arrimo a um centro que não se confunda com a fisiologia de “centrões”, nem se perca na vacuidade das indefinições. Mas é preciso deixar no ar a pergunta: que movimentos e partidos poderão materializar o radicalismo de centro?

Comecemos com a autocrítica. Também o PSDB, ainda que vitorioso em Estados expressivos, se desfigurou nas últimas eleições. Será capaz de se remontar? Francamente, não sei. E os demais partidos e movimentos de renovação, que rumos eles tomarão para sobreviver?

Se for o da adesão oportunista ou o da crítica indiscriminada a tudo o que o novo governo fizer, de pouco servirão para a retomada do rumo democrático e progressista. É cedo para apostar. A paciência histórica é boa conselheira e não se confunde com inação. A consolidação de um novo movimento requer desde já a pavimentação de alianças, não só no círculo político, mas principalmente na sociedade, para formar um polo aglutinador da construção de um futuro melhor. E como as eleições de outubro mostraram, não basta ter boas ideias, é preciso que elas circulem nas redes que conectam as pessoas e mobilizam corações e mentes.

SOCIÓLOGO, FOI PRESIDENTE DA REPÚBLICA

SÃO JOSÉ DE RIBAMAR: Luis Fernando inicia obras de pavimentação na Vila Mestre Antônio

Dando prosseguimento ao conjunto de obras de pavimentação e drenagem iniciado nos últimos dias em São José de Ribamar, o prefeito Luis Fernando Silva autorizou o início de novos serviços em cinco ruas da Vila Mestre Antônio, bairro localizado na região da Sede.

Nesta etapa, receberão pavimentação asfáltica e drenagem superficial as ruas 01, 02, 03 e 04, além da Travessa São José. No total, serão investidos na região mais de R$ 350.000, melhorando a infraestrutura e, consequentemente, a qualidade de vida da população ribamarense.

“É mais um sonho que estamos realizando, agora, aqui na Vila Mestre Antônio. Desde quando voltamos para a prefeitura, temos trabalhado diuturnamente para reconstruir o município. Estas ruas que estamos começando hoje já era para terem sido feitas. Infelizmente o município sofreu uma paralisia administrativa durante seis anos, mas, felizmente, aqui estamos para trazer o desenvolvimento para os moradores destas ruas que serão beneficiadas nesta etapa”, comentou o prefeito.

Apesar das dificuldades que o município enfrenta com as constantes quedas nos repasses do Fundo de Participação do Município (FPM), além da crise financeira que o país atravessa, o prefeito lembrou que não tem deixado de envidar todos os esforços possíveis para continuar o trabalho de reconstrução do município, uma responsabilidade conferida a ele pela população que depositou mais de 96% dos votos na eleição de 2016.

“Não tem sido fácil, mas temos buscado parcerias em todas as esferas públicas e temos conseguido fazer muitas obras em todas as áreas da administração”, disse o prefeito que lembrou ainda das últimas obras iniciadas no Jardim Tropical, na Maiobinha, na região das vilas, entre outras. “Na Sarney Filho, por exemplo, o cenário é muito diferente do que encontramos em praticamente todas as ruas. Já reconstruímos praticamente todas”, acrescentou.

Morador da Vila Mestre Antônio, Laércio comemorou a chegada da infraestrutura. “Eu já resido neste bairro há anos e a gente ficava apenas sonhando para que isso um dia acontecesse. Mas graças a Deus e ao Luis Fernando a gente vê esse sonho sendo realizado. Agradecemos demais ao governo do prefeito e vamos zelar por tudo isso”, afirmou o morador.

A exemplo das demais ordens de serviços, o evento contou com a presença da comunidade, lideranças comunitárias, secretários municipais e do líder do Governo na Câmara, vereador Cristiano Pinheiro.

SÃO JOSÉ DE RIBAMAR: Luis Fernando assina contrato com a CEF para mais três importantes obras no município

O Prefeito Luis Fernando Silva assinou na tarde da última quarta-feira (31), junto à Caixa Econômica Federal (CEF), contratos de repasse de verbas federais para o município de São José de Ribamar. Os recursos são oriundos de emendas parlamentares dos deputados federais Zé Carlos, (PT) e Hildo Rocha, (MDB), que, juntas, somam aproximadamente R$ 2 milhões de reais.

As verbas, fruto das emendas, com contrapartida do município, serão destinadas à execução das seguintes obras de infraestrutura: transformação do antigo mercado municipal em ginásio poliesportivo; em mais uma etapa da duplicação da Estrada de Panaquatira, uma importante via que leva ao principal polo turístico do município e na continuação da pavimentação da avenida Juscelino Kubitschek, no bairro do Pindaí.

 “Somos muito gratos pelos recursos destinados pelo deputado Hildo Rocha para a duplicação de acesso à praia de Panaquatira e construção do ginásio poliesportivo coberto, e, pelo  deputado Zé Carlos, para darmos continuidade à pavimentação da Avenida Juscelino Kubitschek, no Pindaí. Receber suportes como esses é de grande importância no avanço do processo de reconstrução do município e na realização de antigos sonhos da população”, avaliou o prefeito.

Ele citou como exemplo da transformação de sonho em realidade a construção do ginásio a partir do antigo mercado do município. “Vamos reconstruir não apenas um espaço, mas acabar com um terror para os moradores, que atualmente convivem com um prédio que serve para abrigar marginais. Além disso, estamos, como isso, tendo responsabilidade com o dinheiro público, aproveitando a estrutura do antigo mercado para construirmos um belo ginásio, desejado e apontado pela comunidade ainda nos seminários “Planeja – O Cidadão Decidindo”, cuja sugestão incluímos no nosso plano de governo e agora vamos ter a oportunidade de atender a essa demanda da população”, lembrou o chefe do Executivo.

Também participaram da assinatura, o vice-prefeito, Eudes Sampaio, a representante da Caixa Econômica Federal, Regina Ribeiro, os secretários municipais de Obras, Habitação, Serviços Públicos e Urbanísticos, Glauber Miranda, e Recuperação da Malha Viária, Prédios e Logradouros Públicos, Hilário Ferreira, além do Chefe da Assessoria de Comunicação, Matias Marinho.

Evangelista fala sobre PEC que acrescenta os princípios da Eficácia e Efetividade ao artigo 19 da Constituição Estadual

À convite da Universidade Ceuma, o deputado estadual Neto Evangelista (DEM) ministrou, terça-feira (30), palestra para estudantes do Curso de Direito, com o tema: “Os princípios da Eficácia e Efetividade na Administração Pública”, uma Proposta de Emenda Constitucional, de sua autoria, que se encontra em tramitação na Assembleia Legislativa.

A atividade aconteceu no auditório Josué Montello, na sede da Instituição, integrando o V Congresso Nacional do Curso de Direito e a XXV Jornada Jurídica Acadêmica, ao mesmo tempo em que celebrou os 30 anos da Constituição Federal de 1988.

Atualmente, o artigo 19 da Constituição Estadual diz que a Administração Pública direta, indireta ou fundacional de qualquer dos Poderes do Estado e dos Municípios obedece aos princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade, razoabilidade e eficiência. A PEC 007/2018 acrescenta ao referido artigo mais dois princípios: o da eficácia e efetividade.

O parlamentar falou de forma prática como esses princípios poderão modernizar a administração pública, propondo uma mudança de paradigma do modelo burocrático para o modelo gerencial, com ênfase nos resultados e buscando sempre o interesse público.

O Tribunal de Contas da União e o Tribunal e Contas do Estado de São Paulo já entendem os princípios de forma pacífica. A proposta já teve parecer favorável da Comissão de Constituição Justiça e Cidadania da Assembleia Legislativa.

(Assecom /Dep. Neto Evangelista)

Os 4 níveis da ‘psicologia da desistência’

Indivíduos indecisos precisam trabalhar melhor a sua coragem

Roberto Shinyashiki*, via Vya Estelar

Tenho visto profissionais abandonando seus objetivos pela falta de motivação, por não conseguirem mais perceber a importância das suas metas de vida ou por simplesmente escolherem uma metodologia errada de trabalho. Chamo esse sistema de psicologia da desistência.

1º nível 

O primeiro bloqueio que desencadeia todo o sistema é a indecisão. Os projetos são iniciados sem convicção e com a mente repleta de dúvidas. Começo ou não começo? Faço ou não faço? Essa dinâmica inicial acaba com a energia física e a mental, porque o estresse da decisão é grande.

2º nível

O segundo bloqueio é o cansaço. O profissional se acha esgotado e entra em um círculo de reclamações do tipo “eu não sabia que esse projeto daria tanto trabalho”. Além disso, ele também passa a repetir para si mesmo que está sendo explorado.

3º nível

O terceiro bloqueio é a acomodação. O trabalho é feito, mas até um ponto mediano e a partir daí o indivíduo se acomoda. Os resultados desaparecem porque a estagnação não alimenta seus desafios.

4º nível

O quarto bloqueio é a arrogância aparece no quarto nível. É quando o executivo acha que não precisa mais fazer determinadas atividades que eram feitas no começo de sua carreira. Ele se acha experiente e não aceita o que julga ser um retrocesso.

E o último nível é quando todos esses bloqueios descritos acima são superados.

Quando há um bloqueio, os profissionais não colocam todo o seu foco na realização, na ação e na execução do projeto, porque parte de sua energia é drenada para esses dramas psicológicos.

Indivíduos indecisos precisam trabalhar melhor a sua coragem. Os cansados devem acentuar a paixão, já que o apaixonado não se incomoda com o cansaço ou com a dor. Os acomodados têm que desenvolver o amor e passar a amar o seu trabalho, só assim ele buscará estudar, fazer mais pela sua carreira. E o arrogante necessita praticar a humildade estratégica.

Ao superar esses níveis, o céu é o limite. Quando o trabalho é focado na realização, o resultado é sensacional.

Posso ainda citar duas coisas fundamentais em qualquer carreira: foco e objetivo. O foco é querer muito alcançar um objetivo e esse é o ponto-chave. É preciso educar os pensamentos e sentimentos, fazer uma seleção interna e externa e escolher conviver com pessoas que tenham os mesmos objetivos que os seus.

Fuja dos pessimistas e não lamente os seus fracassos. Mantenha o foco no seu objetivo e comemore suas realizações.

É médico psiquiatra, com especialização em Administração de Empresas (MBA USP), é consultor organizacional, palestrante e autor de 12 títulos, entre eles o lançamento “Tudo ou Nada”, “Heróis de Verdade”, “Amar pode dar certo”, “O sucesso é ser feliz” e “A carícia essencial”. Mais informações: www.shinyashiki.com.br

Seguindo com a reconstrução, Luis Fernando inicia mais obras de pavimentação na Maiobinha

Assinatura OS Maiobinha

O prefeito de São José de Ribamar, Luis Fernando Silva, deu início na manhã do último sábado (27), por meio de assinatura da ordem de serviço, à reconstrução de avenidas da Maiobinha. Na localidade, serão contempladas a Rua da Granja, além das Avenidas Maraguape e a antiga Avenida da Mata, regiões extremamente atingidas com o descaso da última administração.

Para o prefeito Luis Fernando, que já autorizou na última semana a reconstrução de várias ruas do Jardim Tropical, dar início às obras da Maiobinha significa respeito, comprometimento e trabalho para a comunidade.

“Nosso compromisso é com o povo e por esta razão estamos hoje aqui para autorizar o início imediato das obras para dar seguimento aos serviços de reconstrução das avenidas da Maiobinha”, disse o prefeito.

“Desde o início do nosso mandato”, continuou Luis Fernando, “estamos presentes com ações aqui na Maiobinha, seja na saúde, na educação ou na infraestrutura. Nos comprometemos, ainda mais trazendo asfalto e, com ele, cidadania”.

Para o vereador e líder do governo na Câmara, Professor Cristiano, retomar obras paralisadas e dar andamento à reconstrução do município tem sido aspectos latentes  na administração do prefeito Luís Fernando.

Durante a ação, estiveram presente ainda o vice-prefeito Eudes Sampaio, os vereadores Manoel do Nascimento, Nádia Barbosa, Marlene Monroe, além de secretários, lideranças políticas e moradores da Maiobinha.