Sabe o que gera engajamento? Humor

A palavra de lei do brasil é: a zoeira never ends. Seguir nesse caminho requer destreza – e não é para todas as empresas – mas pode gerar ótimos resultados

Jorge Albuquerque, Administradores.com

Se você não é bombardeado por mensagens, vídeos e gifs engraçados, inúmeras vezes ao dia, você certamente está morando fora do país e não interage conosco. Você pode até pensar que isso é novidade, coisa da geração atual e tudo mais, entretanto, ao meu ver, só está agora nos meios digitais o que o brasileiro sempre foi: uma pessoa divertida.

Essa “pegada” da comicidade está tão forte e enraizada que começou a chegar até nossas empresas. Elas agora utilizam memes, fazem referência à cultura pop e possuem informalidade na comunicação. Isso tudo, provavelmente, graças a uma percepção de dados de mercado, enxergando grande potencial nas novas formas de humor desenvolvidas pelas redes sociais.

Você acha que essas empresas fazem isso apenas por comodismo ou achar engraçado? Funcionários “normais” até que poderiam fazer por esses motivos, mas essas ações vêm da diretoria e visam apenas uma coisa: lucro. A comicidade, entretenimento e informalidade trazem engajamento dos usuários e repercussões na mídia.

Palavras como repercussão, impacto e engajamento estão sempre atreladas ao conceito de SEO, termo em inglês para Search Engine Optimization. Em português significa otimização para mecanismos de busca.

Aliado a uma tendência mundial da informalidade, downsizing, startups, jovens irreverentes, além de boa parte das maiores empresas do mundo seguirem essa linha (como Facebook, Google e Netflix), criamos um mercado, pelo menos a nível B2C, bastante dinâmico e engraçado.

Acredito que, junto ao humor, conteúdos sobre conflitos (notícias, fofocas, problemas) e celebridades (atores, atletas, blogueiros) fazem um tripé das maiores buscas, curtidas e compartilhamentos dos tempos atuais. Se existir uma notícia sobre Neymar terminar com Bruna Marquezine e uma foto engraçada, temos certamente uma vaga garantida no Google Trends.

Isso nada mais é do que as empresas surfando na onda dos conteúdos virais. Elas não estão “inventando a roda”, atrelar a imagem de produtos e/ou marcas à astros e celebridades já é uma estratégia batida. O diferente, dessa vez, são duas coisas: ver grandes varejistas, indústrias e empresas sérias “apelando” para a comicidade e a importância que o humor vem tomando à medida que a internet ganha força.

Fazer uma propaganda afirmando a qualidade do seu produto, todos seus benefícios e um preço matador pode não trazer tanto engajamento quanto uma postagem usando um clássico meme com Rodrigo Hilbert e sua perfeição.

O humor e a informalidade trazem as empresas para mais perto de seus usuários. A não ser que você esteja vendendo conteúdos para classe A++ Plus VIP, boa parte da sua comunidade vai entender as suas referências e as repercussões, se a estratégia for bem executada, será bastante positiva.

Antigamente, seriedade era sinônimo de profissionalismo. Padrões, elegância, etiqueta estava atrelado a tudo que era bom, a informalidade sempre remetia a coisas baratas, de uma qualidade normal ou ruim e, em resumo, coisa de empresa pequena. Hoje em dia, não é que houve uma inversão, mas agora propagandas engraçadas e ações de marketing são feitas por empresas bilionárias também!

Assembleia Legislativa premia vencedores do 41º Festival Guarnicê de Cinema em três categorias

Moraes (Agência Assembleia)

A Assembleia Legislativa do Maranhão entregou premiação aos vencedores do 41º Festival Guarnicê de Cinema, durante a cerimônia de encerramento do evento, realizada no último sábado (16), no Cine Praia Grande, no Centro Histórico de São Luís. A diretora adjunta de Comunicação da Alema, jornalista Sílvia Tereza, representou o Parlamento Estadual.

O Festival Guarnicê de Cinema aconteceu entre os dias 9 e 16 de junho, coordenado pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA), por meio do Departamento de Assuntos Culturais (DAC/PROEXCE), com apoio da Assembleia Legislativa, que premiou os melhores nas categorias documentário, vídeo e filme em curta-metragem.

O “Prêmio Cinematográfico Assembleia Legislativa do Maranhão”, subdividido em “Prêmio Erasmo Dias”, “Prêmio Mauro Bezerra” e “Prêmio Bernardo Almeida”, foi entregue para Taciano Dourado Brito, vencedor das categorias melhor curta (“Prêmio Erasmo Dias”) e melhor documentário (“Prêmio Mauro Bezerra”), pelo filme “Marina”, e para Daniel Drummond, vencedor da categoria melhor curta de ficção (“Prêmio Bernardo Almeida”), por “A Capataz”. Cada um dos prêmios corresponde a dez salários mínimos. Daniel Drummond não compareceu ao evento e nem enviou representante, mas receberá em outra oportunidade.

Taciano Dourado Brito, vencedor de duas categorias, recebeu as premiações das mãos da diretora adjunta de Comunicação da Assembleia Legislativa, Silvia Tereza. “A Assembleia Legislativa apoia o Festival Guarnicê de Cinema por considerá-lo de suma importância para o Brasil. E não somente por apresentar um panorama da produção audiovisual brasileira, com a participação de cineastas e produtores de alta qualidade, mas, sobretudo, por também destacar o trabalho produzido no Maranhão nessa área e revelar muitos talentos, além, claro, de auxiliar na circulação de obras de cineastas de todo o Brasil”, disse.

Além das premiações, foram homenageadas a cineasta Anna Muylaert, a produtora Ariadine Mazzetti, a realizadora Edna Fujii e Maria Raimunda, que frequenta o festival desde as primeiras edições, ainda como Mostra Super 8 de Cinema.

A vida é uma caixinha de surpresas

Já ouviu ou leu os seguintes ditos populares: “a vida é uma maravilhosa caixinha de surpresas” e “tudo que você faz um dia volta para você“.

Rogerio Martins, via administradores.com

COMPORTAMENTO | Já ouviu ou leu os seguintes ditos populares: “a vida é uma maravilhosa caixinha de surpresas” e “tudo que você faz um dia volta para você“. Renato Russo até musicou e cantou esta segunda frase e que virou música tema de novela. Pois é… esta semana tive a certeza destas duas frases populares em minha vida.

Este ao meu lado na foto é o Azonias. E quem é o Azonias? Um cara simples, com uma vida de superação a todo instante. Ele foi meu aluno na Faculdade Flamingo, no primeiro semestre de 2012, e depois mudou de instituição de ensino e não nos vimos mais. Porém, tenho muitos ex-alunos em minhas redes sociais e ele foi um deles. Gosto muito de manter esta interação além do ambiente acadêmico, pois me permite ajudar muitos deles no desenvolvimento de suas carreiras e também aprender com suas histórias.

Bem, ele continuou acompanhando minhas postagens, e volta e meia trocávamos algumas mensagens virtuais. Dias atrás, quando fazia uma transmissão ao vivo pelo Facebook, onde falei sobre liderança e carreira, ele mais uma vez participou. Ao final combinamos de marcar um café para conversarmos e entregá-lo meu kit, que contém o livro “Reflexões do Mundo Corporativo” + DVD duplo “Líder de Alta Performance”.

Café marcado e a conversa foi fantástica! Falamos um pouco de tudo. Como é bom olhar no olho e ouvir a história de vida de outra pessoa. Melhor ainda foi ouvir quanto o ajudei em sua carreira e as decisões que tomou inspirado em minhas aulas (na época lecionava a disciplina Gestão de Pessoas). Foi de arrepiar! A sensação agora, relembrando, é a mesma… de arrepiar.

Quando foi meu aluno, cursava Tecnólogo em Logística. Porém, algum tempo depois mudou de curso e graduou-se em matemática. Nesta conversa ele me contou que hoje é professor de matemática. Uma matéria que tinha muita dificuldade, mas assumiu o desafio de aprender mais e reverteu a situação. Disse que esta mudança foi influenciada pelas minhas aulas, onde muitas vezes falei sobre superação, resiliência, foco, definição de objetivos, etc. Felicidade e orgulho me definem neste momento.

Isso só reforça minha certeza que, independente da atividade que realizamos, sempre temos a capacidade de impactar na vida de outros. Podemos fazer isso positivamente ou não. Depende unicamente de nossas atitudes, o tempo todo. Por isso, lembre-se: tudo o que você faz um dia volta para você. Esta é uma lei universal, acredite ou não, aceite ou não. Isso irá acontecer! Portanto, espalhe o bem. Faça seu melhor. Dedique-se àquilo que gosta e aperfeiçoe-se sempre! Tenha fé que os resultados virão.

A vida é tão maravilhosa e deve ser vivida intensamente no aqui e agora! No livro “O Poder do Agora“, Eckart Tolle nos desperta para a importância de vivermos o presente. Use o passado apenas como referência para agir melhor agora. Que as histórias de sucesso ou fracasso vividas anteriormente sirvam para te inspirar a agira melhor agora. Sucesso!

O Maranhão será representado em evento internacional de marketing  4

O Maranhão será representando em evento de marketing a ser realizado em Joanesburgo, na África do Sul.

A estrela que irá brilhar do outro lado do Oceano Atlântico é o publicitário Janderson Landim, já conhecido no nosso estado por acumular vitórias eleitorais em cidades importantes, entre elas Santa Inês e Pinheiro, foi convidado para proferir palestra em Joanesburgo, capital da África do Sul.

Intitulada “Teaching life to lead you to success”, algo como “Ensinando a vida a te levar para o sucesso”, a palestra será dirigidas a político, publicitários e profissionais de marketing em geral, e será realizada o luxuoso The Michelangelo Hotel, que pertence a rede internacional de hotéis e que está patrocinando o evento.

“Fiquei muito lisonjeado e emocionado por ser convidado para proferir essa palestra internacional na África do Sul. Mostra que o nosso trabalho já ultrapassa fronteiras, ou melhor, atravessa oceanos”, brinca Janderson Landim.

A palestra “Teaching life to lead you to success” acontece no próximo domingo, 10.

Delfim Netto: 90 anos do “czar da economia” 10

Por Eden Jr.**

Parece não ser coincidência que Delfim Netto faça aniversário no dia internacionalmente dedicado ao trabalho. No último 1º de maio, o paulistano que atravessou as últimas seis décadas influenciando os destinos do país, seja como economista, político, consultor, servidor público graduado, ou “simplesmente” como conselheiro de presidentes, chegou aos 90 anos em plena atividade. Recentemente sua consultoria, a Ideias, fundada 1974, foi palco do encontro de dois presidenciáveis, prováveis protagonistas das próximas eleições: Ciro Gomes (PDT) e Fernando Haddad (PT) – que aproveitaram a ocasião para discutir os rumos da economia e da política do Brasil.

Do nascimento, em uma família de origem italiana no Cambuci, bairro periférico da capital paulista, aos altos escalões da República – secretário, ministro, deputado e aspirante a governador e a presidente – parece que foi um pulo. O encontro de Delfim Netto com a economia veio em 1948, quando ingressou na Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA-USP). Forma-se em economia três anos depois. Já em 1952 começa a lecionar, como professor assistente, Estatística Econômica e Econometria. Em 1959 alcança o doutorado e o posto de professor livre-docente, ao defender a tese “O Problema do Café no Brasil”. Em 1963, ao receber o título de Professor Catedrático de Teoria do Desenvolvimento Econômico, Delfim Netto tornou-se o primeiro ex-aluno da FEA-USP e economista formado depois da regulamentação da profissão a chegar à posição de catedrático na instituição.

O início da carreira na burocracia pública foi em 1964, ano da instauração do regime militar, como membro do Conselho Consultivo de Planejamento (Consplan), que opinaria sobre o Programa de Ação Econômica do Governo (Paeg). Chegou a secretário da Fazenda do Estado de São Paulo em 1966, cargo que ocupou até o ano seguinte. Dias após fazer uma exposição sobre economia brasileira para o futuro presidente Costa e Silva, veio o convite para assumir, com apenas 39 anos, o Ministério da Fazenda, ainda em 1967, com a inflação rodando na casa dos 40% ao ano – hoje está em 3% a.a. Na pasta pilotou o fenômeno que viria a ser conhecido como o “Milagre Econômico Brasileiro”, onde estímulos fiscais e monetários, gigantescas obras de infraestrutura e incentivo ao consumo e às exportações, dobraram o valor do nosso Produto Interno Bruto (PIB) e produziram um crescimento médio da nossa economia de 9,9%, entre 1967 e 1974 – ano passado crescemos 1%, após dois anos de queda (3,5% em 2015 e 2016). É desse período a frase inconfundível atribuída a Delfim: “É preciso primeiro fazer o bolo crescer, para depois dividi-lo”. A primeira crise do petróleo da década de 70 acabou com o milagre, interrompendo o ciclo virtuoso da economia.

Em 1975 Delfim vai a Paris, com a missão de chefiar a embaixada brasileira na França. De volta ao Brasil, em 1978, teve seu nome cogitado para ser governador de São Paulo, fato que não se concretizou. No ano seguinte teve efêmera passagem, de cinco meses, à frente do Ministério da Agricultura. O segundo choque do petróleo o levou para o comando do Ministério do Planejamento (1979/1985), após controversa saída de Mário Henrique Simonsen do posto. Dessa vez, Delfim não pode exibir os bons números de outrora, pois a crise já havia se instalado fortemente no país, a economia regrediu 6% entre 1980 e 1983, e a inflação saia do controle, indo a mais de 200% ao ano. Era o início da “década perdida”.

Com o fim da ditadura militar, Delfim envereda pela carreira política. Exerceu cinco mandatos consecutivos de deputado federal por São Paulo, entre 1987 e 2006. Em todas essas décadas de atuação, o economista transitou em muitas ocasiões entre os presidentes da República, dando conselhos e influenciando na economia. Além dos governos militares, esteve próximo de Collor, Itamar e Lula. No período de Fernando Henrique Cardoso suas opiniões não repercutiram no núcleo decisório econômico. Sobre Dilma, outra que não dava guarida para seus conselhos, entende que a ex-presidente extrapolou os níveis mínimos do bom senso, com suas medidas econômicas heterodoxas, ao implementar as “pedaladas fiscais”, que acabaram empurrando o país para a bancarrota. Com a ascensão de Temer, voltou a ser ouvido no Planalto.

Delfim esteve envolvido em vários episódios polêmicos, como: ter assinado, na qualidade de ministro da Fazenda em 1968, o Ato Institucional nº 5, um golpe certeiro na democracia, que endureceu a ditadura, fechou o Congresso Nacional, cassou mandatos, suspendeu o habeas corpus para crimes políticos e levou à tortura e a assassinatos; a acusação de manipulação de índices de inflação de 1973, enquanto era ministro da Fazenda; a denúncia de cobrança de propina, pelo economista e dois amigos, a bancos franceses que quisessem fazer negócios no Brasil, isso no período em que foi chefe da embaixada em Paris; e em março último a Operação Lava Jato adentrou no apartamento do “Gordo” – como é chamado pelos amigos mais próximos – para investigar se ele havia repassado, para o PMDB e PT, vantagens indevidas recebidas de empreiteiras que participaram do consórcio, que ele montou, e venceu o leilão para a construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte/PA.

Sem se considerar integrante de nenhuma corrente específica da economia, Delfim, que é o recordista na premiação anual concedida pela Ordem dos Economistas do Brasil (OEB), com quatro distinções, afirma sobre o ofício de economista: “Eu dei muita sorte. Eu não escolhi a profissão. Foi a profissão que me escolheu”.

*Doutorando em Administração, Mestre em Economia e Economista (edenjr@edenjr.com.br)

*Sugestão do artigo: Adriano Pinheiro (Professor de História)

SANTA RITA: Prefeitura investe na Pesca e Agricultura

O prefeito Hilton Gonçalo segue investindo nos produtores rurais de Santa Rita. Na última sexta-feira (25), a Secretaria de Pesca fez a entrega de alevinos para os que trabalham com a piscicultura no município. Ao mesmo passo, a Secretaria de Agricultura segue investindo no plantio sustentável, projeto este que visa o manejo do solo com responsabilidade e gerando bons resultados na produção.

Os alevinos entregues pelo prefeito Hilton Gonçalo aos criadores vão gerar toneladas de peixes, entre eles tilápias, tambaqui e outros. O objetivo da Prefeitura de Santa Rita é tornar o município um dos maiores exportadores do produto para o Maranhão e futuramente até para fora do estado.

Já com o Projeto do Plantio Sustentável, a Prefeitura de Santa Rita tem retirado milhares de pneus velhos que são descartados em rios, aterros sanitários, bueiros, comprometendo o meio ambiente e trazendo problemas nas áreas urbanas.

Os pneus tem servido como vaso, os quais estão sendo utilizados para plantar verduras, hortaliças e demais plantas que produzem frutos. Os canteiros criativos, ajudam a preservar o meio ambiente e não trazem nenhum risco a saúde.

A Prefeitura de Santa Rita tem como objetivo tornar o município auto-suficiente quanto a produção de itens alimentícios, tanto na pesca como agricultura.

Facebook tenta restringir difusão de notícias falsas com agências de checagem

Ainda que paliativa, medida é bem-vinda, como um remédio antitérmico em dias de gripe

Joel Pinheiro da Fonseca, via Estadão

Pabllo Vittar recebe R$ 5 milhões via Lei Rouanet para estrelar programa infantil na Globo. Filho do Lula é dono da Friboi. Bolsonaro tem mandado de prisão por crime de racismo. Dilma tentou se matar. Aécio é investigado por tráfico de drogas. Marielle Franco foi casada com traficante e eleita pelo Comando Vermelho.

As afirmações acima são notícias falsas, frutos grotescos da falta de escrúpulos e da facilidade com que manchetes bombásticas se difundem nas redes sociais. Todas elas foram amplamente compartilhadas e visam a algum efeito político. Se a informação tem qualquer efeito sobre a sociedade, então o aumento na difusão de mentiras como essas é preocupante.

Restringir a difusão de notícias falsas; é isso que o Facebook tenta fazer ao fechar parceria com agências de checagem de fatos ao redor do mundo (no Brasil, a Aos Fatos e a Lupa).

Leitores submetem notícias à avaliação das agências e, se elas forem julgadas falsas, terão sua distribuição reduzida pelo algoritmo que determina a quantas pessoas cada conteúdo chega. Seria ótimo se todos tivessem senso crítico e tempo para checar notícias por conta própria. Dado que não têm, o trabalho de agências de checagem tem valor.

Por isso sou, em princípio, favorável à medida tomada pelo Facebook, embora considere legítimo o temor de que a rede social sucumba à censura ideológica. As agências terão de demonstrar sua imparcialidade e objetividade.

Uma parte já fazem: ambas são membros credenciados da International Fact-Checking Network, que avalia agências do mundo inteiro, segundo critérios bastante sensatos —por exemplo, transparência e abertura a correções— e cujos relatórios estão disponíveis online. Outro elemento para garantir objetividade é ter, em seus quadros, diversidade ideológica. Por falharem nisso, atraíram críticas fáceis.

A reação furiosa das últimas semanas, que inclui hostilizar os jornalistas que compõem agências de checagem, contudo, não parte da defesa da liberdade de expressão. É a reação de grupos que dependem da circulação de notícias falsas para repercutir sua mensagem e aumentar sua popularidade.

Seja como for, para reduzir o risco de censura, penso que as agências devem reservar sua condenação apenas para falsidades gritantes como as mencionadas no primeiro parágrafo, deixando imprecisões e afirmações controversas (“a Previdência é deficitária”; “mais armas, menos crimes”; “foi golpe”) abertas à livre circulação, ainda que sejam falsas.

Acertos e erros são parte do debate público. Limpar o lixo incontroverso que entulha as redes já será um bom serviço.

A checagem profissional não é panaceia. Ela não elimina a necessidade de cada um formar seu próprio senso crítico. Afinal, os checadores também erram, pelo que podem e devem ser corrigidos.

Além disso, ela é incapaz de ir às causas do problema das notícias falsas, que não estão tanto nas notícias em si, mas na disposição de milhões de pessoas de engolir mentiras tão facilmente, desde que confirmem suas convicções e ódios. Ainda que paliativa, é bem-vinda; como um remédio antitérmico em dias de gripe.

Com a radicalização crescente, manter uma plataforma de comunicação livre e descentralizada enquanto se combate a boataria profissional é do interesse de todos os cidadãos honestos.

Joel Pinheiro da Fonseca
É economista pelo Insper, mestre em filosofia pela USP e palestrante do movimento liberal brasileiro.

Neurótico só tem um problema, saudáveis têm vários; entenda por quê

Afinal, qual é o problema do neurótico?

Por Luís César Ebraico, via Via Estelar

Mais de uma vez recebi pacientes perturbados por ‘previsões’ de astrólogos incapazes de processar de maneira adequada as informações com que trabalham.

Recentemente, tive que lidar com a compreensível preocupação de uma mãe a quem foi dito, com base na análise do mapa astrológico de seu filho, que ela ou ele tinha que sair de casa, porque um dos dois iria matar o outro! Casos como esse levaram-me a ministrar, em um curso de formação de astrólogos, uma cadeira com o título de “Cuidados na Transmissão da Informação Astrológica”. Assisti a algumas cadeiras ministradas nesse curso e, numa delas, ouvi um diálogo inesquecível:

Neurótico tem um só problema, os saudáveis têm vários

PROFESSOR (logo no início da aula): – O neurótico tem um problema, blá, blá, blá, blá, blá, blá.

ALUNA (passados já uns quarenta minutos do início da aula): – Mas, professor, afinal das contas, qual o problema que tem o neurótico?

PROFESSOR: – Não, minha filha, você não entendeu. O neurótico tem UM problema, as pessoas saudáveis têm vários…

Raramente eu tinha ouvido um comentário que recobrisse de maneira tão perfeita minha experiência clínica. Com efeito, quanto mais neurótica, mais a pessoa é escrava de UM problema, que ocupa tal espaço em sua vida que os demais problemas deixam de receber a atenção que merecem. Uma paciente, por exemplo, vem a uma primeira sessão e diz que se sente extremamente rejeitada porque não agüenta o fato de que seu ex-marido, mal separou-se dela, já tenha iniciado uma relação estável com outra pessoa, relação que, desconfia ela, talvez já até existisse mesmo antes da separação; vem a uma segunda sessão e diz que que se sente extremamente rejeitada porque não consegue suportar o fato de seu ex-marido, mal separou-se dela, já tenha iniciado uma relação estável com outra pessoa, relação que, desconfia ela, talvez já até existisse mesmo antes da separação; vem a uma terceira sessão e fala que se sente extremamente rejeitada porque é realmente inadmissível que seu ex-marido, mal separou-se dela, já tenha iniciado uma relação estável com outra pessoa, relação que, desconfia ela, talvez já até existisse mesmo antes da separação; vem a uma quarta sessão…

Pois é, o professor de astrologia tinha razão: a pessoa neurótica tem UM problema, as pessoas saudáveis têm vários. Se, um belo dia, essa paciente esquece como se sentiu rejeitada pelo marido e chega dizendo que se sentiu rejeitada pela irmã, já acho que está melhorando; se diz que tem a impressão de que talvez ela paciente rejeite o síndico de seu prédio, está melhor ainda; se diz que talvez tenha inveja de uma amiga, ainda melhor; se raiva de seu dentista, também. Daqui a pouco, vai ter tantos problemas quanto qualquer pessoa saudável.

Não é curioso que minha função, como psicoterapeuta, seja a de AUMENTAR o número de problemas das pessoas?

Eduardo Yabusaki – Psicólogo e Sexólogo Especializado em Terapia Comportamental Cognitiva, Terapia de Casal e Terapia Sexual. Coordenador do Curso de Sexologia Clínica ministrado em diferentes cidades há mais de 15 anos. Docente convidado do Curso de Fromação em Sexologia Clínica de BH. Responsável pelo www.vidadecasalbh.com.br

SÃO JOSÉ DE RIBAMAR: Parceria entre Prefeitura e Senai certifica 120 alunos ribamarenses 2

Cerca de 120 alunos, entre jovens e adultos, receberam na tarde desta quarta-feira (16) o certificado de conclusão dos cursos oferecidos por meio de parceria realizada entre a Prefeitura de São José de Ribamar e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI).

A parceria possibilitou a oferta dos cursos de Pintor Imobiliário, Confeitaria, e Assistente Administrativo, áreas que segundo o prefeito Luis Fernando, além de aquecer a economia local, também gera frentes capacitadas de trabalho e renda.

“São José de Ribamar vive hoje um processo de reconstrução e desenvolvimento, onde a capacitação gera um resgate da dignidade humana, dando ainda a possibilidade de ocupação, ou seja, oportunidades para nossos jovens e adultos no mercado de trabalho”, disse o prefeito, lembrando que em sua última gestão, a economia ribamarense representou cerca de 54% do Produto Interno Bruto (PIB).

Luis Fernando ainda complementou que não existe capacitação sem oferta de educação, anunciando, na oportunidade, a criação da primeira turma de graduação do Instituto Federal do Maranhão (IFMA) de Ribamar, que já oferece para o próximo vestibular, vagas para o curso superior na área de Administração.

“Sonhamos muito, mas não sonhamos sozinhos. Contamos com parceiros fortes a exemplo do IFMA, que anuncia o primeiro vestibular para o Campus de Ribamar e também o SENAI que, além dos cursos de capacitação, também vai construir uma das maiores escolas profissionalizantes que vai oferecer cerca de mil vagas”, detalhou o prefeito.

Para o diretor regional do SENAI, Marco Antônio Moura, o sucesso da parceria só é possível porque existe uma gestão que provoca ações empreendedoras a exemplo da conclusão de mais três turmas profissionalizantes.

“A administração do Prefeito Luis Fernando é algo notável, e exatamente por essa razão, o Sistema Fiema investe conjuntamente na formação de mão de obra qualificada e com isso também colaboramos para o processo de reconstrução do município. De parabéns também todos os alunos que concluíram esta etapa que, sem dúvida, vai credenciar cada um para o alcance dos seus objetivos”, parabenizou.

Objetivos, que de acordo com Gracinete Pereira, uma das alunas dos cursos já começa a virar realidade. “Estamos dando o primeiro passo para nossa carreira profissional, e além de agradecer ao SENAI pelo conhecimento oferecido, também agradecemos o empenho do prefeito em olhar para todos nós que precisamos ser inseridos no mercado de trabalho”, agradeceu emocionada a aluna do curso de Confeitaria.

Os cursos foram realizados entre os meses de fevereiro e maio deste ano. Cada um contou com cerca de 200 horas de aula nos turnos vespertino e noturno.

Também participaram do evento o vice-prefeito, Eudes Sampaio, os vereadores Professor Cristiano, Paulo Alencar além do reitor do campus do IFMA (campus de Ribamar) Professor Torreão e o administrador regional da Sede, Giovanni Montinni.

Brasil Frutt: um exemplo de empreendedorismo e sucesso

Não apenas pelo conjunto da obra, mas também pelos pequenos detalhes, que a Brasil Frutt a cada dia se consolida no seu setor, expandido ainda mais os seus negócios, gerando empregos, renda, impostos e que é mais simbólico: expressando a força e talento do empreendedor brasileiro, nordestino e, no caso da família Louredo, do povo cearense

Empreender é, para muitos, uma vontade, um desejo ou mais do que isso: é a busca do sucesso de transformar o sonho do negócio próprio em uma realidade.

Mas, claro, não basta apenas vontade, desejo ou tão somente sonhar. Alcançar o êxito de um negócio seja do porte que for, micro, pequeno, médio ou grande, requer muitas habilidades e capacidades do empreendedor.

Paciência, perseverança, visão, foco, liderança, o famoso jogo de cintura político etc, fazem parte de um extenso e complexo “menu” de quem deseja ser um homem ou uma mulher de sucesso no mundo empresarial.

Essas habilidades e capacidades estão presentes num empreendedor com “E” maiúsculo chamado Francisco Gonçalves Louredo, um cearense da cidade de Russas, localizada à beira do rio Jaguaribe e conhecida como a terra da laranja.

Entre as décadas de 1960 e 1970, em plena cidade de São Paulo, Francisco Louredo, ao lado sua esposa Francisca da Silva Louredo, deram início a que hoje é chamada de Brasil Frutt, uma empresa que comercializa Frutas Secas, Castanha de Caju, Amêndoas, Pistaches, Castanha do Pará, Temperos, Conservas, Azeites, Bacalhau, Pêssegos em Calda, Doces, enfim, um rol de produtos cuja extrema qualidade é característica principal.

O desafio de uma empresa familiar

Senador Tasso Jereissati entre o jovem empresário Lincoln Louredo e o seu pai Francisco Louredo, fundador da Brasil Frutt.

A Brasil Frutt é um “case” de sucesso não apenas no ramo que atua, mas principalmente no que convencionou-se chamar de “empresa familiar”.

Quem é atua no ramo organizacional, seja como empresário, consultor, assessor ou funcionário, sabe que empresas familiares costumam ter vida curta no momento em que os proprietário confundem o negócio com questões domésticas. Ou ainda quando os filhos acham que “meter” a mão no caixa da empresa é normal “porque a empresa é da minha família e se é dela é minha também”.

Na Brasil Frutt, porém,  há uma cultura que separa as relações domésticas das missões, metas e objetivos da empresa.

Não obstante ser gerida conjuntamente com os filhos do casal Francisco e Francisca Louredo, entre eles o jovem Lincoln, o que prevalece no ambiente empresarial da Brasil Frutt é o profissionalismo, foco em resultados, criatividade, humildade e muito respeito à história que fez deste empreendimento o que ele é há mais quatro décadas.

Não apenas pelo conjunto da obra, mas também pelos pequenos detalhes, que a Brasil Frutt a cada dia se consolida no seu setor, expandido ainda mais os seus negócios, gerando empregos, renda, impostos e o que é mais simbólico nessa história de sucesso organizacional: expressado o talento do empreendedor brasileiro, nordestino e, no caso da família Louredo, do povo cearense.

Vida longa a Brasil Frutt e ao grupo Louredo.