Movimentos farão dia nacional de luta em defesa da Eletrobras 2

Sindicatos, movimentos populares e trabalhadores do setor elétrico estatal vão dar mais uma demonstração de que não aceitam a entrega da maior empresa de energia elétrica da América Latina à iniciativa privada. Na próxima segunda-feira, 16, vão ocorrer paralisações, atos e manifestações em todos os estados na defesa da Eletrobras pública, eficiente e para todos

247 – Sindicatos, movimentos populares e trabalhadores do setor elétrico estatal vão dar mais uma demonstração de que não aceitam a entrega da maior empresa de energia elétrica da América Latina à iniciativa privada. Na próxima segunda-feira, 16, vão ocorrer paralisações, atos e manifestações em todos os estados na defesa da Eletrobras pública, eficiente e para todos.

Em Brasília, às 10h, acontece um grande ato em frente ao Ministério de Minas e Energia contra o desmonte do setor elétrico estatal.

Impedir a aprovação da venda da Eletrobras é o principal desafio do momento. A população brasileira que vem sofrendo uma série de ataques, com retirada de direitos e desemprego, vai ser mais uma vez penalizada com a privatização da Eletrobras.

De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a venda da Eletrobras vai resultar em um aumento inicial na tarifa de energia de 16,7%, no mínimo. Alguns especialistas apontam reajustes superiores a 70%.

Outro impacto é o corte na tarifa social que garante descontos na conta de energia para pessoas de baixa renda e beneficia mais de 8 milhões de lares brasileiros e será extinta com base na proposta da nota técnica nº 5, proveniente da consulta pública nº 33, que altera o marco regulatório do setor elétrico. Segundo dados da Aneel, do total, 56% dos favorecidos pelo programa estão no nordeste e 24% no sudeste.

A Eletrobras, responsável por mais da metade da energia elétrica consumida no país, controla 47 hidrelétricas, 114 térmicas (energia gerada a partir da queima de carvão, gás ou óleo), 69 eólicas e distribuidoras de energia de seis estados: Acre, Alagoas, Amazonas, Piauí, Rondônia e Roraima. Estão entre os estados com menores IDH do país Piauí, Alagoas e Acre.

FAMEM e SEFAZ firmam parceria na área do controle fiscal

O Secretário de Estado da Fazenda, Marcellus Ribeiro e o presidente da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão (FAMEM), Cleomar Tema assinaram convênio de cooperação e assistência mútua com a finalidade de fortalecer uma política de ação integrada do governo Estado com os municípios na área tributária.

“O convênio estabelece uma parceria entre o Estado e os municípios, ampliando os controles fiscais sobre as operações sujeitas ao ICMS, de modo a elevar a receita desse tributo, que é compartilhada com as municipalidades”, declarou Ribeiro.

O ICMS é o principal tributo arrecadado pelo Estado, com uma receita anual aproximada de R$ 7 bilhões, dos quais 25%, aproximadamente 1,7 bilhões são repassados aos municípios maranhenses.

O acordo de cooperação técnica vai acelerar também a troca das informações e apoio técnico que subsidiem arrecadação do ISS, principal tributo arrecadado pelos municípios e, além de auxiliar no combate a evasão fiscal.

Outros pontos centrais do convênio tratam da troca de informações para a elaboração do índice de participação dos municípios na arrecadação do ICMS, e do acompanhamento e controle efetivo da entrega das DIEF´s (Declaração de Informações Econômico-Fiscais), pelos contribuintes que realizem operações com mercadorias ou prestem serviços de comunicação e de transportes.

O convênio com a FAMEM prevê a adesão dos municípios ao acordo de cooperação para acesso às informações que serão disponibilizadas pela SEFAZ.

Os sistemas e os formatos a serem acessados, bem como as especificações técnicas detalhadas, serão desenvolvidos em cooperação pelas SEFAZ e a FAMEM, possibilitando acesso online aos sistemas.

A SEFAZ vai promover programa de capacitação dos servidores das prefeituras, disponibilizando técnicos fazendários para ministrar treinamentos necessários ao cumprimento das normas relativas ao ICMS, assim como enviar listagem com identificação dos contribuintes que não apresentaram, tempestivamente a DIEF.

O mistério dos juros

Por Eden Jr.*

Se tem uma área do governo Temer que é considerada, por especialistas, quase unanimemente como exitosa é a monetária. Seja em razão da competência do presidente do Banco Central (Bacen), Ilan Goldfajn, e de sua equipe, seja pela ainda drástica crise econômica, que facilitou a redução dos juros, é inegável o sucesso do manejo da Selic (a taxa de juros básica na economia). Desde outubro de 2016, quando o Bacen iniciou o atual ciclo de diminuição da taxa de juros, que nessa época estava em 14,25% a. a., até o dia 21 de março, quando se encerrou a última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Bacen, e que rebaixou os juros para 6,5% a.a. (o menor nível da história), a Selic experimentou forte queda.

Na reunião de março, para surpresa de muitos, ficou a indicação de que os juros podem sofrer nova queda no próximo encontro do Copom (marcado para os dias 15 e 16 de maio) e mergulharem para 6,25% ou até mesmo para 6%. Na comparação mundial também melhoramos. Em outubro de 2016, éramos os “campeões” mundiais de taxa de juros real (descontada a inflação), com 8,49%, superando Rússia (4,27%) e Colômbia (3,61%). Agora, ocupamos o quinto lugar em escala planetária, com juros reais de 2,89%. A “campeã” é a Argentina (6%), seguida pela Turquia (5,3%) e pela Rússia (3,6%) – dados de juros reais da MoneYou/Infinity Asset Management.

O principal “motor” para a queda da Selic vem sendo o comportamento muito satisfatório da inflação, que fechou 2017 em 2,95%. Segundo previsão do mais recente Relatório de Mercado Focus elaborado pelo Bacen – que congrega a opinião das principais instituições financeiras do país – a inflação deste ano deve ficar em 3,45%, para 2019 a expectativa é que o índice seja de 4,08%. Números muito cômodos para o Bacen, que mediante a manobra da taxa Selic, tem o objetivo de levar a inflação do país para 4,5% este ano e 4,25% em 2019 (em ambos os anos o BC conta com uma margem de tolerância de 1,5 ponto porcentual para cima ou para baixo).

A maior responsável por manter a inflação bem-comportada, é, lamentavelmente, a insegura recuperação da economia brasileira, que cresceu somente 1% no ano passado, e deve expandir-se 2,9% neste ano e 3% em 2019 – novamente de acordo com o Focus. Na atual circunstância, a lógica usada pelo Banco Central, na manipulação da Selic, é que quanto menor forem a inflação e o crescimento da economia, maior poderá ser a redução dos juros. Isso para tornar os empréstimos mais baratos, as aplicações financeiras menos atrativas e encorajar o consumo, a tomada de financiamentos e o investimento de recursos em novos negócios, para assim tentar ativar a econômica.

Só que há um mistério a embaralhar a clássica estratégia do Bacen para impulsionar a nossa retomada: os consumidores finais não sentem a queda da taxa de juros. Ou seja, apesar dos esforços da autoridade monetária, quem vai tomar um financiamento para comprar uma geladeira, por exemplo, não percebe a diminuição dos juros. Segundo cálculos da Associação Nacional dos Executivos de Finanças e Contabilidade (Anefac), enquanto de outubro de 2016 até o final de março a Selic caiu 54,4%, os juros do cheque especial declinaram somente 4,8%; os do comércio, 9,8%; os do empréstimo pessoal, 12,7% e os do cartão de crédito, 30,5%. E outra, essas modalidades de empréstimos estão cobrando, respectivamente, juros anualizados de 297%, 88%, 63% e 317%, enquanto que a Selic anual está, como dito, em 6,5%.

Há algumas tentativas para explicar essa discrepância entre a Selic e os juros cobrados do consumidor final. Mas nenhuma delas, nem de longe, é suficientemente convincente para não levar a se crer, que o sistema financeiro está tendo lucros exorbitantes no atual cenário. Entre as razões, têm-se: o risco da inadimplência, já que com o desemprego alto, na casa dos 12,6%, parte das pessoas tem mais dificuldade de honrar seus compromissos; a pouca competição entre os bancos, o setor bancário brasileiro é um dos mais concentrados do mundo, e a elevada carga de impostos que incide sobre as operações bancárias.

Grandes bancos como Santander e Bradesco estão “otimistas” e confiam que, agora, os juros vão cair para o tomador final. Luiz Carlos Trabuco, presidente do conselho de administração do Bradesco, afirma que a regulação pelo Congresso do cadastro positivo – que possibilita cobrar juros mais baixos daqueles que têm histórico de bom pagador – é um importante mecanismo para ajudar na redução. Ilan Goldfajn, presidente do BC, espera que o aumento da competição bancária; a aprovação da Taxa de Longo Prazo para os empréstimos do BNDES; as mudanças no empréstimo rotativo do cartão de crédito e a criação da garantia eletrônica levarão à redução dos juros. A despeito do otimismo de Goldfajn, o consumidor só acreditará na queda de juros quando perceber a diferença no momento em que for financiar um veículo ou uma TV.

*Doutorando em Gestão do Desenvolvimento, Mestre em Economia Economista e Economista (edenjr@edenjr.com.br)

SÃO LUIS: Possível saída de Ivaldo Rodrigues da Semapa para Cultura gera insatisfações entre os feirantes 8

Mas não é somente a insatisfação dos feirantes que ronda a possível saída de Ivaldo Rodrigues da Semapa. Há um ingrediente político que pode acabar em muita crise e dor de cabeça para o prefeito Edivaldo.

A possível mexida no âmbito da administração do prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT) que consistiria em tirar o vereador Ivaldo Rodrigues, também do PDT, da Secretaria de Agricultura, Pesca e Abastecimento (Semapa) e colocá-lo Secretaria de Cultura está gerando um bafafá daqueles.

Uma fonte pedetista, e do quadro da Semapa, entrou em contato com o Blog do Robert Lobato para relatar as insatisfações que estão sendo geradas caso realmente Ivaldo seja obrigado a deixar a Secretaria.

Em primeiro lugar, os feirantes estão revoltados com essa possibilidade e falam até “grandes manifestações”, segundo afirmou a fonte, pois Ivaldo deu cara nova para um setor que há anos vinha sendo esquecido, seja por incompetência dos gestores ou por falta de apoio dos sucessivos prefeitos de São Luis.

“Há possibilidade de grandes manifestações dos feirantes que não aceitam que o secretário Ivaldo Rodrigues deixe a Semapa para assumir a pasta da Cultura. Eles [os feirantes] consideram Ivaldo o melhor secretário que já passou pela Secretaria e temem que haja retrocesso, principalmente na gestão da feiras. O trabalho feito por Ivaldo ajudou, inclusive, melhorar a imagem do prefeito Edivaldo no setor. Há anos que o setor estava esquecido e Ivaldo deu cara nova à Semapa”, afirmou a fonte do Blog do Robert Lobato.

Crise política

Mas não é somente a insatisfação dos feirantes que ronda a possível saída de Ivaldo Rodrigues da Semapa. Há um ingrediente político que pode acabar em muita crise e dor de cabeça para o prefeito Edivaldo.

É que essa mudança teria sido fruto de um acordo político-eleitoral entre o vereador Honorato Fernandes (PT) e o deputado federal Weverton Rocha (PDT) para selar uma aliança para as eleições de 2018, onde petista seria apoiado pelo “Maragato” para deputado estadual e em troca o vereador o apoiaria para o Senado Federal. Então para a Semapa iria alguém indicado por Honorato onde poderia fazer da pasta um outro “cabidão” de empregos, tal como ocorreu na Agência Estadual de Mobilidade Urbana e Serviços Públicos (MOB).

O fato é que se essa mudança realmente acontecer trará desdobramentos administrativos e políticos cuja dimensão ainda não é possível fazer a ideia.

É aguardar e conferir.

DIRETO DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA: Othelino Neto recebe representantes da empresa Suzano Papel e Celulose

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Othelino Neto (PCdoB), recebeu, nesta quinta-feira (22), a visita de cortesia de representantes da empresa Suzano Papel e Celulose. O objetivo foi promover uma aproximação institucional com o Poder Legislativo, além de apresentar demandas do setor. Os deputados Professor Marco Aurélio (PCdoB) e Antônio Pereira (DEM), além do procurador-geral da Casa, Tarcísio Araújo, também acompanharam a visita.

Flávio Moura Fe , gerente de Relações e Gestão Legal, destacou que, atualmente, a Suzano é uma das maiores empresas instaladas no Maranhão e gera um grande volume de empregos, renda e investimentos no estado. Na oportunidade, ele convidou o presidente Othelino Neto e demais parlamentares da Casa para conhecer uma nova fase da empresa, que será inaugurada no próximo mês de abril, em Imperatriz. Aproveitou também para apresentar algumas demandas do setor, como a questão do licenciamento ambiental.

“A Suzano hoje é uma das maiores empresas do Maranhão, com grande quantidade de pessoas empregadas, investimentos significativos em toda a Região Tocantina, geração de impostos e renda. A questão do licenciamento ambiental para nós é fundamental para que a gente possa expandir os nossos negócios, investir cada vez mais no Maranhão, gerando mais empregos e renda, e fazendo com que toda a nossa produção fique concentrada no estado, potencializando assim todo o nosso investimento”, assinalou.

Othelino Neto agradeceu a visita de cortesia e ressaltou que a Suzano é uma empresa importante para a economia do estado. Ele também pontuou que ao estreitar as relações, a Assembleia tem a oportunidade não só de conhecer mais a atividade econômica, como também acompanhar as ações da empresa.

“Nós pudemos conversar um pouco, marcamos outros momentos, para que possamos estreitar as relações não só para conhecer mais a atividade econômica, assim como para acompanhar, afinal de contas a empresa utiliza recursos ambientais e naturais do estado do Maranhão. Então, essa aproximação é saudável e importante para a sociedade maranhense”, afirmou o presidente da AL.

O deputado professor Marco Aurélio, também, sublinhou a importância da Suzano para a Região Tocantina, classificando-a como um importante ator da cadeia produtiva, que fortalece diversos setores da economia maranhense.

“Essa aproximação institucional com o presidente Othelino Neto é importante, buscando tratar pontos afins em que a Assembleia possa avançar, e que, também, a empresa possa atender reivindicações que a Casa Legislativa possa fazer dentro do compromisso social que ela tenha. É um caminho muito importante para um avanço institucional, mas, acima de tudo, coletivo para o povo do Maranhão”, salientou.

Como um boato pode acabar com a sua reputação

9 dicas para driblar a crise pós boato, se você é porta-voz e representa empresa pública ou privada, ou então é a própria marca

Aurea Regina de Sá, via Administradores.com

O boato é uma informação falsa que soa como verdade. Ele pode vir da boca de um amigo, do chefe ou do parceiro, pessoas em quem você confia e, portanto, não vai achar que é mentira. Mas, há uma onda muito forte de boatos também nas redes sociais. O movimento que invade a internet do mundo inteiro é um alerta para quem propaga informação incorreta e para quem ‘compra’ notícias falsas, as ‘Fake News’.

O boato é uma faca de dois gumes: pode destruir a imagem da vítima, alvo da difamação, e também a do promotor da inverdade, porque mostra suas verdadeiras motivações que podem ser interesses comerciais, desejo de vingança por conta do orgulho ferido, inveja ou interesses eleitoreiros.

– interesses comerciais: se uma empresa lança um boato sobre um concorrente poderá ter mais lucro por algum tempo, enquanto a marca difamada investe para justificar que não tem culpa;

– desejo de vingança por orgulho ferido ou inveja: se uma pessoa cria uma inverdade sobre outra, poderá ter o prazer de ver o outro envolvido em situações constrangedoras até conseguir provar o contrário;

– interesses eleitoreiros: se um político divulga um boato sobre outro pode ter a intenção de prejudicar a caminhada do concorrente na busca por votos e sair na frente na disputa eleitoral.

Em todos os casos, a intenção do promotor de boatos é de se sentir bem, mesmo que isso pareça algo perverso, já que a motivação é a de prejudicar o outro. A sensação de inferioridade por não ser ou parecer como o outro e a consequente necessidade de se tornar visível fazem do criador de falsas informações alguém importante, ainda mais quando ele percebe a repercussão da ‘notícia’ que produziu.

O sociólogo norte americano Jack Levin, co-autor de Gossip: The Inside Scoop (Fofoca: o Furo Privilegiado, ainda não disponível no Brasil), destaca a importância de diferenciar o significado de termos como fofoca e boato. Para Levin, fofoca é uma mensagem sobre o comportamento de outras pessoas, especialmente quando os alvos não estão presentes. O estudioso afirma que boato é um processo pelo qual os indivíduos tentam definir uma situação ambígua. “Eles, então, espalham notícias informalmente porque as fontes oficiais não existem ou estão inacessíveis”, revela.

Partindo do princípio de que o Brasil é uma democracia e a imprensa é livre, as fontes oficiais não só existem como estão disponíveis. Com o acesso de 116 milhões de brasileiros conectados à internet, em 2016, que representa 64,7% da população com idade acima de 10 anos, (dados do IBGE de fevereiro de 2018) não dá pra usar a desculpa de que a informação foi propagada por que não havia como checar.
Saiba como checar uma informação recebida pelas redes sociais

Para evitar uma conclusão precipitada e parar de dizer frases como: ‘eu ouvi dizer que….’ ou ‘não sei direito, mas acho que é isso’, siga os passos abaixo e certifique-se antes de publicar qualquer informação:

1º passo: duvide, sempre questione. A primeira pergunta que deve ser feita é ‘será que isso aconteceu mesmo?’

2º passo: busque referências na internet, que possam atestar a informação ou contradizê-la. Acesse sites de notícias que sejam avaliados com alto nível de credibilidade. Não acredite em um só veículo: analise, compare, reflita. Neste momento dispense sua crítica sobre a política editorial de determinados veículos de imprensa. De qualquer maneira, na imprensa, uma notícia é checada antes de ser publicada.

3º passo: acesse sites que conferem boatos. Com o surgimento das fake News, cresce o esforço para esclarecer informações e aumentar a conscientização das pessoas,

4º passo: NÃO espalhe notícias falsas, nem por brincadeira. Pessoas mais ingênuas e as que não investem na checagem, acreditam em qualquer informação e isso reflete, inclusive, no futuro do país, porque elas votam mal e elegem candidatos fabricados em cima de fake News,

5º passo: não seja conivente com a mentira, interfira, interrompa a multiplicação da mensagem duvidosa, advirta os integrantes de grupos e seus seguidores nas redes sociais. Não coloque mais lenha na fogueira e deixe de ser marionete a serviço da desinformação,

6º passo: seja cidadão, pratique a empatia e desenvolva a capacidade de crítica para contribuir com a melhoria da sua vida e a dos outros.
Como avaliar se uma informação é verdadeira ou falsa

A informação imprecisa, que não apresenta o autor e nem a fonte pesquisada, pode ter indícios de que não tem teor verdadeiro. O fato de ser publicada em um site, blog ou rede social não significa que foi produzida com o cuidado da checagem, prática do jornalismo sério e ético. A apresentação de fatos também não garante a credibilidade da informação, porque os fatos podem ter sido inventados para confundir o leitor e criar um conceito negativo sobre aquele que é foco da notícia. Continuar lendo

TE ORIENTA, ESTUDANTE!: Uma iniciativa empreendedora de jovens empreendedores

A iniciativa foi idealizada pelos administradores Marcos Almeida e Talyta Ribeiro, e que tem como objetivo principal engajar e motivar o protagonismo jovem em São Luís

Jovens empreendedores e idealizadores do Te Orienta, Estudante!

Num momento onde a palavra de ordem no país é “crise”, um grupo de ousados jovens maranhenses idealizaram o Te Orienta, Estudante!, evento que promove o estímulo do aprendizado e o desenvolvimento dos estudantes. Alunos do ensino médio, vestibulandos, universitários e profissionais recém-formados encontram nele diversas informações sobre universidades, graduação, pós-graduação, intercâmbios culturais, cursos de idiomas, concursos públicos, além de orientações sobre carreiras e mercado de trabalho.

A ideia

Mas de onde surgiu esse evento? A iniciativa foi idealizada pelos administradores Marcos Almeida e Talyta Ribeiro, que tiveram como objetivo principal engajar e motivar o protagonismo jovem em São Luís. A partir de então, juntaram uma equipe composta por 6 pessoas, que com eles formam a TOE PRODUÇÕES: Thayana Vieira, Marcos Vanbasthen, Rayana Gomes, Ana Beatriz Avelar, Brenno Cavalcante e Caroline Nogueira, responsáveis pelas áreas comercial, infraestrutura, logística, comunicação e design, e conhecimento, respectivamente.

A partir dessa construção, o Te Orienta, Estudante! teve sua primeira edição em agosto de 2017, no Shopping da Ilha, e contou com a presença de vários parceiros, palestrantes, expositores e colaboradores, além do sucesso no número de participantes: estima-se que mais de 6.000 pessoas prestigiaram o evento.

Com os resultados positivos da sua primeira edição, a equipe TOE PRODUÇÕES ousou alçar novos voos e nos dias dias 27 e 28 de janeiro deste ano fez outro grandioso evento, dessa vez no Shopping Rio Poty, na cidade de Teresina (PI).

Novas edições

Pelos ótimos resultados que tem obtido, o Te Orienta, Estudante! abre novas perspectivas para realização de futuras edições e promete uma versão ainda maior e melhor que as primeiras, contando com espaços de feira de exposição, palco, aulões preparatórios no cinema e uma varanda cultural cheia de atrações especiais para o público.

Para saber mais sobre o Te Orienta, Estudante! e fazer a inscrição para o próximo evento, previsto para os dias 26 e 27 de maio de 2018, acesse www.teorientaestudante.com.br, e aproveite também para conhecer o talento desses jovens empreenderes maranhenses.

Confira algumas imagens da edição passadas.

ELEIÇÕES 2018: A grande oportunidade de colocar o MA em primeiro lugar 12

Podemos estar próximo de um cenário que representará o fim, de uma vez por todas, do Maranhão em branco e preto simbolizado na dicotomia perversa do sarneysismo versus antissarneysismo

A conjuntura política local aponta para possibilidades extraordinárias do ponto de vista de colocar o Maranhão em primeiro lugar.

Tudo depende de uma conjunção de fatores, entre os quais inteligência e humildade.

A se confirmar o cenário que desenha no horizonte, com José Reinaldo Tavares, Roberto Rocha, Waldir Maranhão, Eduardo Braide,Sebastião Madeira, Hilton Gonçalo, Josemar Maranhãozinho, Wellington do Curso, Alexandre Almeida, Paulo Marinho Jr., Fábio Gentil, para citar apenas estes, na construção e consolidação de um novo campo político no estado, a chance de derrotar os atuais inquilinos do Palácio dos Leões é real e concreta. Isso sem falar da possibilidade do PT apresentar uma candidatura própria nas eleições de outubro, o que vem se mostrando cada vez mais possível de acontecer.

E mesmo que todos estes atores políticos não estejam juntos já no primeiro turno das eleições, uma vez que é legitimo cada qual ter suas aspirações políticas, teremos um quadro que representará o fim, de uma vez por todas, do Maranhão em branco e preto simbolizado na dicotomia perversa do sarneysismo versus antissarneysismo.

Não está difícil de unir a terceira via no Maranhão ou de pelo menos caminhar dialogando em busca de entendimentos a partir do primeiro turno. Aliás, nunca encontrou-se um ambiente tão propício para isso!

Os nomes estão aí postos a construir uma chapa competitiva, forte e com um projeto verdadeiramente renovador, desenvolvimentista, sustentável, inovador, criativo, empreendedor, enfim, um projeto de Estado, de sociedade e que realmente implante novos tempos no Maranhão, o que não se viu acontecer com a vitória de Flávio Dino em 2014.

As condições estão dadas. O ambiente, repito, é propício para entendimentos em torno de uma agenda qualificada que compreenda as múltiplas potencialidades de um estado como o nosso.

É a hora de colocar o Maranhão em primeiro lugar.

O patrão de si mesmo

É cada vez mais presente que a histórica luta de classes entre capital e trabalho, tão bem descrita por Marx, transfere-se hoje para o interior do indivíduo como pessoa

Wagner Siqueira, via administradores.com

A luta de classes entre patrões e empregados se transferiu para o íntimo de cada trabalhador. Não mais se dá por meio da mediação, da negociação e do dissídio dos sindicatos. Esta é a razão intrínseca do desprestígio dos movimentos sindicais em todo o mundo.

A nova realidade cotidiana do universo das organizações transforma o trabalhador numa espécie de empregador de si mesmo. O profissional emprega o corpo e entrega a alma ao trabalho.

É cada vez mais presente que a histórica luta de classes entre capital e trabalho, tão bem descrita por Marx, transfere-se hoje para o interior do indivíduo como pessoa.

A série de suicídios que ocorrem nas mais diversas corporações em todo o mundo é uma das mais deletérias conseqüências da forma de organização do trabalho produzida para atender às novas necessidades da sociedade de mercado, que muitos no mundo globalizado denominam de neoliberal.

O fordismo já não rege a organização do trabalho… Muito menos as descobertas das ciências do comportamento humano.

Os princípios da Administração Científica tão bem sustentados originalmente por Ford, Taylor, Fayol, Gulick e muitos outros já não mais parametrizam a organização do trabalho e a gestão das organizações. Nem o fazem os postulados da Pesquisa de Hawthorne, marco determinante da Escola de Recursos Humanos e dos avanços daí decorrentes que redundaram no desenvolvimento das ciências do comportamento humano no trabalho.

Durante todo esse tempo, ou seja, até o segundo terço do Século XX, os sindicatos se batiam preponderantemente para reduzir as jornadas de trabalho, para aumentar os salários e para conquistar novos benefícios e vantagens extra-salariais; e, em menor escala, tentavam controlar as condições de trabalho pela via das negociações e dos dissídios coletivos. Mas, de forma alguma, atuavam diretamente nos processos e procedimentos que se passavam por dentro do próprio trabalho, na natureza ou na essência do trabalho em si mesmo.

Este foi o sistema produtivo que permitiu grandes avanços da humanidade ao longo do século passado, o florescimento da sociedade de consumo, o desenvolvimento econômico das nações e a melhoria substantiva da qualidade de vida de parcelas expressivas da população mundial. Contribuiu também, claro, para aprofundar e para explicitar as desigualdades e disparidades socioeconômicas existentes entre nações, dentro das próprias sociedades e entre os indivíduos.

De forma alguma, no entanto, as ações de representação sindical tratavam do percurso existencial dos trabalhadores como pessoas e por onde se oxigenavam e se renovavam como seres humanos. Bem, pelo menos até os primeiros resultados das investigações científicas da Fábrica de Hawthorne, da Western Electric, e dos avanços posteriores das ciências do comportamento humano nas organizações, como já acima destacado.

Os trabalhadores respiravam o ar puro da renovação humana fora do trabalho… 

Os trabalhadores se dedicavam exaustivamente a seus trabalhos, em duras jornadas laborais, mas se oxigenavam fora dele, ou melhor, respiravam a renovação e a restauração humana fora das organizações em que trabalhavam, bem distantes do que realizavam no cotidiano em suas estafantes jornadas laborais.

Respiravam o ar puro da renovação existencial pela participação intensa em instâncias externas ao trabalho, como associações comunitárias diversas, ativa vida social e religiosa, e, principalmente, a própria família.

Essas eram as suas válvulas de escape de oxigenação. Através do salário e do emprego podiam ascender ao mundo, participar da vida social de suas comunidades, garantir qualidade de vida às suas famílias, integrar-se em plenitude ao universo civilizatório da sociedade em que viviam.

Eram objeto e sujeito de amor e de trocas afetivas, de relações e de ambientes sociais, de participação e de pertencimento.

O trabalho era, de fato, o divino castigo que deveriam cumprir ou o preço a ser pago para desfrutar de uma vida em plenitude fora dele.

Agora, já não mais respiram e se oxigenam existencialmente como faziam antes. As exigências crescentes das novas formas de organização da sociedade de mercado sequestram as alternativas de dedicação a outras formas distintas de convivência humana, na família e nas associações formais ou informais da comunidade nas quais antes integravam e participavam ativamente.

Os suicídios e as sequelas psicológicas dos trabalhadores no universo da sociedade e no mundo das organizações são o grito de desespero dos que sucumbem pela impossibilidade de restauração humana.

É um desvio equivocado de percepção atribuir simplesmente a razões individuais isoladas a incidência recrudescente de casos de suicídios e de síndromes de burn out ocorrentes no mundo do trabalho em geral.

São o grito de revolta ante uma situação que ultrapassa os limites do equacionamento individual para se transformar numa epidemia social.

O suicídio e as doenças laborais psicológicas abrem uma fresta para o trabalhador respirar, mudando a sua realidade de um ambiente contaminado irrespirável.

O que se suicida nos convoca para ver o que é visível, mas não é visto: a nova organização do trabalho não está consciente de que produz mortos-vivos, verdadeiros zumbis fanatizados pelo trabalho, trabalhadores devotos à organizações, agora transformadas em seitas de adoração.

Apesar do discurso da imprescindibilidade e da importância da equipe na obtenção da excelência de resultados, nunca se praticou tanto a avaliação individual.

A exacerbação do cumprimento de metas individuais de desempenho agrava e aprofunda a dissensão entre colegas, viola o princípio da solidariedade e da cooperação subjacente no trabalho, devasta ambientes sociais, exacerba o egoísmo e a competitividade predatória de um contra um, de um contra alguns, de um contra todos e de todos contra todos.

A nova organização do trabalho produz a fratura existencial do colaborador… 

A avaliação individualizada produz uma divisão no interior da pessoa, entre a necessidade de cumprimento individualizado de metas e as necessidades de apoio, de solidariedade e de cooperação inerentes à natureza humana próprias de pessoas envolvidas na realização de tarefas comuns.

O trabalhador termina por se transformar numa espécie de empregador de si mesmo, um empreendedor interno da organização, como as diretrizes ditas modernas de gestão de pessoas manipulativa e eufemisticamente gostam de chamá-los.

Se antes já se dizia que os trabalhadores já não tinham razão para se sentirem em contradição com a organização, porque os interesses poderiam ser compatibilizados ou administrados pela aplicação das boas teorias gerenciais, agora o assalariado se transforma em seu próprio patrão, no empregador de si mesmo. É a resposta incisiva da sociedade de mercado ao problema da luta de classes, sempre presente entre capital e trabalho, entre salário e lucro, entre as necessidades do empregador e do empregado.

Se os trabalhadores já não tinham mais razão para se sentirem em contradição com o capital, como doutrinavam as teorias das organizações, agora fazem do assalariado o seu próprio patrão, o empregador de si mesmo, o empreendedor interno do negócio em que trabalha. Já não há mais luta de classe, os interesses intrínsecos de ambas as partes se concentram indiviso no íntimo de cada trabalhador como pessoa. Eis ai um sofisma de falsa causa. Em verdade, tanto o capital, agora travestido massivamente de capital financeiro, quanto o trabalho continuam plenamente presentes. Apenas agora o conflito entre salário e lucro, entre capital e trabalho, transbordou para um antagonismo social a ser equacionado e resolvido no interior do próprio indivíduo.

Antes, o conflito social estava regulado pelas mediações sindicais entre patrões e empregados, por normas e regulamentos legais de governo, pela ação direta do Estado, principalmente pelas decisões dos tribunais de justiça. É evidente que estas condicionantes institucionais ainda subsistem, mas não mais como protagonistas exclusivos da resolução de querelas entre patrões e empregados. Agora o conflito se encontra intensamente dentro do trabalhador como pessoa. E é exatamente a incapacidade de as pessoas administrarem esse conflito interior que tem no suicídio e nas sequelas psicológicas do trabalho a sua válvula de escape, a solução dramática de um impasse inusitado que não vislumbra alternativas de equacionamento ganha/ganha se mantido o quadro de circunstancias da ideologia dominante de organização do trabalho prevalecente nos tempos presentes na sociedade de mercado.

Atendendo pedido da FAMEM, Congresso aprova liberação de R$ 83 milhões para municípios do Maranhão

Deputados e senadores aprovaram, nesta última terça-feira (20), medida provisória que libera para as prefeituras brasileiras R$ 2 bilhões em recursos oriundos do Auxílio Financeiro aos Municípios (AFM).

Deste total, as 217 cidades do Maranhão serão beneficiadas com R$ 83 milhões, segundo levantamento divulgado pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM).

Os recursos extras que serão repassados às prefeituras foram garantidos, ainda no ano passado, durante uma articulação nacional em Brasília que contou com o total engajamento do presidente da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão (FAMEM), Cleomar Tema.

Tema, inclusive, encontra-se na capital federal tratando de interesses das cidades do Estado.

A divisão dos recursos do AFM obedecerá aos mesmos critérios utilizados pela União para repartir o dinheiro proveniente do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

Serão R$ 600 milhões para educação; R$ 1 bilhão para a saúde; e R$ 400 milhões para a assistência social.

“Estes recursos serão fundamentais para oxigenar as prefeituras e fazer com que as mesmas deem continuidade aos serviços essenciais em favor dos maranhenses. Tratou-se de mais um ganho obtido graças a união dos prefeitos e prefeitas maranhenses, com o apoio de nossos deputados federais e senadores”, afirmou o presidente da entidade municipalista.