ELEIÇÕES 2018: Apoio do “centrão” fortalece Geraldo Alckmin e consequentemente Roberto Rocha

Isso porque o simples fato do fortalecimento político e eleitoral de Alckmin significa o fortalecimento de Roberto Rocha, pois Alckmin é Roberto e Roberto é Alckmin. Entendeu, né Manuela D’Ávila?

A se confirmar o acordo do chamado “centrão”, capitaneado por DEM e PP, além do já declarados aliados PTB e PSD, o presidenciável Geraldo Alckmin (PSDB) ganha musculatura na campanha rumo ao Palácio do Planalto.

Esse eventual acordo será um fato novo na campanha eleitoral, com potencial para mudar o jogo a favor do pré-candidato tucano.

As esquerdas já acusaram o golpe através da pré-candidata a presidente de mentirinha do PCdoB, Manuela D’Ávia, que pela rede social do Twitter declarou: : “Os partidos do centrão que apoiam Alckmin ocupam vários ministérios e são a espinha dorsal do governo Temer. Esse apoio demonstrou que o tucano é a continuação do governo mais odiado da história do país. Nessas eleições, Temer é Alckmin e Alckmin é Temer.”

O engraçado, não fosse ridículo, é que o PCdoB de Manu estava flertando até dias atrás com o também presidenciável Ciro Gomes (PDT), que por sua vez estava maluco atrás do mesmo centrão que agora a mesma Manu ridiculariza. É a tal “coerência” comunista de todo nosso santo dia.

Roberto Rocha fortalecido

Não há como desconhecer ou ignorar que uma vez selado o acordo centrão/Alckmin a pré-candidatura do senador Roberto Rocha (PSDB) ao Governo do Maranhão vai ser vitaminada ainda que não haja a verticalização, no Maranhão, do arco de alianças costurado pelo presidenciável tucano.

Isso porque o simples fato do fortalecimento político e eleitoral de Alckmin significa o fortalecimento de Roberto Rocha, pois Alckmin é Roberto e Roberto é Alckmin.

Entendeu, né Manuela D’àvila?

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