Quando de pai para filho dignifica a política (OU: O exemplo de Pedro Fernandes e Pedro Lucas)

O deputado federal eleito Pedro Lucas Fernandes tem consciência das responsabilidades que estão sendo postas sobre suas costas. Mais: responsabilidades estas chanceladas pelo seu pai, inclusive de manter o legado do velho e bom Pedro Fernandes intocável!

Há um certo preconceito, sobretudo no Maranhão, quando a política se mistura com laços familiares.

Lógico que isso se deve ao longo período em que o Maranhão ficou submetido a um contexto histórico onde o ex-presidente José Sarney deixou a planície maranhense outorgando a prepostos, e depois a familiares, para em seguida, como ele mesmo gosta de dizer, “ser abençoado por Deus e chegar a presidência da República”.

A rigor, não há qualquer problema de um pai político passar para o filho o bastião desde que este aceite a trajetória política do seu genitor.

É como o pai médico que deseja que seu filho seja médico; o pai advogado advogar pelo carreira jurídica do filho; o pai cientista ver no herdeiro a continuação dos seus estudos cientifico e por vai – não coloco as carreiras de administrador e jornalista porque não vejo pai algum desejar ambas as profissões para seus filho (Rsrsrsr).

Na política, não é e nem pode ser diferente. Senão vejamos.

O deputado federal Pedro Fernandes (PTB-MA), recebeu o certificado de ‘Excelência Parlamentar’ que lhe colocou ente os 30 mais atuantes parlamentares do Congresso Nacional.

A avaliação realizada pelo site ‘Ranking dos Políticos”, leva em conta a participação nas sessões, economia de verba de gabinete, ficha limpa e qualidade legislativa.

“Nosso compromisso de representar a população foi cumprido com trabalho, ética e responsabilidade durante toda minha trajetória política. Me sinto muito honrado por ser considerado um político que contribui com o crescimento do nosso país e, especialmente, do nosso Maranhão”, avalia Pedro Fernandes.

Pois bem. A partir de fevereiro de 2019, sai de cena da Câmara Federal o deputado Pedro Fernandes e entra em cena o seu filho, o ainda vereador e deputado federal eleito Pedro Lucas Fernandes.

O jovem parlamentar, um dos que fazem parte da boa safra dos jovens políticos maranhenses – outros nem tanto -, foi anunciado, na manhã desta quarta-feira, 12, em Brasília, como o novo líder do PTB na Câmara Federal a partir de 1º de fevereiro de 2019, quando assumir o mandato.

Pedro Lucas Fernandes tem consciência das responsabilidades que estão sendo postas sobre suas costas. Mais: responsabilidades estas chanceladas pelo seu pai, inclusive de manter o legado do velho e bom Pedro Fernandes intocável!

São casos como esse que não se pode condenar, simplesmente, que passar de pai para filho as missões políticas seja algo pecaminoso, retrógrado, atrasado etc.

Ao Blog do Robert Lobato cabe reconhecer, como sempre o fez, a trajetória retilínea e proba do deputado Pedro Fernandes, bem como não ter dúvidas de que o seu filho, Pedro Lucas Fernandes, mais do que honrar o legado do pai fará uma mandato muito bom pra ele, para bancada do PTB e, claro, para o Maranhão.

É isso aí!

VÍDEO: Dr. Leonardo Sá ao lado dos consumidores pinheirenses

O deputado eleito Dr. Leonardo Sá (PRTB), usou as redes sociais para se pronunciar contrário ao projeto que aumenta até 300% na taxa de iluminação pública na cidade de Pinheiro ficando, desta forma, ao lado dos consumidores.

Originário da Poder Executivo municipal, comandado pelo prefeito Luciano Genésio (PP), o projeto foi aprovado, na manhã de ontem, terça-feira, 11, pela Câmara de Vereadores.

Todo mês vem na conta de luz de cada consumidor da CEMAR a cobrança de um valor referente a Contribuição Sobre a Iluminação Pública, antes chamada de taxa de iluminação pública. Todo valor arrecadado é repassado à prefeitura, que deveria ser aplicado na manutenção da rede elétrica etc. Mas como sabemos, cada gestor faz o que quer com esse dinheiro que sai diretamente do bolso do cidadão. Na Câmara de Vereadores de Pinheiro, hoje foi aprovada a Lei municipal que permite o aumento dessa taxa. Um absurdo cometido contra a população Pinheirense. Sou totalmente contra”, protestou Dr. Leonardo Sá, conforme vídeo abaixo. Confira:

Em artigo, advogado critica incompetência administrativa do governo Dino e a gula por impostos 2

A MISÉRIA E A DERRAMA

Por Abdon Marinho*

“Esse (péssimo) hábito de asfixiar a camada produtora da nação e/ou de se utilizar da elevação das cargas tributárias a ponto das mesmas se tornarem uma espécie de “confisco” ou mesmo, como se chegou em alguns regimes a confiscar propriedades, levou a ex-primeira-ministra britânica Margaret Thatcher a cunhar a célebre frase: “o Comunismo fracassa na hora que acaba o dinheiro dos outros”, algo mais ou menos assim”.

O MARANHÃO está mais pobre. Qualquer que seja a desculpa que apresentem pouca ou nenhuma relevância terá diante da informação divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, de que 54,10% da população maranhense vive abaixo da linha da pobreza, ou seja, em números do ano passado (2017), recebem para viver até 406 reais/mês. Destes, um número igualmente significativo é o de cidadãos que vivem no que denominam de extrema pobreza.

O instituto confirmou o que, sem a precisão dos índices, já identificara e partilhara, em diversas oportunidades, com as pessoas que leem meus textos. 

Ando o Maranhão todo, converso com muita gente. Nestes anos assisti o empobrecimento do estado e da sua gente. Qualquer hora que passemos pelas estradas maranhenses vemos multidões de cidadãos de “cara ‘pro’ vento” sentados em suas portas, nos bares, debaixo de árvores. 

Se viajo no começo ou fim de mês vejo os cidadãos, de todas as idades, aglomerados nas portas de casas lotéricas – não importa o dia da semana. Nem me pergunto o que fazem, já sei: enfileiram-se para receber o “Bolsa Família”. 

O Maranhão tornou-se um estado de mendigos, de dependentes da caridade alheia. 

Nos encontros com amigos do interior quando pergunto qual a situação econômica do município, quase sempre escuto a mesma resposta: “—Doutor, se “tirarem” o “bolsa família” metade da população morre”.

Este empobrecimento do estado não é de hoje. Vem de décadas de falta de uma política de enfrentamento da miséria e se torna mais aguda no presente momento quando, por negligencia e ambição, já perdemos parte significativa dos nossos recursos naturais. 

Neste meio tempo, destruíram os pequenos arranjos de produção agrícola e criação que levou a população à dependência das políticas assistencialistas dos governos, coroando o caos com a uma forte penetração do tráfico de drogas até mesmo nos menores povoados. 

A produção familiar da zona rural maranhense não chega nem perto do era nos anos setenta e início dos oitenta – apenas para citar o que temos de lembrança mais próxima. 

Sou filho de agricultores e como tal lembro bem que no nosso povoado, naqueles tempos, ninguém passava necessidade, pois todos tinham suas roças, com produção abundante de arroz, feijão, milho, abóbora, melancia, macaxeira; todos tinham um pequeno pomar com produção de laranja, tanja, lima, manga, carambola, etc; na criação de animais se tinha os porcos, as galinhas, os patos, as galinhas de Angola – que chamávamos de guinés –, cabras, carneiros e, os de melhor condição, até uma pequena vacaria. Mesmo os mais humildes tinham um chiqueiro com porcos e um plantel de galinhas. 

O mais interessante de se lembrar é que os cidadãos não precisavam do “governo” para viver e ter como se sustentar e a suas famílias. 

Era “feio” pedir e só quem esmolava eram os cegos ou aleijados – e ainda assim constrangidos e envergonhados, pediam desculpas ao bater numa porta para pedir. 

Toda essa fartura,  no Maranhão de hoje, foi substituída pela esmola mensal das “bolsas” e pelas pedras de crack. Não encontramos mais a velha produção familiar, não se acha uma galinha para se fazer uma canja. 

A regra é essa. O que não é isso são as exceções. 

Como dizia  este quadro de desalento não vem de hoje, não é fruto de um único governo, entretanto é igualmente falso imaginar que o atual governo nada tem de responsabilidade com o que vivenciamos. 

Chegamos ao final do quarto ano deste governo, e muito pouco – ou quase nada –, foi feito para apontar um rumo de crescimento econômico para o estado, pelo contrário as iniciativas foram, quase sempre, no sentido de fragilizar ainda mais a já fraca economia local e com isso a miséria do povo.

A falta de aptidão para a gestão e a incompreensão de conceitos básicos dos atuais dirigentes do estado têm servido como catalisadores para o aumento da pobreza. 

Em quatro anos de governo não foram capazes, sequer, de “estancar” o atraso, quanto mais apresentar propostas consistentes que promovam o desenvolvimento econômico consorciado com o desenvolvimento social. O resultado aparece nos índices. 

É elementar que não teremos desenvolvimento social, sobretudo, que reverta o quadro de pobreza tão extrema, sem que tenhamos um desenvolvimento econômico consistente. 

É isso que o atual governo “teima” em não compreender. 

A essa “incompreensão” deve ser creditada a “estratégia” governista de buscar o desenvolvimento através da elevação da carga tributária – em quatro anos já se aumentou os tributos estaduais e taxas, três vezes.

Em nenhum lugar do mundo tal estratégia funcionou. Pelo contrário onde tentaram fazer isso se afugentou empresas e se quebraram as que existiam. 

Esse (péssimo) hábito de asfixiar a camada produtora da nação e/ou de se utilizar da elevação das cargas tributárias a ponto das mesmas se tornarem uma espécie de “confisco” ou mesmo, como se chegou em alguns regimes a confiscar propriedades, levou a ex-primeira-ministra britânica Margaret Thatcher a cunhar a célebre frase: “o Comunismo fracassa na hora que acaba o dinheiro dos outros”, algo mais ou menos assim.

O governo comunista do Maranhão, parece trabalhar no sentido de dar razão a antiga premier. 

Não faz muito tempo um jornalista disse, em tom de pilhéria, mas nem por isso com menos acerto, que a única iniciativa econômica do atual governo teria sido a redução substancial da tributação de uma determinada rede de supermercados em detrimento de todas as demais. Medida esta, aliás, que teve efeito justamente oposto do, imagino eu, almejado, pois “quebrou” os demais empresários do ramo, e mesmo, os pequenos comerciantes de bairros, que ficaram sem capacidade competitiva. 

Como competir com quem paga dois por cento de imposto, se tem que desembolsar pelo menos dezoito por cento?

No comércio, setor afetado mais diretamente pelos desacertos econômico do atual governo, só os corajosos têm resistido, os demais têm “baixado as portas”. 

Basta andar pelos centros de comércio ou vias dedicadas ao ramo para constatar isso. 

Outro dia, numa ida ao Tribunal de Justiça, me pus a conferir as lojas ainda abertas na Avenida Castelo Branco, uma das movimentadas antigamente, nem um terço permanecem abertas. Fecharam quase todas. 

Após “cavarem” a atual crise com “espantosa dedicação” o atual governo acena, pela terceira vez em quatro anos, com um “pacote anticrise” composto basicamente por dois ingredientes: elevação da carga tributária sobre o setor produtivo e demagogia. Ambos custeados pelo suado dinheiro dos contribuintes. 

É fácil compreender. O governo aumenta os impostos e taxas, o que causa revolta dos contribuintes, então para tornar o “acocho” mais palatável, ele acena inserções de taxas para alguns seguimentos: proprietários de motocicletas até determinadas cilindradas; alguns itens da cesta básica; alguns microempreendedores. 

Acontece que o governo não “dar” nada a ninguém, até porque não produz um alfinete, assim, como precisa de dinheiro para custear inclusive os seus excessos, o que vai arrecadar precisa ser sempre mais, até para bancar as supostas “bondades”. 

Entenderam? No fim das contas quem acaba pagando por tudo, somos nós, os pagadores de impostos, até as supostas gentilezas. 

Agora mesmo, na hora que colocar um real de gasolina, trinta centavos e meio, tilinta no cofre do governo, sem que ele faça nada em troca na educação, na saúde, na infraestrutura, na assistência. E os indicadores estatísticos estão aí para provar. 

Mesmo aquilo que poderiam fazer para economizar nosso dinheiro não é efeito. Basta conferir os incontáveis prédios alugados para o estado, quando poderiam, perfeitamente, embora passando por alguns apertos usarem sua própria estrutura. 

Todos os dias sinto na pele o que acabo de dizer. 

Ao lado do meu escritório o governo estadual alugou o prédio do antigo Hotel Panorama, dizem que por mais de cento e cinquenta mil reais (valor que acho excessivo, pois pelo que tomei conhecimento, o Ministério Público que ocupava o mesmo espaço anteriormente, pagava cerca da metade disso). 

Não é só, o mesmo prédio ficou “parado” por quase um ano, enquanto era reformado, e como a reforma perdura, acredito que esteja sendo custeada pelo contribuinte. 

Poder-se-ia até achar normal tal situação se não existisse, a menos de 200 metros do prédio alugado, um prédio próprio do governo estadual, adquirido para funcionar, justamente, a Secretaria de Estado da Educação, por quase 30 milhões, e que se encontra subutilizado.

Ora, se ficaram quase um ano esperando (e/ou bancando) a reforma num prédio alheio, por que não reformaram, adaptaram ou mesmo construíram suas instalações no prédio do antigo Hotel São Luís, que possui uma área bem maior que o espaço que estão ocupando atualmente? 

Acredito que seria muito mais saudável para as contas públicas e não estariam “infernizando” a vida dos moradores, escritórios e clientes daquela região. 

Mesmo duas medidas que poderiam tomar para facilitar a vida das pessoas fizeram, que era prolongar a Rua dos Pinheiros até a Avenida Ferreira Gullar e interligar a Rua das Figueiras com a Rua dos Pinheiros por trás do Asilo de Mendicidade. 

Chega a ser inacreditável que num único episódio o governo estadual consiga causar tantos males as finanças públicas e as vidas dos contribuintes. 

Duvidem sempre dos bem-intencionados e dos governos, pois já sabemos os ambientes que habitam, não é?

*Abdon Marinho é advogado. 

SAÚDE: Neto Evangelista destina emenda para compra de equipamento no Hospital Aldenora Bello

O deputado estadual Neto Evangelista (DEM) visitou o Hospital Aldenora Bello, referência no tratamento de câncer no Maranhão, com o objetivo de identificar as principais necessidades e destinar emenda no valor de R$ 300mil para a aquisição de equipamentos.

O democrata foi recebido pelo vice-presidente da Fundação Antonio Dino, Antônio Dino Tavares, e pelo diretor do Hospital de Câncer, José Generoso da Silva. Eles visitaram vários ambientes da instituição, entre eles, o Laboratório de Patologia, a Brinquedoteca, além dos setores de internação, quimioterapia e radioterapia (que está sendo ampliado para duplicar sua capacidade de atendimento).

“O Hospital Aldenora Bello desenvolve um trabalho admirável no tratamento do câncer. Quero parabenizar a direção da instituição e toda equipe pela dedicação diária no sentido de conseguir manter o hospital e garantir atendimento à população mais carente”, disse Neto Evangelista.

Atualmente, o hospital faz cerca de 30 mil atendimentos por mês, uma média de 600 internações, 2.000 quimioterapias e atendimento de radioterapia em 220 pacientes.

O vice-presidente da Fundação Antônio Dino agradeceu e disse que a contribuição dará um salto qualitativo aos pacientes. “É sempre bom contar com parceiros que estejam dispostos a ajudar, reconhecendo a seriedade do nosso trabalho”, finalizou.

Assembleia Legislativa receberá o Papai Noel nesta segunda, às 18h

A Assembleia Legislativa , por meio do Grupo de Esposas de Deputados do Maranhão (Gedema), presidido por Ana Paula Lobato, convida seus servidores e o público em geral, para visitar o Palácio Manoel Beckman que, nesta segunda (10), às 18h , receberá o Papai Noel, um dos principais símbolos do período natalino, responsável por encantar, principalmente o público infantil.

A chegada do “bom velhinho” será uma atração à parte. O jogo de luzes e cores dos pisca-piscas instalados na sede do Poder Legislativo já chama a atenção de quem passa no entorno à noite.

Além do belo efeito de iluminação, um tradicional presépio também foi montado no hall de entrada da Casa , retratando o nascimento de Jesus Cristo.

Todos estes espaços poderão ser apreciados pelos visitantes no decorrer do mês dezembro, a partir das 18h.

Governadores de 11 estados podem deixar contas para sucessores

Com risco de serem punidos, nenhum dos gestores admitiu o problema de falta de recursos para honrar todos os compromissos financeiros

No ritmo atual, o Maranhão corre o risco de ficar sem caixa para cobrir os gastos do governos.

A menos de um mês do fim do mandato, 11 governadores correm o risco de deixar seus estados sem caixa para cobrir despesas realizadas em sua gestão. A prática é vedada pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e criminalizada no Código Penal, sujeita a pena de um a quatro anos de reclusão, embora até hoje ninguém tenha sido responsabilizado formalmente.

A punição foi incluída na lei para que os sucessores no cargo não encontrem uma situação de “terra arrasada” quando começarem os seus mandatos. A reportagem consultou técnicos do Tesouro Nacional para cruzar dados fornecidos pelos próprios estados ao Ministério da Fazenda e chegar à disponibilidade de caixa de cada um deles até outubro deste ano. Depois, foram estimados o volume de despesas deste ano que ficará para o próximo exercício (os chamados “restos a pagar”), uma vez que este valor também afeta as disponibilidades financeiras dos estados.

Os chefes dos poderes precisam pagar todas as despesas feitas em seu mandato. Para isso, devem quitar todos os compromissos até 31 de dezembro do último ano da gestão ou deixar dinheiro em caixa para honrar as parcelas que ficarem para seu sucessor. No entanto, muitos já admitem publicamente que não terão dinheiro, por exemplo, para pagar o 13.º salário dos servidores. A fatura ficará para os governadores eleitos. Se somadas as disponibilidade de caixa dos governos estaduais, a estimativa do rombo que deve ficar para os eleitos é de R$ 78,4 bilhões.

No ritmo atual, correm o risco de ficar sem caixa para cobrir os gastos os governos de Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Sergipe. Também estão nesse grupo São Paulo e Rio Grande do Norte, mas esses estados só apresentaram até agora os dados da execução orçamentária até agosto, de acordo com o sistema do Tesouro.

Cortar despesas
Para barrar a ameaça de descumprimento da LRF, os governos estaduais precisariam conter despesas ou cancelar restos a pagar de anos anteriores. Mas a avaliação de técnicos do governo federal é de que essa é uma tarefa difícil, uma vez que o mais provável é que os serviços contratados já tenham sido prestados. Nesse caso, cancelar a despesa corresponderia a uma espécie de “maquiagem”, com a criação de um orçamento paralelo. Por isso, o cenário pouco deve se alterar até o fim de 2018.

Além disso, as informações que constam nos Relatórios de Gestão Fiscal (RGF) e de Execução Orçamentária (RREO) usados pela reportagem para fazer o levantamento são declaratórias dos estados. Isso significa que há chance de existirem “esqueletos” a serem desvendados pelos próximos governos.

A apuração do cumprimento ou não do artigo 42 da LRF é feita pelos tribunais de contas estaduais (TCEs) no momento da análise das contas de governo e depende ainda de uma interpretação jurídica do texto legal. Esses tribunais, preenchidos por indicações políticas, até hoje não motivaram nenhuma condenação de governador por deixar rombo no caixa, embora a situação já tenha sido verificada em anos anteriores.

“O que está acontecendo com os órgãos de controle? Quem se beneficia com esse processo? Temos que fazer essas perguntas. Não há o controle externo dos tribunais de contas”, alerta a secretária executiva do Ministério da Fazenda, Ana Paula Vescovi, que passou os últimos anos lidando com o problema.

Respostas
Com risco de serem punidos, nenhum dos 11 governadores admitiu o problema de falta de recursos para honrar todos os compromissos financeiros do seu mandato, como exige a LRF.

Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Maranhão não negaram. São Paulo, Goiás, Pernambuco afirmaram que deixarão recursos em caixa no dia 31 de dezembro. Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Sergipe e Rio Grande do Norte não responderam o pedido de informações da reportagem.

O Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Norte (TCE-RN) confirmou que há “consistentes evidências” de que o estado encerrará o ano com insuficiência de caixa e um volume “significativo” de despesas deixadas para os anos seguintes, os chamados “restos a pagar”.

Rio de Janeiro
Único a conseguir a aderir ao programa de socorro federal, o estado do Rio de Janeiro deve fechar 2018 com um rombo bilionário em seu caixa. A proteção do Regime de Recuperação Fiscal não vale para o caso de um governador em fim de mandato deixar obrigações para seu sucessor sem o respectivo dinheiro para bancá-las.

O governador do Rio, Luiz Fernando Pezão (MDB), está preso preventivamente em desdobramento da Operação Lava Jato. O vice-governador, Francisco Dornelles (PP), assumiu interinamente.

Em nota, a Secretaria de Fazenda do Rio não admite nem nega o risco de descumprir a regra da LRF que exige recursos em caixa em fim de mandato para honrar todas as obrigações. Apenas cita as dificuldades financeiras do Estado e afirma que “vem cumprindo uma série de medidas de aumento de receita e de redução de despesa com o objetivo de reverter o forte desequilíbrio financeiro registrado nos últimos anos”. O órgão diz também que pagará ainda este ano o 13.º salário.

O Tribunal de Contas do Estado do Rio (TCE-RJ) informou que determinou em maio deste ano que o governo fluminense fizesse um planejamento com metas de receitas e despesas ao longo do ano para assegurar o equilíbrio fiscal exigido na LRF “de forma a não prejudicar as gestões posteriores”.

Outros estados
No Rio Grande do Sul de José Ivo Sartori (MDB), a Secretaria de Fazenda reconheceu os passivos apontados pela reportagem, mas afirma que “todo o esforço é no sentido de atender ao máximo nossos compromissos” e “deixar para o próximo governo uma herança muito melhor daquela que recebemos em 2015”. O TCE-RS não respondeu.

Em São Paulo, comandado por Márcio França (PSB), a Secretaria de Fazenda afirma que “as projeções apontadas pela reportagem estão equivocadas, não correspondem à realidade e produzem valores grosseiramente desacertados” e assegura que a atual gestão deixará dinheiro em caixa.

O TCE-SP informou que o caixa paulista estava abastecido com R$ 25,5 bilhões no fim do 4º bimestre, período analisado pela reportagem, mas reconheceu que o dado é da disponibilidade bruta – sem descontar as obrigações que o Estado terá com despesas deixadas para os próximos exercícios (os chamados restos a pagar).

Em Pernambuco, onde Paulo Câmara (PSB) se reelegeu por mais quatro anos, a Secretaria de Fazenda afirma que o governo vai cumprir a LRF. O TCE-PE não respondeu.

O governador de Goiás, José Eliton (PSDB), informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que jamais apresentou ao Tesouro dados sobre o seu fluxo de caixa. Segundo o governo goiano, o resultado fiscal deste ano será devidamente divulgado , quando ficará demonstrado que o estado cumpriu rigorosamente com o que determina a LRF.

O governo do Maranhão sob o comando de Flávio Dino (PCdoB) afirmou que os números ainda se encontram em análise e disse que o estado está fazendo todo o esforço necessário para o devido cumprimento da LRF.

(Fonte: Metrópoles)

UNEPP: Evento da entidade foi um sucesso

Nesta segunda-feira, 10, o Blog do Robert Lobato contará como foi o evento da União Nacional de Ex-prefeitos e Prefeitos do Brasil (UNEEP).

Bastante disputado, o evento aconteceu na noite de ontem, sábado, 8, no Espaço Mágico, e contou com a presença de várias autoridades públicas e privadas que abrilhantaram a segunda versão do que caminha para ser uma tradição qualificada e de credibilidade em homenagens a quem luta por um Maranhão mais justo, solidário e fraterno.

É amanhã, aqui no nosso Blog do Robert Lobato.

SANTA RITA: Ponte de Areias entra na reta final de conclusão

O prefeito de Santa Rita, Hilton Gonçalo, mais uma vez deu o exemplo de bom gestor. No sábado (8), o próprio colocou a mão na massa e ajudou na instalação da pré-laje da Ponte de Areias, ela liga diversos povoados do municipio que são cortados pelo rio Itapecurú. A obra entrou na reta final de conclusão e a expectativa é que ela seja entregue nos primeiros meses de 2019.

Hilton Gonçalo iniciou a obra de construção da ponte sobre o rio Itapecuru no ano de 2011, após um convênio entre a Prefeitura e o Governo do Estado, e tinha previsão para ser entregue em maio de 2015. Porém ao deixar o comando de Santa Rita no final de 2012, o sucessor não deu continuidade aos trabalhos.

Ao voltar a Prefeitura de Santa Rita em janeiro de 2017, Hilton colocou como meta concluir a Ponte de Areias e não havendo mais o convênio entre municipio e estado, o gestor deu continuidade as obras com os recursos próprios do poder público municipal, demonstrando seu compromisso com a população da cidade.

A Ponte de Areias para muitos é só um sonho que nunca será realizado, mas Hilton Gonçalo vai transformando em realidade uma obra, que é desejo de muitos habitantes de Santa Rita.

O prefeito ainda dá o exemplo de que além de boa administração dos recursos públicos, ele literalmente fiscaliza e ajuda nas obras do município, botando a mão na massa.

TRE-MA aprova contas eleitorais de Neto Evangelista

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MA) aprovou, na quarta-feira (05), a prestação de contas de campanha do deputado Neto Evangelista (DEM). O parlamentar concorreu ao seu terceiro mandato pela coligação “Todos pelo Maranhão 3”, sendo eleito com cerca de 50 mil votos.
As contas foram aprovadas com ressalvas, porém, consideradas insuficientes para que se cogitasse desaprovação. A cerimônia de diplomação da próxima legislatura acontece no dia 18/12, às 16h, no Centro de Convenções “Governador Pedro Neiva de Santana”.

ELEIÇÕES 2020: Enquete do blog tem boa repercussão na classe política 4

A enquete encerra no próximo dia 21 de dezembro, lembrando que o Blog do Robert Lobato fará novos levantamentos a cada seis meses até as eleições de outubro de 2020.

Continua tendo boa participação dos leitores, além de uma ótima repercussão na classe política, a enquete “Em quem você votaria para prefeito de São Luis em 2020?”, feita pelo Blog do Robert Lobato.

Até às 8h10 desta sexta-feira, 7, a enquete já contabilizava exatos 22.866 votos!

O vereador licenciado e atual secretário de Governo da Prefeitura de São Luis, Ivaldo Rodrigues (PDT), segue liderado o levantamento com 29% dos votos, o equivalente a 6.563 cliques.

O ainda deputado estadual e futuro deputado federal Eduardo Braide (PMN) está em segundo lugar com 5.537 votos ou 29% da escolha dos leitores.

Em terceiro lugar, aparece o deputado estadual reeleito Wellington do Curso (PSDB) com 5.306 votos, ou seja, 23% do total da votação.

A enquete encerra no próximo dia 21 de dezembro, lembrando que o Blog do Robert Lobato fará novos levantamentos a cada seis meses até as eleições de outubro de 2020.

Então, continue participando e comentando sobre os números desta primeira enquete do nosso Blog do Robert Lobato.

É isso aí.