Pare de perder tempo com pessoas tóxicas

“Não sou eu, é ele” é o que a maioria de nós costuma dizer. Somos rápidos para culpar os outros pelo que sentimos

Darius Foroux, Administradores.com

Você já se irritou com o comportamento sórdido de um colega de trabalho, amigo ou mesmo familiar. Bom, se você deixa os outros lhe irritarem, a culpa não é deles.

“Não sou eu, é ele” é o que a maioria de nós costuma dizer. Somos rápidos para culpar os outros pelo que sentimos.

Dizemos que os outros nos fazem sentir de determinada maneira. Trata-se de um equívoco. Você devide como sentir acerca das coisas que acontecem na sua vida.

Não são os eventos que nos ferem. São as nossas percepções de tais eventos que nos ferem. Essa é uma das ideias mais importantes da filosofia estóica.

Em outras palavras, você decide qual significado atribuir às coisas que acontecem na sua vida. Se seu amigo mente sobre você para outras pessoas e você se irrita, você tomou a decisão de se irritar.

Afinal, você não controla os outros. É por isso que as pessoas com quem você passa seu tempo é uma questão de vida ou morte.

O grande filósofo estóico, Epiteto, disse o seguinte em seu Manual para a Vida.

“Evite se relacionar com pessoas que não compartilham os seus valores. A associação prolongada com essas ideias falsas só vai embaçar seu pensamento”.

É algo em que acredito. Já vi pessoas destruírem as vidas de outras o suficiente para não dar importância a essa ideia.

Aposto que você também já teve experiências com pessoas tóxicas, na falta de um termo melhor, na sua vida.

É algo em que acredito. Já vi pessoas destruírem as vidas de outras o suficiente para não dar importância a essa ideia.

Aposto que você também já teve experiências com pessoas tóxicas, na falta de um termo melhor, na sua vida.

Há dois tipos de pessoas
Pessoas com valores;
Pessoas sem valores.
Acredito que menos de 1% da população tem valores, que nada mais são do que respostas para questões como:

Como eu trato outras pessoas?
Como eu me trato?
O que é certo e o que é errado?
Eis uma maneira fácil de detectar pessoas sem valores: quando você vê que alguém se tornou uma pessoa completamente diferente em um segundo — é aí que sabemos que essa pessoa não tem valores.

Por exemplo, na nossa empresa recentemente contratamos um estagiário tóxico. Ele se transformou numa pessoa completamente diferente daquela que havíamos contratado.

É claro, o erro foi nosso. Mesmo que ele tenha falado bastante sobre valores durante o processo de entrevista, não detectamos nenhum sinal suspeito.

E tudo correu bem durante a primeira semana. Mas assim que o estagiário encontrou um parceiro entre os demais estagiários, tudo começou a mudar.

De repente, com esse novo parceiro, começaram as fofocas, tentativas de manipulação dos outros e de criar dissidências. Felizmente, identificamos rapidamente o comportamento e comunicamos a nossa política de tolerância zero para comportamentos tóxicos.

Não é algo difícil de acontecer em organizações. As pessoas escondem suas verdadeiras cores. Eu diria que elas escondem o fato de não terem cor alguma.

Quando você não tem valores, automaticamente gravita para o comportamento humano natural, que é extremamente obscuro. Recentemente li 12 rules for life (sem edição em português), do Dr. Jordan Peterson, um psicólogo clínico e professor na Universidade de Toronto.

Sua proposta fundamental é que pessoas são naturalmente más e que viver é sofrer. Para provar a hipótese, Peterson detalha exemplos convincentes da história.

Ele está certo. As pessoas sempre mentiram, mataram e traíram ao longo da vida.

Mas há uma alternativa
Você pode facilmente entrar pelo ralo dos comportamentos sórdidos. Basta perder tempo suficiente com pessoas ruins — eventualmente, você se tornará uma delas.

Você também pode gastar seu tempo com fofocas, mentiras e manipulações. Talvez vocẽ até se sinta bem com isso. A sensação de poder, não importa como é adquirida, dá prazer às pessoas. É assim que nossa mente trabalha.

Portanto, quando você reconhecer alguém que não tem princípios, demonstre atitudes reprováveis e tenha várias caras — pule fora.

Cerque-se de pessoas que querem o melhor para você.

Não de pessoas que são invejosas, que não suportem ver o seu sucesso e que sejam negativas em tudo. Acredito que isso é importante para qualquer pessoas que queira viver uma boa vida.

Alguns anos atrás, quando comecei a viver uma vida consciente, precisei me despedir de pessoas que queriam apenas viver uma vida de prazer.

Também vi outros amigos que começaram a mudar suas vidas para melhor, mas foram puxados de volta para o poço sem fundo da escuridão por outras pessoas.

Mas, como você e eu sabemos, a vida também é cheia de pessoas amáveis. Não é ruim de todo.

Seja exigente com o seu tempo
“Você é a média das cinco pessoas com quem passa mais tempo”. Parece um velho clichê. Mas creio que ainda não entendemos por completo o impacto que outras pessoas têm em nós.

Como afirmou Epiteto, os outros podem embaçar seu pensamento. Vale a pena?

Encare da seguinte maneira: você daria R$ 1000 para cada pessoa na sua vida se elas pedissem? Se a resposta é não, pare de dar seu tempo a essas pessoas que não têm os mesmos valores que você.

Eu restringi a lista de pessoas com quem passo 90% do meu tempo apenas para meus familiares mais próximos e meus dois melhores amigos. O restante do meu tempo eu dedico ao trabalho e aos exercícios. É o que eu mais faço. E eu nunca aproveitei tanto a minha vida como agora.

Se você tem um trabalho que ama e pessoas que ama, então você não tem mais com o que gastar seu tempo.

Nada dará mais satisfação do que ter uma carreira significativa e uma família forte.

“Mas e se minha família for tóxica?”

Inspire seus familiares a mudarem para melhor. Eu não desisti da minha família. Mesmo que leve 10 anos, eu ainda tentarei ajudá-los.

Crie seus valores e agarre-se a eles
Para viver uma vida virtuosa, você precisa de princípios. Sem princípios (ou valores), não temos caráter. E sem caráter, não somos ninguém.

“Quem se importa?”

Mais do que qualquer pessoa, você deveria se importar. É você quem se olha no espelho todos os dias. Você está feliz com o que vê?

Essa é a única medida que tenho para minha vida. Eu preciso gostar da pessoa que vejo no espelho. Se eu não gosto dela, eu mudo. É o que sempre fiz. E é o que faço até hoje.

Melhore
Qual a alternativa? Como Peterson concluiu em 12 rules for life, não há outra opção viável para a vida.

Só existe um caminho para a felicidade: seguir em frente.

Você precisa da promessa do que você poderia ser. Você precisa de um caminho para uma vida melhor. Nenhum de nós é perfeito.

Não importa se vamos alcançar ou não o nosso destino. O que importa é nossa melhoria constante.

FAMEM viabiliza auxílio para municípios através da tecnologia de filtragem de água

Joaquim Neto expõe aos prefeitos sobre seu invento

Premiado internacionalmente, o médico veterinário Joaquim Neto, atualmente exercendo o cargo de secretário municipal de Educação de Rosário, participou, na última quinta-feira (12), de reunião na sede da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão (FAMEM), em São Luís.

Na oportunidade, prefeitos e prefeitas de várias regiões do estado, além de representantes do governo maranhense e da Defesa Civil, discutiram estratégias para amenizar o sofrimento de moradores de várias cidades que foram alvos das enchentes.

Joaquim Neto, que é inventor, se colocou à inteira disposição da entidade, presidida pelo prefeito Cleomar Tema, no sentido de levar para os municípios atingidos tecnologia desenvolvida por ele e que consiste na implantação de equipamentos que filtram água contaminada e a transforma em líquido potável para o consumo humano.

A ideia foi prontamente aceita por Cleomar Tema, que hipotecou apoio ao projeto, além de ter destacado aos gestores municipais a importância de tal tecnologia, já testada e aprovada.

Cleomar Tema sugeriu aos seus colegas prefeitos que também adotem as medidas necessárias para a decretação do estado de emergência, identificando número de desabrigados, prédios públicos e privados danificados e que recorram de imediato à Defesa Civil.

De acordo com ele, a decretação do estado emergência faz-se necessária com o objetivo de fazer com que as prefeituras atingidas estejam aptas a receber recursos federais e estaduais.

Em 1994, durante um surto de cólera no Maranhão, ele apresentou seu invento, ajudou na eliminação do problema, foi alvo de uma vasta matéria do Fantástico da TV Globo e seu invento foi adotado pela Universidade de São Paulo (USP). Posteriormente foi premiado no Brasil e no exterior.

BEQUIMÃO: Sebrae capacita professores de para atuar no programa Jovens Empreendedores Primeiros Passos

Durante uma semana, 34 professores que atuam nas redes pública e privada de ensino da cidade de Bequimão, participarão do curso de formação de facilitadores da metodologia Jovens Empreendedores Primeiros Passos (JEPP). O curso iniciou nesta segunda-feira (2) e encerrará neste sábado (7) com carga horária de 45 horas/aulas. Inicialmente a escola municipal Benedita Gusmão Moraes, no bairro Ferro de Engomar, e o Colégio Bequimãoense de Educação Infantil e Ensino Fundamental Batutinhas, integrarão o programa.

O JEPP é uma metodologia de trabalho escolar promovida pelo Sebrae como forma de estimular o comportamento empreendedor dos alunos e culmina na elaboração de um plano de negócios. O programa é composto por nove cursos com conteúdo programático que favorece o desenvolvimento de habilidades e comportamentos empreendedores, levando o aluno a querer galgar novos horizontes e planejar o seu futuro.

O Sebrae pretende com o programa incentivar o empreendedorismo desde as séries iniciais do ensino fundamental, proporcionando aos alunos trabalhar de forma criativa e inovadora, para isso utilizando uma linguagem adequada com a idade e o contexto no qual o jovem está inserido.

A cidade, localizada no coração da floresta dos guarás, possui quase 24 mil habitantes, segundo dados do IBGE, lá, cerca de 350 alunos participarão do JEPP, uma das metodologias que integram o Programa Nacional de Educação Empreendedora do Sebrae.

A implantação da educação empreendedora em Bequimão é resultado de uma articulação da superintendência do Sebrae Maranhão, por meio do diretor superintendente, João Martins, junto a Prefeitura Municipal de Bequimão, com a execução da unidade regional do Sebrae em Pinheiro.

Foto: Rodrigo Martins

Como um boato pode acabar com a sua reputação

9 dicas para driblar a crise pós boato, se você é porta-voz e representa empresa pública ou privada, ou então é a própria marca

Aurea Regina de Sá, via Administradores.com

O boato é uma informação falsa que soa como verdade. Ele pode vir da boca de um amigo, do chefe ou do parceiro, pessoas em quem você confia e, portanto, não vai achar que é mentira. Mas, há uma onda muito forte de boatos também nas redes sociais. O movimento que invade a internet do mundo inteiro é um alerta para quem propaga informação incorreta e para quem ‘compra’ notícias falsas, as ‘Fake News’.

O boato é uma faca de dois gumes: pode destruir a imagem da vítima, alvo da difamação, e também a do promotor da inverdade, porque mostra suas verdadeiras motivações que podem ser interesses comerciais, desejo de vingança por conta do orgulho ferido, inveja ou interesses eleitoreiros.

– interesses comerciais: se uma empresa lança um boato sobre um concorrente poderá ter mais lucro por algum tempo, enquanto a marca difamada investe para justificar que não tem culpa;

– desejo de vingança por orgulho ferido ou inveja: se uma pessoa cria uma inverdade sobre outra, poderá ter o prazer de ver o outro envolvido em situações constrangedoras até conseguir provar o contrário;

– interesses eleitoreiros: se um político divulga um boato sobre outro pode ter a intenção de prejudicar a caminhada do concorrente na busca por votos e sair na frente na disputa eleitoral.

Em todos os casos, a intenção do promotor de boatos é de se sentir bem, mesmo que isso pareça algo perverso, já que a motivação é a de prejudicar o outro. A sensação de inferioridade por não ser ou parecer como o outro e a consequente necessidade de se tornar visível fazem do criador de falsas informações alguém importante, ainda mais quando ele percebe a repercussão da ‘notícia’ que produziu.

O sociólogo norte americano Jack Levin, co-autor de Gossip: The Inside Scoop (Fofoca: o Furo Privilegiado, ainda não disponível no Brasil), destaca a importância de diferenciar o significado de termos como fofoca e boato. Para Levin, fofoca é uma mensagem sobre o comportamento de outras pessoas, especialmente quando os alvos não estão presentes. O estudioso afirma que boato é um processo pelo qual os indivíduos tentam definir uma situação ambígua. “Eles, então, espalham notícias informalmente porque as fontes oficiais não existem ou estão inacessíveis”, revela.

Partindo do princípio de que o Brasil é uma democracia e a imprensa é livre, as fontes oficiais não só existem como estão disponíveis. Com o acesso de 116 milhões de brasileiros conectados à internet, em 2016, que representa 64,7% da população com idade acima de 10 anos, (dados do IBGE de fevereiro de 2018) não dá pra usar a desculpa de que a informação foi propagada por que não havia como checar.
Saiba como checar uma informação recebida pelas redes sociais

Para evitar uma conclusão precipitada e parar de dizer frases como: ‘eu ouvi dizer que….’ ou ‘não sei direito, mas acho que é isso’, siga os passos abaixo e certifique-se antes de publicar qualquer informação:

1º passo: duvide, sempre questione. A primeira pergunta que deve ser feita é ‘será que isso aconteceu mesmo?’

2º passo: busque referências na internet, que possam atestar a informação ou contradizê-la. Acesse sites de notícias que sejam avaliados com alto nível de credibilidade. Não acredite em um só veículo: analise, compare, reflita. Neste momento dispense sua crítica sobre a política editorial de determinados veículos de imprensa. De qualquer maneira, na imprensa, uma notícia é checada antes de ser publicada.

3º passo: acesse sites que conferem boatos. Com o surgimento das fake News, cresce o esforço para esclarecer informações e aumentar a conscientização das pessoas,

4º passo: NÃO espalhe notícias falsas, nem por brincadeira. Pessoas mais ingênuas e as que não investem na checagem, acreditam em qualquer informação e isso reflete, inclusive, no futuro do país, porque elas votam mal e elegem candidatos fabricados em cima de fake News,

5º passo: não seja conivente com a mentira, interfira, interrompa a multiplicação da mensagem duvidosa, advirta os integrantes de grupos e seus seguidores nas redes sociais. Não coloque mais lenha na fogueira e deixe de ser marionete a serviço da desinformação,

6º passo: seja cidadão, pratique a empatia e desenvolva a capacidade de crítica para contribuir com a melhoria da sua vida e a dos outros.
Como avaliar se uma informação é verdadeira ou falsa

A informação imprecisa, que não apresenta o autor e nem a fonte pesquisada, pode ter indícios de que não tem teor verdadeiro. O fato de ser publicada em um site, blog ou rede social não significa que foi produzida com o cuidado da checagem, prática do jornalismo sério e ético. A apresentação de fatos também não garante a credibilidade da informação, porque os fatos podem ter sido inventados para confundir o leitor e criar um conceito negativo sobre aquele que é foco da notícia. Continuar lendo

Esporte: Empresas adotam práticas de investigação antes de apostarem em investimento esportivo

Ambiente de negócios complexo e forte escrutínio público cobram mais atenção do setor no país com gestão de riscos e ampliam consultas sobre práticas em governança

São Paulo – O receio de ter a imagem vinculada aos recentes escândalos de corrupção que envolvem o mundo esportivo no país está levando empresas a contratarem serviços de levantamento reputacional e avaliação de riscos antes de fecharem patrocínios.

As companhias estão buscando a Kroll, líder global em gestão de riscos, investigações, compliance, segurança cibernética e resposta a incidentes, para avaliar as ameaças associadas a agremiações esportivas, ligas, federações, confederações e atletas profissionais através de vários serviços oferecidos pela consultora, incluindo o due diligence em suporte a transações comerciais e financeiras, investigações internas, investigações de fraude e, cada vez mais, proteção de dados digitais.

“A despeito das especificidades regulatórias e organizacionais locais, o segmento esportivo profissional vive um ambiente de negócios extremamente complexo e desafiador no Brasil, que cobra um amadurecimento em termos de governança”, afirma Ian Cook, diretor sênior no escritório da Kroll em São Paulo.

De acordo com Cook, esse processo é inevitável à medida que organizações e profissionais do esporte operam cada vez mais sob uma estrutura empresarial sofisticada e estão sujeitos a impactos financeiros, operacionais, legais e reputacionais.

“Clientes do universo esportivo, assim como seus pares em outros setores da economia, estão vivenciando as mesmas necessidades por controles internos efetivos, assim como por estratégias de combate à corrupção, de promoção de compliance, transparência e princípios éticos”, explica.

Em nível global, a Kroll há muitos anos oferece serviços de gestão de riscos para este setor. Recentemente, Alex Horne, ex-presidente da Football Association, entidade que regula o futebol inglês, juntou-se ao time de especialistas da companhia como consultor para o segmento esportivo profissional.

Com mais de 11 anos na Football Association, onde também ocupou os cargos de CFO e COO, além de ter atuado como diretor geral do lendário Wembley Stadium, em Londres, Horne traz um profundo conhecimento sobre os desafios enfrentados pelo mundo afora por clubes e organizações, seja em operações financeiras e comerciais, em investigações de problemas internos e na gestão de questões reputacionais.

“A quantidade de recursos que o setor esportivo movimenta cresce de forma significativa, e essa realidade anda lado a lado com a responsabilidade de preservar a integridade da marca por organizações e atletas. Diariamente, eles devem equilibrar cuidadosamente a promoção de seus perfis com a salvaguarda de sua reputação”, comenta Horne.

Histórico de casos

Há anos, a Kroll tem auxiliado clubes de futebol europeus com serviços de due diligence para determinar a adequação de potenciais investidores. Nesses projetos, os objetivos são tanto a identificação da origem dos fundos como a análise de aportes em diferentes formatos de patrocínio.

“Além da preocupação financeira e operacional, as agremiações esportivas estão com cada vez mais frequência buscando se resguardar de passivos e de problemas que possam impactar a integridade de suas marcas futuramente”, explica Cook.

A Kroll também auxilia clientes do setor com investigações que abrangem desde suporte a litígios até a validação de controles internos. Em um projeto junto a uma organização internacional de ciclismo, por exemplo, a Kroll investigou a participação e conivência de dirigentes do órgão em casos de doping envolvendo profissionais da modalidade.

Em outro caso, a empresa ajudou a identificar o autor de uma campanha difamatória nas redes sociais contra um atleta de elite. Usando sofisticadas técnicas de segurança cibernética, os especialistas da Kroll conseguiram vincular múltiplos nomes de usuário a uma única fonte.

Sobre a Kroll

A Kroll é líder mundial em gestão de riscos e investigações corporativas. Há mais de 40 anos, ajuda seus clientes a tomarem decisões sobre negócios, pessoas e ativos, por meio de uma ampla gama de serviços para prevenir e mitigar riscos. Com sede em Nova York e mais de 35 escritórios em 20 países, a Kroll tem uma equipe multidisciplinar de quase 1000 colaboradores e serve a uma clientela global de escritórios de advocacia, instituições financeiras, empresas, organizações sem fins lucrativos, agências governamentais e indivíduos. Para mais informações visite www.kroll.com/brasil

O Governo do Maranhão começa a liberar créditos do Bolsa Escola 2018 na próxima semana.

Cerca de 1.800 estabelecimentos estão aptos a realizar a venda de material escolar aos beneficiários do Bolsa Escola neste ano. O quantitativo é 22% maior do que o alcançado no ano passado

“Dia 31, na próxima quarta-feira, estará disponível crédito em cartões das nossas crianças para que possam garantir a compra de seu material escolar”, conta o secretário de Estado de Desenvolvimento Social, Neto Evangelista, responsável pelo Bolsa Escola.

O Bolsa Escola concede crédito para famílias cadastradas no Bolsa Família, do Governo Federal, com filhos em idade escolar.

Trata-se de um complemento de renda feito pelo Governo do Maranhão para garantir caderno, livro, canetas e outros itens escolares às crianças e aos adolescentes.

Esta é a terceira edição do Bolsa Escola. Para liberar os créditos, o Governo do Maranhão estava aguardando o Governo Federal revisar a lista dos beneficiados do Bolsa Família, já que esta é a base de quem será alcançado pelo programa maranhense.

Com a revisão concluída, o Governo do Estado pôde organizar o cronograma para a concessão do crédito.

Quem tiver dúvidas pode acessar www.bolsaescola.sedes.ma.gov.br/site/ ou usar os aplicativos referentes ao programa.

Comércios credenciados

Cerca de 1.800 estabelecimentos estão aptos a realizar a venda de material escolar aos beneficiários do Bolsa Escola neste ano. O quantitativo é 22% maior do que o alcançado no ano passado.

Por meio de um cartão magnético tipo débito, as famílias beneficiárias poderão realizar compras nas lojas e comércios autorizados em seus próprios municípios para a venda de material escolar.

Confira a mensagem do secretário Neto Evangelista:

As dez piores cidades do Brasil para empreender 4

Os rankings internacionais sobre competição e competitividade, mostram que o Brasil ainda não aprendeu o que é isso!

Alfredo Passos, via Administradores.com

O Brasil agora ocupa a 80ª colocação entre as nações avaliadas, após  atingir, no ano passado, sua pior posição na lista. Na América Latina, o Brasil só tem desempenho melhor que Guatemala, Argentina, Equador, Paraguai e Venezuela. O Chile continua liderando o ranking regional.

A melhora brasileira ocorreu em aspectos como combate à corrupção e pelo aumento da liberdade do judiciário, segundo o Relatório Global de  Competitividade 2017-2018.

Mas, pouco animador é a posição brasileira entre 137 países. Além disso tem-se municípios que os gestores públicos ainda fazem muito pouco.

Assim temos cidades com poucas vantagens para investidores e consequentemente para o empreendedorismo.

Maceió

Muito se fala em cidades que acolhem bem a atividade empreendedora, porém, é
possível apontar no Brasil capitais que não parecem tão receptiva a quem
deseja começar o negócio próprio. De acordo com o levantamento anual da
Endeavor sobre capitais mais empreendedoras do País, Maceió está na
última colocação, ou seja, é o lugar menos favorável para empreender.

Teresina
A capital do Piauí também está entre as piores cidades para empreender de
acordo com a Endeavor. “São cidades com estrutura bastante precária”,
aponta o coordenador de pesquisa e mobilização Endeavor e responsável
pelo levantamento João Melhavo. “Se olharmos para o ambiente regulatório
dessas cidades, percebemos um desafio gigante”, analisa.

Fortaleza
“Essas capitais têm como problemas comuns a falta de infraestrutura, a
distância dos grandes centros e problemas internos como falta de
segurança”, analisa Melhavo, que avalia capitais como Fortaleza
como locais ainda pouco favoráveis ao empreendedorismo.

Belém
A capital do Pará, também aparece no ranking da Endeavor como uma
cidade pouco favorável a empreendedores. Para Melhavo, um dos pontos
mais sensíveis dessas capitais são os marcos regulatórios, que são as
leis em relação a tributação, abertura e fechamento de empresas.
“O Brasil tem o sério desafio de toda hora mudar as regras do jogo.
Temos em média 200 mudanças a cada três anos no ICMS, o mesmo que uma a
cada quatro dias. Isso é uma loucura pra o empreededor”, comenta.

Cuiabá
Fora do Nordeste, região do País em que os índices de empreendedorismo são
desfavoráveis, a capital do Mato Grosso também encontra dificuldades
para atrair investidores, o que é, na perspectiva do especialista da
Endeavor, um fator que dificulta a vida do empresário. “O investimento
de risco, o venture capital, está distante dessas capitais. São cidades
em que o empreendedor tem menos condições de buscar investimento”,
analisa Melhavo.

São Luís
A segurança pública, ou ausência dela, é outro fator que influencia
diretamente na forma como uma cidade recebe o empreendedorismo. “Na
região Nordeste, as taxas de homicidios estão acima das do Sul e do
Sudeste”, avalia Melhavo sobre capitais como São Luís.

Manaus
“Uma coisa que poderia ser feita em curto prazo para a melhora nos índices
dessas cidades é uma otimização do ambiente regulatório”, comenta João
Melhavo. “Para se abrir uma empresa, leva-se em média 138 dias. São
quase 5 meses para você abrir um negócio. Isso é possível de ser
transformado”, avalia o especialista. Cidades como Manaus (foto),
enfrentam esse tipo de entrave, que as faz serem mal avaliadas.

Natal
Natal, a capital do Rio Grande do Norte, também aparece no ranking da Endeavor
como uma das cidades menos favoráveis ao empreendedorismo no Brasil.

Salvador
A capital baiana está entre as dez cidades brasileiras pouco receptivas a
novos negócios. Entre os critérios avaliados pela Endeavor para o
levantamento, estão qualificação profissional, índices de segurança
pública, burocracia e capacidade de atrair investimentos.

Aracaju
À frente das capitais citadas anteriormente, porém ainda com índices
negativos para o empreendedor, está Aracaju. Para Melhavo, é possível
reverter a pouca receptividade com ações de curto e longo prazo. “Rever
processos e simplificar burocracia são atitudes do poder público que em
pouco tempo podem melhorar muito a situação do empreendedorismo nessas
cidades”, pontua.

“Competição e competitividade são palavras que os políticos, especialmente os deputados federais e senadores, ainda não conseguiram alcançar seu real sentido”.

Fonte: Endeavor/Estadão.

O empresário com síndrome de Down que criou um negócio milionário

DA BBC BRASIL

Ao completar 21 anos, em 2016, John Cronin confessou ao pai, Mark, que gostaria de ter
um negócio quando terminasse o ensino médio, mas ainda não tinha ideia do ramo em
que poderia atuar.

“Minha primeira sugestão foi uma loja que vendesse algo divertido, mas não sabíamos direito o que vender”, diz John, que vive em Long Island, em Nova York.

Depois, pensou em abrir um food truck, mas um problema fez com que os dois
mudassem de ideia: “Nós não sabemos cozinhar”, brinca Mark.

Logo eles tiveram uma ideia. “John sempre usou, a vida toda, meias coloridas, meiodoidas. Era algo que ele realmente gostava, e aí sugeriu que a gente vendesse meias”,conta o pai.

“Meias são divertidas, são criativas e coloridas. E elas me deixam ser eu mesmo”,
afirmou John, que tem síndrome de Down.

Foi assim que surgiu a “John’s Crazy Socks” (“As meias malucas do John”, em tradução
literal). Em um ano no mercado, eles contam que já conseguiram lucrar US$ 1,4 milhão
e arrecadaram US$ 30 mil para caridade. O negócio ficou tão famoso que chegou a
vender meias para o primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, e o ex-presidente
americano George W. Bush

BILHETES
A loja online tem cerca de 1,4 mil tipos diferentes de meias, com todos os desenhos que
se possa imaginar –de gatos e cachorros a até caricaturas de o presidente dos EUA,
Donald Trump.

Cada pedido é enviado no mesmo dia com um pacote de doces e um bilhete de agradecimento escrito a mão. E se o endereço for perto, John vai entregar as meias pessoalmente.

Como é “a cara” do negócio, John também frequenta eventos, fala com clientes e
fornecedores e cria campanhas como a “Meia do Mês”.

Já Mark lida com os aspectos mais técnicos envolvidos em uma empresa.

“John é realmente uma inspiração”, elogia o pai, que reforça que não há qualquer
tratamento “especial” ao filho no trabalho.

“Ele trabalha muito nessa empresa. Nós chegamos no escritório antes de 9h e saímos, na maioria das vezes, depois de 20h”, conta.

Em pouco mais de um ano, eles já enviaram 30 mil pedidos.

Pai e filho também doam 5% dos lucros da empresa para a instituição “Special Olympics”, que organiza eventos esportivos para pessoas com deficiência –John compete no basquete, no futebol e no hóquei.

Além disso, eles criaram “meias de conscientização” para arrecadar dinheiro para instituições de caridade como a Associação Nacional da Síndrome de Down e a Sociedade de Autismo da América.

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Em três anos, conta dos Estados sai do azul para um rombo de R$ 60 bi

Com a arrecadação em queda por causa da crise e uma folha de pagamento ‘mais cara’, governadores não conseguiram fechar as contas e acumularam um déficit histórico no fim de 2017, aponta levantamento do economista Raul Velloso

Rio Grande do Norte enfrentou greve de policiais militares, civis e agentes penitenciários. Foto: Ricardo Araújo/Estadão

Luciana Dyniewicz, O Estado de S.Paulo

Em um período de três anos, os Estados saíram de um resultado positivo de R$ 16 bilhões em suas contas para um déficit de R$ 60 bilhões no fim de 2017. Isso significa que os governadores assumiram seus postos, em 2015, com o caixa no azul e, se não tomarem medidas drásticas até o fim deste ano, vão entregar um rombo bilionário para seus sucessores.

O levantamento feito a pedido do Estado pelo especialista em contas públicas Raul Velloso mostra o resultado de uma equação que os governos não conseguiram resolver: uma folha de pagamento crescente associada a uma queda na arrecadação de impostos por causa da crise econômica. “É o mandato maldito”, diz Velloso. “Diante da pior recessão do País, os Estados saíram de um resultado positivo para um déficit histórico.”

O Rio Grande do Norte foi o Estado cuja deterioração fiscal se deu mais rapidamente nesse período. Depois de ter acumulado um superávit de R$ 4 bilhões entre 2011 e 2014, entrou numa trajetória negativa até acumular um déficit de R$ 2,8 bilhões de 2015 a outubro de 2017.

Esse descompasso fiscal pode ser visto nas ruas. Com salários atrasados, a polícia civil entrou em greve e uma onda de violência tomou o Estado no fim do ano. Os policiais encerraram a paralisação, mas servidores da saúde continuam em greve (leia mais abaixo).

Além do Rio Grande do Norte, os casos de desajuste fiscal que ficaram mais conhecidos foram os do Rio de Janeiro e de Minas Gerais. Mas outros Estados seguem o mesmo caminho, como Goiás, Pernambuco e Sergipe. Eles estão entre os mais mal avaliados pelo Tesouro Nacional sob o ponto de vista de capacidade de pagamentos. “Há uma fila de Estados prontos para passarem por uma crise aguda (como a do Rio Grande do Norte)”, diz o economista Leonardo Rolim, consultor de orçamentos da Câmara.

Para o economista Marcos Lisboa, presidente do Insper, o grande vilão do déficit estadual é o aumento da folha de pagamento dos Estados, que precisa, a cada ano, arcar com um número maior de aposentados. “O envelhecimento da população é muito rápido e, por isso, o aumento dos gastos também.”

De acordo com o levantamento de Velloso, as despesas e receitas anuais dos Estados empataram em 2014, atingindo R$ 929 bilhões cada uma. Desde então, as receitas recuaram de forma mais abrupta: atingiram R$ 690 bilhões nos dez primeiros meses de 2017, enquanto as despesas somaram R$ 715 bilhões.

Do lado das receitas, além da crise reduzir a arrecadação com impostos, o corte de repasses do governo federal acentuou a dificuldade dos Estados. “Até 2014, o governo dava empréstimos que mascaravam a situação”, afirma a economista Ana Carla Abrão Costa, que foi secretária da Fazenda de Goiás até 2016.

Se, nos últimos anos, o desajuste fiscal já obrigou a maioria dos Estados a reduzir investimentos, neste ano, o corte deve ser ainda maior. Isso porque, como é último ano de mandato, os governadores não podem deixar restos a pagar para os que assumirem em 2019. Tarefa que, para Velloso, é impossível. “Não tem a menor condição de eles zerarem esses déficits.”

Já Rolim diz que os governadores poderão recorrer a manobras, como o cancelamento de restos a pagar. “É uma espécie de calote. Despesas com obras não concluídas, por exemplo, não tem problema, mas fornecedores poderão ficar sem receber.”

Para Ana Carla, as contas vão acabar fechando porque o ano é de eleição. “Como não podem deixar restos a pagar, os Estados vão buscar recursos extraordinários como nunca”, afirma.

O superintendente do Tesouro de Goiás, Oldair da Fonseca, afirmou que o governo trabalha com austeridade para não deixar restos a pagar para 2019. Ele destacou que o déficit de 2017 ficará em R$ 900 bilhões – em 2015, havia sido o dobro. O secretário das Finanças do Rio Grande do Norte, Gustavo Nogueira, afirmou que a raiz do problema é o déficit previdenciário. O governo de Pernambuco disse que não considera como despesa total as despesa empenhadas (autorizadas), como foi feito no levantamento, e que fechou o ano com receita para cobrir seus gastos. O de Sergipe não retornou.

O governo do Rio afirmou que sua situação foi muito prejudicada pela crise, já que sua economia é dependente da indústria do petróleo. O de Minas Gerais informou que já recebeu o Estado em situação delicada e que a folha de pagamento tem deteriorado as contas ainda mais.

Os perigos do ‘disse me disse’ no ambiente de trabalho

O que fazer para evitar boatos e qual o ônus legal que uma empresa pode sofrer quando não combate este hábito?

Daniel Cristofi e Dhyego Pontes, Administradores.com

Em uma pesquisa realizada pelo LinkedIn, com divulgação na TV Justiça, sobre o que mais incomodava profissionais brasileiros em suas rotinas de trabalho, foi constatado que o excesso de fofocas era o principal aborrecimento para mais de 80% dos entrevistados. Segundo especialistas em gestão pessoal, a fofoca pode afetar não só o clima organizacional, mas o próprio desempenho dos empregados, impactando, diretamente, no foco, concentração e inteligência emocional dos colaboradores de uma empresa.

Com tantos prejuízos, o que as organizações devem fazer para enfrentar a geração de boatos em seus espaços? E, do ponto de vista do direito trabalhista, que medidas podem ser tomadas por aqueles que se sentirem prejudicados por uma fofoca? Abordaremos estes temas ao longo deste artigo.

Uma empresa ou funcionário pode sofrer sanções trabalhistas em caso da ocorrência de fofocas no espaço laboral?

No geral, sim. Embora não seja um tema incontroverso, tribunais regionais do trabalho tendem a julgar como procedentes, processos de danos morais ou pedidos de indenização movidos em razão de fofocas no ambiente do trabalho. Já que é claro perante os entes fiscais e justiça do trabalho que é de responsabilidade do empregador a conduta de seus colaboradores com seus companheiros de trabalho.

É o caso, por exemplo, de processo de 2005 julgado 4ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, que condenou instituição financeira a pagar R$ 55.205, visando compensar dor de vítima que teve exposto o não cumprimento de metas de produtividade, segundo informações do ConJur. Ficou determinado ainda que a instituição deveria impedir que este comportamento se repetisse.

Outro caso, de 2017, julgado pelo TRT da 2ª região de São Paulo, acolheu o pedido de indenização por danos morais de um funcionário que teve fatos de sua vida expostos de modo vexatório por superiores. A desembargadora, Sônia Mascaro Nascimento, e os magistrados, condenaram a empresa a pagar R$ 10 mil em razão da ofensa.

O que torna procedente tais processos, consiste no fato de que, fofocas e boatos podem configurar dano moral e, neste sentido, serem passíveis de indenização, conforme explica o inciso X do Artigo 5º da Constituição Federal Brasileira:

“São invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação.”

Para que um empregado possa mover uma ação por dano moral nestes casos, são imprescindíveis provas que demonstrem a incidência das fofocas o envolvendo, bem como, possíveis prejuízos causados pelos boatos. Tais provas podem ser de ordem testemunhal ou documental – e-mails, mensagens via aplicativos, conversas no Facebook ou até mesmo gravações, para que assim fique evidenciada a ocorrência, extensão e dano da conduta lesiva.

Qual postura adotar diante de um boato no ambiente de trabalho?

Profissionalismo é sempre a melhor postura a ser tomada por funcionários diante de uma fofoca. Isso envolve a discrição e, acima de tudo, não colaborar para que um boato se espalhe, uma vez que, além de prejudicar um colega de trabalho, o funcionário pode sofrer sanções tanto internas como legais, haja vista que medidas como advertências, suspensões e em última instância até a dispensa por justa causa podem ser tomadas pelo empregador com intuito de coibir práticas lesivas aos empregados e principalmente ao ambiente de trabalho.

Que medidas podem auxiliar o profissional a não ser vítima de fofocas?

Qualquer profissional também pode adotar algumas ações que minimizem as chances de que ele se torne vítima de boatos em uma empresa. Evitar a superexposição, tanto para colegas quanto em redes sociais (que hoje fazem parte do dia a dia organizacional) é um importante passo neste sentido. Outra ação útil recomendada por especialistas é manter-se neutro em discussões e evitar a formação de “panelinhas” que podem favorecer a difusão de boatos.

Por parte das empresas, políticas claras de combate as fofocas, adotando, inclusive, punições internas para funcionários que estimularem a prática, são instrumentos necessários tanto para dar mais segurança para uma organização em eventuais casos envolvendo a justiça trabalhista, quanto para evitar que seu ambiente interno e a produtividade de seus colaboradores sejam afetados em virtude do excesso de boatos. Além disso, deve ser facilitado o acesso de seus colaboradores a canais de denúncia, que não deve ser limitado e exclusivamente realizado perante ao superior hierárquico direto do empregado denunciante, já que muitas vezes o superior é o responsável pela prática e conduta lesiva.

É, por fim, papel dos gestores, contribuir para a inibição das fofocas. Afinal de contas, como vimos aqui, elas podem gerar prejuízos muito mais sérios do que, talvez, pudéssemos supor, na fila do café.

Daniel Cristofi — Especialista em Previdenciário e membro da Grounds, empresa de consultoria inteligente especializada nas áreas contábil, tributária, trabalhista, previdenciária e financeira.

Dhyego Pontes — Especialista em Direto Trabalhista e membro da Grounds, empresa de consultoria inteligente especializada nas áreas contábil, tributária, trabalhista, previdenciária e financeira.