FRASE DO DIA

Kofi Annan, ex-secretário-geral da ONU, morre aos 80 anos 2

O diplomata ganês ocupou durante dez anos o cargo mais alto da Organização das Nações Unidas (ONU), denunciou a guerra no Iraque e chegou a receber o Prêmio Nobel da Paz

Kofi Annan, ex-secretário-geral da ONU Foto: REUTERS/Valentin Flauraud/File Photo.

O ex-secretário-geral da ONU, Kofi Annan, faleceu aos 80 anos, neste sábado, 18. A fundação que carrega seu nome anunciou sua morte, por meio de um comunicado, apenas indicando que ele teria sofrido uma doença súbita. Nascido em Gana em 1938, o africano foi um dos ganhadores do prêmio Nobel da Paz.

Chefe da diplomacia das Nações Unidas entre 1997 e 2006, ele foi internado às pressas num hospital de Berna, na Suíça. Os detalhes sobre seu funeral ainda estão sendo organizados.

António Guterres, atual secretário-geral da ONU, emitiu um comunicado expressando sua “profunda tristeza”. “De muitas formas, Annan era a ONU. Ele subiu dentro da organização para lidera-lá ao novo milênio, com dignidade e determinação”, escreveu. O português insistiu que Annan foi seu mentor e indicou que, “em tempos turbulentos”, ele nunca deixou de agir.

Annan mantinha uma estreita amizade com Sergio Vieira de Mello, o brasileiro que liderou a ONU por algumas das maiores crises humanitárias e que morreu há 15 anos em Bagdá.

Annan ainda teve seu mandato marcado pela decisão de denunciar como “ilegal” a guerra de George W. Bush no Iraque. A partir de então, ele passou a ser alvo de ataques por parte da diplomacia americana. Meses depois de sua declaração, Annan viu seu filho acusado de envolvimento em escândalos de corrupção. O africano ficou abalado com a ofensiva contra ele e sua família e, por meses, chegou a perder sua voz.

ELEIÇÕES 2018: Graça Paz engrandece ainda mais a chapa de Roberto Rocha 10

Eleito governador, Roberto Rocha poderá viajar tranquilo pelo país e pelo mundo em busca de investimentos para o Maranhão que o seu cargo estará bem guardado e resguardado pela lealdade da sua vice.

A deputada estadual Graça Paz é a companheira de chapa do senador Roberto Rocha na condição de candidata à vice-governadora.

A coligação Fazer Diferente Fazer Mais Fazer Melhor, que conta com o PSDB, PMN, PHS, DC, Rede e Podemos, ganha muito com a presença de Graça Paz enquanto vice de Roberto Rocha, ambos do PSDB.

Deputada estadual de quatro mandatos, Maria da Graça Fonseca Paz, é esposa do ex-deputado estadual Clodomir Paz, detentor de 3 mandatos. Ou seja, são sete mandatos de bons serviços prestados aos maranhenses pelo casal através do Poder Legislativo.

Mulher, esposa, mãe, avó, Graça Paz engrandece ainda mais a chapa de Roberto Rocha e com certeza somará muito no curso da campanha.

Pessoa de bem, leal, educada e carismática, Graça Paz é uma vice que todo candidato gostaria de ter.

Ficha limpíssima e de uma postura ética impecável, Graça Paz aceitou o convite feito pelo senador Roberto Rocha e desde ontem, quinta-feira, 16, começaram a marchar unidos pelo Maranhão inciando a campanha pela cidade de Balsas através da Caravana da Esperança.

Eleito governador, Roberto Rocha poderá viajar tranquilo pelo país e pelo mundo em busca de investimentos para o Maranhão que o seu cargo estará bem guardado e resguardado pela lealdade da sua vice.

Claro que os adversários do candidato Roberto Rocha iriam tentar minimizar a escolha de Graça Paz para ser sua vice, faz parte da luta política.

Contudo, qualquer pessoa de boa-fé e de bom-senso sabe que Graça Paz contribuirá muito na campanha Roberto Rocha governador-45 e aproximará o candidato tucano do eleitorado feminino, das mães de famílias, das trabalhadoras e também das chamadas “mulheres do lar”, por que não? Aliás, muitas dessas mulheres que dedicam a vida para cuidar da família, tarefa árdua que só sabe o trabalho que dá quem vivencia.

Enfim, por tudo que Graça Paz representa pessoal e politicamente, Roberto Rocha só tem a ganhar com a sua companheira de palanque.

E o povo maranhense agradece.

SENADO 2018: O fato de Eliziane Gama ser ficha limpa incomoda Weverton Rocha 8

A blogosfera ligada ao nosso querido “Maragato” terá que se virar para construir uma narrativa convincente de que ele é merecedor do voto dos maranhenses.

Ao que parece, o candidato a senador Weverton Rocha (PDT) se incomoda com a narrativa usada pela campanha da sua companheira de chapa, Eliziane Gama (PPS), ser ficha limpa.

Blogs ligados ao pedetista não disfarçam esse incômodo.

Ora, a campanha da irmã está correta em explorar as suas qualidades políticos, ainda mais numa conjuntura onde a população está sedenta por políticos honestos e que combatem a corrupção.

Quem coordena a comunicação de Eliziane Gama é o cientista político e consultor de marketing eleitoral, o competente Juliano Corbellini, que tem explorado corretamente o fato da candidata do PPS ser uma política de conduta ética ilibada.

Cabe aos blogueiros ligados a Weverton Rocha se virarem para construir uma narrativa convincente de que ele é merecedor do voto dos maranhenses. Mas a maioria da turma “maragatista” está mais preocupada é com a conta bancária.

E caso não consigam a proeza de construir uma imagem mais amena para nosso querido “Maragato”, certamente a candidata Eliziane Gama passará ser alvo do máquina de moer reputação bancada pelo comunas pró-Weverton Rocha.

É aguardar e conferir.

Regra eleitoral não amplia candidaturas de mulheres

Apesar da cota de 30% do dinheiro do fundo eleitoral para as campanhas femininas este ano, o número de candidatas nas eleições 2018 praticamente não se altera em relação a 201

A professora e advogada Maria Lúcia Amary tenta nesta eleição seu quinto mandato como deputada estadual pelo PSDB Foto: MIGUEL PESSOA/ESTADÃO

Luiz Fernando Toledo, Luiz Raatz e José Maria Tomazela, O Estado de S.Paulo

Maioria do eleitorado brasileiro, as mulheres continuam representando uma parcela minoritária nas eleições 2018. Mesmo com uma reserva específica de recursos para as campanhas deste ano, o número de candidatas praticamente não se alterou e a proporção oscilou negativamente em relação a 2014. Dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostram que há, em 2018, 8,3 mil candidatas, o que representa 30,64% do total. Em 2014, eram 8,1 mil, ou 31,1% de todas as candidaturas. Os números ainda serão consolidados pelo TSE até segunda-feira, 20, mas a tendência deve se manter.

As estatísticas indicam que houve pouco impacto na alteração determinada pelo TSE neste ano, de reservar uma fatia de 30% do fundo eleitoral (maior parcela de valores destinado para as campanhas eleitorais – R$ 1,7 bilhão – e formado por recursos públicos) e do tempo de propaganda para as candidatas na disputa proporcional.

Um levantamento feito pelo Estadão Dados apontou que elas terão 140% mais recursos do que tiveram há quatro anos – em 2014, as legendas repassaram, em média, 12,5% dos recursos disponíveis para suas candidatas a deputado federal e estadual.

Ainda assim, a expectativa entre analistas políticos é que haja um aumento no número de mulheres eleitas. Antes dessa regra, só havia a definição de que 30% das candidaturas dos partidos deveriam ser preenchidas por mulheres, mas o resultado destas eleições mostrou fortes indícios de que as siglas faziam uso de candidatas laranja, que não concorriam de verdade.

Nas eleições de 2016, por exemplo, o TSE identificou 16 mil candidatos sem voto – 14,4 mil deles eram mulheres. Um levantamento do Movimento Transparência Partidária entre os eleitos nas disputas gerais e municipais de 2008 a 2016 também aponta tendência semelhante. Em 2008, antes da reserva de vagas, 9,5% das candidatas conseguiram se eleger. O índice foi para 5,3% em 2010 e 6,1% em 2012. A proporção caiu para 2,7% em 2014 e, em 2016, foi de 5,7%.

Recursos. Pesquisadores das relações entre gênero e política partidária avaliam que neste ano o maior acesso a recursos de campanha deve influir no sucesso eleitoral de mulheres. “Quando a gente coloca cotas para partidos políticos usarem mulheres, a tendência é esses partidos usarem o mínimo”, disse Hannah Maruci, pesquisadora do Grupo de Estudos de Gênero e Política da Universidade de São Paulo (USP). “Agora a gente trata de dinheiro para campanha. Então a expectativa é que aumente o número de eleitas, principalmente no Legislativo.”

A analista faz uma ressalva, no entanto, sobre o uso das verbas do fundo eleitoral destinadas às candidaturas femininas pelas legendas. A decisão do TSE, na prática, destinou R$ 515 milhões da reserva de recursos públicos para candidatas em 2018. No entanto, não necessariamente a verba será usada de maneira equânime para as candidatas e não está claro como os partidos podem repartir esses recursos. “Alguns partidos não têm claro que destino darão a esse dinheiro.”

Marilda Silveira, diretora do Instituto Brasileiro de Direito Eleitoral, concorda com a avaliação de Hannah. “Dirigentes são homens e as mulheres sofreram ao longo dos anos com a redução de sua participação civil”, disse. “Existe uma expectativa de aumento, mas não no Legislativo.”

Advogada militante decide tentar vaga na Assembleia
Depois de mais de 20 anos militando na área social, em defesa dos direitos da mulher, e cobrando dos políticos mais atenção para a saúde feminina, a advogada Adiene Brenga, de Sorocaba, interior de São Paulo, decidiu passar para o outro lado.

Ela vai estrear na política partidária como candidata a uma cadeira na Assembleia Legislativa pelo PMN. “Esse tempo todo a gente quase só ouviu críticas aos políticos, mas aí me perguntei: se posso fazer alguma coisa, por que não faço? Então me filiei ao partido”, disse Adiene, de 50 anos. “As mulheres têm dupla ou tripla jornada, precisam dividir o tempo com a família e o trabalho, e acabam ficando com medo de entrar na política.”

 

SENADO 2018: Atrás nas pesquisas, Weverton Rocha dá chilique e impede divulgação de números para o Senado 32

Pelo andar da carruagem, nem virando cachorro doido pelo Maranhão afora com Zequinha Sarney (PV) vai ajudar o nosso querido “Maragato” chegar à Câmara Alta do Congresso Nacional

“A Difusora esconder os números. P… no c… do Maragato. Não deixaram nem bater a foto da pesquisa. Ficou puto”.

As palavras acima é de um agente político ligado ao grupo de Flávio Dino comentando sobre como teria sido a reação do candidato a senador Weverton Rocha (PDT) frente aos números da pesquisa Datailha/Difusora, divulgada ontem, quarta-feira, 15.

Pelo WhatsApp, a fonte do Blog do Robert Lobato disse que sequer Weverton aceitou discutir a publicação dos número onde aparece na rabeira do levantamento e pior: a sua companheira de chapa Eliziane Gama aparece bem à frente do candidato pedetista.

Pelo andar da carruagem, nem virando cachorro doido pelo Maranhão afora com Zequinha Sarney (PV) vai ajudar o nosso querido “Maragato” chegar à Câmara Alta do Congresso Nacional.

Uma pena, né?

Fake news: Roberto Rocha ajuíza queixa-crime contra blogueiro ligado à Radio Educadora 10

Espera-se que o blogueiro Adilson Carlos não alegue problemas em suas faculdades mentais para não ser preso, como fez um outro notório blogueiro caluniador durante audiência com senador Roberto Rocha em uma certa Vara Criminal na cidade.

O núcleo de combate a fake news da campanha ao governo do senador Roberto Rocha (PSDB) não está pra brincadeira não!

A Assessoria do candidato protocolou ontem, quarta-feira, 15, queixa-crime em desfavor do blogueiro Adilson Carlos, por crimes de difamação e injúria, respectivamente, feitos por meio de postagem no seu blog.

O blogueiro postou uma série de inverdades contra o senador e terá que prestar esclarecimentos junto à Justiça.

Adilson Carlos é também radialista de Rádio Educadora, emissora que enfrenta sérias dificuldades financeira para pagar seus funcionários, cujos salários estão atrasados há meses, mas isso o Adilson esconde dos ouvintes e prefere destilar seu veneno apenas para a Rádio Capital com o claro objetivo de atacar o candidato Roberto Rocha.

Nem ao menos uma postagem em solidariedade ao funcionários da Educadora que foram demitidos ou que estão com seus vencimentos atrasados Adilson Carlos é capaz de publicar.

A situação da Educadora é tão grave que até funcionários antigos, verdadeiros símbolos do radio maranhense foram demitido. O tal do Adilson Carlos foi preservado dos cortes apenas “por ser do baixo clero”, como afirmou um funcionário da emissora ligada à igreja católica.

Na queixa-crime, Roberto Rocha argumeta:

“Costumo ressaltar que, ao contrário do que muitos pensam, a Internet não é mundo livre de regras jurídicas, onde as pessoas podem fazer o que desejam, sem enfrentar as consequências de seus atos. O dever de informar, não pode ser confundido com o de informar mal, e de fornecer notícias agravantes à honra, ao ser humano ou de inculcar na sociedade notícias falsas e inexatas”.

Adilson Carlos terá que publicar Direito de Resposta pela reposição da verdade.

Além da ação criminal que já foi formalizada (processo de Nº 8010044-56.2018.8.10.0001) contra o titular do blog Adilson Carlos, Roberto Rocha informa ainda que vai exigir o direito de resposta, nos termos da Lei, e que, se não concedido, vai ensejar o ajuizamento de nova ação em desfavor do blogueiro, dessa vez na área cível.

O núcleo de combate a fake news do candidato tucano não dará trégua para os injuriadores e caluniadores que via de regra estão a serviço da máquina de moer reputações ligada ao regime comunista de Flávio Dino.

Espera-se que o Adilson Carlos não alegue problemas em suas faculdades mentais para não ser preso, como fez um outro notório blogueiro caluniador durante audiência com senador Roberto Rocha em uma certa Vara Criminal na cidade.

Viver em democracia: a todo momento somos testados

Não raro, somos colados ao que defendemos

Por Blenda de Oliveira, via Vya Estelar

Como é desafiador o convívio na democracia! Vivemos um momento em que posicionamentos que não sigam o que alguns querem ouvir podem ser arriscados.

Numa simples discordância, pulam na sua jugular e logo qualquer um de nós faz parte das categorias de burros, ignorantes, fascistas, racistas, corruptos, contra a vida, contra a família, a favor da desordem, e por aí vamos…

Ser a favor de que uma mulher decida sobre seu corpo e a maternidade me faz uma assassina? Uma pessoa de segunda categoria? É isso?

Não ser a favor de que a lei seja branda com os bandidos e acreditar que alguns não têm recuperação me torna fascista? Intolerante?

Não tolerar qualquer forma de impedimento na liberdade individual (se não for para matar, traficar, roubar etc) me torna contra os bons costumes?

Ser a favor de toda forma de amor ou casamento me faz o quê? Uma doida?

Se eu quiser votar na direita, esquerda, centro, seja em quem for, mudo de identidade e passo a ter o nome do candidato?

Não raro, somos colados ao que defendemos.

Se votar nesse ou naquele, você É ESSE OU AQUELE?

Estamos num mundo cada vez mais difícil para definir categorias e enquadrar pessoas como se uma pessoa não pudesse ser mais que suas posições e opiniões.

As fronteiras desmoronam todos os dias, papéis se confundem, se misturam e mudam. MUDAM!

E vamos engalfinhando-nos para provar como somos corretos, poderosos e “do bem”. No fundo, ninguém está tão interessado em alternativas, mas, sim, nas próprias alternativas.

Apesar de tudo isso, sempre estarei defendendo uma vida democrática. Faço das tripas coração para continuar defendendo o direito à estupidez! Isso é democracia, um lugar de todos!

PGR pede impugnação da candidatura Lula 2

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, apresentou na noite desta quarta-feira (15) ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pedido de impugnação da candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à Presidência da República, registrada nesta quarta-feira com apoio de mais de 50 mil pessoas em Brasília; questionamento será analisado pelo ministro Luís Roberto Barroso, vice-presidente do TSE e relator do pedido de registro

247 – A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, apresentou na noite desta quarta-feira (15) ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) o pedido de impugnação da candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à Presidência da República, registrada nesta quarta-feira com apoio de mais de 50 mil pessoas em Brasília. O questionamento será analisado pelo ministro Luís Roberto Barroso, vice-presidente do TSE e relator do pedido de registro.

Leia também reportagem da Agência Brasil sobre o assunto:

A procuradora-geral Eleitoral, Raquel Dodge, apresentou no início da noite de hoje (15) impugnação ao registro de candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para o cargo de presidente da República. A candidatura de Lula foi registrada hoje no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pelo partido.

Na petição encaminhada ao relator do caso no TSE, ministro Luís Roberto Barroso, Raquel Dodge afirma que o requerente não é elegível e apresenta certidão emitida pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região, que confirmou a condenação determinada em primeira instância.

Em janeiro deste ano, o ex-presidente foi condenado criminalmente em segunda instância, no âmbito da Operação Lava Jato, a 12 anos e 1 mês de prisão por lavagem de dinheiro e corrupção passiva no caso do triplex do Guarujá. Com essa decisão, a situação do ex-presidente enquadra-se na lista de condicionantes de inelegibilidade prevista na Lei da Ficha Limpa.

Raquel Dodge também lembra que o TSE já consolidou o entendimento de que condenações como a do TRF4 são causa de inelegibilidade. De acordo com a Súmula 61 da Corte, o condenado só retoma a capacidade eleitoral passiva oito anos após o término do cumprimento da pena. No caso do ex-presidente, a pena começou a ser cumprida em abril deste ano, após determinação da Justiça Federal.

O Ministério Público Eleitoral pede ao relator que o registro seja indeferido, por entender que faltam ao pedido os pressupostos de validade e eficácia. “Disso (da falta de capacidade eleitoral passiva) deve decorrer a rejeição liminar do requerimento, sem qualquer outro efeito jurídico que habilite o impugnado a ser considerado candidato sub judice ou a pretender o financiamento de sua candidatura com recursos públicos, que são destinados apenas a financiar campanhas dos elegíveis”, completou.

Pelo calendário eleitoral, o TSE tem até o dia 17 de setembro para julgar os pedidos de registro de candidaturas. Esse também é o prazo final para que os partidos substituam nomes nas chapas, exceto em caso de morte de candidato.

INTIMIDAÇÃO? Weverton Rocha compra dores de Willer Tomaz e processa blog 18

Não se preocupe, meu nobre deputado, pois na nossa audiência de conciliação não farei como o jornalista Jorge Vieira, hoje seu “leal aliado” na imprensa, que certa vez me disse que iria declarar na tua cara, durante um encontro com Vossa Excelência na Justiça do Maranhão, que o senhor é “ladrão”

Essa é boa…

Willer Tomaz, o “advogado ostentação”, como ele é conhecido na capital federal Brasília (veja aqui), foi derrotado em primeira e segunda instâncias nas ações que movia contra o Blog do Robert Lobato no âmbito do Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJ-DF) e ainda terá que arcar com os custos dos honorários do advogado deste editor, conforme print abaixo.

Não satisfeito com as derrotas judiciais, ao que tudo indica Willer Tomaz apelou para o deputado federal Weverton Rocha (PDT) que aceitou comprar as dores do seu compadre – Willer é padrinho do filho de Weverton (veja aqui).

Pois não é que o nosso querido “Maragato” acaba de acionar o pobre do blogueiro também no TJ-DF?

Não se preocupe, meu nobre deputado, pois na nossa audiência de conciliação não farei como o jornalista Jorge Vieira, hoje seu “leal aliado” na imprensa, que certa vez me disse que iria declarar na tua cara, durante um encontro com Vossa Excelência na Justiça do Maranhão, que o senhor é “ladrão”, assim como fez num post de novembro de 2011 intitulado CORRUPÇÃO: WEVERTON ROCHA COMANDAVA EXTORSÃO A ONGS NO MINISTÉRIO DO TRABALHO (veja aqui).

Contudo, não espere de mim rendição como fizeram teus ex-algozes da imprensa, que renderem-se como forma de acordo judicial para não te escrachar na blogosfera.

Não irei te chamar de “ladrão” na frente do juiz, mas de enrolado você não me escapa.

A gente se vê no TJ-DF, meu querido “Maragato”.