Devagar, quase parando…

Por Eden Jr.*

Quando o primeiro Relatório de Mercado Focus – elaborado pelo Banco Central com base na opinião semanal das principais instituições financeiras do país – foi lançado no início do ano, dia cinco de janeiro, a aposta era de que a economia crescesse 2,69% em 2018, isso depois de ter aumentado 1% no ano passado. Porém, a divulgação pelo IBGE, no final de maio, da expansão de apenas 0,4% no primeiro trimestre, colocou sérias dúvidas sobre a real capacidade de evolução do nosso Produto Interno Bruto (PIB) neste ano. Uma série de incertezas rondam o cenário, dificultando ainda mais os prognósticos otimistas para a nossa economia.

Os drásticos efeitos da greve dos caminhoneiros, encerrada no início de junho, não foram captados nessa última medição do PIB, mas seguramente terão severos efeitos sobre o desempenho do segundo trimestre, bem como sobre o ano como um todo. Por conta da paralização, o Banco Santander reduziu a expectativa de crescimento do PIB para o segundo trimestre de 0,8% para 0,2%. O Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getúlio Vargas projeta um recuo de 0,2% da atividade econômica em 2018, em razão do movimento. O Banco Itaú crê que agora o país vá crescer 1,7% e não 2% como previa anteriormente.

O clima negativo vem contaminando o mercado de ações. O Ibovespa, indicador que reúne as ações mais negociadas da Bolsa de Valores de São Paulo, vem registrando sucessivas quedas. No ano, o Ibovespa caiu 6,5%, e entre os dias 14 de maio e 14 de junho, regrediu 16,2%, indicando que o ambiente se deteriorou no último mês. O ciclo de baixa das ações está diretamente ligado às perspectivas ruins para a economia brasileira, que se instalaram com força nas últimas semanas e reflete o pessimismo dos investidores. Fatores como: a manifestação dos caminhoneiros, possibilidade de greves em empresas públicas – como a da Eletrobrás –, alta do dólar e cenário incerto para as eleições, são apontados como determinantes para o desânimo do mercado, o que retroalimenta as incertezas e inibe novas possibilidades de negócios.

A alta do dólar tem sido um capítulo à parte no drama brasileiro. É esperado que o ano eleitoral cause estresse e leve à oscilação na divisa americana. Desde o início do ano, o dólar vem se valorizando perante boa parte das moedas, mas nas últimas semanas, com a atmosfera pessimista que assola a nossa economia, esse processo tem se intensificado. De primeiro de janeiro até o dia 14 deste mês o real se desvalorizou cerca de 14,9% em relação ao dólar, e entre 14 de maio e 14 de junho, retrocedeu 5%. Essa dinâmica causa embaraços, pois acaba pressionando a inflação, porque boa parte dos produtos comercializados têm componentes cotados em dólar. Situação que pode levar a um aumento na taxa de juros básica da economia (Selic), atualmente em 6,5%, na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, marcada para os dias 19 e 20 deste mês. Um movimento de alta nos juros, torna os empréstimos e financiamentos mais caros, fato que atrapalha as vendas, reduz a produção, o emprego e dificulta a retomada do crescimento.

No contexto do dólar, uma péssima notícia veio dos Estados Unidos nesta quarta-feira, dia 13. O Fed, o banco central americano, elevou a sua taxa de juros para o intervalo entre 1,75% e 2%. O procedimento foi para conter a inflação do país, que vem aumentado em razão da atividade econômica, que está em plena ascensão, inclusive o índice de desemprego dos EUA, de 3,8%, é o menor em 18 anos. Foi a sétima alta seguida dos juros estadunidenses desde 2015, e há perspectiva de mais duas elevações, o que pode fazer com que os juros americanos cheguem ao intervalo entre 2,25% e 2,50%. Este quadro agrava ainda mais a tendência de desvalorização do real, dada a fuga de dólares para aplicação numa economia mais sólida, como a norte-americana. E a escassez da moeda americana no Brasil provoca alta da cotação do dólar. O nosso Banco Central tem feito operações com swap cambial – equivalente à venda futura de dólar – para tentar brecar a subida do dólar. Só nesta quinta-feira o BC injetou US$ 4,5 bilhões para acalmar o câmbio, e pode colocar mais US$ 10 bilhões de dólares nos próximos dias, nessa empreitada de conter a desvalorização do real.

Contudo, é da esfera política que vem os sinais de maior instabilidade. Recente pesquisa divulgada pelo Datafolha revela o crescimento de Jair Bolsonaro (PSL) e Ciro Gomes (PDT) na corrida presidencial. Nomes que causam dúvidas quanto à implementação de um programa reformista, especialmente na área fiscal, em que os déficits se sucedem ano a ano. Bolsonaro tem um histórico parlamentar de rejeição a medidas de disciplina fiscal, que causam antipatia no eleitorado. Já Ciro apresenta comportamento político errático, indo do espectro da centro-direita à esquerda, na qual está mais ligado recentemente. Até ano passado, o político do PDT afirmava que não havia déficit previdenciário – apesar dos cálculos oficiais apontarem um rombo na Previdência de R$ 268 bilhões em 2017 (INSS mais Regime dos Servidores Federais).

O presidente Temer, e seu entourage, são atingidos por acusações de corrupção quase que semanalmente. Circunstância que mina o arsenal de medidas de que podem lançar mão para alavancar a economia, dada a absoluta ausência de credibilidade de que dispõem. Como um dos últimos recursos para animar o cenário, esta semana o governo ampliou o saque das contas do PIS/Pasep, para colocar R$ 30 bilhões na economia. É pouco provável que resultados positivos venham rapidamente, tanto que agora as previsões apontam para aumento de apenas 1,5% do PIB em 2018. Muito aquém do que precisamos.

*Doutorando em Administração, Mestre em Economia e Economista (edenjr@edenjr.com.br)

Otimista ou pessimista?

A reclamação é um hábito na sua vida? Leia o artigo para conferir se deseja transformar a sua comunicação e ganhe o acesso ao meu e-book sobre discurso positivo.

por Aurea Regina de Sá, via Administradores.com

Talvez você diga que depende do ponto de vista, das condições de temperatura e pressão, mas eu lhe digo que é uma questão de decisão: afinal, o que você deseja ver?

Então, vamos às definições para começar o debate:

OTIMISMO é uma atitude mental que reflete uma crença ou esperança de que o resultado de algum esforço específico, ou resultados em geral, será positivo, favorável e desejável.

PESSIMISMO também é uma atitude mental de pessoas que antecipam resultados indesejáveis de uma determinada situação ou acreditam que coisas desfavoráveis vão acontecer na vida mais do que as favoráveis.

Ora, mas se os dois tipos de humor são atitudes mentais, que tal trabalhar a mente para que ela evite direcionar você para o lado mais pessimista? A PNL – Programação Neurolinguística – propõe dinâmicas que podem favorecer essa atitude mental positiva, se é o que você deseja. Uma delas é questionar a mente! Isso mesmo, você pergunta pra sua mente por que motivo ela só reclama, só vê o lado negativo de tudo e só conclui que nada vai dar certo antes mesmo de você tentar. Perceba se essas objeções da mente não estão deixando você paralisado, sem ação, sem iniciativa. Analise se esse comportamento não prejudica você e seu desenvolvimento como pessoa e profissional.

Mas, independente da opção pelo otimismo ou pessimismo, há também a questão do hábito, ou seja, alguém só vê o lado negativo porque sempre fez isso, porque aprendeu com a família, e se resolver analisar mesmo pode nem saber direito por que tem essa mania. Bom, hábitos são aprendidos e podem ser reciclados. A base de sustentação disso é, primeiro, reconhecer o que há de positivo em você. Então, eu vou te desafiar a fazer uma lista dos seus pontos positivos. Pegue um papel e uma caneta AGORA e liste tudo, tudo mesmo que você faz bem. Inclua seus comportamentos e qualidades. Sugiro que chegue a 70 itens! Uau, vale a pena, pode acreditar. Para isso dar certo é preciso estar ATENTO, ACORDADO, ANTENADO para ver o que é real, o que existe mesmo e não o pensamento negativo que às vezes nem existe de verdade.

Um dos benefícios imediatos de reconhecer o seu lado positivo será refletido no seu vocabulário. Palavras de reclamação, semblante desanimado e falta de iniciativa logo dão lugar a uma postura positiva e propositiva que vai estimular outra visão de mundo e outros resultados também.

Para colaborar com essa mudança de comportamento que vai refletir na sua comunicação, eu tenho um presente pra você. É o ebook 5 DICAS PARA USAR A COMUNICAÇÃO A FAVOR DA FELICIDADE, que eu escrevi baseada na minha realidade e na minha decisão por mudar meus comportamentos. É só você enviar um e-mail pra mim (contato@aureareginadesa.com.br) e dizer que deseja receber, e eu envio o material gratuitamente pra você.

Estamos combinados? Quero ver que decisão você vai tomar agora!

Aurea Regina de Sá
Aurea Regina de Sá é Coach de Comunicação Pessoal, especializada em Media Training, treinamento que capacita profissionais que interagem com a imprensa. Com formação em PNL – Programação Neurolinguística, Aurea ministra cursos de Comunicação para empresas públicas e privadas de todo o país. Autora do audiolivro Guia do Porta-Voz: 99 dicas para aparecer bem na imprensa, ela é referência na mídia, já tendo sido entrevistada no Programa do Jô, UOL, Folha de S. Paulo, Revista Época, Valor Econômico, CBN, etc. Lançou recentemente o livro sobre Media Training: BACKSTAGE, à venda em www.editoracomunica.com.br/loja

SANTA RITA: Prefeitura implanta programa Primeira Renda

O prefeito Dr Hilton Gonçalo cumpriu mais uma promessa de sua campanha. Na quarta-feira (13), a Prefeitura de Santa Rita implantou mais um importante programa de geração de renda no município –  Primeira Renda. A iniciativa surge com o objetivo de trazer desenvolvimento e avanço social no município.

O Primeira Renda é desenvolvido em duas etapas e consiste primeiramente em promover capacitação profissional para pessoas maiores de 18 anos, de ambos os sexos, junto a isso, a Prefeitura de Santa Rita disponibilizará uma bolsa auxílio para cada aluno durante o período de capacitação.

Na segunda etapa, após a conclusão dos cursos, os alunos serão encaminhados para a Secretaria de Emprego e Renda com a finalidade de inserção no mercado de trabalho, através de políticas públicas de geração de renda. Neste primeiro momento, a Prefeitura de Santa Rita oferece o curso de Montagem e Manutenção de Microcomputadores.

“Diferente do Bolsa Família que ajuda na manutenção nos primeiros anos da vida no ensino básico, aqui estamos criando um programa complementar que visa a capacitação técnica ou nível superior, assim garantimos mão-de-obra qualificada em Santa Rita e dinheiro circulando”, relatou Hilton Gonçalo.

O lançamento do programa aconteceu no Centro de Inovação e Capacitação Profissional de Santa Rita. Na ocasião, o prefeito Dr Hilton Gonçalo realizou as primeiras inscrições e acompanhou as primeiras orientações da Semed através do secretário de Educação – o professor Paullo Márcio.

Para maiores informações e inscrições, os interessados devem se dirigir à Secretaria de Educação de Santa Rita portando documentos de RG, CPF e comprovante de residência.

Prefeita Karla Batista comemora assinatura de decreto que regulamenta Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais

A prefeita Karla Batista foi uma líder destacada na luta por esta conquista que vai beneficiar milhares de famílias ao longo das cidades cortadas pela Estrada de Ferro do Carajás, controlada pela Vale do Rio Doce. Além de prefeita, Karla é presidente do Consórcio Intermunicipal Multimodal (CIM)

Prefeita Karla Batista, ladeada pelo deputado Cléber Verde e o senador Roberto Rocha: “Uma grande vitória aos municípios que não recebiam nenhum centavo até hoje pela exploração do minério que passa dentro das nossas cidades”.

A prefeita do município de Vila Nova dos Martírios, Karla Batista (PSDB) comemorou a assinatura do decreto presidencial que regulamenta as novas regras para a Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM).

Em cerimônia ocorrida no Palácio do Planalto com a presença de ministros, senadores, deputados federais, prefeitos e autoridades ligadas à atividade da mineração, na terça-feira (12), enfim os prefeitos dos município não produtores, mas que são impactados pelo transporte, operações de embarque e desembarque, ou ainda, para localidades com pilhas de estéril, barragem de rejeitos e instalações serão beneficiados com 13% dos royalties da CFEM.

A prefeita Karla Batista foi uma líder destacada na luta por esta conquista que vai beneficiar milhares de famílias ao longo das cidades cortadas pela Estrada de Ferro do Carajás, controlada pela Vale do Rio Doce. Além de prefeita, Karla Batista é presidente do Consórcio Intermunicipal Multimodal (CIM), daí que há um gosto duplo por essa vitória que, em verdade, é uma vitória de todos os prefeitos e prefeitas envolvidos na causa.

“A palavra de hoje é de gratidão ao senador Roberto Rocha e aos deputados presente. Entendemos que é uma grande vitória aos municípios que não recebiam nenhum centavo até hoje pela exploração do minério que passa dentro das nossas cidades, mas que não deixa nada para a população mais necessitada e carente”, afirmou a prefeita-presidente.

Mais ação do senador Roberto Rocha

Dentro desse percentual, 50% serão destinados exclusivamente para municípios não produtores, mas que são cortados por ferrovias. Essa alíquota foi assegurada pelo senador Roberto Rocha (PSDB-MA), após longa articulação política junto com o Governo Federal, que inicialmente iria contemplar com apenas 25% para localidades não produtoras. Com a fração maior, os municípios maranhenses cortados pela Estrada de Ferro Carajás serão finalmente contemplados de forma mais justa, após 32 anos de luta e esforços.

A partir agora, 23 cidades do Maranhão que são severamente prejudicadas por sucessivos impactos ambientais causados pela poluição e a população com o pó do minério serão recompensadas com recursos que vão reforçar a saúde pública, educação, segurança e melhorias em infraestrutura urbana. Estamos hoje fazendo uma correção de uma injustiça que acontece há mais de 30 anos no Estado”, destacou o senador Roberto Rocha.

O parlamentar maranhense disse ainda que “as novas regras estimulam novos investimentos em regiões onde apenas são deixados rastros de poluição do minério de ferro, proporcionando um novo momento de desenvolvimento nessas localidades”.

Confira os municípios maranhenses contemplados: Açailândia, Alto Alegre do Pindaré, Anajatuba, Arari, Bom Jardim, Bacabeira, Bom Jesus das Selvas, Buriticupu, Cidelândia, Igarapé do Meio, Itapecuru Mirim, Itinga do Maranhão, Miranda do Norte, Monção, Pindaré-Mirim, Santa Inês, Santa Rita, São Francisco do Brejão, São Pedro da Água Branca, São Luís, Tufilândia, Vila Nova do Martírios, Vitória do Mearim.

Santa Helena: Programa Saúde na Escola realiza ações com crianças na zona rural

A prefeitura de Santa Helena em parceria com a Secretaria da Saúde, através do PSE (Programa Saúde na Escola)…

A prefeitura de Santa Helena em parceria com a Secretaria da Saúde, através do PSE (Programa Saúde na Escola) realizam ações sobre a saúde bucal na comunidade de São Raimundo.

A equipe de saúde levou palestras de escovação, aplicação de flúor e distribuição de escovinhas para todas as crianças da escola da comunidade. As crianças puderam tirar as dúvidas e aprender como é realizada uma escovação correta.

O Programa Saúde na Escola atua nas escolas da rede pública municipal e leva para crianças, adolescente, jovens e adultos novas oportunidades e esclarecimentos para cuidar da saúde e evitar problemas futuros.

Prefeitura de Santa Helena – União, trabalho e compromisso.

(Por Gleicy Ferreira)

DIREITO: Empresas garantem recebimento de dívidas de clientes por meio do CEJUSC 6

Adv. Carla Morais.

O Código de Processo Civil (CPC) de 2015 apresenta a quebra de uma conduta arraigada aos costumes brasileiros: sempre recorrer ao litigio, a ideia de que para um ganhar o outro tem que perder.

Até então, para recebimento, cabia ao credor buscar seus créditos por meio da ação de cobrança, da execução de títulos extrajudiciais ou ações monitórias.

O caminho a ser percorrido para se conseguir o recebimento desses valores passaria por todas as dificuldades e custos dos processos judiciais. Ter-se-ia o enfrentando dos prazos processuais e as dificuldades próprias da burocracia de processos dessa natureza, como, por exemplo, a dificuldade do Oficial de Justiça encontrar o devedor para ser citado em ação de cobrança ou intimado à pagar nas ações de execução.

Outra possibilidade seria uma negociação extrajudicial, denominada termo de confissão de dívida, realizada entre partes e que ao ser descumprida daria ensejo a um processo judicial com o enfrentamento da mesma problemática já apresentada.

Contudo, a atual instrução incentiva que a mediação e a conciliação sejam exercidas como forma preferencial.

Concomitantemente, o Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (CEJUSC) tem como vetor de sua proposta aquilo que o próprio nome já determina, que os conflitos sejam finalizados por meio de uma mediação, uma conciliação, tudo de forma mais simples e menos onerosa.

Essa sistemática ocorre no que poderíamos chamar de momento pré-processual, ou seja, não necessita a existência prévia de um processo, e se aplica a diversos tipos de conflitos, dentre eles, a recuperação de créditos.

E, em tempos de crise, conseguir a recuperação do crédito, de forma mais simples e barata, é mais que um aliado, tem se tornado uma importante fonte de recuperação de ativos das empresas. Outro atrativo que temos é a facilidade de acesso e, principalmente, a celeridade com que os empresários podem ter na satisfação seu crédito.

Já com relação ao devedor temos a grande oportunidade do mesmo conseguir adimplir sua obrigação, honrando com o pagamento de seu débito dentro de sua possibilidade de pagamento.

O que ocorre não é o “quer pagar quanto”, mas sim o “como pode pagar” e “como pode receber”. Esse sistema nada mais é que um acordo entre as partes de modo a ser incentivada a solução do problema.

Diante disso, é respeitado o valor do débito e seus acréscimos legais, contudo estes podem ser discutidos. A forma de pagamento também.

Em uma execução de títulos o CPC é claro em impor que seja respeitado o princípio da execução menos gravosa ao devedor. Nos CEJUSCs não é diferente. É respeitado o direito do devedor e é respeitado o direito à liberdade de transigir sobre a situação, de modo que o adimplemento da dívida fique bom para ambas às partes.

O formato de sua realização ocorre com o chamamento do devedor pelo credor para uma audiência, que é realizada no prazo médio de 20 dias, a contar da data de inclusão da solicitação da mediação.

No momento da audiência, as partes conversam sobre o débito, sua atualização, forma de pagamento e demais acessórios da dívida. Ao chegar a um acordo, isto é reduzido a termo por um conciliador, conforme as cláusulas já discutidas.

Posteriormente, este termo de acordo segue para homologação judicial, passando então a ter a natureza de título executivo judicial. Contudo, os termos do acordo realizado já são válidos desde a sua assinatura.A partir da homologação tem-se então um título capaz de ser executado diretamente, caso haja descumprimento do acordo.

De outra banda, cabe esclarecer ainda, que inicialmente este procedimento não impõe custas judiciais às partes, tendo em vista que diante da premente situação financeira das partes é cabível o pedido de justiça gratuita, tanto com base no próprio CPC, como nos termos do Provimento nº 16/2013-CGJ/MA.

Tal processamento traz a certeza da celeridade e do recebimento, bem como dá ao devedor a esperança de uma forma de pagamento facilitada. Assim, conseguindo também retornar a ter crédito na praça, acesso a certidões negativas de débito, possibilidade de participação em licitações, recebimento de valores a que são credores e que necessitam desta qualidade de adimplente, dentre outros benefícios. Resumidamente, é o formato em que ambos saem ganhando e atingem seus objetivos.

CARLA MORAIS
Consultora Jurídica de Empresas.
Advogada do Escritório Jansen, Morais e Vale Advocacia.

A vida é uma caixinha de surpresas

Já ouviu ou leu os seguintes ditos populares: “a vida é uma maravilhosa caixinha de surpresas” e “tudo que você faz um dia volta para você“.

Rogerio Martins, via administradores.com

COMPORTAMENTO | Já ouviu ou leu os seguintes ditos populares: “a vida é uma maravilhosa caixinha de surpresas” e “tudo que você faz um dia volta para você“. Renato Russo até musicou e cantou esta segunda frase e que virou música tema de novela. Pois é… esta semana tive a certeza destas duas frases populares em minha vida.

Este ao meu lado na foto é o Azonias. E quem é o Azonias? Um cara simples, com uma vida de superação a todo instante. Ele foi meu aluno na Faculdade Flamingo, no primeiro semestre de 2012, e depois mudou de instituição de ensino e não nos vimos mais. Porém, tenho muitos ex-alunos em minhas redes sociais e ele foi um deles. Gosto muito de manter esta interação além do ambiente acadêmico, pois me permite ajudar muitos deles no desenvolvimento de suas carreiras e também aprender com suas histórias.

Bem, ele continuou acompanhando minhas postagens, e volta e meia trocávamos algumas mensagens virtuais. Dias atrás, quando fazia uma transmissão ao vivo pelo Facebook, onde falei sobre liderança e carreira, ele mais uma vez participou. Ao final combinamos de marcar um café para conversarmos e entregá-lo meu kit, que contém o livro “Reflexões do Mundo Corporativo” + DVD duplo “Líder de Alta Performance”.

Café marcado e a conversa foi fantástica! Falamos um pouco de tudo. Como é bom olhar no olho e ouvir a história de vida de outra pessoa. Melhor ainda foi ouvir quanto o ajudei em sua carreira e as decisões que tomou inspirado em minhas aulas (na época lecionava a disciplina Gestão de Pessoas). Foi de arrepiar! A sensação agora, relembrando, é a mesma… de arrepiar.

Quando foi meu aluno, cursava Tecnólogo em Logística. Porém, algum tempo depois mudou de curso e graduou-se em matemática. Nesta conversa ele me contou que hoje é professor de matemática. Uma matéria que tinha muita dificuldade, mas assumiu o desafio de aprender mais e reverteu a situação. Disse que esta mudança foi influenciada pelas minhas aulas, onde muitas vezes falei sobre superação, resiliência, foco, definição de objetivos, etc. Felicidade e orgulho me definem neste momento.

Isso só reforça minha certeza que, independente da atividade que realizamos, sempre temos a capacidade de impactar na vida de outros. Podemos fazer isso positivamente ou não. Depende unicamente de nossas atitudes, o tempo todo. Por isso, lembre-se: tudo o que você faz um dia volta para você. Esta é uma lei universal, acredite ou não, aceite ou não. Isso irá acontecer! Portanto, espalhe o bem. Faça seu melhor. Dedique-se àquilo que gosta e aperfeiçoe-se sempre! Tenha fé que os resultados virão.

A vida é tão maravilhosa e deve ser vivida intensamente no aqui e agora! No livro “O Poder do Agora“, Eckart Tolle nos desperta para a importância de vivermos o presente. Use o passado apenas como referência para agir melhor agora. Que as histórias de sucesso ou fracasso vividas anteriormente sirvam para te inspirar a agira melhor agora. Sucesso!

No auge dos seus cabelos brancos, Gastão Vieira vai ter que optar entre ser chamado de “velho” ou de “velhaco” 16

Fico a pensar se Flávio Dino acredita ou confia em Gastão Vieira. Aliás, vou mais longe, fico a imaginar se o governador comunista no seu íntimo não pensa mais ou menos assim: “Esse Gastão Vieira é um canalha, mas um canalha necessário para os meus interesses políticos e eleitorais. Gastão é meu canalha favorito!”.

Sempre tive o ex-deputado federal Gastão Vieira na cota de boa gente, gente proba, bom caráter e demais qualidades que fazem de um homem público alguém digno de respeito.

Se eu tiver o privilégio de chegar a ter todos os fios de cabelos brancos e pelo menos completar a idade de Gastão Vieira, quero estar com a consciência tranquila que aproveitei a idade provecta para corrigir eventuais erros que cometi na juventude.

É que quando somos jovens temos a obrigação de cometer erros. Faz parte dessa fase da nossa vida. Com o tempo é que vamos criando maturidade de rever conceitos, comportamentos e paradigmas. Com a idade nos tornamos referência para os mais jovens. É força e privilégio de quem chega aos cabelos brancos.

O nosso querido Gastão Vieira resolveu nadar contra a maré da vida. Deve ter tido uma vida comportada na juventude, errado pouco e agora opta por errar de forma mais escrota possível aos bem vividos 72 anos de idade!

Nada contra o ex-deputado estadual, ex-deputado federal, ex-secretário de Governo, ex-ministro de Estado, ex-presidente do FNE deixar pra trás todos aqueles que são responsáveis pelo que o Gastão Vieira foi e é, e agora se debandar para o outro lado da margem do rio. Nada contra. Como diria aquele ex-BBB Kleber Bambam: “faz parte”.

Agora, tudo contra a forma como Gastão Vieira está construindo a sua nova trajetória de vida e seu opção política: escarrando no prato que passou mais da metade da vida comendo e se lambuzando.

Fico a pensar se Flávio Dino acredita ou confia em Gastão Vieira. Aliás, vou mais longe, fico a imaginar se o governador comunista no seu íntimo não pensa algo mais ou menos assim: “Esse Gastão Vieira é um canalha, mas um canalha necessário para os meus interesses políticos e eleitorais. Gastão é meu canalha favorito!”.

Só para fazer uma comparação: se José Reinaldo Tavares resolvesse definitivamente fazer as pazes com o ex-presidente José Sarney, voltar para o seu grupo político de origem e morrer com a consciência tranquila de que não levará para o túmulo o signo da ingratidão, o ex-governador estaria corrigindo, concordando-se ou não com ele, um erro cometido num passado recente.

Já o Gastão Vieira a quem é devedor aos Sarney até a medula faz exatamente o contrário. E pior: parece fazer com júbilo.

Torço sinceramente para que o governador Flávio Dino veja em Gastão Vieira um novo aliado, leal, fiel e disposto à lutar pela causa do seu governo e quiçá até pela causa comunista.

Para encerrar: Certa vez, o então presidente da República Fernando Collor de Melo chamou o saudoso Ulisses Guimarães de “velho”, achando que tal predicado ofenderia o pai da “Constituição Cidadã”.

Sereno, Ulisses respondeu: “Sou velho, mas não sou velhaco”.

Penso que Gastão Vieira, em breve, enfrentará o drama na sua vida de optar entre ser chamado de “velho” ou de “velhaco”.

A história dirá.

SANTA HELENA: Prefeitura apresenta prestação de contas do primeiro quadrimestre de 2018

Buscando fortalecer o compromisso com a transparência da administração municipal, a Prefeitura de Santa Helena realizou no Sindicato dos Trabalhadores Rurais na manhã desta terça-feira (05), mais uma audiência pública para prestação de contas à população das receitas e despesas do Município referente ao 1º quadrimestre do exercício 2018.

A prestação de contas ocorre a cada quadrimestre e atende a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), buscando dar transparência aos atos do poder público municipal. Assim a população pode conhecer os dados e redimir dúvidas.

A audiência teve por objetivo apresentar à população todas as ações realizadas, nesse período, pela gestão. Foram apresentados relatórios detalhados sobre os recursos utilizados em obras, programas e projetos, números de atendimentos, consultas e exames de saúde, educação, esporte, eventos da agricultura, assistência social, infraestrutura, entre outras realizações, garantindo transparência na destinação dos recursos públicos.

Para o prefeito Zezildo Almeida, a realização de audiências públicas fortalece o compromisso com a transparência da administração municipal. “A responsabilidade com a gestão pública e o respeito à população no emprego de verbas devem ser tratados com clareza, e as audiências públicas auxiliam nesse sentido”, ressaltou.

Estiveram presentes na Audiência, vereadores, secretários municipais e a população em geral.

ELEIÇÕES 2018: Algumas considerações sobre a disputa para o Senado Federal 14

A pré-candidata ao governo Roseana Sarney é a única que não enfrenta maiores problemas com a composição da chapa ao Senado Federal.

(Foto: Roberta Aline)

Dos pré-candidatos ao governo do Maranhão colocados, somente Roseana Sarney (MDB) não enfrenta problemas com a formação da chapa ao Senado Federal. Lobão (MDB) e Sarney Filho (PV) serão os nomes para Câmara Alta pelo lado da ex-governadora.

Por outro lado, tanto os pré-candidatos Flávio Dino (PCdoB) e quanto Roberto Rocha (PSDB) parecem ainda não terem 100% certo sobre quais os nomes que apresentarão aos maranhense como candidatos a senador. Senão vejamos.

Tecnicamente, o governador tem seus dois nome anunciados: Eliziane Gama (PPS) e Weverton Rocha (PDT), ambos deputados federais. A chapa que o Blog do Robert Lobato chama de “o sagrado e o profano”.

Entretanto, estar “tecnicamente” anunciada não quer dizer que a chapa governista esteja politicamente fechada.

É que ainda há indefinições na composição partidária do lado governista com o PT, DEM e PP de olhos numa vaga na majoritária. Desses três partidos, o PT possui dois pré-candidatos a senador e está jogando duro para emplacar um dois dois, no caso os professores Márcio Jardim e Nonato Chocolate.

Isso sem falar que, lá na frente, o próprio Flávio Dino pode tirar um nome do bolso e indicá-lo para o Senado Federal. Ou alguém tem a coragem de duvidar dessa possibilidade? Óbvio que não!

Outra: não se pode ignorar o fato de Weverton Rocha se incomodar com o crescimento de Eliziane Gama nas pesquisas, sua condição de evangélica e de ficha limpa. Não é por acaso que começa aparecer vários “memes” nas redes sociais tentando desqualificar a irmã no que leva ao mais dos inocentes observadores perceber que trata-se de fogo amigo. De onde? Os “maragatistas” como a palavra.

Já em relação ao grupo liderado pelo pré-candidato Roberto Rocha, até poucas semanas atrás estava praticamente tudo resolvido em relação à chapa para o Senado Federal com o deputado estadual Alexandre Almeida e o deputado federal José Reinaldo Tavares protagonizando a cena tucana.

Acontece, que de repente o experiente ex-governador reaparece com teses que já haviam sido superadas dentro do PSDB. Pior: inicia uma série de articulações à revelia do partido e do pré-candidato ao governador Roberto Rocha lançando até primeiro suplente, precipitando, assim, uma séria de dúvidas sobre o seu futuro político e eleitoral no PSDB.

E nesse, digamos, descuido do deputado José Reinaldo, surge o também deputado federal Waldir Maranhão, que, assim como o ex-governador, foi covardemente defenestrado do grupo de Flávio Dino e agora desponta como uma possibilidade real e concreta de ser um dos senadores na chapa do projeto Roberto Rocha governador-45.

Esse é o quadro atual da chapa de pré-candidatos ao Senado Federal no campo político de Flávio Dino e no de Roberto Rocha.

E que deve permanecer assim até as convenções.

Ou não!