SENADO 2018: As complicações jurídicas de Weverton Rocha e o carisma de Eliziane Gama

O parlamentar do PDT tende a passar a campanha inteira enfrentando processos nos tribunais superiores, inclusive com pedidos de impugnação da sua candidatura. Isso é péssimo!

O deputado federal Weverton Rocha (PDT) teve negado, pelo ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), um recurso interposto contra decisão anterior do mesmo magistrado, na qual havia determinado a remessa imediata do Inquérito 3.394, relacionado à suposta prática de peculato, corrupção passiva e corrupção ativa, às Varas Criminais Federais da Seção Judiciária do Distrito Federal/DF.

No pode parecer, ao menos momentaneamente, algo positivo para o líder pedetista do ponto de vista de jurídico, já que o processo continua perambulando pelo Distrito Federal, do ponto de vista político é muito ruim para quem está em pré-campanha para o Senado Federal.

Weverton Rocha tende a passar a campanha inteira enfrentando processos nos tribunais superiores, inclusive com pedidos de impugnação da sua candidatura. Isso é péssimo.

As acusações que pesam contra o parlamentar pedetista são graves, muito graves, gravíssimas!

Enquanto isso, a sua companheira de chapa, a também deputada federal Eliziane Gama (PPS), navega em águas calmas nesta fase de pré-campanha no que diz respeito à questões jurídicas, éticas e morais.

A irmã faz uma pré-campanha alegre, simples, sem ostentações, sustentada apenas no seu carisma e na força que possui no meio evangélico e mesmo entre setores dos movimentos sociais.

Se depender exclusivamente da força e do carisma de Eliziane Gama, e não houver conspirações “amigas”, com certeza ela entrará na campanha propriamente dita com um grau de competitividade muito grande.

E sem ter que ficar com um olho na campanha e outro nos tribunais.

Como é o caso de Weverton Rocha, o nosso querido Maragato…

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