Num só tempo, Flávio Dino detona com Gastão Vieira, Luis Fernando e Pedro Fernandes

Involuntariamente ou não, Flávio acabou atacando os seus neoaliados Gastão Vieira, Luís Fernando e Pedro Fernandes, todos ex-sarneysistas, mas que agora somam fileira com o governador comunista

“Estamos deixando para trás a época onde para se inaugurar três escolas no Maranhão, eram preciso oito anos. Hoje bastam 24 horas”.

As severas palavras acima são da lavra do governador Flávio Dino (PCdoB) e foram ditas durante mais uma “gogozada” do chefe do executivo estadual, na quarta-feira (07), quando da inauguração da Instituto de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IEMA), na área Itaqui-Bacanga, em São Luís.

Involuntariamente ou não, Flávio acabou atacando os seus neoaliados Gastão Vieira, Luís Fernando e Pedro Fernandes, todos ex-sarneysistas, mas que agora somam fileiras com o governador comunista.

Todos os três, Gastão Vieira, Luís Fernando e Pedro Fernandes, foram gestores da Educação na era Roseana Sarney (MDB), logo, segundo raciocínio de Flávio Dino, são responsáveis pela época onde para se inaugurar três escolas no Maranhão, eram preciso oito anos.

Como será que o trio se sente quando são obrigados a ouvir esses arroubos do governador deles?

Com a palavra, Gastão Vieira, Luis Fernando e Pedro Fernandes.

20 comentários sobre “Num só tempo, Flávio Dino detona com Gastão Vieira, Luis Fernando e Pedro Fernandes

  1. mohamad disse:

    “Estamos deixando para trás a época onde para se inaugurar três escolas no Maranhão, eram preciso oito anos. Hoje bastam 24 horas”, fácil entender essas palavras, ou seja, mais trabalho e menas propaganda enganosa como era antes.

  2. antonio carlos disse:

    Não sentem nada. Apenas metem a viola no saco, e como uma labigó balançam a cabeça, e faz ouvido de mercador, e dizem amém às palavras do “grande líder”, o professor de deus. E assim segue a nossa velha política, forjando nos porão do palácio um novo oligarca. A novidade é que este é comunista, e a oligarquia não é familiar, mas dos amigos.

  3. Valdeci disse:

    O texto retrata bem o perfil daqueles políticos, que vivem tropeçando em casca de banana e serve
    a cima de tudo como um grande exemplo para aqueles que tentam tapar o sol com a peneira.

  4. Sigmund Marinho Gouveia Freitas disse:

    Bem feito para esses pulhas que foram puxar saco do professor de Deus, que nem a Deus respeita! Eu tô é Gastão Vieira se sujeitar a ser soldado de uma pessoa que traía-me e abandona todos os que o ajudaramzé Reinaldo, Roberto Rocha, Madeira, Aécio Neves, Léo Costa e a lista vai aumentar..,

  5. O PROBLEMA É A INGERÊNCIA POLÍTICA NO IEMA como mais um órgão da Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação – SECTI que muito antes se chamava Secretaria de Estado da Ciência e Tecnologia – SECTEC onde jamais esquecemos que a SECTEC era parte das atribuições da Secretaria de Estado do Planejamento e posteriormente extinta ficando sob a responsabilidade da Gerência de Planejamento e Desenvolvimento Econômico, esta última como já tinha outras funções, foi necessário criar a Subgerência de Ciência e Tecnologia substituindo assim a antiga SECTEC com algumas mudanças por via de pleito da comunidade acadêmica com a criação da GECTEC – Gerência de Estado da Ciência, Tecnologia, Ensino Superior e Desenvolvimento Tecnológico que permitiu a restituição da FAPEMA inovando o modelo de gestão pública pedagógica com esforço ao estudo que se relaciona com a juventude e outro público alvo no seu desenvolvimento por meio do Sistema Estadual de Desenvolvimento Cientifico e Tecnológico – SEDCT. Neste corpo de responsabilidade pelo conhecimento, tinha a UNIVIMA – Universidade Virtual do Maranhão como órgão vinculado à GECTEC, ao exemplo da atualidade que faz-se referência à Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação – SECTI que por meio dela, temos o IEMA que não é diferente do anterior quando era a SECTEC e posteriormente GECTEC que já tinha o Centro de Capacitação Tecnológica do Maranhão – CETECMA, Estaleiro Escola e assim como a UNIVIMA. Já neste modelo atual, a SECTI que entende como inovação por espaço a juventude, criou o IEMA que claro não deixa de ser um modelo de gestão pedagógica. Aqui repito, o problema é a ingerência política onde lamentavelmente isso vem ocorrendo no governo Flavio Dino desde quando criou o IEMA. Lamento, pois enquanto tivermos ingerência política, a juventude e outro público alvo serão sempre prejudicados não só na sua formação como nos seus espaços no mercado de trabalho. Além dessa situação, o que não ficou fácil para região Itaqui-Bacanga, foi ter perdido o seu Centro de Qualificação Profissional que também tinha além dos cursos profissionalizantes, tinha seus cursos técnicos com vários alunos da própria região que lá já estudavam. Bravos e bravas, se o governador Flavio Dino tivesse uma visão voltada de fato para juventude, ele teria tomado duas decisões para implantar o IEMA na área Itaqui-Bacanga, a primeira era ter chamado o Edvaldo Holanda Jr para uma parceria estado e município no sentido da construção do prédio com estrutura moderna com espaço físico suficiente que contemplasse além do IEMA, a Creche e a Vila Olímpica, projetos tão sonhados pela comunidade no terreno da antiga EIT até mesmo pelo fato de ter recursos alocados da união com projetos arquitetônicos elaborados e aprovados, e em seguida, articularia com a FIEMA – Federação das Indústrias do Estado do Maranhão e a VALE para que o Centro de Qualificação Profissional CEPIB/SENAI voltasse a funcionar na região, isso sim, seria uma visão de um gestor público voltado há vários públicos alvo, principalmente a juventude, ao invés de ter apenas pintado um prédio que já era nosso da comunidade com as cores do PC do B tendo pouco custo para implantar apenas mais um órgão de uma secretaria que já tem marca há muito tempo em vários governos como busca de soluções para formação do cidadão como iniciativa de espaço no mercado de trabalho definindo sua estabilidade. Era isso que ele deveria ter feito ao invés de implantar um órgão com ingerência política de seu governo para fazer mídia e confundir a população. Sou a favor do IEMA, mas desde que este fosse dentro dessas iniciativas aqui expostas como crítica construtiva.

    No mais, abraços bravos e bravas, que todos ficamos atentos para que não perdemos o nosso outro prédio que serve como campo improvisado do IFMA. Assim é fácil, lamento a falta de visão de mundo de um gestor público.

    SEBASTIÃO SANTOS.

  6. júnior disse:

    Avisa para mohamad que a palavra menas não existe na língua portuguesa, é menos em qualquer situação, “menos esforço e menos força.” Quanto aos três, gostam de ficar sempre do lado de quem está no poder, se outro grupo ganhar tão já junto com o novo líder.

  7. mohamad disse:

    O importante é vc entender a msm , kkkkkkkkkkkkk, se fosse corrigir as merdas do baba saco tu precisaria de um balde invés de um pinico,kkkkkkkkkkkkkkkkkkk.

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