CRISE HÍDRICA: A mea culpa da Caema

A decisão da Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão (Caema), de dar descontos para alguns consumidores de água ligados do Sistema Italuís, é uma decisão louvável. Mas encerra em si um mea culpa da empresa, protagonista de uma das maiores lambanças institucionais, no sábado, 9, ao deixar quase 160 bairros da capital maranhense sem água por seis dias.

Ao tentar ligar o novo projeto Italuís – desenvolvido no governo Roseana Sarney (PMDB) e entregue praticamente pronto para o governo Flávio Dino (PCdoB) apenas fazer a conexão dos canos -, a Caema acabou por gerar um caos ao consumidor de água. Uma mudança no projeto, determinada no governo comunista, alterou as plantas das adutoras, com novos conectores, que acabaram não funcionando.

A decisão da Caema reconhece que a empresa errou, mas não encerra o assunto. O governador Flávio Dino chegou a denunciar suposto boicote à operação, o que soou ridículo aos olhos de toda a sociedade.

E já há, inclusive, denúncia formal, do deputado Hildo Rocha (PMDB), acusando o próprio Flávio Dino pela lambança de sábado, já que partiu dele a decisão de mudar o projeto, provocando um aditivo de R$ 31 milhões na obra, que acabou sendo descartada, pelo menos a médio prazo.

Não há prazo para nova tentativa de religação do sistema; e o antigo, construído no governo João Castelo, está funcionando com retenção de vazão, para evitar novos rompimentos. Nada mais justo que a Caema indenizar a população prejudicada.

(Da Coluna Estado Maior, O Estado do Maramnhão)

Tudo envolve dinheiro

A maneira como você se relaciona com o dinheiro tem a ver com a sua história de vida

A nossa relação hoje com o dinheiro tem a ver com a nossa história | Crédito: Shutter

Kátia Avelar, via Vida Simples

Recentemente, enquanto aguardava o momento de dar uma palestra sobre construção da reserva financeira, numa grande empresa e para um público diversificado, passaram 2 pessoas por mim e uma falou para outra: “Tudo envolve dinheiro.” Imediatamente pensei: nossa que coincidência … e comecei a pensar em muitas coisas. Em que contexto elas estavam falando: vida pessoal ou trabalho ? Mas em seguida, concluí que isto era o que menos importava e o interessante foi que os meus pensamentos não pararam mais, coloquei algumas ideias num papel e já para a palestra levei este olhar tão humano sobre uma questão tratada em geral como exata, racional, “preto no branco”.

E daquele dia até hoje, este artigo começou a ser gerado !

Acompanhe-me nas situações a seguir, extraídas das páginas do meu diário.

Em casa … por volta dos meus 15 anos, meu pai servidor público passou a receber o seu salário com atraso por conta de problemas gerados pela gestão indevida do fluxo de caixa. Naquela época, não tinha conhecimento do que isto significava, mas foi uma lição de educação financeira para mim e minha família. Eu aprendi a negociar, pedir desconto na escola para compra das minhas apostilas, comprar produtos para revender, ser econômica. Meus pais, eu e minha irmã, fortalecemos nossos laços através do diálogo sobre o que estava ocorrendo e como podíamos contribuir com soluções para superar aquele momento.

Com os amigos … já na faculdade, tínhamos amigos que vinham de longe para estudar e suas economias para almoçar e fazer lanche eram “contadas”. Eu podia almoçar em casa todos os dias e lanchar o que eu quisesse, era maravilhoso. Aprendi como há diferenças econômicas e que saber conviver com elas, permitiu-me exercitar o sentimento de gratidão e do pensar transformador para contribuir com o processo de melhoria na sociedade, começando nos círculos de amizades. E até hoje, num simples chopp, a flexibilização do padrão de consumo em prol da participação de mais amigos é um exelente exercício para saber adaptar-se e ajustar a trajetória financeira nos diferentes momentos da minha vida.

No trabalho … numa equipe, além dos diferentes níveis salariais, cada um traz a sua história de vida e saber ouvir e acolher um colega de trabalho é mais uma oportunidade de ser solidário e de ajudá-lo a encontrar a forma de equilibrar a sua vida, incluindo as finanças. E isso foi um laboratório para construção do meu programa de finanças pessoais – o Detox dos Gastos.

No exercício da espiritualidade … vejo o dízimo como uma forma de expressar minha gratidão pelo que tenho e contribuir com as finanças sociais. Forma de movimentar o meu dinheiro e alimentar o fluxo da abundância em minha vida e na economia em geral. Não é mágica, é ação através da valorização das diferentes utilizações do dinheiro no dia a dia.

E nesta ciranda da vida, as tarefas do dia a dia são executadas através de ações individuais e relações humanas onde o afeto e o dinheiro são condutores que mantém a dinâmica na vida de cada um: objetivos são definidos e o acúmulo de patrimônio financeiro é o meio para exercermos a nossa liberdade de escolha.

Os conceitos, indicadores, produtos de investimentos podem ser adquiridos através da educação financeira e de um especialista que te oriente. O planejamento financeiro será o mapa para realizar os seus objetivos e o profissional um facilitador na clareza da sua dinâmica diária de lidar com a sua renda. Mas é a sua história de vida que produzirá necessidades, desejos e sonhos que são únicos e podem mudar com o tempo. Por que ? Pelo simples fato de que viver de forma abundante e próspera está à disposição de todos, mas cada um tem que “ajustar as velas do seu barco” – a vida que deseja ter e proporcionar aos que ama, a cada momento.

E agora, faz mais sentido o Prêmio Nobel 2017 ser dado para um trabalho no ramo da economia comportamental ? Então, como ressaltou o mestre Richard H. Thaler: “Para fazer uma boa economia, você deve ter em mente que as pessoas são humanas”.

Em uma era, em que as relações humanas estão passando por crises, reflexões e transformações, entender primeiro da porção humana em tudo na vida, é a chave para transformar realidades falidas em oportunidades de realização. Arrisco dizer que é a saída para os desequilíbrios instalados e intensificados nos últimos 15 anos no mundo. E cabe a cada um de nós, vivermos nossa humanidade, entender nossos limites, fortalecermos com o aprendizado e definirmos nossos processos de mudanças e vida com propósito !

Então, mãos à obra que o dinheiro está presente em tudo e é apenas mais uma questão a conhecer e desmistificar na sua vida !

* Kátia Avelar é economista e mestre em Economia, consultora em Finanças Pessoais. Trabalhou por 25 anos no mercado corporativo e há 2 anos criou o Detox dos Gastos. Conteúdos e trabalhos desenvolvidos são compartilhados no perfil do instagram @katia_avelar e em https://www.facebook.com/detoxdosgastos/

SISTEMA ITALUÍS: Flávio Dino faz São Luis retrocededor à década de 80 6

Foi um jeito o governador apelar para a antiga adutora inaugurada lá nos anos 80 pelo governador João Castelo, de saudosa memória, para quebrar o galho e evitar que a falta  d’água atingisse 100% dos bairros de São Luis

Alguém disse, não lembro agora quem, que o governo Flávio Dino (PCdoB) é “o avanço do atraso”.

Bom, a considerar o que está ocorrendo com o abastecimento d’água na capital maranhense temos que concordar com a assertiva acima.

São duas coisas que fazem a população sentir que retrocedemos ao tempo neste momento da vida dos maranhenses, em particular dos ludovicenses.

Em primeiro lugar, é o fato de que há muitos anos São Luis não passava por uma crise de abastecimento d’água tão grave como esta – os mais velhos podem ajudar o Blog do Robert Lobato a lembrar quando foi a última vez que cidade viu uma crise de falta d’água na dimensão desta atual.

Depois, o governo cria toda uma expectativa em torno da inauguração da nova adutora do sistema Italuís, bota o presidente da Caeama para afirmar que passaremos “100 anos sem falta de água na capital” e na hora que vai apertar o botão “power” do sistema… Poow!!! Estoura a “poxa” toda, lá pras bandas do Campo de Peris, e ao invés de jorrar águas nas torneiras da população jorra pelos ares.

Então o jeito foi o governo do senhor Flávio Dino apelar para a antiga adutora inaugurada lá nos anos 80 pelo governador João Castelo, de saudosa memória, para quebrar o galho, a famosa “gambiarra”, e evitar que a falta  d’água atingisse 100% dos bairros de São Luis.

Resumo da opereta: Passados três anos do governo da “mudança”, Flávio Dino reinaugura adutora construída mais de 30 anos atrás!

Durma-se com um barulho desse…

Os perigos do ‘disse me disse’ no ambiente de trabalho

O que fazer para evitar boatos e qual o ônus legal que uma empresa pode sofrer quando não combate este hábito?

Daniel Cristofi e Dhyego Pontes, Administradores.com

Em uma pesquisa realizada pelo LinkedIn, com divulgação na TV Justiça, sobre o que mais incomodava profissionais brasileiros em suas rotinas de trabalho, foi constatado que o excesso de fofocas era o principal aborrecimento para mais de 80% dos entrevistados. Segundo especialistas em gestão pessoal, a fofoca pode afetar não só o clima organizacional, mas o próprio desempenho dos empregados, impactando, diretamente, no foco, concentração e inteligência emocional dos colaboradores de uma empresa.

Com tantos prejuízos, o que as organizações devem fazer para enfrentar a geração de boatos em seus espaços? E, do ponto de vista do direito trabalhista, que medidas podem ser tomadas por aqueles que se sentirem prejudicados por uma fofoca? Abordaremos estes temas ao longo deste artigo.

Uma empresa ou funcionário pode sofrer sanções trabalhistas em caso da ocorrência de fofocas no espaço laboral?

No geral, sim. Embora não seja um tema incontroverso, tribunais regionais do trabalho tendem a julgar como procedentes, processos de danos morais ou pedidos de indenização movidos em razão de fofocas no ambiente do trabalho. Já que é claro perante os entes fiscais e justiça do trabalho que é de responsabilidade do empregador a conduta de seus colaboradores com seus companheiros de trabalho.

É o caso, por exemplo, de processo de 2005 julgado 4ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, que condenou instituição financeira a pagar R$ 55.205, visando compensar dor de vítima que teve exposto o não cumprimento de metas de produtividade, segundo informações do ConJur. Ficou determinado ainda que a instituição deveria impedir que este comportamento se repetisse.

Outro caso, de 2017, julgado pelo TRT da 2ª região de São Paulo, acolheu o pedido de indenização por danos morais de um funcionário que teve fatos de sua vida expostos de modo vexatório por superiores. A desembargadora, Sônia Mascaro Nascimento, e os magistrados, condenaram a empresa a pagar R$ 10 mil em razão da ofensa.

O que torna procedente tais processos, consiste no fato de que, fofocas e boatos podem configurar dano moral e, neste sentido, serem passíveis de indenização, conforme explica o inciso X do Artigo 5º da Constituição Federal Brasileira:

“São invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação.”

Para que um empregado possa mover uma ação por dano moral nestes casos, são imprescindíveis provas que demonstrem a incidência das fofocas o envolvendo, bem como, possíveis prejuízos causados pelos boatos. Tais provas podem ser de ordem testemunhal ou documental – e-mails, mensagens via aplicativos, conversas no Facebook ou até mesmo gravações, para que assim fique evidenciada a ocorrência, extensão e dano da conduta lesiva.

Qual postura adotar diante de um boato no ambiente de trabalho?

Profissionalismo é sempre a melhor postura a ser tomada por funcionários diante de uma fofoca. Isso envolve a discrição e, acima de tudo, não colaborar para que um boato se espalhe, uma vez que, além de prejudicar um colega de trabalho, o funcionário pode sofrer sanções tanto internas como legais, haja vista que medidas como advertências, suspensões e em última instância até a dispensa por justa causa podem ser tomadas pelo empregador com intuito de coibir práticas lesivas aos empregados e principalmente ao ambiente de trabalho.

Que medidas podem auxiliar o profissional a não ser vítima de fofocas?

Qualquer profissional também pode adotar algumas ações que minimizem as chances de que ele se torne vítima de boatos em uma empresa. Evitar a superexposição, tanto para colegas quanto em redes sociais (que hoje fazem parte do dia a dia organizacional) é um importante passo neste sentido. Outra ação útil recomendada por especialistas é manter-se neutro em discussões e evitar a formação de “panelinhas” que podem favorecer a difusão de boatos.

Por parte das empresas, políticas claras de combate as fofocas, adotando, inclusive, punições internas para funcionários que estimularem a prática, são instrumentos necessários tanto para dar mais segurança para uma organização em eventuais casos envolvendo a justiça trabalhista, quanto para evitar que seu ambiente interno e a produtividade de seus colaboradores sejam afetados em virtude do excesso de boatos. Além disso, deve ser facilitado o acesso de seus colaboradores a canais de denúncia, que não deve ser limitado e exclusivamente realizado perante ao superior hierárquico direto do empregado denunciante, já que muitas vezes o superior é o responsável pela prática e conduta lesiva.

É, por fim, papel dos gestores, contribuir para a inibição das fofocas. Afinal de contas, como vimos aqui, elas podem gerar prejuízos muito mais sérios do que, talvez, pudéssemos supor, na fila do café.

Daniel Cristofi — Especialista em Previdenciário e membro da Grounds, empresa de consultoria inteligente especializada nas áreas contábil, tributária, trabalhista, previdenciária e financeira.

Dhyego Pontes — Especialista em Direto Trabalhista e membro da Grounds, empresa de consultoria inteligente especializada nas áreas contábil, tributária, trabalhista, previdenciária e financeira.

IMAGEM DO DIA: Quem seria o felizardo que recebeu água de carro-pipa da Caema enquanto a maioria dos ludovicenses está na seca?

Essa é simplesmente de lascar.

Um leitor do Blog do Robert Lobato enviou as seguintes imagens. Volto em seguida.

Comigo de novo
Ou seja, enquanto cerca de 159 bairros sofrem com os transtornos causados pela lambança feita dos Governo do Estado nas obras da nova adutora do sistema Italuís, algum privilegiado recebe o líquido da vez mais precioso na cidade de São Luis em carro que presta serviço para Caema, cuja finalidade seria abastecer apenas órgãos públicos. Que coisa!

Em tempo: Segundo o leitor que fez as imagens, o motorista estava procurando a casa certa, no bairro do Cohafuma, para abastecê-la e estacionou para pedir informação na residência que aparece acima. Seja como for, não deixa de ser sacanagem a Caema prestar um serviço do tipo para algum “chegado” do governo enquanto a cidade de São Luis está na seca.

Com a palavra, a velha e boa Caema…

Sobrecarga de obras na Sinfra pode explicar atrasos e problemas de Engenharia. OU: A única Engenharia que tem vez no governo Flávio Dino é a “Engenharia de Gogó” 4

O governo não prestigia o quadro de engenheiros de carreira, profissionais que foram escanteados a segundo plano por conta de questões políticas

Há uma reclamação muito grande entre empresários da construção civil, prestadores de serviços, prefeitos e mesmo técnicos de carreira do Estado quanto à concentração de obras sobre a responsabilidade da Secretaria de Estado da Infraestrutura (Sinfra).

Para início de conversa, o secretário da Sinfra não é da área da Engenharia e sequer foi visto ao lado do governador para ver o bagaço que foi o rompimento da nova adutora do sistema Italuís, por exemplo. Também pouco adiantaria, já que entende do assunto tanto quanto eu entendo física astronômica.

Ao que parece, segundo alguns técnicos, há uma concentração de tudo que obra na pasta da Sinfra. Nenhuma outra Secretaria de Estado licita, contrata ou executa obras, só a secretaria do Clayton Noleto. O governo levou tudo, absolutamente tudo pra lá, aí não tem equipe que dê conta de um Estado do tamanho do nosso fazendo obras de todo tipo.

Sem falar que é um governo que não prestigia o quadro de engenheiros de carreira, profissionais que foram escanteados a segundo plano por conta de questões políticas. O que também tem ocorrido no âmbito da Caema e no Detran, conforme apurou o Blog do Robert Lobato.

“No caso específico da Sinfra, a coisa complica ainda mais porque há uma equipe pequena sem autonomia para tomar decisões e na mão de um secretário que não possui experiência na área”, disse um experiente engenheiro consultado pelo Blog do Robert Lobato.

Enfim, pelo jeito a única Engenharia que tem vez no governo Flávio Dino é a “Engenharia de Gogó”, cujo engenheiro principal é o próprio.

ELEIÇÕES 2018: Ricardo Murad reúne imprensa para anunciar pré-candidatura ao governo e apresentar “Carta Compromisso” 10

O ex-secretário assegura que fará uma campanha propositiva e que não vai se limitar apenas a bater em Flávio Dino como muitos podem achar.

Amanhã, terça-feira, 12, o ex-secretário Ricardo Murad vai anunciar oficialmente que irá disputar o governo do Maranhão em 2018.

Em coletiva à imprensa, Ricardo reunirá a executiva do PRP para, além de ratificar a sua pré-candidatura de governador, apresentar uma “Carta Comprimisso” com várias propostas “inovadoras, arrojadas e viáveis para o nosso estado”, para usar as palavras do próprio pré-candidato.

Não obstante seja de um partido “nanico” praticamente sem tempo no horário gratuito de rádio e tevê, Ricardo Murad avalia que pode fazer uma boa campanha via redes sociais, debates e encontros presenciais pelo Maranhão afora.

O ex-secretário assegura que fará uma campanha propositiva e que não vai se limitar apenas a bater em Flávio Dino como muitos podem achar.

Farei uma campanha propositiva, pra cima e defendendo ideias e projetos viáveis para o Maranhão. Quem achar que limitarei a minha campanha a bater no Dino vai quebrar a cara, pois quero discutir o nosso estado, embora as criticas a essa gestão desastrosa do comunista serão invitáveis”, disse Ricardo ao Blog do Robert Lobato.

O lançamento da pré-candidatura de Ricardo Murad será feito no Hotel Luzeiros.

VÍDEO: “Quero levar as propostas de Geraldo Alckmin para o nosso Brasil que é o Maranhão”, afirma Roberto Rocha 2

Esta semana, durante a primeira reunião da nova executiva nacional do PSDB, será oficializada a Comissão Estadual Provisória do partido no Maranhão com o Roberto Rocha presidente da sigla do 45

O senador Roberto Rocha (PSDB) gravou vídeo onde destaca a eleição, por aclamação, do governador do estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, presidente nacional dos tucanos, em convenção realizada no último sábado, 9.

Pré-candidato a governador, Roberto Rocha afirmou que irá organizar o PSDB local para oferecer um grande palaque para Alckmin no estado em 2018 quando o tucano disputará a sucessão de Michel Temer.

“Quero levar a sua voz [do Alckmin], sua mensagem, suas propostas para o nosso Brasil que é o Maranhão. E ficarei muito feliz em fazer o seu palanque, ele candidato a presidente da República e eu candidato a governador do estado”, assegurou.

Esta semana, durante a primeira reunião da nova executiva nacional do PSDB, será oficializada a Comissão Estadual Provisória do partido no Maranhão com o Roberto Rocha presidente da sigla do 45.

Confira a íntegra do vídeo com o senador tucano.