Conheça as técnicas do melhor orador do mundo de 2017

O vencedor, o indiano Manoj Vasudevan, é empresário e consultor de gestão

Via Administradores.com

A convenção Toastmaster International elege anualmente o melhor orador do mundo. A disputa de 2017 durou seis meses e mais de 30 mil pessoas competiram pelo título. O evento final foi no final de agosto, em Vancouver, no Canadá, e contou com apenas nove concorrentes.

O vencedor, o indiano Manoj Vasudevan, é empresário e consultor de gestão. Ele venceu com a apresentação Pull Less, Bend More (em português, “puxe menos, empurre mais”). Em 2015, com o discurso We Can Fix It, Vasudevan ficou em terceiro lugar.

Neste blogpost, você confere nossa análise do roteiro e da performance de Vasudevan. Hora de aprender com o melhor Toastmaster do ano. A íntegra da palestra está aqui.

Mensagem impactante e sem enrolação

O roteiro da apresentação foi estruturado seguindo a lógica problema-solução. Nele, para falar da necessidade de evitarmos posições extremas nas relações – ideia que foi muito bem sintetizada no slogan Pull Less, Band More –, Vasudevan conta a história de como conheceu e, sobretudo, manteve a relação com a esposa.

O problema: ele buscando a si mesmo em relacionamentos amorosos – o que, implicitamente, sugere que o orador mantinha uma auto-imagem da perfeição. Ele buscava “a parceira perfeita”, alguém como ele.

Já a solução: buscar maior participação no universo do parceiro e adotar mutuamente uma postura mais flexível ante eventuais desentendimentos.

O fio condutor da história – elemento narrativo que auxilia na organização e clareza do texto – é a própria mãe do autor, que em momentos decisivos intervém para ajudá-lo.
A moral da história se vale de uma referência a algo estranho à cultura do empresário indiano. Para explicar que, após a paixão, é preciso flexibilidade para manter o amor, ele recorre ao mito grego do Cúpido.

Nas palavras dele, o que faz as pessoas se apaixonarem é a flecha, mas o que sustenta o amor é o arco, porque quanto mais você puxa a corda, mais o arco se estica e maior o risco de que se quebre. Portanto, Pull Less, Band More.

Confira agora em detalhes como a apresentação foi estruturada em começo, meio e fim ou, como chamamos, atos I, II e III

O ato I da apresentação traz o problema do personagem: manter um relacionamento. Após algumas frustrações e com a ajuda da mãe, ele finalmente encontra alguém que julga perfeita. Apaixonados, se casam, mas logo cedo descobrem uma séria de diferenças entre si que, ao que tudo indica, levará ao fracasso do relacionamento.
Note que ao final desse ato, gerou-se na audiência uma curiosidade imensa para saber se ocorrerá a separação do casal. Em uma apresentação, se ao final do ato I o orador conseguir esse resultado, missão cumprida.

Vale observar também que praticamente todo o discurso é marcado pelo humor, às vezes a partir de ironias, às vezes, autodeboche. Por exemplo, quando ele diz: “Eu tinha 24 anos, um bom emprego, um bom carro, um bom cabelo. Mesmo assim, minhas namoradas não ficavam comigo por muito tempo”. Vasudevan hoje é careca.

O humor sobre si mesmo é uma boa estratégia para quebrar o gelo – mesmo em apresentações corporativas. Mas, claro, alguns momentos exigem maior seriedade.
O ato II começa com o orador consultando um amigo, que havia acabado de se separar, sobre o que ele devia fazer para lidar com o problema amoroso. O amigo rapidamente o encoraja a buscar o divórcio, oferece inclusive o contato de um advogado.

No entanto, mais interessado em consertar o relacionamento, ele desiste do advogado e procura a mãe, que explica a ele a esposa, a partir da analogia do arco e flecha do Cupido, o que eles devem fazer para manter o casamento. E, então, ele conta como as coisas foram mudando, salvando assim o casal da separação.

Aqui cabe apontar que amigo e mãe representam visões de mundo diferentes: ele, inexperiente, imediatista e impulsivo, enquanto ela, mais experiente, parcimoniosa e sábia.

Na última etapa do roteiro, o Vasudevan conta como estão hoje os personagens da história e mostra que a lição aprendida com a mãe pode, na verdade, ser aplicada a todas as relações, inclusive entre países. Para concluir o ato III, ele faz uma pergunta retórica para a audiência: “você tem puxado demais a corda do arco?” Ótima técnica para estimular a reflexão da audiência.

Agora representando visualmente a estrutura do roteiro:

Sem uma boa performance, Vasudevan não teria conquistado o título de melhor palestrante do mundo. Ter uma boa história para contar é apenas um dos elementos para conquistar a audiência. Continuar lendo

Roberto Rocha analisa situação da segurança no MA

Segurança: um pacto pela verdade (publicado originalmente no Jornal Pequeno, edição de domingo, 15)

“Pior, nos limites do grotesco, foi a nota do Governo debitando a conta ao governo anterior. Ou seja, exatamente o oposto do que fez o governador de São Paulo, isentando o adversário, aqui no Maranhão a culpa foi jogada sobre a adversária política. Custava admitir o absurdo, punir os agentes, chamar a si a responsabilidade e acenar com soluções para o futuro?”

Há certos temas que parecem estar sempre no ponto cego das políticas públicas. O mais grave deles, certamente, é a questão da segurança. Apesar de ser, hoje, uma tragédia social, apontada em todas as pesquisas de opinião como a preocupação central da população, o tema continua desafiando gestores públicos, governantes, lideranças e organizações sociais.

Basta ver que quando se trata da saúde, da educação ou do meio ambiente, há centenas, senão milhares de ongs dedicadas a essas causas. A segurança, no entanto, não merece esse prestígio.

Talvez por estar enraizada na nossa estrutura social desigual, com enormes dívidas de cidadania, o fato é que a execução das políticas de segurança é tributária de um modelo de contenção social, de viés militar, baseado no uso da força, das ações policiais armadas, da lógica repressiva.

Há boas experiências em curso, baseadas noutra lógica, como é o caso do gerenciamento dado pelo Governo de São Paulo, que vem registrando sucessivas baixas nos índices de homicídios. Esse resultado é fruto de ações permanentes desenhadas no Plano de Combate aos Homicídios, seguido do fortalecimento das agências policiais e o uso de projetos de tecnologia e inteligência policial.

Mas para que essas ações deem resultado, há que ter uma nítida cadeia de comando, atuando com metas claras e o reconhecimento real do problema.

Ainda esta semana o governador Geraldo Alckmin afastou um delegado, sem alarde e sem espetacularização, pelo fato do agente ter excedido de suas funções, ao promover uma ação de busca a partir de uma denúncia anônima. E, vale dizer, essa ação atingia o filho do ex-presidente Lula, um adversário político.

Bem diferente do que vimos esta mesma semana no Maranhão. Aqui, agentes da lei enjaulavam seres humanos numa horrenda cena pública de humilhação e barbárie. A morte trágica de um empresário, encarcerado por um simples incidente de trânsito, desencadeou protestos pelo Brasil todo, merecendo aqui, no entanto, um eloquente silêncio da Secretaria de Direitos Humanos do Estado.

Pior, nos limites do grotesco, foi a nota do Governo debitando a conta ao governo anterior. Ou seja, exatamente o oposto do que fez o governador de São Paulo, isentando o adversário, aqui no Maranhão a culpa foi jogada sobre a adversária política. Custava admitir o absurdo, punir os agentes, chamar a si a responsabilidade e acenar com soluções para o futuro?

A segurança tem que ser entendida como um bem público, cujo centro está na cidadania. Há que se redefinir o pacto federativo, dando condições para os municípios também atuarem, em conjunto com os governos Federal e Estadual. Eu mesmo já propus uma alteração na Constituição (PEC 33/2014) definindo dotação orçamentária para os entes municipais. O projeto já foi aprovado na CCJ e aguarda votação no plenário.

Transformar o paradigma de segurança exige continuidade das políticas públicas, planejamento, modernização de sistemas e mobilização social. E, principalmente, um pacto de verdade entre o Governo e os cidadãos, É necessário que através desse pacto o Governo gere informações estatísticas confiáveis, reconheça a gravidade do problema e não escamoteie as responsabilidades pelas quais o povo, soberanamente, lhe outorgou o mandato.

*Roberto Rocha* senador da República.

Bequimão: Grupo Damas de Vermelho realiza ação social em comunidades do município

O grupo Damas de Vermelho, em parceria com o Movimento Quilombola de Bequimão (MOQBEQ), distribuiu brinquedos e lanches para crianças em comunidades da zona rural e sede do município. A ação aconteceu entre os dias nos dias 10 e 12 de outubro, em comemoração ao Dia das Crianças.

Os meninos e meninas beneficiados moram nas comunidades Ramal de Quindíua, Iriritiua, Boa Vista I e II, Muricinzal, Vila Zé Inácio, Vila Juca Martins, Santa Tereza e Sibéria. O grupo Damas de Vermelho doou o lanche e o MOQBEQ os brinquedos.

O grupo Damas de Vermelho foi criado para incentivar a participação das mulheres na política bequimãoense. Este ano a ação realizada durante os três dias em homenagem ao Dia das Crianças só foi possível após promoção de rifas e apoio da iniciativa privada, além de ajuda dos integrantes do grupo, que conseguiram reunir 600 brinquedos. O prefeito Zé Martins é apoiador da iniciativa.

Com apenas um ano de existência, o grupo já realizou várias ações sociais, objetivando unir forças entre o poder público, sociedade civil organizada e comunidades. O próximo passo é trabalhar visando ao natal. Os empresários que queiram colaborar com o Natal Feliz das crianças bequimãoenses podem procurar o grupo Damas de Vermelho para fazer sua contribuição.

Deputado Wellington destaca luta e apoio incondicional aos professores da Rede Pública de Ensino do Maranhão 4

“Guerreiros que enfrentam a falta de valorização profissional, a ausência de condições dignas de trabalho e, ainda assim, não desistem de incentivar os alunos a transformarem sonhos em realidade”. Foi assim que o deputado Wellington caracterizou os professores do Maranhão, na manhã deste domingo (15), considerado o dia dos professores.

Ao prestar homenagem à categoria, o deputado Wellington, que também educador, reafirmou o seu compromisso e apoio incondicional com professores do Maranhão.

“Muitos questionam o motivo pelo qual eu ajo em defesa da educação pública de forma tão incisiva. Na Assembleia, já apresentei vários projetos em defesa dos professores. Faço isso porque é inútil qualquer outra ação que não parta da educação. Não se pode ter um Maranhão desenvolvido enquanto a educação não for prioridade e os professores não forem valorizados como devem ser. Meu compromisso está firmado com cada um de vocês e continuarei em defesa de todos, independentemente de qualquer coisa. Vocês são guerreiros que enfrentam a falta de valorização profissional, a ausência de condições dignas de trabalho e, ainda assim, não desistem de incentivar os alunos a transformarem sonhos em realidade. Eu conheço a realidade das escolas públicas e sei que, muitas vezes, o professor acaba ocupando a função até mesmo da família. Não é uma simples profissão. Por isso, desejo um feliz dia dos professores a todos os que transmitem o bem mais precioso que o homem pode ter: o conhecimento”, disse Wellington.

Na Assembleia, Wellington é autor de vários projetos que buscam a valorização dos professores. Pode-se citar como exemplo o Projeto que combate à violência contra professor e, ainda, o que garante a saúde vocal da categoria. Além disso, Wellington é um dos poucos parlamentares que sempre apoiou os professores, seja nas reivindicações formais quanto nos movimentos grevistas. Como o próprio parlamentar costuma dizer, “esse mandato é dos professores do Maranhão”.

ELEIÇÕES 2018: Blogueiro caxiense vê em Roberto Rocha opção mais viável para o MA 4

Assim como esse jovem blogueiro de Caxias, outros tantos maranhenses começam a despertar para uma realidade inconteste: a de que o Maranhão deseja sair desse “Fla-Flu” que só interessa ao establishment comunista.

Muito interessante o artigo da lavra do blogueiro Ludwig Almeida, publicado neste domingo, 15, no seu blog.

Na avaliação do talentoso blogueiro, cuja credibilidade extrapola a Região Leste do estado, o senador Roberto Rocha (PSDB) “pode ser o político que o Maranhão precisa para assumir o governo e inaugurar um novo ciclo de desenvolvimento para o estado, onde as potencialidades econômicas de cada região sejam levadas em consideração de fato através de projetos viáveis, sem “lero-lero” ou “gogó”, como estamos acostumados ver”.

Ludwig Almeida, que afirma ainda não ter candidato a governador, admite, porém, que o perfil de uma candidatura como a de Roberto Rocha pode conquistar o seu voto na medida que está “convencido de que o povo do Maranhão, e olha que resido numa região de grande densidade eleitoral, assim como demonstra não querer voltar ao passado sarneysista, também já começa a dar sinais que não deseja manter o comunismo à frente do governo estadual”.

Assim como esse jovem blogueiro de Caxias, outros tantos maranhenses começam a despertar para uma realidade inconteste: a de que o Maranhão deseja sair desse “Fla-Flu” que só interessa ao establishment comunista.

Fiquem com a íntegra do equilibrado texto de Ludwig Almeida:

Roberto Rocha caminha para ser o próximo governador do Maranhão

Ainda não defini em quem irei votar para governador em 2018, sei apenas em quem não votarei.

Mesmo sem ter ainda candidato a governador, não posso deixar de reconhecer que entre os nomes colocados até aqui, o do senador Roberto Rocha (PSDB) é o que mais se aproxima do que o Maranhão precisa para poder sair dos grilhões do atraso e rumar para dias mais prósperos do ponto de vista do desenvolvimento econômico e, por conseguinte, de mais justiça social.

Roberto Rocha tem demonstrado ser um político que conhece a fundo os problemas do Maranhão e, o que é melhor, sabe apontar caminhos através de soluções viáveis e factuais – o projeto da Zona de Exportação do Maranhão (ZEMA) é um bom exemplo.

O senador conhece o estado em números e, pelo que chega ao meu conhecimento, ele acaba de receber um estudo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), ligado ao Ministério de Planejamento, com dados socioeconômicos fresquinhos da hora sobre o nosso estado.

Estou convencido de que o povo do Maranhão, e olha que resido numa região de grande densidade eleitoral, assim como demonstra não querer voltar ao passado sarneysista, também já começa a dar sinais que não deseja manter o comunismo à frente do governo estadual.

A solução, nesse caso, é uma saída por uma terceira alternativa que consiga ir além desse “bipartidarismo” implantado no Maranhão que só beneficia aqueles que querem o poder real não para construir um projeto de sociedade e de vida para os maranhenses, mas tão somente manter seus projeto de poder, pura e simplesmente.

Nesse sentido, o senador pode ser o político que o Maranhão precisa para assumir o governo e inaugurar um novo ciclo de desenvolvimento para o estado, onde as potencialidades econômicas de cada região sejam levadas em consideração de fato através de projetos viáveis, sem “lero-lero” ou “gogó”, como estamos acostumados ver.

Sem falar numa necessária transformação na cultura política deste estado, onde, infelizmente, o medo ainda é arma principal utilizada por quem reside no Palácio dos Leões, e que ao invés de fazer da política um instrumento para mudar a vida da população para melhor, é usada como arma para dominar e amedrontar adversários e mesmo aliados!

Por tudo isso, não posso de deixar de reconhecer que o Roberto Rocha pode estar caminhando para ser o próximo governador do Maranhão.

E até outubro de 2018, quem sabe, com o voto deste humilde blogueiro caxiense.

A sanha comunista por dinheiro

“Mais Impostos”, “Mais Empréstimos”, “Mais Financiamentos”, “Mais”, “Mais”, “Mais”…

Assim segue o governo do comunista Flávio Dino com uma sanha incontrolável por dinheiro. O povo maranhense não suporta mais as “facadas” no bolso que tem levado desse governo.

Que venha o programa “Mais Vergonha Cara”, governador!

O povo paga? (via coluna Estado Maior, de O Estado do Maranhão)

Está em curso nos gabinetes principais do Palácio dos Leões uma trama do governo comunista que pode levar o povo maranhense a arcar com um rombo bilionários nas contas do estado a partir de 2020. Além de tentar arrancar R$ 8,1 bilhões em impostos dos maranhenses, Dino tenta esticar a dívida com o BNDES em mais seis anos, jogando a dívida para os próximos ocupantes do palácio.

A jogada comunista consiste no seguinte: o Maranhão precisa arcar com parcelas mensais de um empréstimo de R$ 2 bilhões que Flávio Dino deveria ter usado em obras estruturantes, sobretudo em São Luís, mas usa apenas em pequenos projetos em favor de aliados. Ocorre que ele quer, agora, alongar a dívida para mais seis anos, com quatro anos de carência para começar a pagar, já a partir de 2018, quando pretende disputar a reeleição.

Em outras palavras, Flávio Dino quer usar os bilhões do BNDES sem ônus, em plena campanha pela reeleição, deixando a conta para o maranhense pagar a partir de 2020.

Além do dinheiro do BNDES, Dino tem outro projeto em tramitação na Assembleia, que força o maranhense a pagar uma conta de R$ 8,1 bilhões em impostos, exatamente no ano eleitoral.São R$ 500 milhões a mais que em 2017.

Totalizando, são R$ 2 bilhões do BNDES mais R$ 500 milhões em impostos, o que dá R$ 2,5 bilhões para o comunista usar como quiser em plena campanha eleitoral. É uma espécie de fundo eleitoral próprio, que Dino terá à sua disposição.

E o maranhense pagará essa conta sozinho, depois, como herança do comunismo.

Uma conta amarga demais…

VITÓRIA DO MEARIM: Prefeitura viabiliza ação em apoio a trabalhadores rurais

Cumprindo determinação da prefeita de Vitória do Mearim, Dídima Coêlho (PMDB), o Secretário de Agricultura Marcelo Marinho e o Secretário Adjunto Antonio da Conceição, estiveram na manhã do último domingo,  08, no PA de Coque, na residência do lavrador Jorge Moisés, onde, em conjunto com outros lavradores, estabeleceram critérios de ajuda que a prefeitura vai disponibilizar aos lavradores.

Na reunião ficou definido que a prefeitura vai aradar as terras dos assentados, o que possibilitará plantio e maior produção de milho, arroz, feijão e mandioca, aumentando assim a renda dos lavradores. Na mensagem da prefeita Dídima, transmitida aos lavradores por intermédio do Secretário Marcelo, ficou a certeza de que a prefeita vai trabalhar junto à CEMAR, para que a energia elétrica chegue até as propriedades dos lavradores.

Outros encontros com outros lavradores estão sendo agendados.

É Prefeitura de Vitoria do Mearim no caminho da mudança e rumo a um futuro próspero para o povo vitoriense..

Abaixo, o registro do encontro.