Bons Tempos para profissionais empreendedores

Por Bruno Soalheiro*

Empreendedorismo é um termo bastante em alta e discutido cada vez mais neste país. Percebo, no entanto, ao conversar com algumas pessoas conhecidas, que a visão “popular” que se tem do termo está bastante associada a “montar um negócio ou empresa”.

Tudo bem que isto é mesmo empreender, mas penso ser importante compartilhar com o leitor uma visão muito mais ampla e democrática do termo. Faço isto porque verifico que jovens em início de carreira, estejam empregados ou atuando como profissionais liberais, dão pouca importância ao tema por acreditar que não diz respeito a eles, já que não querem “abrir um negócio”!

Empreender é atitude! É postura e posicionamento na vida. Tem a ver com conhecimento técnico sim, mas muito mais com desenvolvimento comportamental, foco, persistência, entusiasmo e paixão. E tem muito a ver com PLANEJAMENTO!

Diversos profissionais liberais e jovens recém egressos passam hoje por agruras, sem encontrar um lugar no mundo do trabalho por falta desta característica. Ora, até para se procurar emprego hoje é preciso empreender. É preciso planejar, buscar informação, preparar-se, informar-se e agir. Tem gente que nem procurar emprego sabe, quanto mais conseguir clientes como profissional liberal.

Veja bem, o que vai fazer você conseguir ou não clientes e arranjar ou não um emprego não é a qualidade técnica que você apresenta em seu campo de trabalho, e sim a postura empreendedora que você adotar para “impulsionar” o uso desta qualidade técnica, que é claro, deve ser excelente.

O médico mais solicitado não é necessariamente o que tirou as melhores notas ou estudou nas melhores faculdades, e sim aquele que sabe “fazer clientes”, criar sua imagem, ou seja, empreende como forma de “vender” sua qualidade técnica.

Empreendedorismo é comportamento! É modo de atuação! Não é abrir empresa apenas.

Com as novas tendências em gestão de pessoas do mercado, até mesmo para ser um “empregado” já se exige postura empreendedora. É gente que tem idéia, planeja, organiza, faz, erra, refaz, muda aqui, mexe ali, estuda, procura, remexe outra vez, cai, levanta e faz acontecer o que quer que seja; um emprego, uma festa, uma carteira de clientes ou mesmo organizar um passeio.

A má notícia é que a maioria de nós não foi criada para empreender, e sim para executar, acatar, obedecer e não transgredir. Resultado? O sujeito se forma e fica igual uma planta, sem saber o que fazer; alguns poucos dão sorte e “acontecem” em suas profissões, mas a maioria sobra, e acaba ocupando postos de trabalho que nada tem a ver com aquilo que queriam, ganhando pouco e infelizes. Alguém falou em depressão aí?

Já as boas notícias são que empreender é um comportamento que pode ser desenvolvido por qualquer um, e que jamais houve um tempo tão propício para se fazer isto. Entidades, empresas, ONGs, grupos independentes e órgãos governamentais, todos estão aí, fomentando o tal empreendedorismo como forma de despertar na população uma postura mais ativa e realizadora na vida.

Se você vai se graduar em breve, se é um profissional em início de carreira ou se sente que está “estagnado” ou sem rumo, aí vai uma dica. Estude sobre empreendedorismo, entenda este comportamento e procure aplicá-lo a todas as esferas da sua vida. Você perceberá com o tempo que será muito mais “dono de si” e capaz de realizar coisas maravilhosas.

Divulgo esta mensagem porque acredito que só o empreendedorismo pode salvar este país e nos ajudar a construir um futuro melhor. Só o empreendedorismo é capaz de criar pessoas ativas, responsáveis, realizadoras e donas de suas vidas. Pessoas que não esperam acontecer nem ficam protestando para que a sociedade arranje um lugar para elas.

Pessoas que dão o passo,correm o risco, sacodem a poeira e fazem a vida acontecer. Por isso, empreenda, você não vai se arrepender, e o país agradece!

Bruno Soalheiro é Psicólogo, palestrante e consultor em desenvolvimento humano.

Gestão de crises: o que podemos aprender com o caso Carrefour

Um segurança de uma unidade da rede Carrefour de supermercados foi acusado de ter envenenado e espancando um cachorro que vivia no estacionamento da loja. O que a empresa poderia ter feito para lidar com a situação?

Ana Carolina Alves, via administradores.com.br

O Carrefour está enfrentando uma crise de imagem nas redes sociais após circular a notícia de que um de seus funcionários supostamente teria envenenado e espancando um cachorro que vivia no estacionamento de uma de suas lojas. Não vamos entrar na questão da responsabilidade sobre o caso ou acusar a empresa: mesmo sem investigações ou qualquer conclusão definitiva sobre o episódio, o caso já gerou comoção nas redes sociais. ONG’s de proteção animal, famosos e artistas se manifestaram e pediram um posicionamento da empresas, e muitos se chatearam ao receberem textos prontos.

Ao emitir uma nota de esclarecimento, o Carrefour afirmou que “a rede repudia qualquer tipo de maus-tratos contra animais”. Mas isso basta? Na era das redes sociais, não. Empresas que não se posicionam perdem credibilidade e enfraquecem sua própria marca. Esse é um momento de gestão de crise e cabe às empresas preparar seus funcionários para enfrentá-los.

Mas, afinal, o que é gestão de crise e por que as empresas precisam estar prontas para isso?
Gestão de crise é a atividade que tem a função de minimizar, reduzir e, claro, reverter os impactos negativos causados por um fato ou situação. A estratégia deve ser tomada para que a empresa tenha o menor prejuízo possível em questões financeiras e, principalmente, reputacionais. Então, por que as empresas brasileiras não estão preparadas para gestão de crise? Abaixo, listo os três principais motivos:

1. Modelos de gestão engessados
As empresas tradicionais do mercado brasileiro ainda estão em grande parte atrasadas no modelo de gestão da comunicação, principalmente no setor de mídias digitais. Os modelos antigos de comunicação não estão alinhados com a rapidez da internet, nem com a necessidade de um posicionamento preciso no momento de crise.

2. Investir no setor de vendas e não na comunicação integrada
As empresas tendem a investir muito em marketing para venda e geração de lucro e pouco se investe em comunicação interna e institucional. A comunicação institucional é quem define e apresenta a identidade da empresa para seus públicos, entre eles clientes e empregados. Quando um empregado da organização está ciente e é orientado sobre a identidade institucional da mesma, um vínculo é estabelecido através de estratégias de comunicação e relacionamento. Quando essa relação torna-se forte e estável, diminui a possibilidade de que o empregado pratique ações que não sejam condizentes com a identidade da empresa.

3. As empresas não antecipam possíveis cenários
Quando uma empresa investe em planejamento estratégico ela consegue antecipar cenários e estabelecer ações e estratégias que podem ser tomadas em uma gestão de crise. Definir quais são as diretrizes e a postura que a empresa deve assumir em relação a temas diversos ajudam a direcionar a equipe de comunicação e de relacionamento com o cliente a saber a forma certa de agir em momentos críticos.

O que uma empresa em momento de crise pode fazer?

Humanizar a nota de esclarecimento

Textos prontos, práticas antigas e com linguagem fria que não promove o bom relacionamento e empatia entre a empresa e o público não são mais bem aceitos e só distancia ainda mais o cliente, que não se identifica com a marca.

Declarar investimento em ações sociais para animais que sofrem maus tratos

Após o primeiro momento de pedir desculpas e assumir a responsabilidade, a empresa pode criar uma série de ações para tentar reparar o dano causado. No caso do Carrefour, ainda que a empresa mostre que não tem culpa no episódio, sua imagem já está sofrendo duras críticas nas redes sociais, e algumas ações já seriam interessantes de serem tomadas, como apoiar ONG’s e instituições que cuidam de animais, ou anunciar futuras ações da empresa de conscientização sobre maus tratos. O que não é aceitável, em qualquer caso de gestão de crise, é perder o timing e deixar de ser proativo.

VÍDEO: Idealizado pelo Sebrae-MA, Voucher Digital para Barreirinhas vence Prêmio Nacional de Turismo

A vitória do Voucher Eletrônico para a Prefeitura de Barreirinhas irá implementar ainda mais a Rota da Emoções enquanto destino turístico nacional e internacional.

A proposta do Voucher Digital para a Prefeitura de Barreirinhas, mais uma iniciativa empreendedora do Sebrae Maranhão, foi a grande vencedora do Prêmio Nacional de Turismo, promovido pelo Ministério do Turismo como Inovação Tecnológica no Turismo

Não obstante o Sebrae-MA tenha sido o braço técnico do projeto, inclusive contratando consultoria especializada em tributação municipal e mobilizando as diversas representações empresariais do Trade Turístico no município, coube ao prefeito Albérico Filho (PMDB) receber o prêmio em evento realizado na cidade do Rio de Janeiro, ontem, quarta-feira, 5.

É que à Prefeitura de Barreirinhas coube as articulações política para convencer, por exemplo, a Câmara de Vereadores aprovar a proposta do Voucher Digital, além de outros atos administrativos da gestão municipal que dependiam de passar por aprovação do Legislativo local.

O Blog do Robert Lobato parabeniza toda a equipe de gestores e colaboradores do Sebrae-MA na pessoa do superintende João Martins, bem como a gestão do prefeito de Barreirinhas, Albérico Filho, por esta importante conquista para o turismo maranhense.

Confira, abaixo, vídeo do momento em que feito o anúncio da vitória do Voucher Eletrônico para a Prefeitura de Barreirinhas, que irá implementar ainda mais a Rota da Emoções enquanto destino turístico nacional e internacional.

SAÚDE: Neurocirurgião Francinaldo Gomes lança seu terceiro livro em São Luís

O médico e educador financeiro apresenta sua nova obra intitulada  “Enriquecer faz bem a saúde” 
O neurocirurgião e educador financeiro, Dr. Francinaldo Gomes, em parceria com a Editora DOC e a Saúde mais Ação Educação e Consultoria Ltda, irá lançar no próximo dia 7 de dezembro sua terceira publicação, intitulada “Enriquecer faz bem a Saúde”. O evento, que acontece às 19h, no auditório do UDI Hospital, pretende reunir para uma palestra e noite de autógrafos, profissionais das áreas de finanças e médica, além de pessoas interessadas no tema.
Juntamente às suas atividades médicas, o Dr. Francinaldo Gomes dedica-se à educação financeira de médicos e demais profissionais liberais, já tendo formado mais de 1000 investidores em seus cursos realizados por todo o Brasil. O título, que é sua terceira obra, irá mostrar de forma clara e objetiva como conquistar a tão sonhada independência financeira através de estratégias de criação multiplicação de riqueza. “Diferente dos livros existentes atualmente sobre finanças e investimentos, esta obra consegue mostrar como usar os diversos produtos financeiros de forma harmônica e sincronizada para produzir e remunerar uma carteira eficiente de ativos. E tudo isso sem que você precise deixar de exercer a sua profissão”, explica o médico.
No decorrer do livro, fica claro a necessidade de conquistar sua liberdade financeira, até porque no cenário atual é quase impossível contar com bancos e governo para cuidarem de você quando não puder mais trabalhar. Uma pessoa que não cuida das suas finanças passará o resto da vida trabalhando para enriquecer terceiros e não para seu próprio enriquecimento. Enriquecer é muito mais do que simplesmente ganhar dinheiro. E fica evidente que esse processo faz um grande bem à saúde de todos.

Só uma ousada política de investimentos privados pode tirar o MA da pobreza extrema 5

Desgraçadamente, ao invés de atentar para essa realidade, temos um governante que prefere procurar culpados no passado (José Sarney) e já começa projetar culpados no futuro (Jair Bolsonaro).

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Em apenas um ano, o Brasil passou a ter quase 2 milhões de pessoas a mais vivendo em situação de pobreza. A pobreza extrema também cresceu em patamar semelhante. É o que mostra a Síntese de Indicadores Sociais (SIS), divulgada nesta quarta-feira (5) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Entre os estados, o Maranhão possui o maior percentual de pessoas em situação de pobreza extrema . Segundo o IBGE, cerca de 54,1% dos maranhenses vivem com menos de R$ 406 por mês.

Os dados do IBGE sobre o Maranhão revelam que a nossa classe dirigente ainda não entendeu o nosso estado, desconhece, ignora ou simplesmente não se interessa pelas potencialidades e riquezas naturais deste grande e virtuoso pedaço de chão brasileiro. Ou é muita incompetência.

Quando ganhou a eleição para o governo em 2014, o agora governador Flávio Dino (PCdoB) prometeu “inaugurar o capitalismo no Maranhão” uma vez que, segundo ele, estaríamos ainda na idade média do ponto de vista econômica.

Passados quatro anos de gestão, hoje governador reeleito, e o comunista ao invés ter pegado efetivamente as rédeas do governo e imprimido um novo modelo de governança moderno, criativo e eficaz, não! Optou por uma gestão tímida, apequenada, fraca e que não apresenta quaisquer resultados reais que apontem para um mudança socioeconômica do Maranhão.

Flávio Dino tem revelado-se apenas um bom “chefão” que impõe o medo entre os seus colaboradores ao cobrar trabalho deles e somente isso. Não consegue liderar equipes focadas em resultados e, por conseguinte, incapaz de liderar o processo de desenvolvimento do Maranhão porque não há um plano, não há planejamento de nenhum tipo.

De toda essa mediocridade que habita o Palácio dos Leões o que sobra são os abusos no aumento de impostos; a farra do uso da máquina administrativa em tempos de eleição; nomeações sem critério algum como no caso dos capelães; dinheiro público torrado na fogueira da propaganda/publicidade, enfim, um conjunto de malversações dos recursos do povo não para um projeto de sociedade ou de Estado, mas tão somente para projeto de poder!

Não há milagre: só uma ousada e arrojada política de investimentos de capital privado pode tirar o Maranhão desse quadro de pobreza extrema, caso contrário não haverá um ambiente de justiça social aceitável e digno para o povo maranhense.

Mas, desgraçadamente, ao invés de atentar para essa realidade, temos um governante que prefere procurar culpados no passado (José Sarney) e já começa projetar culpados no futuro (Jair Bolsonaro).

Olhar-se no espelho que é bom…

GOVERNO BOLSONARO: Fábio Gondim anuncia que vai integrar equipe econômica do Governo de Transição

Técnico de competência conhecida e reconhecida, Fábio Gondim foi um dos gestores responsáveis por deixar o situação fiscal do Maranhão equilibrada até o final de 2014, e depois passou a fazer vários alertas sobre os rumos do governo Flávio Dino que levariam a saúde fiscal do estado para a UTI.

O consultor de Orçamento do Senado Federal, Fábio Godim, anunciou, pela rede social do Twitter, que é agora é oficialmente membro da equipe econômica do Governo de Transição.

“Agora é oficial!!! Saiu a publicação dos nomes que compõem a equipe econômica do Governo de Transição. Senti-me honrado por fazer parte desse seleto grupo. Obrigado ao Presidente e ao Ministro Paulo Guedes pela confiança! Obrigado aos colegas pela acolhida!”, tuitou.

Técnico de competência conhecida e reconhecida, Fábio Gondim exerceu o cargo de secretário de Planejamento e em seguida o de Gestão e Previdência durante o governo Roseana Sarney, sendo um dos gestores responsáveis por deixar o situação fiscal do Maranhão equilibrada até o final de 2014, depois passou a fazer vários alertas sobre os rumos do governo Flávio Dino que levariam a saúde fiscal do estado para a UTI, em especial o aumento de gastos com pessoal e a má gestão dos recursos do Fundo Estadual de Pensão e Previdência dos Servidores (FEPA).

Agora como integrante da equipe econômica do Governo de Transição, Fábio Gondim dá início a uma nova fase na sua carreira no setor público podendo, claro, vir a ser um nome de destaque no próximo Governo Federal que inicia no dia 1º de janeiro de 2019.

Ao amigo, o Blog do Robert Lobato deseja todo o sucesso possível nessa sua nova empreitada profissional.

MTur divulga projetos finalistas do Prêmio Nacional do Turismo, a Rota das Emoções entre eles

O destino é finalista em duas categorias: Inovação Tecnológica no Turismo e Monitoramento e Avaliação do Turismo.

O Ministério do Turismo anunciou os 21 projetos finalistas do Prêmio Nacional do Turismo 2018. Os classificados vão concorrer ao troféu em sete categorias e os vencedores serão anunciados no próximo dia 5 de dezembro, em cerimônia no Rio. Segundo o ministro do Turismo, Vinicius Lummertz, a alta qualidade das propostas inscritas e classificadas é um indicativo de que o prêmio vai se transformar em um termômetro de mercado e de performance do setor.

“Ao identificar e disseminar as melhores práticas do turismo brasileiro, reconhecendo a importância desses exemplos para o desenvolvimento turístico e divulgando casos que podem ser reproduzidos em outros destinos turísticos nacionais, estamos reconhecendo e aplaudindo nossos avanços, nossos líderes e o pensamento moderno que está presente no mercado de Viagens do país”, avalia.

Confira os três selecionados por categoria:

Monitoramento e Avaliação do Turismo:
– Contribuições do Turismo em Áreas Protegidas para a Economia Brasileira (ICMBio)
– Monitoramento da Reputação dos Destinos da Rota das Emoções (Sebrae-CE)
– Programa de Otimização de Performance (Secretaria de Cultura e Turismo de Salvador)

Qualificação e Formalização no Turismo:
– Jogo dos Biomas Gastronômicos (IF Brasília, Campus Riacho Fundo I)
– Programa de Integração com os Municípios (TurisRio)
– Projeto Verena (Senac-RN)

Valorização do Patrimônio pelo Turismo:
– 2ª etapa do Museu Cais do Sertão (Secretaria de Turismo, Esporte e Lazer de Pernambuco)
– Museu Casa do Carnaval da Bahia (Secretaria de Cultura e Turismo de Salvador)
– Rede Brasileira de Trilhas de Longo Curso e Conectividade (ICMBio)

Turismo de Base Local e Produção Associada ao Turismo:
– Rota do Queijo – Terroir Vertentes (Associação do Circuito Turístico Trilha dos Inconfidentes)
– Rota Encantos Rurais de Quilombo (SC)
– Vivejar (SP)

Turismo Social:
– Acessibilidade como fator de inclusão social do Turismo (Terra dos Sonhos Empreendimentos Turísticos)
– Capacitação em Roteiros Inovadores para Turismo Social (SESC Nacional)
– “Inclusão” no 46º Festival de Cinema de Gramado (Autarquia Municipal de Turismo de Gramado)

Inovação Tecnológica no Turismo:
– Lance Hotéis
– Smart Tour Brasil
– Voucher Digital de Barreirinhas (Prefeitura de Barreirinhas/Sebrae-MA)

Marketing e Apoio à Comercialização do Turismo:
– E-Marketplace do Turismo Brasileiro (Gestour Travel Brasil)
– O Bom de Viajar (Brazil Hospitality Group)
– Plano de Desenvolvimento de Passageiros Riogaleão (Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro).

Por que as PMEs devem adotar a Automação de Marketing?

O sistema irá automatizar todas as tarefas repetitivas e tediosas, deixando tempo para sua equipe focar em ações estratégicas e construir relacionamentos

Max Ribeiro*, Administradores.com

Quando você gerencia uma PME, você não quer implantar soluções complicadas. Com uma pequena equipe de marketing já sobrecarregada com diversas tarefas, não há recursos e tempo para aprender e testar novas opções extravagantes. Você precisa de algo que seja simples, eficaz e mensurável.

É por isso que indicamos a adoção de uma plataforma de Automação de Marketing para PMEs. O sistema irá automatizar todas as tarefas repetitivas e tediosas, deixando tempo para sua equipe focar em ações estratégicas e construir relacionamentos.

A Automação de Marketing não é mais uma opção voltada só para grandes empresas. Pelo contrário, o mercado de PMEs é um dos mercados de crescimento mais dinâmico. A Operação de Marketing pode ajudá-lo a escolher implantar e operar uma solução adequada ao perfil de sua empresa.

Nenhuma empresa é pequena demais para tirar proveito da automação de marketing. Na verdade, as pequenas empresas são ideais para automação de marketing devido à sua necessidade de fazer mais com menos, de serem eficientes e construir processos de negócios repetitivos. Além disso, as pequenas empresas muitas vezes têm um caminho mais fácil para a implantação do que seus rivais maiores. Tamanho adiciona complexidade. Quanto maior o número de pessoas, maior é a complexidade. Treinamento e planejamento são fundamentais, independentemente do tamanho da organização.

Processos existentes serão avaliados e otimizados. As pequenas empresas são mais ágeis para absorver os impactos no tranco. No fim das contas, é menos sobre o tamanho da sua empresa e muito mais sobre a composição de sua equipe de marketing.

Por que implantar Automação de Marketing?

– Ganhos de economia de escala e produtividade na realização de tarefas repetitivas (criação de landing pages, newsletters, disparo de campanhas, gerenciamento de leads), minimizando operações redundantes;
– Eficácia nos processos de Marketing – maior conversão, mais rapidez e prontidão e mais controle sobre os resultados com métricas concretas;
– Área de marketing mais ágil e flexível, podendo reagir mais rápido às mudanças do mercado;
– Nutrição dos seus leads de forma adequada, contatando as pessoas certas na hora certa;
– Qualificação de leads –capacidade de criar diversos clusters comportamentais e disparar ações que geram mais engajamento e conversão com menos esforço;
– Facilidade de identificar e otimizar processos existentes (geração de leads e gerenciamento da comunicação através de diversos canais);
– Segmentação e gerenciamento adequado de prospects e clientes;
– Campanhas mais focadas e relevantes;
– Aumento do faturamento através de maiores taxas de conversão em vendas;
– Rastreamento de leads, análise de resultados e mensuração do retorno do investimento em marketing;
– Comprovação de ROI: Quando integrado a um sistema de CRM. Fechamento do ciclo de todo o processo, desde o primeiro clique do lead até a compra, sincronizando os dados entre Marketing, Vendas e Atendimento ao Cliente, permitindo mensurar o ciclo de vendas completo.

Alguns estudos indicam que as PMEs precisam de automação de marketing principalmente para gerenciamento de contatos (74%), e-mail marketing (55%) e campanhas de gotejamento (43%).

A Automação de Marketing é uma grande ferramenta para PMEs, embora tomar a decisão e escolher a plataforma possa parecer assustadora. Mas com tantas opções disponíveis, pergunte-se “O que a Automação de Marketing deve melhorar em nossa empresa? O que exatamente precisamos? “.

Utilizar um Sistema de Automação de Marketing não é apenas automatizar o Marketing, mas sim repensar o Marketing (processos, tecnologia, pessoas e conteúdo). É dar a oportunidade de comprovar o seu devido valor para o negócio e aproveitar o que essas ferramentas oferecem.

Max Ribeiro — Administrador de empresas formado pela FEA/USP com MBA Marketing pela FIA/FEA/USP. Desde 2012 atua no planejamento e atendimento de projetos de consultoria e coaching em marketing online para diversas empresas e na de prestação de serviços de geração de demanda, gerenciamento e conversão de leads, através da implantação de sistemas de automação de marketing.

BRASÍLIA: Roberto Rocha representará o Nordeste em evento da UNEPP 6

O “Perspectivas” contará ainda com a participação do governador eleito pelo estado do Amazonas, Wilson Lima Miranda, e do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL/SP), filho do presidente eleito Jair Bolsonaro, também do PSL.

O senador Roberto Rocha (PSDB) participará do evento “Perspectivas”, promovido pela União Nacional de Ex-prefeitos e Prefeitos – UNEPP, em Brasília, amanhã, quarta-feira, 21, a partir das 8h.

Na oportunidade serão discutidas diretrizes administrativas, políticas e institucionais para os municípios brasileiros pelos próximos dois anos, já dentro uma conjuntura nacional sob comando do presidente Jair Bolsonaro (PSL).

Roberto Rocha: senador falará pelo Maranhão e a Região Nordeste.

Roberto Rocha participará na condição palestrante representando a Região Nordeste, a convite dos organizadores do evento. Além de destacar as potencialidades da Região e seus desafios do ponto de vista dos investimentos públicos e privados, o senador tucano fará uma exposição sobre a situação do estado do Maranhão, algumas ações do seu mandato e ainda o que o povo maranhense e nordestino espera do futuro Governo Federal.

O “Perspectivas” contará ainda com a participação do governador eleito pelo estado do Amazonas, Wilson Lima Miranda, e do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL/SP), filho do presidente eleito Jair Bolsonaro, também do PSL.

Sobre a UNEEP – A União Nacional de Ex-prefeitos e Prefeitos – UNEPP, criada em 2015, é uma entidade apartidária, independente, unitária e democrática, aberta a discussão permanente com a população, no propósito de contribuir para uma sociedade mais justa, solidária e igualitária. A UNEPP tem como um dos principais objetivos, orientar os ex-prefeitos, administradores e gestores em todo país, na solução dos problemas comuns com apoio de Assessoria Jurídica, Assessoria Contábil e às representações previdenciárias, além do receptivo em Brasília. “Iremos representar os interesses e anseios de nosso grupo por meio de serviços que entendam a demanda de cada um, afim de solucionar as questões de modo personalizado e com comprovada excelência. Nossa entidade priorizará a transparência, em todas as suas ações, por entender que o respeito às pessoas está baseado na confiança e na verdade do que se fala e se executa, como entidade representativa de classe”, palavras do presidente Raimundo Filho, ex-prefeito de Paço do Lumiar.

Homicídio de funcionária do Magazine Luiza leva Luiza Trajano à luta contra abuso

“Eu sabia há muito tempo que uma mulher é morta no Brasil a cada duas horas, mas confesso que achei que era uma questão muito distante de nós”

(InfoMoneyTV)

(Bloomberg, via Infomoney) — Luiza Helena Trajano, presidente do conselho da varejista brasileira Magazine Luiza SA, tinha acabado de concluir uma palestra, no ano passado, quando recebeu telefonemas do time de segurança da empresa: a gerente de loja de Campinas Denise Neves dos Anjos, 37 anos, havia sido esfaqueada até a morte em seu quarto. O marido de Denise, o principal suspeito, tinha sido encontrado morto em seu carro.
O assassinato violento – o corpo de Denise estava amarrado e seu pescoço cortado – chocou Trajano, filha única que cresceu no Estado mais rico do Brasil e nunca enfrentou atos de brutalidade.

“Eu fiquei muito mal”, disse Luiza em entrevista na sede do Magazine Luiza, em São Paulo. “Eu sabia há muito tempo que uma mulher é morta no Brasil a cada duas horas, mas confesso que achei que era uma questão muito distante de nós”.

O choque se transformou em determinação. Após o assassinato, Luiza criou uma linha telefônica na qual os funcionários podem denunciar violência ou atividades suspeitas. A empresa já recebeu 180 chamadas, incluindo de homens, segundo ela. As vítimas recebem ajuda legal e psicológica e conselhos sobre como denunciar crimes às autoridades.

O Magazine Luiza também estabeleceu cotas: as mulheres abusadas agora devem representar pelo menos 2 porcento dos funcionários nas empresas terceirizadas, pois ter um emprego traz independência financeira e pode ser o primeiro passo para uma mulher ter os meios para deixar um marido abusivo, disse Luiza. A empresa também criou campanhas de vendas para arrecadar fundos para organizações não-governamentais que apoiam as mulheres.

A mais famosa dessas campanhas foi a venda de 30.000 colheres em dois dias, ao preço de R$ 1,80 por colher, no Dia das Mulheres deste ano, sob o lema: “Vamos meter a colher sim,” uma referência ao ditado popular “Em briga de marido e mulher ninguém mete a colher.”

Ranking de bilionários

Luiza transformou a Magazine Luiza de uma pequena firma criada em 1957 por sua tia e tio, Luiza Trajano Donato e Pelegrino José Donato, em uma empresa com valor de mercado de R$ 28,8 bilhões (US$ 7,8 bilhões). As ações da varejista subiram 88 porcento este ano, em comparação com 13 porcento do Ibovespa. A valorização empurrou Luiza para as ricas fileiras dos bilionários brasileiros. Sua participação de quase 19 porcento, principalmente por meio de holdings com controle acionário, vale R$ 5,47 bilhões.

Luiza atribui parte desse sucesso ao fato de ser mulher, trazendo uma perspectiva que está faltando no topo de algumas empresas brasileiras.

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“Tenho reuniões em que sou só eu de mulher, mas eu tenho a minha intuição, a perspicácia de ser feminina, uma maneira feminina de administrar”, disse ela. “Eu não tenho nada contra os homens; acredito na união de forças masculina e feminina.”

Um exemplo: Luiza é conhecida por chorar em reuniões de trabalho. Enquanto esse tipo de emoção é reprimida em um ambiente de gestão dominado pelos homens, Luiza considera que ela humaniza a cultura corporativa.

“Se eu tivesse de chorar, eu chorava”, disse ela.

No mês passado, Luiza esteve à frente de uma platéia de 200 pessoas, incluindo presidentes-executivos e presidentes de conselho, na inauguração do laboratório de inovação remodelado da varejista, uma operação com mais de 450 engenheiros e especialistas dedicados à criação de produtos e serviços com novas tecnologias. Ela falou sobre as medidas que as empresas poderiam adotar para enfrentar o problema da violência contra as mulheres no Brasil.

Alguns dos fatos preocupantes: mais de 500 mulheres são vítimas de agressão a cada hora no Brasil, e uma mulher é estuprada a cada 11 minutos. Um estudo da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais estimou que um terço das mulheres brasileiras assassinadas em 2013 foram mortas por um parceiro ou ex-parceiro afetivo.

Enquanto as mulheres representam mais da metade da população, elas passarão a ocupar apenas 15 porcento dos assentos nas duas casas do Congresso após pequenos ganhos nas eleições de domingo. A votação trouxe uma retumbante vitória no primeiro turno para Jair Bolsonaro, que chegou a dizer que não pagaria o mesmo salário para mulheres e homens, e afirmou a uma congressista que ela não “merecia” ser estuprada.

“Vou enviar meu diretor de recursos humanos aqui imediatamente”, disse Romeu Domingues, presidente do conselho da Diagnosticos da América SA, que participou do evento da Magazine Luiza. “Cerca de 75 porcento dos nossos funcionários são mulheres, assim como 75 porcento dos nossos clientes. Sempre soubemos que a violência era um problema, mas não pensávamos em como poderíamos agir.”

Outro participante, Fabio Coelho, presidente do Google para o Brasil, chamou Luiza de “uma das grandes embaixadoras dos direitos das mulheres no Brasil neste momento”.

Entre os outros empreendimentos de Luiza está o grupo Mulheres do Brasil, que apóia a igualdade de renda e gênero, bem como cotas para levar mais mulheres ao mercado de trabalho. Fundada em 2013 com 40 executivas, a organização conta atualmente com mais de 19.000 membros.

Como líder do grupo, Luiza tem falado com juízas, promotoras, chefes de polícia e outras mulheres em cargos de autoridade para incentivar políticas como mais delegacias de polícia abertas nos finais de semana e a contratação de psicólogos para ajudar mulheres vítimas de abuso. Ela também apóia iniciativas para levar programas de assistência para mulheres a mais centros de saúde pública. Na arena corporativa, o grupo está fazendo campanha por uma regra que estabeleça uma cota de 30 porcento para as mulheres nos conselhos de administração das empresas brasileiras.

Luiza, que diz que sua família lhe ajudou a ter uma “boa auto-estima”, sempre foi uma inovadora. A Magazine Luiza foi pioneira em 1991 quando criou um dos primeiros negócios on-line do Brasil, a chamada loja do ano 2000.

“Ninguém entendeu o que isso significava naquela época”, disse ela.

Enfrentando a controvérsia

À frente da varejista de 1991 a 2015, Luiza também se deparou com a pressão de analistas que pediam que a empresa separasse suas lojas físicas da plataforma digital. A empresa chegou ao valor de apenas R$ 174,2 milhões em dezembro de 2015 com a controvérsia.

“Não acreditávamos nessa separação, porque pensávamos que isso somente aumentaria nossos custos”, disse Luiza.

A empresa investiu em um centro de distribuição e de transporte integrado, em laboratórios de digitalização e inovação. “Hoje, somos uma empresa de tecnologia, visitada por pessoas de todo o mundo”, disse ela. O mercado acabou se rendendo ao modelo integrado e agora, enquanto os concorrentes tentam recuperar o atraso, a Magazine Luiza prospera, com mais de 900 lojas, 25.000 funcionários e um terço de suas vendas pelo comércio eletrônico.

Trajano não quis falar sobre seu candidato preferido na eleição presidencial deste mês. Mas deixou claro apenas um ponto: “Não gostamos de nenhuma declaração, de político ou não, que menospreze qualquer tipo de diversidade, de raça, gênero, que menospreze a mulher.”

–Com a colaboração de Julia Leite.

Repórteres da matéria original: Fabiola Moura em São Paulo, fdemoura@bloomberg.net;Felipe Marques em São Paulo, fmarques10@bloomberg.net;Cristiane Lucchesi em São Paulo, clucchesi5@bloomberg.net

Para entrar em contato com os editores responsáveis: Michael J. Moore, mmoore55@bloomberg.net, Steve Dickson, Dan Reichl