ELEIÇÕES 2020: Allan Garcês trabalha para ser o nome de Bolsonaro em São Luis

Allan Garcês está se movimentando com olhos voltados para as eleições municipais de 2020. E mais: trabalha para ser o nome de Bolsonaro para prefeito de São Luis, se conseguirá ou não é outra história.

O médico Allan Garcês (PSL) tem projeto político em mente como todos sabemos, inclusive foi candidato a deputado federal nas eleições de 2018 saindo das urnas com cerca de 20 mil votos. Ocorre que ele está longe de querer ficar estacionado em 2018.

Convidado pelo presidente eleito Jair Bolsonaro para integrar a equipe de transição do governo, Allan ficou ainda mais em evidência e ganhou o noticiário local com abordagens positivas a sua imagem, mas, claro, também houve quem não gostou da notícia e fez do médico alvo de ataques, alguns considerados até injustos.

O fato, e contra os fatos podemos até correr deles, mas não podemos nos esconder porque eles não encontram, é que Allan Garcês está se movimentando com olhos voltados para as eleições municipais de 2020. E mais: trabalha para ser o nome de Bolsonaro para prefeito de São Luis, se conseguirá ou não é outra história.

Lógico que tudo mundo muito cedo quando o assunto é a eleição de 2020, mas o tempo urge e nenhum dos pretendentes a sucessor do prefeito Edivaldo Júnior vai ficar parado. Entre os quais Allan Garcês, que nesta quinta-feira ganhou o reconhecimento, em forma de artigo, da lavra do também médico João Bentivi, que o Blog do Robert Lobato reproduz a seguir. Confira.

A quem Allan Garcês incomoda?

Não falo de “qualquer alan ou de um alan qualquer”, falo de Allan Quadros Garces. Essa afirmação não guarda nenhum demérito a ninguém, mas serve para ressaltar que o cidadão, motivo desse artigo, é um ser humano diferente.

O conheço há muitos anos e tivemos a oportunidade de juntos trabalharmos, quer na atividade médica específica, quanto no magistério superior, na medicina, além da convivência pessoal e familiar. Foi e é uma salutar experiência.

Cidadão de respeito, pai de família exemplar, médico competente e professor dedicado, Allan Garces tem as qualidades que merecem ser elogiadas e na pior das hipóteses, se alguém não desejasse reconhecer essas qualidades, pelo menos um silêncio de respeito à verdade.

Não foi o que aconteceu.

Allan Garces nunca se submeteu a pusilanimidade e subserviência e isso lhe rendeu inimigos poderosos e, por serem poderosos, as perseguições se avolumaram.

Demitido tanto da rede se saúde municipal e estadual, Allan não se deixou abater e quando a candidatura do Bolsonaro nem era uma hipótese, transformou-se no maior ícone da direita maranhense, pagando o alto preço por esse posicionamento. Essa posição não guardava nenhum tipo de interesse subalterno, mas a convicção de que teria que haver mudança.

No momento que o deputado Bolsonaro se torna vitorioso, os olhos se voltaram céleres para o Allan. Quando ele é chamado para ser um colaborador da transição, a preocupação e a inveja campearam por inúmeras mentes. As razões são interessantes.

Allan é independente, correto, competente, honesto, trabalhador e não deve favores aos chefes e chefetes de nossa província. A sua importância como principal líder da direita maranhense não foi um milagre, nem indicação: foi trabalho, sangue, suor e lágrima. Sou testemunha.

Allan tem um belo futuro político. Seus mais de 20 mil votos foram seus, sérios, honestos e sem sombras de fraudes e poderio econômico. O incômodo que causa, portanto, tanto é na turma de esquerda, vinculada ao governador Dino, como dentro do seu próprio arraial, no chamado “fogo amigo”, que nada tem de amigo.

A mim, dentro da minha experiência e respeito para com o Allan, só resta torcer para que ele seja reconhecido, nesse novo momento político de nossa pátria. Caso pudesse falar com o presidente Bolsonaro, dir-lhe-ia: presidente, o Allan é um dos seus, trate-o com tal, ou seja, trate-o na altura do seu merecimento.

Isso não é favor, mas o reconhecimento do mérito, uma das diretrizes de novo governo.

A quem Allan incomoda? Não vou nominá-los, mas não são bons brasileiros.

Tenho dito.

Deixe uma resposta