IGOR LAGO: “Considero Roberto Rocha e Roseana Sarney melhores opções”

Igor Lago afirma ainda que Flávio Dino faz “um governo pífio e sem novidades agarra-se ao uso da máquina para manter os apoios eleitorais”, e ainda “um verdadeiro retrocesso político e administrativo.”

O médico Igor Lago, filho do ex-governador Jackson Lago, já falecido, publicou um duro texto na sua rede social do Facebook fazendo algumas considerações sobre as eleições de 2018 no Maranhão.

No texto, Igor Lago afirma que Flávio Dino faz “um governo pífio e sem novidades agarra-se ao uso da máquina para manter os apoios eleitorais”, e ainda ser “um verdadeiro retrocesso político e administrativo.”

Em outro trecho do texto, o médico surpreende ao avaliar que, para ele, “Roberto Rocha e Roseana Sarney [são] melhores opções” para o governo do estado.

Igor Lago encerra o texto pedindo que os eleitores não votem em Márcio Jerry para deputado federal.

Confira, a seguir, a íntegra da postagem de Igor Lago.

MARANHÃO 2018: ATRASO, TRAIÇÃO E REBELDIA

Flávio Dino com um governo pífio e sem novidades agarra-se ao uso da máquina para manter os apoios eleitorais.

O discurso é o de se apresentar como um avanço quando, na verdade, é um verdadeiro retrocesso político e administrativo.

Considero Roberto Rocha e Roseana Sarney melhores opções.

Weverton Rocha e Eliziane Gama são produtos da traição do Flávio Dino ao responsável por sua entrada e sucesso na política, o ex-governador Zé Reinaldo.

São o retrato fiel da velha política agora protagonizada por novos atores. O primeiro dispensa comentários porque já conhecido de todos, a segunda merece a observação que mais lhe caracteriza, a da esperteza. Não foi candidata ao governo em 2014 por uma negociação com o atual que lhe garantiu um mandato de deputada federal, assim como não se posicionou no segundo turno na eleição para prefeito de São Luis. Hoje sabemos o porquê.

Considero Zé Reinaldo e Alexandre Almeida melhores opções.

Para deputado federal não votar no Márcio Jerry será um gesto de rebeldia política, a de não se deixar levar pelo cabresto da máquina pública…

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