#Ele não! #Eri Castro sim!

Muito bom, elucidativo e criativo o vídeo que o petista e candidato a deputado, jornalista e publicitário Eri Castro (13065) publicou nas redes sociais.

No vídeo, Eri alerta para o risco do projeto fascista de Jair Bolsonaro para o Brasil e conclama as força democráticas da esquerda e do centro para enfrentar a extrema-direita representada na figura bizarra do “Bozo”

Faço minhas as palavra do nosso companheiro e candidato a deputado estadual Eri Castro. Confira.

18 comentários sobre “#Ele não! #Eri Castro sim!

  1. Jefferson disse:

    #Deuslivre, esse estelionatário, deputado já basta os que estão na assembleia… O grande perigo para o Brasil não é Jair, mas um marionete de Presidiário, um retarHaddad.

  2. Louis disse:

    Eu quero saber quem são vocês pra mandarem na vontade do voto das pessoas.
    Cada um é livre, Bolsonaro, sim! sim! e sim!
    Esse eri não vale a bosta do cavalo do bandido.

  3. Magno Cunha da Silva disse:

    POLÍTICA
    21 DE SETEMBRO DE 2018, 20H10
    Com Roseana, família Sarney tenta retomar controle do feudo político no Maranhão
    História do clã no estado está ligada à grilagem; ex-governadora disputa o Palácio dos Leões com Flávio Dino (PCdoB), candidato à reeleição que governa com apoio de ruralistas

    Por Alceu Castilho, no De Olho Nos Ruralistas

    As políticas de José Sarney inspiraram um clássico da literatura brasileira sobre questão agrária: “Grilagem – corrupção e violência em terras do Carajás“, de Victor Asselin. No fim dos anos 60, aquele jovem político disparou a distribuir terras públicas, onde viviam camponeses. Entre os beneficiários, grileiros de todo o Brasil, numa escola que vinha do Paraná e passava por Goiás. Iniciava-se um domínio político no Estado que só foi interrompido – salvo uma gestão relâmpago de Jackson Lago – pelo atual governo de Flávio Dino (PCdoB), candidato à reeleição.

    Cinquenta anos depois, a família do ex-presidente vê na ex-governadora Roseana Sarney (MDB) a chance de retomada do feudo. Em 1966, o cineasta Glauber Rocha gravou um documentário sobre a posse de José Sarney, a pedido do amigo governador. As promessas de combate à miséria foram sendo substituídas por um domínio coronelista no estado, onde ficam hoje 70 dos 100 municípios mais pobres do Brasil.

    A palavra “comunista” na sigla PCdoB não significa que a gestão Dino esteja descolada dos interesses ruralistas. Alguns membros da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), como os deputados federais André Fufuca (PP) e Cleber Verde (PRB), têm influência direta no governo estadual, inclusive no Instituto de Terras do Maranhão (Iterma) – um velho conhecido da família Sarney.

    Lei Sarney de terras gerou êxodo rural

    No dia 15 de junho de 1969, saiu do forno o que viria ser conhecida como Lei Sarney de Terras. “Com a nova lei, facultava-se a venda das terras devolutas, sem licitação, a grupos organizados em sociedade anônimas, sem número limitado de sócios, podendo requerer cada um até três mil hectares”, conta Victor Asselin em seu livro. Estava em curso uma das maiores grilagens de terras da história do Brasil, numa área de 1,5 milhão de hectares conhecida como Fazenda Pindaré.

    Esses territórios eram ocupados por posseiros. No ano passado, no XXIX Simpósio de História Nacional, o historiador Roberval Amaral Neto, do Instituto Federal do Maranhão, observou que a lei significou a “institucionalização da grilagem nas terras maranhenses”. Entre elas, 9 milhões de hectares de terras devolutas na Amazônia Legal. Esse território, explica o pesquisador, era visto pela elite do estado “como a solução para modernizar o setor agrário maranhense”.

      • Magno Cunha da Silva disse:

        Meu muito obrigado Robert Lobato por você se mostrar um “comunicador” democrático e livre em suas decisões e posições políticas, em publicar a matéria da Revista Fórum do dia 21/09/2018, coisa que eu não posso elogiar nos blogueiros Jorge Aragão, Gilberto Leda, Marco D’eça, Diego Emir, Zeca Soares. Um abraço.

        • Pablo disse:

          Democrático fosse se esse mesmo veículo de comunicação fizesse um relato analítico sobre uma política baseada no autoritarismo e perseguição somada ao favorecimento seletivo promovido pelo Flávio Dino. Foram apenas 3 anos e meio de mandato do governador e muita coisa negativa acontecia no nosso estado. Muitos prejuízos causados na vida de muitos, muitos maranhenses em diversos aspectos. Enquanto muitas pessoas sofriam com abusos tributários do governador comunista, Flávio Dino chegava a oferecer o Palácio dos Leões como palanque a Lula com direito a caviar e uísques finos custando 200 mil, tudo na nossa conta. Diante de um número avançado de miseráveis em um estado praticamente fora da competitividade, se eu tiver que escolher entre um governador que prometia a mudança e se vê deslumbrado pelo poder e pelos luxos sem olhar a própria hipocrisia, longe de uma realidade que insiste em negar sua responsabilidade e uma mulher representante do feudo que o suficiente fez em comparação ao comunista, eu escolho a Roseana Sarney.

          • Robert Lobato disse:

            Resposta: Esse péssimo governo foi responsável pela volta de Roseana ao palco político. E pode se dar mal, muito mal.

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