ELEIÇÕES 2018: Negativa de Flávio Dino ao PT na majoritária pode levar o partido a uma “chapa camarão”

Os “dinopetistas” não descartam o lançamento apenas de candidatos ao Senado Federal sem apoio formal a candidato a governador. Essa posição é defendida por lideranças como Márcio Jardim, Honorato Fernandes e Zé Carlos.

Continua melindrosa a situação do PT maranhense em relação às eleições de 2018 no que diz respeito à composição com o PCdoB do governador Flávio Dino.

Os comunistas já deixaram claro que não pretendem dar espaço para os petistas na chapa majoritária, nem como vice e muito menos para o Senado Federal. Aliás, a chapa palaciana para a Câmara Alta já estaria formada com Weverton Rocha (PDT) e Eliziane Gama (PPS), isso dizendo Flávio Dino. A conferir até as convenções.

A presidente nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann, convocou o presidente estadual do partido Augusto Lobato, os parlamentares Zé Carlos, Zé Inácio, Honorato Fernandes e os membros do Diretório Nacional, Raimundo Monteiro e Marcio Jardim, para uma reunião em Brasília, amanhã, terça-feira, 15. Na pauta, o realinhamento da tática eleitoral do partido no Maranhão.

Chapa camarão

O PT já condicionou o seu apoio ao projeto de reeleição de Flávio Dino à participação na coligação majoritária do comunista, posição que deverá ser ratificada na reunião de amanhã, inclusive pela presidente Gleisi.

Ocorre, que os “dinopetistas” não descartam o lançamento apenas de candidatos ao Senado Federal sem apoio formal a candidato a governador. Essa posição é defendida por lideranças como Márcio Jardim, Honorato Fernandes e Zé Carlos.

Nesse caso, a “chapa camarão” não teria a “cabeça”, ainda que possa haver uma “indicação política” de voto a Flávio Dino.

Pelo que o Blog do Robert Lobato apurou, será essa a posição que os petistas encostados no Palácio dos Leões irão defender junto a presidente, ou melhor, à presidenta Gleisi Hoffmann.

É agudar e conferir o descascar desse abacaxi.

PS: Embora a tendência maior no PT ainda seja de coligação com o PCdoB, a tese de candidatura própria e mesmo aliança com outras forças fora do arco dinista ainda pulsa no partido.

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