CPI do BNDES quer ouvir Eike Batista e os irmãos Joesley e Wesley Batista

Marcos Oliveira/Agência Senado

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito que investiga supostas irregularidades no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) deve se reunir na próxima quarta-feira (18), às 14h30, para apreciar requerimentos do senador Roberto Rocha (PSDB-MA) de convite aos irmãos Wesley Mendonça Batista e Joesley Mendonça Batista a prestar esclarecimentos à CPI. Os dois são acionistas controladores do Grupo J&F, do qual faz parte a JBS. O senador pretende esclarecer as circunstâncias da liberação de empréstimos de até R$ 8 bilhões ao grupo pelo BNDES, e de investimentos realizados pela BNDESPAR, diretamente ou por meio das empresas controladas pelo grupo. Com o mesmo intuito, outro requerimento a ser avaliado convida o presidente do Grupo EBX, Eike Batista, que recebeu recursos superiores a R$ 10 bilhões.

O senador Airton Sandoval (PMDB-SP) também requer informações sobre a instalação e o funcionamento de escritórios do BNDES no exterior e os empréstimos efetuados pela empresa para projetos executados fora do país, como em Angola e na Venezuela.

Segundo Sandoval, os requerimentos visam investigar possíveis irregularidades nos empréstimos concedidos pelo BNDES no exterior, e apurar a responsabilidade do Conselho Fiscal na avaliação dos resultados obtidos pelas decisões do Banco em relação à sua estrutura administrativa. O senador pretende obter informações como a quantidade de escritórios do BNDES abertos fora do país, sob quais critérios as cidades foram escolhidas, quais permanecem abertos e a relação custo-benefício de se manter esses escritórios em atividade, entre outros pontos.

A reunião deliberativa acontecerá no Plenário 3 da ala senador Alexandre Costa.

(Fonte: Agência Senado)

Deputados levam a crer que Márcio Jardim caiu da Sedel pelos seus méritos. Que coisa!

A partir dos pronunciamentos dos parlamentares, chega-se à conclusão que Márcio Jardim caiu pelas suas qualidades e méritos. Como diria um secretário de Estado xará do agora “ex” da Sedel: Que coisa!

Ontem, durante sessão plenária na Assembleia Legislativa, os deputados Rogério Cafeteira (PSB), Roberto Costa (PMDB) e Othelino Neto (PCdoB) elogiaram o desempenho do professor Márcio Jardim (PT) frente ao período que esteve no comando da Secretaria de Estado de Esporte e Lazer (Sedel).

Coube ao líder do governo Rogério Cafeteira inciar os elogios ao ex-secretário afirmando que: “Márcio Jardim à frente da Sedel ele fez um grande trabalho. E tenho certeza de que, como um guerreiro, como um lutador, vai seguir seu caminho com o PT, cerrando fileiras junto ao governador Flávio Dino em 2018 e tenho certeza, também, que como um lutador ainda será agraciado com grandes vitórias”.

Em seguida, o “sarneysista” Roberto Costa reforçou as palavras do líder governista ao afirmar: “Márcio Jardim é um companheiro nosso antigo, que sempre militou dentro do movimento estudantil, dos movimentos sociais em São Luís, apesar de nossas posições políticas sempre de lados opostos, mas sempre mantivemos o respeito e admiração. E o Márcio, eu sempre dizia que ele precisava de uma oportunidade para mostrar toda sua capacidade, a sua competência e o seu compromisso com o estado do Maranhão. E ele, como secretário de Esporte, fez um grande trabalho à frente da Sedel”.

Por fim, o vice-presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, Othelino Neto arrematou: “Não poderia deixar de registrar com veemência o papel, o trabalho feito pelo agora ex-secretário Márcio Jardim à frente da Secretaria de Esportes. Márcio Jardim é um quadro político de grande valia, que cumpriu bem a sua missão, agora cumprirá outra missão. E certamente o fará com a competência de sempre. “.

O Blog do Robert Lobato não tem quaisquer motivos para duvidar da sinceridade dos referidos parlamentares, pelo contrário, até reforçaria as loas ao professor Márcio Jardim. Aliás, este humilde blogueiro já havia elogiado o desempenho do petista como gestor da Sedel,embora, também, tenha criticado práticas questionáveis de alguns dos seus auxiliares mais próximos – lamentavelmente perdemos alguns post nos arquivos por irresponsabilidade do antigo serviço de hospedagem do nosso blog.

O fato é que, a partir dos pronunciamentos dos parlamentares acima, chega-se à conclusão que Márcio Jardim caiu da Sedel pelas suas qualidades e méritos.

Como diria um certo secretário de Estado xará do agora “ex” da Sedel: Que coisa!

ELEIÇÕES 2018: Pesquisa “Tabajara” é desmoralizada pela “voz roucas das ruas” 6

A pesquisa foi contratada pela ‘facção’ da TV Difusora controlada pelo Palácio dos Leões.

Não demorou 24 hora para que a última pesquisa “Tabajara”, encomendada pelo Governo do Maranhão, fosse desmoralizada pelo povo.

A pesquisa foi contratada pela ‘facção’ da TV Difusora controlada pelo Palácio dos Leões. Ocorre que na mesma emissora é transmitido o programa Algo Mais, que tem o quadro Conversa Franca, apresentado pelo jornalista e blogueiro Diego Emir. E foi bem aí que coisa pegou!

É que os governistas amanheceram esta segunda-feira tudo sassariqueiros com mais um resultado “positivo” de mais uma pesquisa da desconhecida Data Ilha, com direito até “memes” compartilhados pelo chefe da comunicação oficial, jornalista Márcio Jerry.

Só que aí o jornalista Diego Emir resolveu ouvir a “voz rouca das ruas” para comprovar se os números da tal Data Ilha encontravam eco no seio do povo. Vejam no que deu. (Rsrsr).

O Maranhão na encruzilhada do atraso

Via, Abdon Marinho*

“Embora o cidadão comum não consiga identificar muito bem, os dois postulantes, tanto a ex-governadora, Roseana Sarney, quanto o atual governador, Flávio Dino, têm estilos parecidos de governar: voltado para as práticas do passado e não apontam um rumo de desenvolvimento para o futuro, como fizeram os políticos do Ceará e mesmo do Piauí.”

DIZIA o saudoso Rui Barbosa que “a palavra é o instrumento irresistível da conquista da liberdade”. Uso-a no frontispício do meu site.

Há alguns anos resolvi que era hora de expor o que penso publicamente, usar a palavra para dar o meu testemunho sobre os dias que vivemos. Minha opção foi pela palavra escrita.

Em todos estes anos, por onde passo, escuto uma pergunta recorrente: – você não tem medo de escrever estes textos?

Ouço tal inquisição de médicos, advogados, servidores públicos, estudantes, cidadãos comuns.

Já ouvia muito isso no governo da senhora Roseana Sarney e, agora, até com mais frequência, no governo do senhor Flávio Dino.

Somente o fato de alguém, a essa altura do século 21, fazer tal pergunta é motivo de preocupação para cidadãos de bem – e que coloca em xeque o discurso de que vivemos uma democracia plena.

Democracia onde as pessoas temem a liberdade de expressão?!

Se as pessoas não se sentem confortáveis para dizerem o que pensam por temerem represálias por parte dos donos do poder é de se perguntar que espécie de democracia é essa que tanto se propala.

Existem razões palpáveis para que a “cultura do medo” esteja tão presente na vida dos cidadãos, a ponto de alcançar as pessoas indistintamente, de diversas profissões ou atividades?

A leitura que faço a partir dos questionamentos que recebo é que, os cidadãos, efetivamente, não se sentem livres, e, pelo menos no aspecto da liberdade de expressão, enxergam os dias atuais com mais temor ou pessimismo que os anos do que ficou conhecido como sarneysmo.

E, nem falemos da Era anterior, o vitorinismo, já que a grande maioria dos vivos só a conhece através dos livros de história.

Acredito que o temor ainda sentido pelos cidadãos, decorra do fato dos integrantes do atual governo – e toda sua mídia –, disseminarem a ideia que vivemos sobre a égide de outra Era, o dinismo. Isso, apenas uma nova Era, uma continuidade das anteriores.

Para os cidadãos que me param nos corredores é como se Maranhão apenas tivesse mudado de donatário. Tivemos o vitorinismo, o sarneysmo, e agora, pasmem, o dinismo.

A percepção é, na essência, que o chicote apenas tenha mudado de dono.
Faz sentido essa percepção dos cidadãos? Talvez. Lembro que nos primeiros meses do atual governo até escrever artigo na capa de jornal (no caso o Pequeno), o governador fez, copiando a prática do senador Sarney n’O Estado do Maranhão.

Depois de falar diversas vezes, levaram a coluna semanal para a página 4. Seria um indício?

As “eras” anteriores ficaram reconhecidas pelo patrimonialismo, pela utilização dos poderes do estado em benefícios de uma minoria. Mas, será que isso é muito diferente do que vemos hoje, onde pessoas que, se deixadas por sua conta não se elegeriam a inspetores de quarteirão e, pelo poder ou cargos que acumulam, são cotados para serem os mais bem votados?

Outro dia li (e até agora ninguém desmentiu), que se negocia a colocação da esposa de determinado secretário como suplente de senador de um dos candidatos majoritários apoiados pelo governo. Li, ainda, sobre as inúmeras nomeações de parentes, aderentes, etc.

Isso é muito diferente do filho do senador ser seu suplente? Da esposa ser deputada? Do genro ser deputado? Do filho do deputado federal ser deputado estadual? Dos amantes – de quaisquer dos sexos, abaixo o preconceito! – serem nomeados para este ou aquele cargo comissionado, muitas vezes, para, sequer trabalhar? Ou eleitos para mandatos pelo poder dos amásios? Continuar lendo

Roberto Rocha analisa situação da segurança no MA

Segurança: um pacto pela verdade (publicado originalmente no Jornal Pequeno, edição de domingo, 15)

“Pior, nos limites do grotesco, foi a nota do Governo debitando a conta ao governo anterior. Ou seja, exatamente o oposto do que fez o governador de São Paulo, isentando o adversário, aqui no Maranhão a culpa foi jogada sobre a adversária política. Custava admitir o absurdo, punir os agentes, chamar a si a responsabilidade e acenar com soluções para o futuro?”

Há certos temas que parecem estar sempre no ponto cego das políticas públicas. O mais grave deles, certamente, é a questão da segurança. Apesar de ser, hoje, uma tragédia social, apontada em todas as pesquisas de opinião como a preocupação central da população, o tema continua desafiando gestores públicos, governantes, lideranças e organizações sociais.

Basta ver que quando se trata da saúde, da educação ou do meio ambiente, há centenas, senão milhares de ongs dedicadas a essas causas. A segurança, no entanto, não merece esse prestígio.

Talvez por estar enraizada na nossa estrutura social desigual, com enormes dívidas de cidadania, o fato é que a execução das políticas de segurança é tributária de um modelo de contenção social, de viés militar, baseado no uso da força, das ações policiais armadas, da lógica repressiva.

Há boas experiências em curso, baseadas noutra lógica, como é o caso do gerenciamento dado pelo Governo de São Paulo, que vem registrando sucessivas baixas nos índices de homicídios. Esse resultado é fruto de ações permanentes desenhadas no Plano de Combate aos Homicídios, seguido do fortalecimento das agências policiais e o uso de projetos de tecnologia e inteligência policial.

Mas para que essas ações deem resultado, há que ter uma nítida cadeia de comando, atuando com metas claras e o reconhecimento real do problema.

Ainda esta semana o governador Geraldo Alckmin afastou um delegado, sem alarde e sem espetacularização, pelo fato do agente ter excedido de suas funções, ao promover uma ação de busca a partir de uma denúncia anônima. E, vale dizer, essa ação atingia o filho do ex-presidente Lula, um adversário político.

Bem diferente do que vimos esta mesma semana no Maranhão. Aqui, agentes da lei enjaulavam seres humanos numa horrenda cena pública de humilhação e barbárie. A morte trágica de um empresário, encarcerado por um simples incidente de trânsito, desencadeou protestos pelo Brasil todo, merecendo aqui, no entanto, um eloquente silêncio da Secretaria de Direitos Humanos do Estado.

Pior, nos limites do grotesco, foi a nota do Governo debitando a conta ao governo anterior. Ou seja, exatamente o oposto do que fez o governador de São Paulo, isentando o adversário, aqui no Maranhão a culpa foi jogada sobre a adversária política. Custava admitir o absurdo, punir os agentes, chamar a si a responsabilidade e acenar com soluções para o futuro?

A segurança tem que ser entendida como um bem público, cujo centro está na cidadania. Há que se redefinir o pacto federativo, dando condições para os municípios também atuarem, em conjunto com os governos Federal e Estadual. Eu mesmo já propus uma alteração na Constituição (PEC 33/2014) definindo dotação orçamentária para os entes municipais. O projeto já foi aprovado na CCJ e aguarda votação no plenário.

Transformar o paradigma de segurança exige continuidade das políticas públicas, planejamento, modernização de sistemas e mobilização social. E, principalmente, um pacto de verdade entre o Governo e os cidadãos, É necessário que através desse pacto o Governo gere informações estatísticas confiáveis, reconheça a gravidade do problema e não escamoteie as responsabilidades pelas quais o povo, soberanamente, lhe outorgou o mandato.

*Roberto Rocha* senador da República.

ELEIÇÕES 2018: A expressão do desespero comunista 2

Como sabem que não terão vida fácil em 2018, que o sonho de disputar apenas contra Roseana Sarney (PMDB) foi por água abaixo, agora os comunistas resolveram colocar todos os seus adversários no mesmo cofo sarneysista.

O secretário de Estado da Articulação Política e da Comunicação, Márcio Jerry, amanheceu a sua segunda-feira de trabalho (?) compartilhando, em grupos de WhatsApp, esse material aqui:

Mais uma pesquisa “Tabajara”: o desespero comunista aumenta a cada dia.

A peça, produzida nas masmorras do Palácio dos Leões, visa, claro, confundir a população através da surrada narrativa de que qualquer candidatura que se meter no meio das pretensões de releição de Flávio Dino (PCdoB) é considerada “do Sarney”.

Logo, não será de surpreender quando o PSTU, PSOL, PCB, PCO etc lançaram seus nomes para governador em 2018, a lista dos “candidatos do Sarney” aumente consideravelmente. O nome disso é canalhice que, aliás, uma das marcas da comunicação desse governo.

Como sabem que não terão vida fácil em 2018, que o sonho de disputar a eleição apenas contra Roseana Sarney (PMDB) foi por água abaixo, agora os comunistas resolveram colocar todos os seus adversários no mesmo cofo sarneysista.

No que pode ser considerada a máxima expressão do desespero comunista.

Que só tende a aumentar até outubro de 2018…

ELEIÇÕES 2018: Blogueiro caxiense vê em Roberto Rocha opção mais viável para o MA 4

Assim como esse jovem blogueiro de Caxias, outros tantos maranhenses começam a despertar para uma realidade inconteste: a de que o Maranhão deseja sair desse “Fla-Flu” que só interessa ao establishment comunista.

Muito interessante o artigo da lavra do blogueiro Ludwig Almeida, publicado neste domingo, 15, no seu blog.

Na avaliação do talentoso blogueiro, cuja credibilidade extrapola a Região Leste do estado, o senador Roberto Rocha (PSDB) “pode ser o político que o Maranhão precisa para assumir o governo e inaugurar um novo ciclo de desenvolvimento para o estado, onde as potencialidades econômicas de cada região sejam levadas em consideração de fato através de projetos viáveis, sem “lero-lero” ou “gogó”, como estamos acostumados ver”.

Ludwig Almeida, que afirma ainda não ter candidato a governador, admite, porém, que o perfil de uma candidatura como a de Roberto Rocha pode conquistar o seu voto na medida que está “convencido de que o povo do Maranhão, e olha que resido numa região de grande densidade eleitoral, assim como demonstra não querer voltar ao passado sarneysista, também já começa a dar sinais que não deseja manter o comunismo à frente do governo estadual”.

Assim como esse jovem blogueiro de Caxias, outros tantos maranhenses começam a despertar para uma realidade inconteste: a de que o Maranhão deseja sair desse “Fla-Flu” que só interessa ao establishment comunista.

Fiquem com a íntegra do equilibrado texto de Ludwig Almeida:

Roberto Rocha caminha para ser o próximo governador do Maranhão

Ainda não defini em quem irei votar para governador em 2018, sei apenas em quem não votarei.

Mesmo sem ter ainda candidato a governador, não posso deixar de reconhecer que entre os nomes colocados até aqui, o do senador Roberto Rocha (PSDB) é o que mais se aproxima do que o Maranhão precisa para poder sair dos grilhões do atraso e rumar para dias mais prósperos do ponto de vista do desenvolvimento econômico e, por conseguinte, de mais justiça social.

Roberto Rocha tem demonstrado ser um político que conhece a fundo os problemas do Maranhão e, o que é melhor, sabe apontar caminhos através de soluções viáveis e factuais – o projeto da Zona de Exportação do Maranhão (ZEMA) é um bom exemplo.

O senador conhece o estado em números e, pelo que chega ao meu conhecimento, ele acaba de receber um estudo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), ligado ao Ministério de Planejamento, com dados socioeconômicos fresquinhos da hora sobre o nosso estado.

Estou convencido de que o povo do Maranhão, e olha que resido numa região de grande densidade eleitoral, assim como demonstra não querer voltar ao passado sarneysista, também já começa a dar sinais que não deseja manter o comunismo à frente do governo estadual.

A solução, nesse caso, é uma saída por uma terceira alternativa que consiga ir além desse “bipartidarismo” implantado no Maranhão que só beneficia aqueles que querem o poder real não para construir um projeto de sociedade e de vida para os maranhenses, mas tão somente manter seus projeto de poder, pura e simplesmente.

Nesse sentido, o senador pode ser o político que o Maranhão precisa para assumir o governo e inaugurar um novo ciclo de desenvolvimento para o estado, onde as potencialidades econômicas de cada região sejam levadas em consideração de fato através de projetos viáveis, sem “lero-lero” ou “gogó”, como estamos acostumados ver.

Sem falar numa necessária transformação na cultura política deste estado, onde, infelizmente, o medo ainda é arma principal utilizada por quem reside no Palácio dos Leões, e que ao invés de fazer da política um instrumento para mudar a vida da população para melhor, é usada como arma para dominar e amedrontar adversários e mesmo aliados!

Por tudo isso, não posso de deixar de reconhecer que o Roberto Rocha pode estar caminhando para ser o próximo governador do Maranhão.

E até outubro de 2018, quem sabe, com o voto deste humilde blogueiro caxiense.

MEDIOCRIDADE: Enquanto gente está morrendo nos “gaiolões” espalhados pelo MA, o secretário de Direitos Humanos comemora inauguração de poço 6

Ao que parece, há uma seletividade nos movimentos de diretos humanos, pois quando a vítima é um marginal logo saem em defesa e pedindo punição às autoridade públicas, mas como nesse caso do gaiolão de Barra do Corda a vítima foi um empresário, aí neguinho cala boca.

É de deixar qualquer um embasbacado o silêncio do secretário de Direitos Humanos, Francisco Gonçalves, sobre a morte do empresário Francisco Ediney, ocorrida numa delegacia na cidade do Barra do Corda.

Francisco Ediney morreu depois de passar várias horas exposto ao sol no “gaiolão da tortura” sem sequer ter o direito de tomar água e os remédios para hipertensão.

O clima em Barra do Corda é de total indignação até porque o senhor Francisco Ediney era tido como um homem de bem e muito querido na cidade, tanto que houve um grande protesto na cidade logo após a sua morte e neste sábado, a partir das 17h, está prevista outra grandiosa manifestação em protesto pela morte do empresário e contra a omissão do Governo do Estado em relação ao caso.

Gailões em quanto “política de Estado”

Existem pelo menos uns 50 “gaiolões da tortura” espalhados pelo Maranhão. O episódio de Barra do Corda, portanto, não é um caso isolado.

Segundo um experiente delegado da Polícia Civil, já aposentado, em conversa com o Blog do Robert Lobato, a prática dos gaiolões funciona “quase como uma política de Estado do sistema prisional maranhense”.

Ora, se é assim como o diz o delegado aposentado então conclui-se que a tal “herança maldita” deixada pela ex-governadora Rosana Sarney (PMDB), como os comunistas gostam de vociferar, não é tão maldita assim, já que o atual governo segue com a mesma política dos “gaiolões da tortura”.

Além do silêncio sepulcral do secretário Francisco Gonçalves, que prefere ir para as redes sociais comemorar inauguração de poço, chama atenção também o silêncio de personalidades notórias que militam pelos direitos humanos, tais como Wagner Cabral, Luis Antônio Pedrosa, Digo Cabral, Josiene Gamba entre outros.

Ao que parece, há uma seletividade nos movimentos de diretos humanos, pois quando a vítima é um marginal logo saem em defesa e pedindo punição às autoridade públicas, mas como nesse caso do gaiolão de Barra do Corda a vítima foi um empresário, aí neguinho cala boca.

O fato é que esse caso de Barra do Corda ainda vai dar muito o que falar.

Continuem em silêncio ou não o secretário de Direitos Humanos do Governo do Maranhão e entidades e personalidades que atuam na área.