Como o aquecimento global pode levar à falta de cerveja no mundo

Estudo mostra que os fenômenos climáticos contemporâneos podem acabar com os estoques globais de cerveja

O PROBLEMA, CONFORME APONTAM OS PESQUISADORES, É QUE AS SECAS E ONDAS DE CALOR CONCOMITANTE DEVEM LEVAR A DECLÍNIOS BRUSCOS NO RENDIMENTO DAS COLHEITAS DE CEVADA, GRAMÍNEA CEREALÍFERA QUE É O PRINCIPAL INGREDIENTE DA APRECIADA BEBIDA (FOTO: ORSE VIA BBC)

VIA BBC Brasil

Não é que os cientistas estejam botando água no seu chope. Nem é que o aquecimento global vá terminar esquentando também seu copo. Na realidade, conforme mostra estudo publicado nesta segunda-feira, os fenômenos climáticos contemporâneos podem acabar com os estoques globais de cerveja.

A conclusão, publicada no periódico Nature Plants, é que as secas e ondas de calor concomitantes – que andam agravadas pelo aquecimento global provocado pelo homem – devem levar a declínios bruscos no rendimento das colheitas de cevada, gramínea cerealífera que é o principal ingrediente da apreciada bebida. Principalmente se os níveis de emissão de carbono continuarem como estão hoje.

A perda de produtividade nas colheitas de cevada pode chegar a 17%, o que deve fazer o preço da cerveja dobrar ou até mesmo triplicar em alguns lugares do mundo.

“Embora esse não seja o impacto futuro mais preocupante da mudança climática, extremos climáticos relacionados a isso podem ameaçar a oferta e a acessibilidade econômica da cerveja”, diz o estudo, desenvolvido por cientistas da Universidade da Califórnia, da Universidade Chinesa de Pequim, da Academia Chinesa de Ciências Agrícolas, do Centro Internacional Mexicano para Melhorias do Milho e do Trigo e da Universidade de East Anglia (Inglaterra).

A primeira consequência dessa queda de produção, segundo os modelos matemáticos do estudo, será um intenso aumento nos preços da bebida. A pesquisa avaliou a situação de 34 regiões produtoras de cevada, antes e depois do ano de 2050.

“Chegamos a essa conclusão integrando em nossa pesquisa as informações das mudanças climáticas, das safras de cevada, do comércio internacional e de condições socioeconômicas”, explicou à BBC News Brasil o economista Dabo Guan, professor de Economia das Mudanças Climáticas da Universidade de East Anglia. “Com todos esses dados juntos, pudemos estimar o impacto que o cenário terá na cerveja, um produto essencial para uma quantidade significativa de pessoas no mundo.”

“Nosso estudo não quer dizer que as pessoas vão beber mais cerveja hoje do que amanhã, tampouco que precisaremos nos adaptar para um novo consumo de cerveja”, prossegue Guan. “Na realidade, pretendemos alertar as pessoas, especialmente nos países desenvolvidos, que a segurança alimentar é importante – e que a mudança climática vai afetar seu dia a dia e sua qualidade de vida.”

Ele lembra que, no cenário de aquecimento global, todas as culturas serão afetadas. “Mas neste estudo, utilizamos a cevada para ilustrar esse problema”.

O que priorizar?
Pelas projeções dos cientistas, o cenário considerou como estará o planeta no futuro próximo considerando os níveis atuais de queima de combustíveis fósseis e emissões de dióxido de carbono. Na pior das hipóteses, as regiões do mundo onde mais se cultiva cevada – como pradarias canadenses, regiões da Europa e da Austrália, e a estepe asiática – devem experimentar secas e ondas de calor cada vez mais frequentes.

É importante lembrar que apenas 17% da cevada produzida no mundo é usada para a fabricação da cerveja. O restante é colhido e se torna alimento para gado. Os pesquisadores se perguntam como será o conflito no futuro, diante da escassez da cevada: os produtores deverão priorizar animais com fome ou humanos com sede?

Aplicando o modelo matemático que considera sazonais produções históricas um pouco mais baixas, a conclusão dos cientistas foi que, sim, nessa queda de braço quem costuma ganhar é o gado, e não o homem. Os produtores tendem a privilegiar a cadeia estabelecida do negócio bovino, em vez de destinar os grãos para a cerveja.

O mesmo modelo ainda aponta como diferentes regiões do mundo devem reagir a seu modo diante da redução da produtividade de cerveja. Países mais ricos e amantes da bebida, como Bélgica, Dinamarca, Polônia e Canadá, por exemplo, devem resolver a equação subindo o preço final.

Nesse cenário, um pacote de seis cervejas comuns pode chegar a custar o equivalente a US$ 20 (R$ 75, na cotação atual), conforme estima o estudo – mesmo assim, populações de nações desenvolvidas talvez conseguissem absorver tal custo. Na média, conforme aponta o estudo, o preço da cerveja deve dobrar. A pesquisa considera que em casos de queda de 4% da produção de cevada, a bebida acaba custando 15% a mais.

Por outro lado, em países de população mais pobre, como a China e o Brasil, o consumo de cerveja tende a cair.

As projeções indicam que o fornecimento de cerveja em todo o mundo deve cair cerca de 16%. Segundo os pesquisadores, isso equivaleria a todo o consumo de cerveja dos Estados Unidos.

O que fazer a respeito?
A cerveja é considerada a terceira bebida mais consumida no mundo – e a primeira entre as alcoólicas -, só perdendo para a água e para o café. São 182 bilhões de litros por ano.

Se na média global, a produção de cerveja responde por 17% das lavouras de cevada, essa parcela varia muito conforme a região. No Brasil, por exemplo, onde não é comum alimentar gado com cevada, 83% do cereal cultivado é destinado para a produção da bebida. Na Austrália, esse número é de apenas 9%.

“Nosso estudo se concentrou na cevada, que é o principal ingrediente da cerveja. Analisamos a frequência com que vemos condições precárias para cultivar cevada em todo o mundo – anos com calor extremo e seca severa. Esses eventos extremos são muito mais difíceis para os agricultores se adaptarem do que as mudanças médias no clima”, disse à BBC News Brasil o pesquisador Nathan Mueller, professor do Departamento de Ciências da Terra da Universidade da Califórnia.

“Descobrimos que a incidência e a gravidade dos eventos extremos aumentam substancialmente à medida que as temperaturas médias globais sobem. Combinando um modelo de safra e um modelo da economia global de alimentos, podemos estimar as mudanças nos preços e no consumo de cerveja em todo o mundo resultantes desses eventos extremos.”

Mueller dá uma solução para que a estiagem não chegue aos nossos pobres copos: conscientização ambiental.

“Se conseguirmos diminuir nossas emissões de gases de efeito estufa e limitar a magnitude geral das mudanças climáticas, ajudaremos a evitar os piores cenários que simulamos nesta análise”, vislumbra. “Note que, enquanto os aumentos de preço em uma garrafa de cerveja são modestos em uma perspectiva de baixas emissões de carbono, eles realmente aumentam substancialmente em um mundo de alta emissão.”

Como administrar no século XXI?

Para uma boa administração, é preciso inovar

Publieditorial, PÓS ADM FGV, via administradores.com

Em um mundo que passa por mudanças diariamente, os administradores de negócios de todas as áreas se encontram diante de um dilema: qual a melhor maneira de administrar no século XXI? Por mais que uma boa gestão tenha alguns princípios fundamentais que não mudam, como organização e planejamento, há questões específicas que precisam ser observadas juntos aos desafios deste novo século.

Primeiramente, é preciso reconhecer que o cenário atual pede preparo e atualizações constantes. São inúmeras as empresas que acabaram indo à falência nos últimos anos porque não souberam reconhecer as mudanças do mercado e acabaram insistindo em modelos de negócios que não eram mais adequados e sustentáveis ao longo prazo. O administrador deste novo século compreende que readaptar é preciso, e que ser flexível é uma qualidade. Tudo isso, é claro, sem perder a sensatez: ele deve ser criterioso na hora de aderir a tendências, para evitar que o negócio ou empresa aposte demais em tendências passageiras.

Para uma boa administração, também é preciso inovar. E se engana quem acredita que a inovação é difícil de ser alnçada, que requer necessariamente investimentos altos e grandes tecnologias. Para inovar, basta enxergar novas possibilidades e executar mudanças que resultem em melhorias. Em organizações, por exemplo, é possível estimular a inovação apenas promovendo um ambiente em que é possível a troca de ideias, experiências e expertise de diferentes áreas. Incentivando equipes com conhecimentos diferentes a interagirem ou resolverem problemas pode levar a ideias que não surgiriam se todos estivessem concentrados em suas áreas específicas.

Além disso, é importante lembrar que a chave de qualquer negócio são as pessoas. Com tantas tecnologias disponíveis, é possível que o administrador esqueça que qualquer bom desempenho depende da qualidade da equipe. Não há dispositivos, ferramentas ou aparatos tecnológicos que superem um time treinado, motivado e que trabalha em sintonia. É imprescindível, também, lembrar do público que você deseja impactar. Assim como o mercado, as pessoas também mudam, e suas necessidades e comportamentos evoluem. Ter visão para entender o consumidor e quais são as suas demandas faz toda a diferença.

E você, o que acredita que é necessário para administrar no século XXI? Se seu desejo é ser um profissional preparado, atualizado em todas as práticas e teorias mais recentes e importantes do mercado, não deixe de conhecer o PÓS ADM FGV.

Alô, companheiros de elite

Não vamos deixar o pavor instruir nossas escolhas

Ricardo Semler, sócio-fundador das escolas Lumiar e da holding de investimentos Semco Partners – Eduardo Anizelli – 24.ago.18/Folhapress

Ricardo Semler, via Folha de São Paulo

Na Fiesp, quando eu tinha 27 anos e era vice do Mario Amato, convidávamos outsiders para uma conversa no bar. Chamei o FHC, que estava na mídia com a pecha de maconheiro.

Chamamos os 112 presidentes de sindicato, vieram 8. Ninguém topava falar com “comunista”. Alguns anos depois, fui ao Roda Viva para alertar contra a eleição do Collor, queridinho passional das elites.

Recentemente, realcei que a ida das elites à Paulista para derrubar a Dilma equivalia a “eleger” o Temer e seus 40 amigos. Ninguém da elite quis ir às ruas para pedir antecipação de eleições.

Erraram feio, como no passado, ou como quando deram as chaves da cidade ao Doria. Quanta ingenuidade.

Agora, estremeço ao ouvir amigos, sócios e metade da família aceitando a tese de que qualquer coisa é melhor do que o PT. Lá vamos nós, de novo. As elites avisaram que 800 mil empresários iriam para o aeroporto assim que Lula ganhasse. Em seguida, alguns dos principais empresários viraram conselheiros próximos do homem.

Sabemos que, em vencendo Haddad, boa parte da Faria Lima e da Globo se recordará subitamente que foi amiga de infância do Fernandinho – “tão boa pessoa, nada a ver com o Genoino, gente!”.

A reação de medo e horror da esquerda, Ciro incluso, é ignorante. Vivemos, nós da elite, atrás de muros, cercados de arames farpados e vidros blindados, contratando os bonzinhos das comunidades para nos proteger contra favelados. Oras, trocar vigias com pistolas por seguranças com fuzis é um avanço? Ou é melhor aceitar que o país é profundamente injusto e um lugar vergonhoso para mostrarmos para amigos estrangeiros?

Vamos continuar na linha do projeto Marginal, plantando ipês lindos para desviar a atenção do rio?

Não compartilho com os pressupostos ideológicos do PT e — até pouco — fui filiado a um partido só, o PSDB.

Nunca pensei em me filiar ao PT, nunca aceitaria envolvimento num Conselhão de Empresários, por exemplo.

Apenas reconheço que as elites deste país sempre foram atrasadas, desde antes da ditadura, e nada fizeram de estrutural para evitar o sistema de castas que se instalou.

Nenhum de nós sabe o que é comprar na C&A e ser seguido por um segurança para ver se estamos para roubar, por sermos de outra cor de pele. Todos nós nos anestesiamos contra os barracos que passamos a caminho de GRU, com destino à Champs Élysées.

Este é um país que precisa de governo para quem tem pouco, a quase totalidade dos cidadãos.

Nós da elite, aliás, sabemos nos defender.

Depois do susto, o dólar cai, a Bolsa sobe, e voltamos a crescer.

Estou começando três negócios novos neste mês.

Qual de nós quer pertencer ao clube dos países execrados, como Filipinas, Turquia, Venezuela?

É um clube subdesenvolvido que foi criado à força, mas democraticamente, bradando segurança e autoridade forte. Soa familiar?

Quem terá coragem, num almoço da City de Londres, de defender a eleição de um capitão simplório, um vice general, um economista fraco e sedento de poder, e novos diretores de colégio militares, com perseguição de gays, submissão de mulheres e distribuição de fuzis à la Duterte?

Lembrem-se desta frase do Duterte, a respeito de uma australiana violentada nas Filipinas: “Ela era tão bonita —eu deveria ter sido o primeiro”. Impossível imaginar o Bolsonaro dizendo isso?

Colegas de elite, acordem. Não se vota com bílis.

O PT errou sem parar nos 12 anos, mas talvez queria e possa mostrar, num segundo ciclo, que ainda é melhor do que o Centrão megacorrupto ou uma ditadura autoritária. Foi assim que a Europa inteira se tornou civilizada.

Precisamos de tempo, como nação, para espantar a ignorância e aprendermos a ser estáveis. Não vamos deixar o pavor instruir nossas escolhas. O Brasil é maior do que isto, e as elites podem ficar, também. Confiem.


Ricardo Semler
Empresário, sócio da Semco Style Institute e fundador das escolas Lumiar; ex-professor visitante da Harvard Law School e de liderança no MIT (EUA)

https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2018/10/alo-companheiros-de-elite.shtml

Criatividade: vale a pena ir além dos 100% 2

Ao longo dos últimos anos, o grau de exigência (e de excelência) dos players desse nosso universo aumentou à medida que novas práticas foram introduzidas

Marcos Tadashi Uegama, Administradores.com

Quem vive o dia a dia do mercado eventos sente a necessidade de se manter próximo a pessoas que tenham um DNA criativo, que não só apresentem boas ideias, mas que também saibam tirar do papel as estratégias pensadas para cada trabalho e que sejam capazes de ir (bem) além de tudo o que for proposto. Ao longo dos anos, tenho observado que “surpreender sempre” é o mindset que separa quem “faz eventos por fazer” daqueles que são imbatíveis porque “sempre fazem bem feito”. Também percebo que quem tem esse perfil nunca se esquece que proporcionar ao contratante tudo o que ele deseja, lidando com suas expectativas e, ao mesmo tempo, garantindo qualidade nas entregas é um trabalho de imensa responsabilidade. Portanto, quem vence sabe que, acomodar-se, jamais!

Uma coisa é certa: ao longo dos últimos anos, o grau de exigência (e de excelência) dos players desse nosso universo aumentou à medida que novas práticas foram introduzidas. Isso gera uma “provocação” antes das entregas, pois só quem está por dentro das tendências e as assume em seu cotidiano consegue se destacar e fidelizar os clientes. Num segmento aberto a novidades e ansioso por elas – a bola da vez é o uso assertivo da tecnologia na condução e execução de processos – tornou-se impossível dissociar a criatividade dos recursos tecnológicos, e não adianta ter ideias fabulosas ou insights maravilhosos se não há meios efetivos de transformar isso tudo em realidade. É aí que reside o nosso grande diferencial: a capacidade de sempre assumir uma posição de vanguarda, combinando uma equipe evoluída, ideias surpreendentes e uma infraestrutura operacional de respeito.

É muito interessante (eu diria até que é curioso) fazer parte dessa engrenagem e, ao mesmo tempo, ter um distanciamento crítico para observar a maturidade do time com o qual eu lido em meu cotidiano. E, definitivamente, é esse “fator surpresa” que se enche os olhos dos nossos clientes. Eu mesmo me surpreendo constantemente. E, por mais que eu conheça os projetos a fundo e saiba quais são os planos para cada job, as minhas expectativas sempre são superadas. Invariavelmente eu me pergunto: “nossa, como isso foi possível?”. A resposta é simples: sinergia, confiança mútua e uma busca incansável pela superação. E entrosamento, que é uma coisa que só se fortalece com o tempo – o mais “novo” em nossa equipe já soma cinco anos de casa.

Transformar em realidade o que é pensado em cada projeto é bem complexo, porque muitas vezes a criação não pode se balizar muito na técnica ou ser fechada. É preciso sempre pensar fora da caixa, porque pode acontecer, por exemplo, de surgirem ideias complexas, e caberá a nós concretizar tudo o que o criativo pensou. E, justamente por eles serem bons na hora de pensar, nós temos que acompanhar em alto nível a efetivação de cada projeto. É por isso que contamos com profissionais preparados para as mais diversas áreas e atribuições, porque cabe a nós bolar soluções para que tudo aquilo que foi criado dê certo.

É incrível ser testemunha da rápida transformação que passamos em termos de maquinário. Se há 10 anos usávamos martelo, prego e escada, hoje temos máquinas bem eficientes, que são os nossos trunfos para a execução de projetos que são aprovados em um prazo cada vez mais apertado – é importante destacar que quem não tem espaço fabril adequado e equipes treinadas não consegue suprir esse tipo de demanda que o mercado impõe. Para se ter uma ideia, um martelo pneumático reduz em 70% o tempo gasto em uma montagem, fazendo com que o funcionário não sofra lesões por fadiga (por conta dos movimentos repetitivos) e dinamizando a entrega como um todo. Já as plataformas verticais trazem segurança nos processos de montagem. Outro exemplo que vale destacar é o corte CNC, que nos ajuda a viabilizar muitos projetos, uma vez que conseguimos ter cortes perfeitos e aproveitamento máximo dos materiais, gerando pouco descarte. Quem imaginava que um dia teríamos à disposição no ambiente fabril de cenografia cortes com fresas, cortes a laser e seccionadoras – e tudo em um comando único e computadorizado?

Procuramos seguir um raciocínio industrial apurado, mas sem perder o raciocínio cenográfico, e sempre investimos em tecnologia, sem esquecer a preocupação com o meio ambiente. É esse o raciocínio que se aplica à nossa fábrica, um espaço com características de um green building e que é fruto de uma cultura que prega o uso consciente de recursos e a sustentabilidade ambiental. É nesse espaço que os sonhos dos nossos clientes se tornam literalmente realidade pela primeira vez, quando realizamos a pré-montagem antes da montagem final. É uma sensação indescritível ver o brilho nos olhos dos contratantes quando eles entendem que tudo deu certo – e que tudo irá dar certo no grande dia. Já chegamos a ouvir de uma cliente que era como se ela estivesse vendo o ultrassom do seu filho antes dele nascer. Isso, definitivamente, não tem preço!

Criatividade é isso: é dar o melhor de si, é fazer acontecer, é surpreender sempre. E sempre ir além dos 100% de possibilidades, com plena consciência de que o que está ótimo pode ficar excelente.

Marcos Tadashi Uegama — Gerente de produção da GTM Cenografia

Projeto Somos Humanos é um sucesso retumbante e veio para ficar!

A tirar pelo que foi e representou o lançamento do Somos Humanos, não há quaisquer sombras de dúvidas de que esse grandioso empreendimento social será um sucesso no Maranhão e concorrerá para levar felicidade para muitas pessoas pelo estado afora, pois mais do que um projeto social, o Somos Humanos representa um projeto de vida para muitos que serão atendidos por ele.

Janderson Landim durante abertura do projeto Somos Humanos.

Uma noite para ficar na historia da cidade de São Luis.

Assim pode ser considerado o lançamento do Projeto “Somos Humanos”, realizado na noite do último sábado, 22, no hotel Rio Poty.

O evento contou com a participação de representantes de cerca de 100 municípios, momento em que foram escolhidos oficialmente embaixadores do Projeto em suas cidades, além das presenças dos artistas Sheila Melo, Raul Gazolla, Carla Diaz e Hellen Ganzarolli, que vieram para abrilhantar o evento.

Depoimentos emocionados dos artistas convidados e dos participantes, também fizeram parte do evento.

Artistas de renomes nacionais vieram prestigiar o evento em São Luis.

O idealizador do Projeto, empresário Janderson Landim, estava radiante com o sucesso do evento, que alcançou seu objetivo: o de doação e amor ao próximo.

Esse projeto já nasceu grande, e eu só tenho a agradecer a todas as pessoas que estiveram aqui conosco, fazendo parte desse momento único, e tenho certeza que daqui pra frente, mais benefícios chegarão aos 217 municípios maranhenses por meio dos nossos embaixadores. O humano mais humano, é o que nos diferencia das máquinas”, destacou Landim.

O carisma do idealizador do projeto Somos Humanos.

Anjos do Bem

No segundo dia do projeto, no domingo, 23, Janderson Landim fez uma exposição de como serão realizadas as ações nas cidades e o papel de cada embaixador na sua cidade. O idealizador do Somos Humanos denominou carinhosamente os embaixadores do projeto de “Anjos do Bem”.

Os embaixadores do Somos Humanos ou os “Anjos do bem”.

Ainda na oportunidade, foram sorteadas as cinco primeiras cidades que receberão as ações sociais do projeto, já sob a responsabilidade dos seus respectivos representantes.

A tirar pelo que foi e representou o lançamento do Somos Humanos, não há quaisquer sombras de dúvidas de que esse grandioso empreendimento social será um sucesso no Maranhão e concorrerá para levar felicidade para muitas pessoas pelo estado afora, pois mais do que um projeto social, o Somos Humanos representa um projeto de vida para muitos que serão atendidos por ele.

O Blog do Robert Lobato, como não poderia deixar de ser diferente, deseja todo o sucesso para o projeto Somos Humanos, seus idealizadores, a equipe de profissionais que o fazem ser uma realidade e, claro, aos nossos abençoados “Anjos do Bem”.

É isso aí…

ESPECIAL: Projeto Somos Humanos mobilizará o MA em torno de causas sociais e humanitárias 6

O Somos Humanos é mais do que um projeto que contempla uma gama de ações sociais e humanitárias. Trata-se, em primeiro lugar, de uma experiência de vida ou melhor dizendo de SUPERAÇÃO DE VIDA.

Vai de vento em polpa o projeto Somos Humanos.

Idealizado pelo empresário Janderson Landim, o projeto Somos Humanos tem como palavra-chave: TRANSFORMAÇÃO.

O Somos Humanos é mais do que um projeto que contempla uma gama de ações sociais e humanitárias. Trata-se, em primeiro lugar, de uma experiência de vida, ou melhor dizendo, de SUPERAÇÃO DE VIDA.

O projeto chega ao Maranhão como uma ponte de amor ao próximo entre o desejo e a realidade, e tem como objetivo atingir o maior número possível de famílias dos mais de 200 municípios maranhenses que precisam de atenção e cuidado específicos e, que , em muitos momentos, se veem sem saída.

ARTISTAS CONFIRMADOS

Para se ter uma dimensão da grandeza do projeto, na noite de lançamento do Somos Humanos os convidados contarão com a presença de alguns artistas nacionais, tais como: Helen Ganzarolli, Sheila Melo , Carla Dias e Raul Gazola

O lançamento do projeto vai acontecer nos dias 22 e 23 de setembro no HOTEL RIO POTY, em São Luís, e quer contar com sua participação; basta se inscrever no endereço eletrônico www.somoshumanos.net.br e garantir a representação do seu município no evento.

Cada representante vai se tornar embaixador de sua cidade. Será o porta-voz!
Identificando as dificuldades e particularidades da localidade.

Assista ao vídeo abaixo e conheça um pouco mais do projeto Somos Humanos, esse grande empreendimento social, a partir das palavras do próprio idealizador do projeto Janderson Landim. Confira.

Brasileiros criam debate que não existe na Alemanha

“Nazismo de esquerda”: internautas tentam “ensinar” história a alemães após vídeo da embaixada. Discussão levantada aparece há alguns anos em círculos de direita brasileiros, mas nunca existiu entre historiadores sérios.

Adolf Hitler marcha em direção ao Reichstag em Berlim no dia em que tomou posse como chanceler.

via Deutsche Welle

“Os alemães não escondem seu passado”, diz a frase inicial de um vídeo com legendas em português publicado pela Embaixada da Alemanha em Brasília publicado no Facebook há pouco mais de dez dias.

O que era para ser mais um vídeo institucional para divulgar como a sociedade alemã lida hoje com o nazismo e o Holocausto acabou virando, em meio à polarização pré-eleições, palco de ataques de militantes de direita brasileiros que não gostaram do conteúdo da peça.

Tudo porque um trecho classifica o nazismo como uma ideologia de extrema direita e cita uma frase do ministro do Exterior alemão, Heiko Mass, que diz: “Devemos nos opor aos extremistas de direita, não devemos ignorar, temos que mostrar nossa cara contra neonazistas e antissemitas.”

Para militantes brasileiros que passaram a escrever na caixa de comentários do vídeo, a embaixada e o ministro alemão estão errados em classificar o nazismo como um movimento de “extrema direita”.

“Extremistas de direita? O partido de Hitler não se chamava Partido dos Trabalhadores Socialistas? Onde tem extrema direita?”, disse um usuário, apelando incorretamente para o nome oficial da agremiação nazista, que se chamava Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães, ou NSDAP.

Outro disse: “Vindo do país de origem do Marxismo, tendo a Alemanha sido infestada por vermelhinhos no pós-guerra (…) é claro que eles vão distorcer tudo e jogar na conta da direita.” Uma rápida olhada nos perfis dos usuários que associaram o nazismo com a esquerda mostra que vários divulgam propaganda do candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL).

Entre algumas páginas e círculos de direita brasileiros, muitos deles pró-Bolsonaro, têm sido comum nos últimos anos tentar classificar o nazismo como um “movimento de esquerda”. O principal argumento para defender a tese leva em conta a presença do termo “socialista” no nome do partido.

“Se essa for a lógica, então eles também têm que afirmar que a República Democrática da Coreia (Coreia do Norte) é uma democracia e que o mesmo valia para República Democrática Alemã (antiga Alemanha Oriental comunista)”, afirma o cientista político alemão Kai Michael Kenkel, professor do Instituto de Relações Internacionais da PUC-Rio e pesquisador associado do Instituto Alemão de Estudos Globais e Regionais (Giga).

Outro argumento usado pelos propagadores da ideia do “nazismo de esquerda” também aponta para o caráter antiliberal na economia do Terceiro Reich e as características estatistas de setores do regime. A comparação ignora que regimes de direita como a ditadura militar brasileira (1964-1985) ou o antigo governo franquista da Espanha também eram estatistas, antiliberais e favoreciam uma espécie de capitalismo a serviço dos interesses nacionais, assim como o nazismo.

“Nunca tinha visto essa discussão sobre o nazismo ser de esquerda na Alemanha”, afirma Kenkel. “Lá é muito simples: trata-se de extrema direita e pronto. Essa discussão sobre ser de esquerda ou direita parece existir só no Brasil. Se você perguntar para um neonazista na Alemanha se ele é de esquerda, vai levar uma porrada”, continua. “Essa falsa polêmica demonstra que o ensino de história é profundamente falho no Brasil. Também mostra uma profunda manipulação dos fatos e um desprezo pela verdade entre alguns setores no Brasil.”

Outros usuários que comentaram no vídeo foram até mais longe, chegando a negar o Holocausto e chamar o extermínio de milhões de judeus durante o nazismo de “holofraude”. “Os supostos 6 milhões existem desde 1915 como propaganda sionista, só que não existia um culpado certo e acharam um em 1945”, disse um comentarista. O teor desse tipo de comentário levou a embaixada a reagir e responder “que o Holocausto é um fato histórico”.

Mas não só militantes que contestaram o vídeo encheram a caixa de comentários. Centenas de brasileiros também mostraram repúdio às declarações dos militantes de direita.

“Querem ensinar o padre a rezar a missa”, disse um usuário. “Todo dia um a 7 a 1 diferente”, disse outro. Vários pediram “desculpas” à embaixada da Alemanha pelo comportamento de alguns de seus compatriotas.

Na tarde desta segunda-feira (17/09), o vídeo já havia sido compartilhado 16 mil vezes e tinha mais de mil comentários. O Consulado-Geral da Alemanha no Recife também publicou a peça, e a reação foi similar: 20 mil compartilhamentos e 1.500 comentários.

Nazismo

A versão de que o nazismo seria uma ideologia de esquerda vem se espalhando há alguns anos entre páginas de direita brasileiras. Desde os anos 2000 o filósofo Olavo De Carvalho vem divulgando essa visão para seus seguidores.

O deputado Eduardo Bolsonaro (PSL), filho do candidato à Presidência Jair Bolsonaro, também afirmou em 2016 no Twitter que o “nazismo é esquerda” e usou o argumento sobre a presença da palavra “socialista” no nome do partido. Desde então, voltou ao tema várias vezes nas redes sociais sempre apontando que o nazismo está no campo da esquerda.

Recentemente, a associação do nazismo com a esquerda ganhou até mesmo adesão em páginas brasileiras de viés liberal que passaram a adotar posições mais conservadoras.

Em 2017, o direitista Movimento Brasil Livre (MBL) publicou um vídeo em que o ativista Kim Kataguiri diz que Hitler não “era de direita”, mas concedia que o nazismo também “não era de esquerda” e finalizava com um raciocínio confuso em que apontava que o nacional-socialismo seria uma espécie de “terceira via” totalitária. Vários comentaristas não gostaram que o líder do MBL não classificou o nazismo como meramente de “esquerda” e o acusaram de ser um “isentão” que se deixou levar pela “conversa de esquerdistas”.

Nos EUA, o assunto também surge em páginas de redes sociais, mas praticamente nunca foi abordado na grande imprensa e permanece relegado a páginas de direita ou fóruns. No Brasil, no entanto, algumas revistas e sites da imprensa, como o UOL, G1, Galileu, Superinteressante já abordaram a discussão e divulgaram a opinião de historiadores. Em 2015, o filósofo Leandro Karnal também abordou o assunto em um texto. Outros veículos, como o site InfoMoney e o jornal Gazeta do Povo, abriram espaço para propagadores da associação.

Na Alemanha, as poucas referências a uma discussão pública sobre o assunto na imprensa remetem a um episódio de 2012 que envolveu a ex-deputada conservadora Erika Steinbach. Na ocasião, ela disse no Twitter que o “vocês esqueceram? O nazismo era de esquerda”. Ela foi duramente criticada pela imprensa e historiadores. Anos depois, ela deixou a União Democrata-Cristã (CDU) e passou a apoiar o partido populista Alternativa para a Alemanha (AfD), que recentemente organizou manifestações xenófobas no leste da Alemanha que contaram com a presença de neonazistas.

Na Alemanha, a disputa sobre se o nazismo é uma ideologia que pode ser classificada nas convenções clássicas de direita ou esquerda é praticamente inexistente entre historiadores renomados. Os livros sérios sobre o Terceiro Reich e Adolf Hitler no país traçam a origem do movimento nazista entre as tendências racistas e nacionalistas de certos setores da sociedade alemã e a ação dos Freikorps, os grupos de paramilitares de direita que se espalharam pela Alemanha após a derrota na Primeira Guerra Mundial e que combatiam grupos de esquerda, especialmente comunistas e social-democratas.

Historiadores apontam algumas características socialistas do regime nazista para conquistar a classe trabalhadora, mas salientam que elas eram apenas um mecanismo para garantir a adesão para o verdadeiro ideal do nazismo: a luta pela supremacia da raça ariana no mundo. “Hitler nunca foi socialista”, apontou o historiador britânico Ian Kershaw na sua monumental biografia de Hitler.

Esse tipo de tática não era incomum na história alemã. Décadas antes de Hitler, o chanceler Otto von Bismarck criou na Alemanha o primeiro Estado de bem-estar social do mundo com o objetivo de garantir a lealdade da classe trabalhadora ao novo Reich alemão e esvaziar o programa do Partido Social-Democrata. Bismarck, um latifundiário, monarquista e reacionário prussiano nunca é chamado de esquerdista ou socialista.

Da mesma forma, os nazistas, que se diziam anticapitalistas, defenderam a propriedade privada e se aliaram com industriais. Mas o funcionamento de uma economia capitalista no nazismo só era tolerado se o Estado, e não o mercado, ditasse a forma de desenvolvimento econômico que tinha como objetivo final garantir a manutenção de uma máquina de guerra e a prosperidade apenas dos alemães.

Se há uma disputa sobre a natureza do nazismo na Alemanha, ela se restringe em apontar se o movimento foi uma aberração na história alemã, influenciado pelo contexto instável da época, ou resultado de uma espécie de “Sonderweg” (caminho especial) dos alemães, ou seja, algo que vinha nascendo há décadas ou talvez séculos entre um povo que estava acostumado a obedecer, que tinha tendências antissemitas e que via com desconfiança influências do exterior.

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A Deutsche Welle é a emissora internacional da Alemanha e produz jornalismo independente em 30 idiomas.

Conheça o Projeto “Somos Humanos”, que vai mudar a realidade das famílias maranhenses

Com o objetivo, em primeiro lugar, de servir ao próximo, o projeto Somos Humanos, idealizado pelo empresário Janderson Landim e abraçado por um grupo de pessoas que se disponibilizaram em levar amor às pessoas, é um conjunto de Ações Sociais continuadas que vai abranger o maior número possível de famílias dos mais de 200 municípios maranhenses.

Com o sonho de mudar realidades, o Somos Humanos vem se solidificando como uma ponte entre o desejo e a realidade.

Apresentação do Somos Humanos

O lançamento do Somos Humanos no Maranhão vai acontecer nos dias 22 e 23 de Setembro no Hotel Rio Poty e quer contar com a participação de representantes de cada município maranhense, ou seja, de cada cidade vão ser escolhidas duas pessoas – as quais se inscreveram, anteriormente, em nosso site www.somoshumanos.net.br – e convidadas a participarem do Evento e receberem Formação do Projeto Somos Humanos, no que, no tocante da apresentação do Projeto, vão ter a liberdade de expor as maiores necessidades de sua comunidade. Todas as despesas dos participantes serão pagas pelo Projeto!

A partir daí, cada representante municipal vai se tornar embaixador de sua cidade, legitimando o Projeto em sua localidade, identificando as dificuldades e particularidades da região. Desta forma, o Somos Humanos chegará ao local com uma grande rede humanitária de auxílio.

Serão ações estruturadas e intencionais, que partem da reflexão e do diagnóstico sobre uma determinada problemática de cada município e buscar contribuir, em alguma medida, para um mundo com mais possibilidades.

Ações Somos Humanos

As ações vêm com inúmeras atividades na área da saúde, educação e bem-estar, durante todo um final de semana no município: Médicos, Dentistas, Oftalmologistas, Cabeleireiro, Manicure, Atividades para crianças, Kit’s individuais.

Saiba mais

As inscrições para a participação no evento Somos Humanos podem ser feitas pelo site www.somoshumanos.net.br.

As pessoas selecionadas terão direito a: Translado vinda e volta; Hospedagem; Alimentação.

Na oportunidade do evento, haverá palestras, atividades de formação e trocas de informações entre os Embaixadores do Somos Humanos.

A ressignificação da liderança em tempos incertos

Só há uma certeza: a zona de conforto será um local que o novo líder nunca mais poderá visitar. Você está preparado?

por Irene Azevedoh, via Revista HSM

Liderança sempre foi um assunto importantíssimo para o ambiente corporativo, mas, no atual momento, tornou-se crucial. Em pesquisa recente, o #nowornever informou que 72% dos CEOs acreditam que os próximos três anos serão mais críticos para seus segmentos do que as últimas décadas. Sem falar que uma entre três empresas correm o risco de quebrar, enquanto há 50 anos esse número era de 1 em 20, segundo o Boston Consulting Group (BCG).

Esse cenário faz com que as organizações estejam em constante transformação, necessitando assim que as lideranças assumam novos papéis facilitadores da transformação. E quais serão essas novas habilidades tão almejadas pelo mercado?

Antes, conhecer o negócio era essencial para um líder. Já hoje o importante mesmo é saber navegar por ambiguidades. Isso porque a liderança muitas vezes,neste contexto de transformação, não terá um norte tão bem definido, o negócio poderá mudar muito rapidamente e também ele terá que utilizar comportamentos e habilidades que nem sempre eram requisitados, e que representavam sua zona de conforto. Por exemplo, a delegação de tarefas – porém o delegar sem perder o controle.

Os líderes precisarão também envolver-se mais com as operações, mas, de novo, sem serem controladores. Além disso, terão de promover a experimentação, só que contendo o risco – ou seja, deverão ousar para manter-se competitivos, mas sem deixar de proteger o negócio. E, antes de tudo, terão de buscar pontos de vista distintos, mas impulsionar uma ação unificada. Uma iniciativa que requer agilidade para alternância entre diálogo e ação.

Com certeza você já ouviu também que o papel do líder é incentivar o trabalho em equipe bem como a colaboração, mas dentro deste contexto de transformação, ele ganha uma nova tarefa: o de conectar a organização. O objetivo é que todos os membros trabalham em rede.

Com esses desafios, o líder precisará, então, de orientação comportamental para gerenciar em meio ao paradoxo que chamarei de navegação no “núcleo” e na “borda”. Explicando melhor estes conceitos: comportamentos que se referem a “núcleo” impulsionam a geração de resultados consistentes e exatos por meio de conhecimentos, perícia operacional e práticas comprovadas. Exemplo de comportamentos “núcleo”: desenvolvimento de planos com base em dados existentes, desenvolvimento de sistemas e políticas, ênfase em consistência e acuracidade. Enquanto comportamentos que se referem a “borda” empurram criativa e estrategicamente para áreas de risco e possibilidade. Alguns exemplos de comportamentos “borda”: prazer na inovação, tomada de decisões em conjunto, coaching do desempenho de outras pessoas, permitindo-lhes criar soluções e brainstorming de novas idéias.

Com isso, o líder que então liderava a mudança, terá também que fazer a cultura evoluir. Esse é um papel bem mais complexo,pois exigirá dele um aprofundamento no DNA da organização. Enfim, a zona de conforto será um local que esse líder nunca mais poderá visitar. Afinal, transformação exige a navegação em ambientes desconhecidos com uma única certeza: o aprendizado será constante, ou seja, estará sempre desaprendendo para aprender.

* Irene Azevedoh é diretora de transição de carreira e gestão da mudança –da consultoria Lee Hecht Harrison (LHH) para a América Latina. Escreveu este artigo com exclusividade para o site HSM Publishing.

SANTA HELENA: Prefeitura continua incentivando os Agricultores Rurais do munincípio 2

Por Gleicy Ferreira

Na manhã de hoje (01) a coordenação da Política Segurança Alimentar, representando a Prefeitura Municipal, visitou os Agricultores da Zona Rural, para traçar novos projetos para apresentação na Secretaria Municipal de Agricultura de Santa Helena.

A visita tem como objetivo instruir, ajudar, acompanhar e melhorar o cultivo dos agricultores do município, vale ressaltar que a Prefeitura já realiza vários projetos de incentivo ao produtor e inclusive conseguiu junto ao Governo do Estado recentemente, uma Patrulha mecanizada que também ajuda e muito as mães e pais de família que tiram do solo o seu sustento.

Acompanhar de perto o dia a dia das famílias rurais é uma nova forma de fazer gestão, trazer para pauta tudo que é dito por eles, porque ninguém melhor que os próprios sabem das suas necessidades.

O Plantio, a criação de animais, a fabricação da farinha, são alguns dos segmentos agrícolas que a Prefeitura de Santa Helena apoia e acredita no desenvolvimento.

“É muito importante a gente acompanhar os produtores porque eles são os responsáveis por boa parte do alimentos que chegam em nossa mesa, e é obrigação minha junto com minha equipe, está sempre sempre ao lado deles, ajudando no que for preciso, para que juntos a gente consiga melhorar cada vez mais a vida do nosso povo.” Finalizou Zezildo Almeida – Prefeito do Munícipio de Santa Helena-Ma.