ELEIÇÕES 2018: O que querem fazer com Holandão e Holandinha?

Estariam pai e filho dispostos à aventuras políticas que eles próprios no fundo da alma e do coração não acreditam?

O Blog do Robert Lobato tem um certo orgulho de ser amigo de Edivaldo Holanda (PTC) e de Edivaldo Júnior (PDT), deputado estadual e prefeito de São Luis, respectivamente. E, lógico, pai e filho.

O Edivaldo pai é uma das pessoas mais autênticas que conheço, no sentido de dizer o que sente e o que pensa, de não guardar almoço pra janta. Só se engana com o velho e bom Edivaldo quem quiser!

E exatamente por conhecê-lo, tenho a certeza que ele não se deixa cair em casca de banana e muito menos aceita que coloquem “cenoura” na sua frente como de que encanto para nunca alcançá-la.

O Blog do Robert Lobato afirma isso porque comenta-se pelos quatro cantos que o deputado Edivaldo Holanda seria suplente do deputado federal Weverton Rocha (PDT) no projeto do “Maragato” para o Senado Federal.

Custo acreditar que Holandão aceite entrar numa parada dessa, mesmo que ele possa, hoje, dizer que morre de amores por alguém que ele já disse o que disse num passado não muito distante. Mas, política é politica.

Já Edivaldo Júnior tem todas as qualidades do pai, menos o ímpeto de dizer na cara do interlocutor o que sente e o que pensa. Isso pode ser uma qualidade ou um defeito dependendo do caso.

Dizem por aí que Holandinha vai deixar de ser prefeito da capital do Maranhão para aventurar-se numa candidatura de vice-governador de Flávio Dino (PCdoB).

Bom, é verdade que o prefeito nunca negou ou confirmou tal história, mas, assim como custo acreditar que Holandão tope ser suplente de Weverton Rocha na chapa de senador, também custo acreditar que Holandinha deixe de ser chefe de um poder municipal para ser empregado em outro poder, ainda que deixasse a Prefeitura de São Luis em boas mãos. Mas, política é política.

A questão é: o que querem fazer com Holandão e Holandinha?

Não se trata apenas de um questionamento provocativo, mas de algo concreto!

Estariam pai e filho dispostos à aventuras políticas que eles próprios no fundo da alma e do coração não acreditam?

Mas, política é política.

E com a palavra, Holandão e Holandinha.

Simples, simples…

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