Calma, meu amigo Joaquim Haickel. Nada de “sofrência afetiva”…

Joaquim Haickel aparenta sofrer de uma certa carência afetiva por parte da classe política e de alguns setores da imprensa.

(Rsrsrs). Não sei o porquê do ex-deputado Joaquim Haickel me incluir na lista dos que não gostam dele em artigo que acabo de ler no blog do amigo Jorge Aragão.

Bom, nada tenho contra o nosso imortal dono cadeira 37 da Acadêmia Maranhense de Letras e talentoso cineasta. Talvez Quincas nunca tenha digerido direito a minha trilogia “A quem Joaquim Haickel serve?”. Deve ser esse o motivo de ter me incluído na sua lista de desafetos.

Não sei quais sentimentos Flávio Dino e Roseana Sarney sentem por Joaquim. O que posso afirmar é que da minha parte nada contra e muito menos sinto qualquer coisa hostil a ele.

Mas atrevo-me a dizer que o governador comunista deve até desdenhar das críticas que atualmente Joaquim Haickel faz a ele, pois até os primeiros anos do governo comunista Quincas era só alegria e esperança em Flávio Dino, certamente achando que o Maranhão poderia vivenciar dias melhores, no que só agora o nosso poeta descobriu não ter ocorrido e que estamos testemunhado aquilo que é a maior mentira política da história recente do Maranhão.

Já a ex-governadora Roseana Sarney imagino achar até graça das críticas de Joaquim, posto que sempre foi generosa e amável com o seu ex-secretário de Esporte. Aliás, Quincas é da casa grande do Calhau. Entra e sai na hora que quer, principalmente quando o patriarca José Sarney se encontra na cidade, como é caso agora.

O fato é que Joaquim Haickel aparenta sofrer de uma certa carência afetiva por parte da classe política e de alguns setores da imprensa. Uma certa “sofrência afetiva”, digamos.

Pois meu amigo Joaquim Haickel, da parte do Robert Lobato sinta-se querido e respeitada, viu?

Grande abraço e um bom e abençoado domingo.

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