A atuação parlamentar de Wellington do Curso e a irresponsabilidade de um governador

Ao sugerir que Wellington do Curso poderia estar “a serviço de facções criminosas”, Flávio Dino não apenas comete uma irresponsabilidade medonha como esquece que o seu governo, isso sim, foi acusado por entidades e autoridades sérias ligadas ao direitos humanos de ter feito acordos com facções do crime organizado para conter rebeliões no Complexo Penitenciário de Pedrinhas.

“Muito empenho de alguns políticos em combater ações policiais sérias no Maranhão, que estão reduzindo criminalidade. Fico preocupado se não estão a serviço de facções criminosas. Infelizmente esse tipo de infiltração acontece no Brasil”.

Foram com as palavras acima que o governador Flávio Dino (PCdoB), no alto da sua bazófia, tentou desqualificar a ação parlamentar do deputado estadual Wellington do Curso (ainda no PP).

Wellington é conhecido e reconhecido pela forma aguerrida com que atua na Assembleia Legislativa e tem sido um crítico ferrenho quanto à forma com que o governador comunista tem tratado a segurança pública no Maranhão, inclusive em relação às atrapalhadas cometidas na realização de concursos para o setor.

Ao sugerir que Wellington do Curso poderia estar “a serviço de facções criminosas”, Flávio Dino não apenas comete uma irresponsabilidade medonha como esquece que o seu governo, isso sim, já foi acusado por entidades e autoridades sérias ligadas ao direitos humanos de ter feito acordos com facções do crime organizado para conter rebeliões no Complexo Penitenciário de Pedrinhas.

São arroubos do tipo que fazem crescer a cada dia, no seio do povo maranhense, o sentimento de que esse governador não tem rumo.

E precisa pegar um cartão vermelho nas eleições de outubro.

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