O PT e o governo Bolsonaro: Uma reflexão 4

Fazer oposição sistemática e cega a um governo que promete fazer algumas reformas que o Brasil precisa não é algo inteligente da parte do PT. Basta lembrar dos anos 90 quando o partido de Lula boicotou projetos importantes implementados pelo governo FHC, inclusive o Plano Real, mas que anos depois viria tirar proveito para fazer a revolução social no país durante os governos Lula e Dilma.

A eleição presidencial de 2018 colou o PT na oposição ao atual governo federal sob o comando de Jair Bolsonaro.

Ocorre que não é somente o resultado eleitoral que empurra o PT para fazer oposição, mas principalmente as linhas e concepções políticas e ideológicas que separam o partido das posições do atual presidente.

Todavia, o PT não é mais aquele partido dos anos 80/90 quando basicamente a sua tarefa estratégica era de fazer oposição aos governos de então e pautar temas caros à sociedade como justiça social, inclusão, combate à fome, fortalecimento da cidadania, entre outros que historicamente foram negligenciados pelas elites deste país. Foi nesse contexto que o partido cresceu e se tornou o que é hoje.

O PT passou 14 anos no poder central da República e sabe o quanto é difícil gerir um país com as complexidades do Brasil. A experiência adquirida durante todo esse tempo que foi governo obriga o petismo ao menos dialogar com o atual governo quando estiver em jogo projetos de interesse do país e do Estado brasileiro.

Fazer oposição sistemática e cega a um governo que promete fazer algumas reformas que o Brasil precisa não é algo inteligente da parte do PT. Basta lembrar dos anos 90 quando o partido de Lula boicotou projetos implementados pelo governo FHC, inclusive o Plano Real, mas que anos depois viria tirar proveito para fazer a revolução social no país durante os governos Lula e Dilma. Ou seja, o governo FHC fez reformas que jamais o PT as fariam se tivesse vencido quaisquer das eleições que disputou antes de 2002.

Da mesma forma, o PT pode tirar proveito das reformas que estão sendo propostas pelo governo Bolsonaro caso o partido volte ao poder daqui a quatro anos, por que não?

Fazer oposição, repito, é uma exigência das urnas que foi imposta ao PT, porém não significa que isso deve ser feita de forma irresponsável e burra.

É a opinião do Blog do Robert Lobato.

SEGUNDO MANDATO: Novas promessas e críticas a Bolsonaro marcam posse de Flávio Dino 4

Para não perder o costume de tentar chamar a atenção da mídia nacional, Flávio Dino fez críticas indiretas ao presidente Jair Bolsonaro e ainda tirou onda com o governo do “capitão”.

Novas promessas, muitas das quais que poderiam ter sido implementadas no primeiro mandato, e críticas ao presidente Jair Bolsonaro deram a tônica dos discursos de posse de Flávio Dino para o segundo mandato de governador do Maranhão.

O comunista garantiu que no segundo mandato terá mais zelo com o “equilíbrio fiscal de receitas e despesas”, avançará nos quesitos transparência e honestidade, além de que manterá respeito aos direitos humanos.

No geral, os discursos de Flávio Dino, tanto no ato de posse na Assembleia Legislativa do Maranhão quanto da sacada do Palácio dos Leões, pareciam mais que o governador reeleito estava assumindo um primeiro mandato, já que ouviu-se mais promessas de “boas novas” do que uma prestação de contas, ainda que sumária, sobre o que foi feito de grandioso nos primeiros quatro anos de sua gestão.

Indiretas a Bolsonaro

Para não perder o costume de tentar chamar a atenção da mídia nacional, Flávio Dino fez críticas indiretas ao presidente Jair Bolsonaro e ainda tirou onda com o governo do “capitão” afirmando que está disposto a emprestar dinheiro do estado para finalizar construções de creches remanescentes do governo Dilma, mas que encontram-se paralisadas nos municípios.

“Sou defensor da democracia, não acredito em guerra, em ódio ou em armas (…) Amanhã  [hoje, quarta-feira, 2] vou dirigir ofício ao Ministério da Educação oferecendo ajuda financeira para a conclusão de creches federais paradas em nosso Estado”, discursou,.

E assim foi, em síntese, a festa de posse do segundo mandato do governador Flávio Dino. Que, aliás, já vazou do Maranhão para curtir merecidas férias até porque ninguém é de ferro.

Nem o gordinho comunista.

Em cerimônia no Congresso Nacional, Bolsonaro é empossado presidente do Brasil

O capitão da reserva do Exército Jair Bolsonaro, de 63 anos, tomou posse na tarde desta terça-feira, 1º, como presidente da República para um mandato que vai até 31 de dezembro de 2022.

“Com humildade volto à Casa onde por 28 anos me empenhei em servir a nação brasileira”, disse Bolsonaro em seu primeiro discurso.

“Agradeço a Deus por estar vivo”, afirmou.

Daqui a pouco a análise do Blog do Robert Lobato.

Em 2019, Brasil será o país que mais tributa empresas

França, que hoje lidera o ranking feito pela OCDE, anunciou uma queda na alíquota de imposto sobre o lucro dos atuais 34,4% para 25% até 2022; no Brasil, taxa é de 34%

BRASÍLIA – O Brasil vai entrar 2019 no topo da lista dos países com a maior alíquota de imposto sobre o lucro das empresas em todo o mundo. A França, que hoje lidera o ranking, promoverá um corte já anunciado pelo presidente Emmanuel Macron, que prevê queda dos atuais 34,4% para 25% até 2022. A alíquota que incide sobre o lucro das empresas no Brasil (cobradas pelo Imposto de Renda e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido) é de 34%.

O levantamento foi feito pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), grupo de países com economias mais desenvolvidas do mundo e que tem as alíquotas mais elevadas globalmente. O Brasil não faz parte da organização, mas pleiteia uma vaga.

A ventania global de redução da carga tributária das empresas ganhou velocidade ao longo de 2018 com a adoção de uma política mais agressiva por Estados Unidos, Bélgica e França. A equipe econômica do presidente eleito Jair Bolsonaro já adiantou que mudanças nessa área estão em estudo para aumentar a produtividade e o crescimento da economia.

O assunto é tema do mais amplo estudo especial que está sendo elaborado pela Instituição Fiscal Independente (IFI) do Senado Federal e será divulgado em breve para servir de subsídio ao debate da reforma tributária.

Para o diretor executivo da IFI, Felipe Salto, o Brasil tem um sistema tributário muito complexo, com carga elevada, que dificulta a vida de quem produz. “A IFI não sugere o menu. Nada impede que a gente opine sobre o cardápio que está na mesa.”

Historicamente, a queda das alíquotas vem ocorrendo desde as décadas de 70 e 80 em função de competição dos países por investimentos internacionais. Foi uma forma também de os países lidarem com o movimento das multinacionais de “mover lucros” para paraísos fiscais, o que reduz a arrecadação.

Com a crise internacional e a necessidade de ajustes fiscais, os países que adotaram essa prática, entre 2008 e 2015, compensaram a redução da carga tributária nas empresas com o aumento da tributação nas pessoas físicas para não terem grande perda de arrecadação.

Segundo Rodrigo Orair, especialista no tema e diretor da IFI, a partir de 2016, muitos desses países já resolveram o problema fiscal e passaram a se preocupar com o crescimento econômico, adotando uma política mais agressiva de queda.

A Irlanda puxou a fila ao jogar a alíquota para 12,5%. E depois vários países anunciaram mudanças para patamares mais baixos. A maior queda foi verificada nos Estados Unidos, que reduziu abruptamente a alíquota do Imposto de Renda cobrado das empresas de 35% para 21% em 2018.

Reforma tributária
Para Orair, os países estão reduzindo a alíquota chamada estatutária (que não considera as deduções previstas na legislação), mas ao mesmo tempo estão limitando algumas deduções do IR das pessoas jurídicas, ampliando a base de incidência ou fazendo uma série de revisão dos benefícios tributários. Segundo ele, a reforma tributária do presidente dos EUA, Donald Trump, reduziu um volume grande de deduções que as empresas podiam fazer.

A expectativa é que o Brasil siga a política de Trump. “A grande dúvida é se o time de Paulo Guedes vai compensar total ou parcialmente tributando dividendos na pessoa física ou limitando os juros sobre capital próprio”, diz Orair.

A equipe econômica do governo Temer chegou a elaborar uma proposta de mudança, mas não houve tempo de enviar ao Congresso. “O tempo acabou e não tivemos ambiente político para encaminhada essa discussão. Agora cabe ao próximo governo”, diz Eduardo Guardia, ministro da Fazenda. Segundo ele, a proposta foi apresentada à equipe de Paulo Guedes, seu sucessor no cargo.

(Fonte: Estadão)

2019: uma nova oportunidade

Por Eden Jr.*

Passada a corrida eleitoral, com a eleição de Jair Bolsonaro (PSL) para a Presidência da República, e na iminência de sua posse, é chegado o momento das projeções para o cenário econômico. Depois de uma disputa marcada pelo extremado acirramento político e por alguns ingredientes poucas vezes vistos – como a eleição de Bolsonaro pelo nanico PSL e o sufrágio de um candidato dito de vertente liberal na economia, mesmo que essa conversão seja recente e ainda duvidosa – 2019 se apresenta como uma nova vereda para superarmos a crise que ainda castiga duramente a população.

Os mais recentes números trazem uma conjunção de perspectivas auspiciosas e outras que sugerem mais cautela em relação aos desdobramentos econômicos. Segundo o último resultado do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho, no mês de novembro foram criados 58.664 empregos com carteira assinada. É o melhor resultado para esse mês desde 2010 e também é o 11º mês seguido em que há mais admissões que demissões (criação de empregos formais).

A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – que inclui os empregos informais – vai na mesma direção e informa que a taxa de desocupação no Brasil ficou em 11,7% no trimestre encerrado em outubro e há 12,3 milhões de brasileiros desocupados. Na pesquisa anterior havia 11,9% de desemprego e 12,5 milhões de desempregados, o que revela discreta melhora nessa área. Contudo, cálculos da Consultoria Schwartsman e Associados indicam que, se a economia do país tiver crescimento médio de 2,5% ao ano de agora em diante o nível de desemprego só voltará aos patamares de 2014 (6,8%) em aproximadamente 10 anos.

Para o comportamento da economia como um todo, o último Boletim Focus do Banco Central indica que o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro vá aumentar 2,5% no ano que vem e 1,5% em 2018. O Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da Fundação Getúlio Vargas (FGV), e o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) fazem apostas parecidas, projetando um crescimento entre 2,4% e 2,7% para 2019. Contudo, algumas incertezas ainda pairam tanto no ambiente econômico interno quanto externo e no que diz respeito à esfera política.

Em relação às questões econômicas domésticas, o encaminhamento da superação dos déficits fiscais provoca dúvidas. O desequilíbrio na Previdência, a maior fonte de desajustes nas contas públicas, é de difícil solução. Apesar de o Governo Federal registrar um superávit de R$ 99 bilhões até novembro deste ano, o déficit do INSS foi de R$ 186 bilhões, o que levou as contas da União a um rombo de R$ 87 bilhões (Dados do Tesouro Nacional). Ademais, apesar de o presidente eleito ter se convencido da imprescindibilidade da reforma, não sabe exatamente ainda qual modelo irá adotar.

Há três propostas de economistas: uma de Arthur e Abraham Weintraub; outra de Paulo Tafner e Armínio Fraga; e uma terceira de Fabio Giambiagi. Além do que, não é certeza que a negociação feita por Bolsonaro para a composição do governo – com bancadas e não com partidos, como tradicionalmente se fazia – se transformará em votos necessários para aprovar a Reforma da Previdência. E depois, a reformulação previdenciária – que requer mudança constitucional, necessita de dois turnos de votação no Senado e na Câmara e quórum qualificado de 3/5 dos parlamentares – gera muita impopularidade.

O desajuste nas contas dos estados e municípios é outra causa de instabilidade. Cinco estados não conseguiram pagar o 13° dos servidores dentro do prazo legal. O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, no exercício da Presidência da República, sancionou alteração da Lei de Responsabilidade Fiscal que permite aos municípios, desde que haja queda na receita, ultrapassarem o limite de gastos com pessoal sem sofrer punições. Esse artifício distorce a realidade e, fatalmente, no futuro irá provocar mais desajuste fiscal.

Outro caso que ainda pode elevar muito a temperatura em Brasília e dificultar o clima político, inclusive atrapalhando o andamento de reformas, é o de Fabrício Queiroz. Ex-assessor do deputado estadual e senador eleito pelo PSL, Flávio Bolsonaro (RJ), filho de Jair Bolsonaro, Queiroz foi flagrado pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) realizando operações financeiras de R$ 1,2 milhão de reais, entre 2016 e 2017, valor incompatível com sua renda mensal de R$ 23 mil. Inclusive, como complicador, há um depósito feito por Queiroz de R$ 24 mil para a conta de Michelle Bolsonaro, esposa do futuro presidente.

O panorama externo ganhou alguns contornos de incerteza com as críticas desferidas pelo presidente americano, Donald Trump, ao mandatário do Fed, o banco central dos EUA, Jerome Powell, a respeito da suposta elevação rápida dos juros no país. Tal postura, fez as Bolsas de Ações dos Estados Unidos caírem e contaminaram negativamente as da Europa. Entretanto, depois do Natal houve recuperação, com a Bolsa de Nova York tendo a maior alta nos últimos 10 anos, após Trump pedir aos investidores que voltasse a comprara ações. A trégua na guerra comercial entre EUA e China, anunciada no início do mês, também ajudou a restaurar o ânimo externo.

Dois índices (consultas sobre a situação de crédito dos consumidores e a receita nominal do varejo) apontam que este foi o melhor Natal para o comércio dos últimos quatro anos. E os indicadores da FGV, sobre a confiança do consumidor e dos empresários, estão no maior nível desde 2014 e de 2013, respectivamente. Ótimas notícias! Tudo somado, e independente da recente disputa eleitoral, é para se ter esperança que 2019 marcará a verdadeira recuperação econômica.

Feliz ano novo!

*Doutorando em Administração, Mestre em Economia e Economista (edenjr@edenjr.com.br)

GESTÃO: Prefeituras de Santa Rita e Bacabeira paragaram salários de servidores nesta sexta-feira

Mantendo seu compromisso de valorizar o servidor, o prefeito Hilton Gonçalo pagou nesta sexta-feira (28), o salário de todo o funcionalismo público municipal.

O prazo legal para o pagamento do mês de dezembro seria até 8 de janeiro, mas visando garantir a circulação do dinheiro e oportunizando a virada de ano dos servidores municipais com dinheiro no bolso, a Prefeitura de Santa Rita pagou de forma antecipada os vencimentos.

O prefeito Hilton Gonçalo aproveitou para deixar uma mensagem de fim de ano aos servidores. “Ao longo de 2017 e 2018 pagamos todos os salários em dia e de forma antecipada, em 2019 continuaremos com o mesmo compromisso”, declarou.

Bacabeira

A mesma iniciativa teve a prefeita Fernanda Gonçalo. Os servidores municipais de Bacabeira também receberam seus vencimentos nesta sexta-feira (28).

Não basta ser criativo

Muita gente confunde criatividade com imaginação. Enquanto a criatividade é a capacidade de conectar pontos, a imaginação é a capacidade de criar pontos, não necessariamente conectá-los

Marcos Hashimoto*, via administradores.com.br

Vários alunos me procuram com ideias ‘inovadoras’ de negócio, mas o fato é que a maioria destas ideias não são verdadeiramente diferentes. Ou eles não procuram o suficiente para saber que existem ideias semelhantes ou suas ideias são apenas pequenas variações do que já existe, não o suficiente para ser considerado ‘inovação’ pelo mercado. Muitas ideias, entretanto, são tão diferentes, tão criativas, que provavelmente não darão em nada, pois não se sustentam no quesito viabilidade.

A verdade é que os alunos não conseguem ter grandes ideias de ruptura porque a maioria deles não tem a experiência e conhecimento mínimos em uma determinada área para ter ideias realmente inovadoras, não importa o quão criativo eles sejam.
No entanto, esta experiência e conhecimento tem dois lados. Se por um lado, a falta de experiência e conhecimento não dá nenhuma credibilidade e argumento para sustentar as ideias propostas, por outro lado, quanto mais experiência e conhecimento adquirirmos por meio de cursos, livros, trabalhando na área, com especialistas, mais difícil passa a ser pensar de forma diferente do que já existe hoje, pois nosso cérebro já está cheio de certezas, a chamada ‘xícara cheia’, não dando espaço para novas abordagens e pensamento crítico. Portanto, é importante ter conhecimento e experiência para sabermos do que estamos falando, mas ter um espírito questionador e crítico, que dê espaço para as novas ideias.

Muita gente confunde criatividade com imaginação, por isso cabe uma breve explicação da diferença. Enquanto a criatividade é a capacidade de conectar pontos, a imaginação é a capacidade de criar pontos, não necessariamente conectá-los. A imaginação é natural do cérebro humano e, se alimentada desde criança, continua fértil enquanto adulto.

Basicamente, a criatividade é a arte de ligar os pontos. Existem dois tipos de pontos a ser ligados. O primeiro que são gerados a partir de nossa imaginação e o segundo que são gerados a partir destes conhecimentos e experiências. Quanto mais diversificados forem esses pontos mais criativas são as nossas ideias.

Vamos usar como metáforas as bombas e pontes. As bombas explodem, rompem, criam rupturas, bagunçam e espalham tudo. As pontes conectam, ligam, unem duas partes. A imaginação é como as bombas, são necessárias para romper com o padrão existente, enquanto a criatividade é como a ponte, estabelece uma conexão entre dois ou mais pontos de forma a fazer sentido, uma ideia. Quando você lança uma bomba, você está usando sua imaginação, gerando coisas loucas que mudam completamente o que está acontecendo agora. Quando você usa a sua criatividade, você está tentando dar um sentido à bagunça que a bomba gerou, ligando os pontos e conectando fatos, experiências, conhecimento, dados, tudo o que estava espalhado, de forma a gerar algo que seja realmente grande. Portanto, a imaginação é a matéria-prima que alimenta o processo de criatividade.

Portanto, se você quiser ser mais criativo, aprenda duas coisas: Primeiro, fazer conexões. Quanto mais incomuns e estranhas, melhor. Você deve saber como criar uma ligação entre o funeral de sua tia querida com a nova marca escova de dentes lançada no mercado. Grandes conexões criativas unem duas ou mais coisas em sua memória que não tem nada a ver uma com a outra. Segundo, aumentar o número e a variedade destes pontos em sua mente, ou seja, o seu repertório de bombas. Para isso, viva diferentes experiências, aprenda outros idiomas, conheça pessoas de outras culturas, viaje para países exóticos, visite museus de arte ou museus históricos, leia sobre assuntos incomuns, saia para mochilar em outro país e várias outras coisas que não tem nada a ver com sua vida atual, nem a sua ideia de negócio futuro, mas vai ajudar a preparar seu cérebro pronto para o próximo passo: a inovação.

A inovação acontece quando percebemos que por trás de algumas dessas conexões existe algum valor, um propósito, uma causa, um resultado tangível. É este valor que diferencia a criatividade artística da criatividade inovadora. As artes expressam os sentimentos e visões do próprio artista, enquanto a inovação sempre tem um valor percebido pelos outros.

Quando a inovação acontece, os pontos conectados abrem caminhos para inúmeras possibilidades de gerar valor. É por isso que a maioria das inovações vêm de laboratórios científicos. Estes são os lugares onde novos conhecimentos estão sendo gerados, portanto, com mais possibilidades de gerar novas conexões relevantes. Quando temos imaginação e conhecimento novo e desenvolvemos nossa capacidade de conectar estes pontos, um mundo de novos caminhos para serem explorados se descortinam.

Por fim, os negócios inovadores acontecem quando surge um caminho para transformar este valor percebido em uma corrente contínua de receitas e crescimento. É importante saber que todo esse fluxo de negócios inovador não está necessariamente em uma única pessoa ou empreendedor. Pode-se ser imaginativo, mas sem experiência ou conhecimento, não conseguirá fazer conexões significativas. Se você tem tudo isso, mas não tiver habilidades de negócios, sua inovação vai ficar presa em um laboratório ou no máximo em uma patente e você vai se contentar com os royalties recebidos de uma grande corporação que utiliza sua patente. Protagonismo se dá com um conjunto de pessoas com essas habilidades diferentes que se unem para construir este projeto inovador, cada um deles contribuindo com sua própria maestria que complementa a de outras pessoas.

Se a sua equipe tiver: 1 pessoa com rica imaginação (bomba), 1 pessoa com muito conhecimento (um pesquisador), 1 pessoa com muita experiência prática, 1 pessoa criativa (ponte) e 1 pessoa com visão de negócio (administrador), então você está pronto para liderar a próxima inovação de ruptura que vai mudar o mundo!

Marcos Hashimoto*
Professor de Empreendedorismo da Universidade de Indianapolis e co-fundador da Polifonia, escola de Protagonismo Criativo de São Paulo. Serviços de consultoria em Estratégia Empresarial, Liderança e Empreendedorismo Corporativo: http://www.marcoshashimoto.com

SÃO JOSÉ DE RIBAMAR: Fim de semana marcado por entrega de obras e reconstruções

Dando prosseguimento à programação do fim de ano da Prefeitura de São José de Ribamar, o prefeito Luis Fernando cumpriu extensa agenda de entrega de obras, ações e confraternizações no último fim de semana.

Na manhã de sexta-feira (21), a comunidade do São Raimundo recebeu totalmente reconstruída, ampliada e modernizada a Unidade Básica de Saúde do Bairro. À tarde foi a vez da região do Miritiua, que recebeu uma Unidade de Apoio à Segurança Pública, uma iniciativa pioneira que serve como instrumento de auxílio à polícia estadual no combate ao crime e na segurança preventiva por meio, também, da Guarda Civil Municipal. Já no sábado, além da Ordem de Serviço para a reconstrução da quadra Zé de Zandra, na Matinha, o prefeito reuniu funcionários numa confraternização muito descontraída com direito a distribuição de prêmios e diversão.

“Mesmo com todas as dificuldades que estamos enfrentando, não deixamos de trabalhar, seguir com a reconstrução e, ao mesmo tempo, evoluir com novas obras” disse o prefeito, que, durante a entrega da UBS do São Raimundo, ainda destacou: “A população de São José de Ribamar vai ter acesso aos serviços de saúde num lugar amplo, mais bonito e organizado. Estamos transformando a saúde de nossa cidade, que infelizmente já foi muito maltratada num passado recente”, garantiu o prefeito.

Além do vice-prefeito, Eudes Sampaio, também participaram da solenidade, os vereadores Cristiano Pinheiro, Osvaldo Brandão, Nádia Barbosa e o vereador Manoel do Nascimento, presidente da Comissão de Saúde da Câmara que destacou a importância da obra para a comunidade. “Esta reforma é mais um compromisso cumprido do Luis Fernando, várias unidades foram reformadas e a população agradece”, pontuou.

De acordo com o secretário de saúde, Tiago Fernandes, serão ampliados os atendimentos odontológicos, atendimentos em grupo, educação em saúde e imunização. Além dos pequenos procedimentos que já são realizados na unidade.
O novo espaço tem novas salas, entre consultório médico, odontológico, sala de vacina, sala de enfermagem, sala de curativo, arquivo, banheiros, auditório, almoxarifado. A equipe da unidade é composta por profissionais dentre médico, dentista, enfermeiro, técnico de enfermagem, auxiliar de enfermagem, agentes comunitários de saúde e recepcionista.

UASP – No período da tarde, Luis Fernando realizou visita técnica à sede da Unidade de Apoio a Segurança Pública (UASP) que vai funcionar no bairro do Miritiua. O local que serve como base da segurança pública, vai abrigar a Guarda Municipal, Polícia Militar e Corpo de Bombeiros Militar.

“Esta é uma base que vai servir como ponto de apoio para a segurança pública e não posto policial. É importante que a comunidade entenda que aqui vamos disponibilizar dois homens da guarda e o efetivo tanto da polícia militar quando do corpo de bombeiros também fará uso da unidade, porém como base para as ações que serão realizadas pelas polícias”, explicou.

A previsão é que até o final de janeiro de 2019, a unidade, de um total de três, seja entregue a população. Também estão sendo beneficiados com unidades de segurança, os bairros do Araçagy e Parque Vitória.

Edição extra do Maracap terá sorteio nessa quinta-feira, 27

A Fundação Antonio Dino (Fad), instituição mantenedora do Hospital do Câncer Aldenora Bello (HCAB) e que emite o certificado de contribuição Maracap, realizará nessa quinta-feira, 27, às 13h45, o sorteio ao vivo da edição extra do seu certificado, adquirida por apenas R$ 2 reais (dois reais). A premiação é um Fiat Mobi (1.0 Fire Flex SP zero km). Terá ainda mais 30 Rodadas da Sorte de R$ 500,00 (quinhentos reais), cada.

Adquirindo o Maracap você ajuda o Hospital e ainda concorre a prêmios. Com os repasses do Maracap, que já chegam a R$ 2.25 milhões (dois milhões duzentos e cinquenta mil reais), em um ano da parceria iniciada ano passado, a Fundação realiza ações sociais em suas casas de apoio, logística de pacientes, atendimentos móveis nas comunidades e investe ainda na implantação do novo setor de radioterapia do Hospital do Câncer Aldenora Bello (HCAB). Para saber mais sobre esse trabalho, acesse: fundacaoantoniodino.org.br.

PAUTA/Contato para entrevistas

Vice-Presidente da Fundação Antonio Dino: Antonio Dino Tavares

Entrevistas/reportagens Ascom/HCAB: 98 3089 3119

O mistério do ganhador de US$ 1,5 bilhão na loteria dos EUA que ainda não foi buscar o prêmio

As chances de ganhar eram de apenas uma em 302.575.350.

As chances de ganhar o prêmio eram de uma em 302 milhões – vencedor acertou os 6 números sozinho.

E, apesar da probabilidade remota, no dia 23 de outubro deste ano, uma pessoa na cidade de Simpsonville, no Estado americano da Carolina do Sul, conseguiu acertar os 6 números da loteria Mega Millions e arrematar o maior prêmio individual na história dos Estados Unidos: cerca de US$ 1,5 bilhão (o equivalente a R$ 5,86 bilhões).

O vencedor comprou o bilhete premiado em um pequeno supermercado da cidade. Ao saber da notícia, o proprietário de estabelecimento disse ver a premiação como algo positivo para a comunidade.

Janice Curtis, a prefeita, também comemorou a notícia por considerar que o prêmio colocaria Simpsonville “no mapa”.

Contudo, dois meses já se passaram e o sortudo ainda não apareceu para reivindicar seu prêmio.

O que teria acontecido?

Seis meses para reivindicar o prêmio
De acordo com as regras do sorteio, o vencedor tem um prazo de 180 dias para reivindicá-lo.

O dono do bilhete teria, portanto, até abril do próximo ano para receber o dinheiro.

Não se sabe por que o dono do bilhete ainda não buscou a premiação.

“Isso é incomum, considerando que se trata de US$ 1,5 bilhão”, disse Holli Armstrong, porta-voz da loteria estadual da Carolina do Sul, em entrevista à imprensa local.

Às vezes, os vencedores dos prêmios de loteria demoram a cobrar o dinheiro para poder definir a melhor estratégia para recebê-lo, talvez para ter a identidade preservada.

No início deste ano, uma mulher do Estado de New Hampshire, que ganhou cerca de US$ 560 milhões (R$ 2,18 bilhões) no jogo da Powerball, outro popular sorteio de loteria, pediu a um juiz para permanecer anônima.

Ela queria poder seguir a vida normalmente, sem ser reconhecida como milionária, com todas as consequências que isso acarretaria. No entanto, a lei do Estado em que vive exigia que sua identidade fosse divulgada publicamente para que ela pudesse receber o prêmio.

No caso da Carolina do Sul, as circunstâncias são diferentes, porque o Estado permite que o vencedor permaneça no anonimato. Mas não foi isso o que aconteceu.

As razões para ele ainda não ter aparecido, então, podem ser outras.

É possível que o vencedor esteja procurando assessoria jurídica e financeira. Ou que não saiba o que fazer com um prêmio dessa magnitude, que pode afetar sua vida de várias maneiras.

Histórias de vencedores que não conseguiram administrar corretamente ou lidar bem com prêmios dessa proporção não são raras, e o que parecia uma bênção em alguns desses casos acabou se transformando em tragédia.

Um bom exemplo é o caso de Billie Bob Harrel Jr., que ganhou um prêmio de US$ 31 milhões (R$ 121 milhões) em 1997 e acabou cometendo suicídio. Pouco antes, ele havia comentado com seu consultor financeiro que “ganhar na loteria foi a pior coisa que lhe havia acontecido”.

Outro homem nos Estados Unidos que ganhou o prêmio em duas ocasiões acabou vivendo em um trailer.

No caso do atual sortudo, existe também a possibilidade de ele simplesmente ter perdido o bilhete premiado.

Se o prêmio não for reivindicado, o montante será dividido entre as loterias dos 44 Estados participantes, que receberão recursos proporcionais aos que aportaram e poderão decidir que uso darão ao dinheiro.

Por enquanto, restam quatro meses ao vencedor para fazer valer seu direito.

(Via BBC Brasil)