Os presidenciáveis e a Previdência

Os tucanos, historicamente favoráveis aos ajustes na Previdência, mas que titubearam e não apoiaram em bloco a reforma proposta por Michel Temer, propugnam reformular o formato atual, com a instituição, por exemplo, de idade mínima e da proibição de acúmulo de benefícios.

Por Eden Jr.*

Os números sobre a Previdência brasileira são inequívocos – ou pelo menos deveriam ser. Entretanto, o país que se “dá ao luxo” de criar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) ­– flagrantemente capturada por interesses corporativistas – para confrontar todas as estatísticas oficiais, deste e dos governos passados, e afirmar que não há déficit na Previdência, é um caso à parte em todo o mundo. Voltando do universo paralelo, os últimos dados da Secretaria do Tesouro Nacional informam que entre janeiro e julho deste ano a Previdência dos trabalhadores da iniciativa privada, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), acumulou saldo negativo de R$ 107 bilhões (valor equivalente a mais de cinco vezes o orçamento total dos três Poderes do Estado do Maranhão em 2018).

O mesmo demonstrativo revela que nos primeiros sete meses do ano as contas do INSS vêm piorando, ano a ano, governo a governo, ficando no vermelho em R$ 33 bilhões (2011); R$ 33 bilhões (2012); R$ 41 bilhões (2013); R$ 36 bilhões (2014); R$ 47 bilhões (2015); R$ 78 bilhões (2016) e R$ 80 bilhões (2017). Por outro lado, considerando-se apenas as contas do Tesouro Nacional e do Banco Central, o Governo Federal teria superávit, até julho, de R$ 68 bilhões. Mas quando se inclui o déficit do INSS, a contabilidade do Governo Central (Tesouro, Banco Central e INSS) fica negativa em R$ 39 bilhões.

Em 2017 o INSS fechou no vermelho em R$ 182 bilhões. Os fundos de aposentadoria dos servidores públicos da União, estados e municípios – os chamados regimes próprios – também sofrem da mesma disfunção e exibem sucessivos déficits. A Previdência dos servidores federais registrou em 2017 um rombo de R$ 86 bilhões. Segundo levantamento da Secretaria de Previdência do Ministério da Fazenda, o conjunto dos fundos de previdências do funcionalismo estadual apresentou um buraco de R$ 93 bilhões no ano passado.

Grosso modo, existem dois tipos de Previdência. Tanto o INSS quanto o regime dos servidores federais e parte dos fundos dos funcionários estaduais e municipais funcionam num sistema de repartição. Nele a contribuição dos trabalhadores da ativa e do empregador (empresas e governos) cobrem o pagamento dos aposentados. Nesse caso, para o equilíbrio é imprescindível que o mercado de trabalho esteja em franca expansão, de modo a gerar um contingente de trabalhadores em atividade bem maior do que o de aposentados. Hoje vemos uma forte crise econômica, que reduziu a quantidade de empregados. Daí a necessidade de ajustes.

No sistema de capitalização a contribuição de empregados e empregadores é depositada, durante a vida laboral, em contas individuais e esses recursos são aplicados por administradoras no mercado (ações, títulos públicos, imóveis, etc.), para render e garantir a aposentadoria dos trabalhadores. Nesse modelo, operam fundos como o Funpresp (dos servidores federais que ingressaram a partir de 2013), de empresas estatais, como a Funcef (da Caixa Econômica), ou privadas, como o Valiaprev (da Vale). No regime de repartição, há uma espécie de solidariedade e pacto geracional, pois, todos os trabalhadores contribuem para a aposentadoria de todos os aposentados. Já no sistema de capitalização, o viés é de individualidade, tendo em vista que cada um é responsável por constituir a sua própria aposentadoria.

Diante desse cenário desafiador, especialmente quanto à sustentabilidade do sistema previdenciário do Brasil, é indispensável saber as propostas dos principais candidatos ao Planalto sobre o tema, isso a duas semanas das eleições. A candidata da Rede, Marina Silva, e sua equipe, há tempos têm se manifestado favoravelmente à Reforma da Previdência, com a migração do modelo de repartição para o de capitalização. A questão é que com essa transição de regimes, de repartição para capitalização, surge o chamado “custo de transição”. Uma vez que o Estado, por um lado, continua com a responsabilidade do pagamento dos benefícios da massa de aposentados, e por outro, perde o fluxo das receitas das contribuições dos não aposentados, que doravante é aportado em contas individuais. Para tanto, os “marineiros” querem usar recursos advindos de privatizações para cobrir a despesa com a mudança de regime. Ciro Gomes, que até meados de 2017 afirmava não haver déficit previdenciário, agora propõe que seja feita a reforma. O pedetista planeja a constituição de um esquema com três pilares: um de repartição, com um teto menor do que os atuais R$ 5,6 mil do INSS; um de capitalização, para os que puderem contribuir e ter benefícios mais altos, e um assistencial, para quem não pode contribuir, que receberia apenas um salário mínimo.

Os tucanos, historicamente favoráveis aos ajustes na Previdência, mas que titubearam e não apoiaram em bloco a reforma proposta por Michel Temer, propugnam reformular o formato atual, com a instituição, por exemplo, de idade mínima e da proibição de acúmulo de benefícios. Geraldo Alckmin rejeita a introdução, nos próximos anos, de um modelo de capitalização, pois acredita que não haveria recursos para financiar a transição entre os sistemas, o que só agravaria o problema fiscal. O economista de Jair Bolsonaro, Paulo Guedes, sugere que sejam implantados apenas dois padrões de aposentadoria: um de capitalização, para os que tenham renda maior e possam contribuir mais, e outro de cunho social, que garanta rendimento mínimo, destinado àqueles que não conseguiram poupar. O petista Fernando Haddad e seus assessores econômicos acreditam que o atual sistema é sustentável, sendo necessário promover apenas pequenas mudanças pontuais, e afastam a necessidade de uma reforma urgente e ampla. A retomada do crescimento econômico, que redundará na elevação das receitas, trará a sustentabilidade para a Previdência, dizem eles.

Diante dos déficits crescentes e sucessivos na Previdência, sendo esses a principal fonte do colossal desequilíbrio das contas públicas, é indispensável tratar com a devida seriedade o tema. O PT é o único, dentre os principais postulantes à presidência, que desconsidera a necessidade de realizar imediatamente uma Reforma da Previdência, e preconiza somente reparos tópicos. Para evitar qualquer tipo de engodo pós-eleições, especialmente com uma questão que é alvo de toda a sorte de demagogia e atinge sensivelmente a vida de dezenas de milhões de brasileiros, é imprescindível a sociedade estar atenta para os compromissos de campanha. Não deve permitir que se venda um produto e depois se entregue outro.

*Doutorando em Administração, Mestre em Economia e Economista (edenjr@edenjr.com.br)

#Ele não! #Eri Castro sim! 6

Muito bom, elucidativo e criativo o vídeo que o petista e candidato a deputado, jornalista e publicitário Eri Castro (13065) publicou nas redes sociais.

No vídeo, Eri alerta para o risco do projeto fascista de Jair Bolsonaro para o Brasil e conclama as força democráticas da esquerda e do centro para enfrentar a extrema-direita representada na figura bizarra do “Bozo”

Faço minhas as palavra do nosso companheiro e candidato a deputado estadual Eri Castro. Confira.

LULA: “O PT no maranhão foi melhor tratado pela Roseana Sarney” 10

A afirmação do dirigente do PT no Maranhão só veio confirmar o que há tempos o blogueiro e outros petista e não petistas já sabiam “há séculos”: Lula não gosta de Flávio Dino.

Em conversa com o Blog do Robert Lobato, ontem, sexta-feira, 21, um dirigente do PT maranhense com amplo trânsito na cúpula nacional do partido, assegurou que o ex-presidente Lula reconhece que o PT foi tratado melhor pelo governo Roseana Sarney (MDB) do que está sendo pelo governo Flávio Dino (PCdoB).

“Soube por companheiros muito próximos ao Lula, que ao vistá-lo na prisão em Curitiba, o ex-presidente afirmou que o PT no Maranhão foi muito melhor tratado por Roseana Sarney do que por Flávio Dino”, disse o petista ao Blog do Robert Lobato.

Em verdade, isso não foi nenhuma surpresa para este editor do Blog do Robert Lobato, na medida que sempre soube da antipatia do Lula com o governador do Maranhão, considerado pelo ex-presidente como um “cara muito metido”, entre aspas mesmo.

A afirmação do dirigente do PT no Maranhão só veio confirmar o que há tempos o blogueiro e outros petista e não petistas já sabiam “há séculos”: Lula não gosta de Flávio Dino.

É isso!

ELEIÇÕES 2018: Madeira merece o voto dos imperatrizenses e ser eleito deputado federal 4

O ex-prefeito Madeira tem coerência, postura e compostura, e olha que não foram poucos os cantos e encantos que o tucano teve de enfrentar para mudar de lado. Mas, ao contrário de uns e outros, inclusive de um outro ex-prefeito de Imperatriz que também é candidato a deputado federal, manteve-se firme na sua posição e não se deixou levar ou vender, enfim, não foi um covarde!

Se eu tivesse a honra de ser de Imperatriz ou de qualquer outra cidade da Região Sul do Maranhão não teria dúvida que votaria em Sebastião Madeira para deputado federal.

São os muitos os motivos que me levam a afirmar isso.

Em primeiro lugar, admiro políticos que têm posição político-partidária e que nunca fica pulando em galho em galho a cada eleição. Que dependendo da conveniência pessoal muda de grupo político como se muda de roupa.

O ex-prefeito Madeira tem coerência, postura e compostura, e olha que não foram poucos os cantos, encantos e seduções que o tucano teve de enfrentar para mudar de lado.

Mas, ao contrário de uns e outros, inclusive de um outro ex-prefeito de Imperatriz que também é candidato a deputado federal, Madeira manteve-se firme na sua posição e não se deixou levar ou vender, enfim, não foi um covarde!

Não é por acaso que Sebastião Madeira conta com o respeito não apenas da cúpula do PSDB local, mas também das principais lideranças do tucanato nacional, inclusive chegando a presidir o Instituto Teotônio Vilela nacionalmente e detentor de nada menos do que quatro mandatos de deputado federal.

Por todas as suas qualidades política e por sua biografia respeitada, Sebastião Madeira (4512) merece retornar a Câmara dos Deputados.

É a opinião do Blog do Robert Lobato.

ELEIÇÕES 2018: Deferimento da candidatura de Monteiro pode salvar a reeleição de Zé Carlos 4

A candidatura de Zé Carlos nesta eleição de 2018 nem de longe lembra a de 2014, quando o ex-superintendente da Caixa Econômica no Maranhão mostrou um extraordinário volume de campanha que lhe garantiu uma boa votação, mais de 90 mil votos, principalmente se levarmos em consideração que ele não tinha nenhuma relação histórica com o PT.

O ex-presidente do PT e ex-superintendente do Incra, Raimundo Monteiro, teve a sua candidatura a deputado federal deferida pela Justiça Eleitoral.

Além de ser uma vitória política e pessoal do petista, o deferimento da sua candidatura pode ainda concorrer para salvar a reeleição do deputado federal Zé Carlos, também do PT.

“Graças a Deus a candidatura do Monteiro foi deferida. Vamos precisar dos votos dele para dar coeficiente. Mas ainda tem uma coisa, se o voto de legenda do PT não bombar, nem os votos de Monteiro vão ajudar a fazer o coeficiente e Zé Carlos hoje parece que não tem nem metade dos votos que teve na eleição passada”, afirmou um observador político e amigo do Blog do Robert Lobato.

De fato, a candidatura de Zé Carlos nesta eleição de 2018 nem de longe lembra a de 2014, quando o ex-superintendente da Caixa Econômica no Maranhão mostrou um extraordinário volume de campanha que lhe garantiu uma boa votação, mais de 90 mil votos, principalmente se levarmos em consideração que ele não tinha nenhuma relação histórica com o PT.

De qualquer modo, o deferimento da candidatura do grande Raimundo Monteiro veio em boa hora.

Para ele, para o PT e para Zé Carlos.

O Blog do Robert Lobato deseja todo sucesso para Monteiro.

Em carta aos eleitores, FHC compara Haddad a Bolsonaro e pede união contra eles 6

Por Redação Revista Forum

Em uma carta destinada aos eleitores e eleitoras, divulgada nesta quinta-feira (20), o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso compara o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) com Fernando Haddad (PT), e insinua que a eleição está radicalizada entre dois extremos, no que ele chama de “marcha da insensatez”.

Além disso, FHC ainda afirma que “qualquer dos polos da radicalização atual que seja vencedor terá enormes dificuldades para obter a coesão nacional” e, por conta disto, pede um grande pacto nacional contra os dois.

FHC diz ainda que, de um lado está um candidato que prega o ódio “que tem como principal opositor quem representa um líder preso por acusações de corrupção mostra o ponto a que chegamos”.

Leia a carta de FHC na íntegra abaixo:

Carta aos eleitores e eleitoras

Fenando Henrique Cardoso

Em poucas semanas escolheremos os candidatos que passarão ao segundo turno. Em minha já longa vida recordo-me de poucos momentos tão decisivos para o futuro do Brasil em que as soluções dos grandes desafios dependeram do povo. Que hoje dependam, é mérito do próprio povo e de dirigentes políticos que lutaram contra o autoritarismo nas ruas e no Congresso e criaram as condições para a promulgação, há trinta anos, da Constituição que nos rege.

Em plena vigência do estado de direito nosso primeiro compromisso há de ser com a continuidade da democracia. Ganhe quem ganhar, o povo terá decidido soberanamente o vencedor e ponto final.

A democracia para mim é um valor pétreo. Mas ela não opera no vazio. Em poucas ocasiões vi condições políticas e sociais tão desafiadoras quanto as atuais. Fui ministro de um governo fruto de outro impeachment, processo sempre traumático. Na época, a inflação beirava 1000 por cento ao ano. O presidente Itamar Franco percebeu que a coesão política era essencial para enfrentar os problemas. Formou um ministério com políticos de vários partidos, incluída a oposição ao seu governo, tal era sua angústia com o possível despedaçamento do país. Com meu apoio e de muitas outras pessoas, lançou-se a estabilizar a economia. Criara as bases políticas para tanto.

Agora, a fragmentação social e política é maior ainda. Tanto porque as economias contemporâneas criam novas ocupações, mas destroem muitas outras, gerando angústia e medo do futuro, como porque as conexões entre as pessoas se multiplicaram. Ao lado das mídias tradicionais, as “mídias sociais” permitem a cada pessoa participar diretamente da rede de informações (verdadeiras e falsas) que formam a opinião pública. Sem mídia livre não há democracia.

Mudanças bruscas de escolhas eleitorais são possíveis, para o bem ou para o mal, a depender da ação de cada um de nós.

Nas escolhas que faremos o pano de fundo é sombrio. Desatinos de política econômica, herdados pelo atual governo, levaram a uma situação na qual há cerca de treze milhões de desempregados e um déficit público acumulado, sem contar os juros, de quase R$ 400 bilhões só nos últimos quatro anos, aos quais se somarão mais de R$ 100 bilhões em 2018. Essa sequência de déficits primários levou a dívida pública do governo federal a quase R$ 4 trilhões e a dívida pública total a mais de R$ 5 trilhões, cerca de 80% do PIB este ano, a despeito da redução da taxa de juros básica nos últimos dois anos. A situação fiscal da União é precária e a de vários Estados, dramática.

Como o novo governo terá gastos obrigatórios (principalmente salários do funcionalismo e benefícios da previdência) que já consomem cerca de 80% das receitas da União, além de uma conta de juros estimada em R$ 380 bilhões em 2019, o quadro fiscal da União tende a se agravar. O agravamento colocará em perigo o controle da inflação e forçará a elevação da taxa de juros. Sem a reversão desse círculo vicioso o país, mais cedo que tarde, mergulhará em uma crise econômica ainda mais profunda.

Diante de tão dramática situação, os candidatos à Presidência deveriam se recordar do que prometeu Churchill aos ingleses na guerra: sangue, suor e lágrimas. Poucos têm coragem e condição política para isso. No geral, acenam com promessas que não se realizarão com soluções simplistas, que não resolvem as questões desafiadoras. É necessária uma clara definição de rumo, a começar pelo compromisso com o ajuste inadiável das contas públicas. São medidas que exigem explicação ao povo e tempo para que seus benefícios sejam sentidos. A primeira dessas medidas é uma lei da Previdência que elimine privilégios e assegure o equilíbrio do sistema em face do envelhecimento da população brasileira. A fixação de idades mínimas para a aposentadoria é inadiável. Ou os homens públicos em geral e os candidatos em particular dizem a verdade e mostram a insensatez das promessas enganadoras ou, ganhe quem ganhar, o pião continuará a girar sem sair do lugar, sobre um terreno que está afundando.

Ante a dramaticidade do quadro atual, ou se busca a coesão política, com coragem para falar o que já se sabe e a sensatez para juntar os mais capazes para evitar que o barco naufrague, ou o remendo eleitoral da escolha de um salvador da Pátria ou de um demagogo, mesmo que bem intencionado, nos levará ao aprofundamento da crise econômica, social e política.

Os partidos têm responsabilidade nessa crise. Nos últimos anos, lançaram-se com voracidade crescente ao butim do Estado, enredando-se na corrupção, não apenas individual, mas institucional: nomeando agentes políticos para, em conivência com chefes de empresas, privadas e públicas, desviarem recursos para os cofres partidários e suas campanhas. É um fato a desmoralização do sistema político inteiro, mesmo que nem todos hajam participado da sanha devastadora de recursos públicos. A proliferação dos partidos (mais de 20 na Câmara Federal e muitos outros na fila para serem registrados) acelerou o “dá-cá, toma-lá” e levou de roldão o sistema eleitoral-partidário que montamos na Constituição de 1988. Ou se restabelece a confiança nos partidos e na política ou nada de duradouro será feito.

É neste quadro preocupante que se vê a radicalização dos sentimentos políticos. A gravidade de uma facada com intenções assassinas haver ferido o candidato que está à frente nas pesquisas eleitorais deveria servir como um grito de alerta: basta de pregar o ódio, tantas vezes estimulado pela própria vítima do atentado. O fato de ser este o candidato à frente das pesquisas e ter ele como principal opositor quem representa um líder preso por acusações de corrupção mostra o ponto a que chegamos.

Ainda há tempo para deter a marcha da insensatez. Como nas Diretas-já, não é o partidarismo, nem muito menos o personalismo, que devolverá rumo ao desenvolvimento social e econômico. É preciso revalorizar a virtude da tolerância à política, requisito para que a democracia funcione. Qualquer dos polos da radicalização atual que seja vencedor terá enormes dificuldades para obter a coesão nacional suficiente e necessária para adoção das medidas que levem à superação da crise. As promessas que têm sido feitas são irrealizáveis. As demandas do povo se transformarão em insatisfação ainda maior, num quadro de violência crescente e expansão do crime organizado.

Sem que haja escolha de uma liderança serena que saiba ouvir, que seja honesto, que tenha experiência e capacidade política para pacificar e governar o país; sem que a sociedade civil volte a atuar como tal e não como massa de manobra de partidos; sem que os candidatos que não apostam em soluções extremas se reúnam e decidam apoiar quem melhores condições de êxito eleitoral tiver, a crise tenderá certamente a se agravar. Os maiores interessados nesse encontro e nessa convergência devem ser os próprios candidatos que não se aliam às visões radicais que opõem “eles” contra ”nós”.

Não é de estagnação econômica, regressão política e social que o Brasil precisa. Somos todos responsáveis para evitar esse descaminho. É hora de juntar forças e escolher bem, antes que os acontecimentos nos levem para uma perigosa radicalização. Pensemos no país e não apenas nos partidos, neste ou naquele candidato. Caso contrário, será impossível mudar para melhor a vida do povo. É isto o que está em jogo: o povo e o país. A Nação é o que importa neste momento decisivo.

Luis Fernando entrega obras e serviços no Parque Jair e Parque Vitória durante programação de aniversário de Ribamar

No segundo dia, o prefeito ribamarense entregou obra na saúde, assinou ordens de serviços e lançou importantes serviços para a região.

No segundo dia de programação oficial de aniversário dos 66 anos de emancipação política de São José de Ribamar, as regiões do Parque Jair e Parque Vitória foram contempladas com a entrega de obras, serviços e lançamento de programas que contemplam várias áreas.

A quinta-feira (20) começou logo cedo com a inauguração da Unidade Básica de Saúde, do Parque Jair. O equipamento de saúde entregue na primeira gestão do prefeito Luis Fernando, foi encontrado fechado para uma suposta reforma e totalmente destruído. Com isso a população tinha que migrar para outros centros em busca de atendimento.

Logo que assumiu a gestão, o prefeito ribamarense implantou sede provisória para o funcionamento da UBS e autorizou de imediato a reconstrução da unidade. Medida que para Luis Fernando poderia ser diferente, caso a antiga administração tivesse cuidado da cidade.

“Poderíamos estar entregando outras obras para o Parque Jair, mas retorno hoje para entregar novamente a UBS, equipamento que estava fechado e completamente destruído e que hoje devolvemos para a população de forma digna e responsável”, completou o prefeito.

São pelo menos nove salas totalmente reconstruídas e que passam a atender pacientes para consultas médicas, de enfermagem, odontológicas, testes rápidos de HIV, Sífiles, e Hepatites Virais, Coleta de Preventivo, Exames Laboratoriais, além do atendimento direto de crianças com oferta de medição de peso, altura, aferição de pressão, teste de glicemia, acompanhamento dos grupos específicos de diabetes, hipertensos, gestantes, crianças, adolescentes e idosos, bem como curativos, nebulização, e imunização.

Serviços que segundo o vereador Manoel do Nascimento, presidente da comissão de saúde da Câmara, extremamente importantes para a população que agora não mais precisarão migrar para outros centros em busca de atendimento. “De parabéns o prefeito Luis Fernando que devolve a população do Parque Jair um importante equipamento que atende aos pacientes com dignidade e responsabilidade da prestação do serviço na área da saúde”, parabenizou o vereador acompanhado dos vereadores Moises Gama, Nádia Barbosa, e Cristiano.

Também participaram do evento o vice-prefeito, Eudes Sampaio, o secretário de saúde, Tiago Fernandes e demais autoridades.

Já no período da tarde foi a vez dos moradores do Parque Vitória. A região, considerada uma das mais populosas do município, recebeu de uma só vez a assinatura da ordem de serviço para a construção da Feira da localidade, que segundo o prefeito vai organizar o setor, resolver o ordenamento físico da feira bem como potencializar o escoamento dos produtos agrícolas.

Luis Fernando também autorizou a reconstrução da Praça da Juventude, considerada referência para os jovens, a construção de uma Biblioteca voltada para toda a comunidade, principalmente crianças e jovens, além do lançamento dos programas, Caminhão da Juventude que disponibiliza qualificação profissional por meio de cursos e a Feira Mais Renda que apresenta os mais variados produtos.

“Estamos numa agenda intensa e de muita alegria. Hoje iniciamos ciclos de extrema importância para os moradores do Parque Vitória. Pouco a pouco estamos devolvendo a dignidade do nosso povo atendendo todas as áreas de governo”, finalizou.

A força de Hilton Gonçalo: Ariston e Dr Elizabeth Gonçalo entre os favoritos para Assembleia e Câmara

O presidente do Avante do Maranhão, Hilton Gonçalo, vai demonstrando ser um dos políticos mais habilidosos do estado. Para além de Santa Rita, Bacabeira e Pastos Bons, municípios que possui forte influência, o líder político tem alcançado importantes adesões em diversos municípios, tanto da região do Munim, como Baixada Maranhense, Sertão, Alto Turi, entre outras localidades do estado.

Essas importantes adesões tem fortalecido as candidaturas de Ariston para uma vaga na Assembleia Legislativa e Dr Elizabeth Gonçalo para a Câmara Federal. Os dois nomes foram lançados por Hilton Gonçalo e são as apostas do partido Avante, que passa por um processo de reestruturação no estado.

Em Itapecuru, Rosário, Palmeirândia, Anajatuba, São João dos Patos, Magalhães de Almeida, Fortuna, Loreto, Turiaçu, Presidente Juscelino, Pinheiro, Axixá e muitos outros municípios, vereadores, prefeitos e lideranças políticas tem garantido apoio aos candidatos do Avante, graças a uma articulação que envolve o próprio presidente do partido.

Hilton Gonçalo também tem desenvolvido um importante trabalho em São Luís e demais municípios limítrofes. Na Grande Ilha, os candidatos Ariston e Dr Elizabeth Gonçalo estão aglutinando importantes apoios e podem acabar surpreendendo com votações expressivas.

Além da boa articulação de Hilton Gonçalo, o próprio desempenho de Ariston e Dr Elizabeth Gonçalo acabam os ajudando para a disputa proporcional. Os dois candidatos do Avante possuem experiência, o candidato a deputado estadual é vice-prefeito no segundo mandato, já o concorrente a Câmara Federal foi prefeito de Pastos Bons por três mandatos.

Apesar de ter adiado o seu projeto majoritário em 2018, Hilton Gonçalo mostra força com duas candidaturas competitivas, as quais devem alcançar a vitória e garantir a consolidação de um grupo político forte e maduro para as próximas eleições.

Dr. Leonardo Sá faz visitas ao Município de Governador Nunes Freire ao lado do Prefeito Indalécio

Na quarta-feira (19), Dr. Leonardo Sá candidato a deputado estadual percorreu a Zona Urbana e Rural de Governador Nunes Freire ao lado do Prefeito Indalécio e da Primeira-Dama Branca, e dos Vereadores Castelo, Fernando, Wanderlei, Antônio de Gentil e Ronaldo.

Todos cumpriram uma extensa agenda de visitas e reuniões com a população da Zona Rural, fato que leva Leonardo Sá a ser o primeiro candidato a Deputado Estadual a fazer campanha pela Zona Rural de Nunes Freire.

Pela manhã, o primeiro compromisso foi um café da manhã na casa do Vereador Ronaldo no Povoado Três Raízes, com as comunidades de Três raízes e Vila Nova, passando pelo município a caminho de outros Povoados visitaram o Centro de Saúde e o Hospital Municipal.

Dr. Leonardo Sá e o Prefeito Indalécio visitaram muitos Povoados durante todo o dia e reuniram-se com a população nos Povoados Santo Antônio, São Sebastião, São Jorge, Vila União, Faixa do Clovis e Cocal, finalizando a noite com uma reunião em Nunes Freire com todos profissionais da área da saúde.