A incômoda verdade (para Flávio Dino) dita por Joaquim Haickel

O grande mérito do texto de Joaquim Haickel é mostrar que nem tudo está perdido no Maranhão no que diz respeito a algumas pessoas ainda terem coragem de emitir opinião numa conjuntura onde a “cultura do medo” nunca foi tão presente.

O escritor, cineasta, político e empresário Joaquim Haickel encerrou com chave de ouro a sua trilogia que pretendeu (e conseguiu!) desmistificar algumas “verdades” em relação à política maranhense.

Na última parte do seu “Desmistificar é preciso”, Joaquim foi arrasador ou dissecar o “mito” que tentam criar sobre a personalidade política do governador Flávio Dino (veja aqui). E mais: com a coragem que lhe é peculiar, o imortal da Academia Maranhense de Letras não titubeou e foi direto e certeiro. Assim:

“Existe outra farsa que precisa ser exposta e desmascarada. Alguns jornalistas que alugam suas penas, suas vozes e as consciências que deveriam ter, vêm se dedicado a difundir a ideia de que o senador Roberto Rocha é um ingrato e um traidor, tendo virado as costas ao governador Flávio Dino. Isso não é de forma alguma verdade!”, disparou Quincas que mais adiante complementou: “Na verdade Flávio usou Roberto para ter, ao mesmo tempo, em sua campanha eleitoral de 2014, o apoio do PSB, então partido de Rocha e também da cúpula do PSDB, de quem Rocha sempre foi muito próximo”.

Em trecho do contundente artigo, Joaquim Haickel traça o perfil do que seria, na sua avaliação, as características da personalidade do governador comunista. Escreveu Quincas:

“Flávio é o tipo de político que não admite a menor contestação. Cacoete de mal juiz! Autoritário extremado, só fica feliz quando as pessoas à sua volta concordam com ele, de livre e espontânea vontade ou através do medo ou da coação, não importa (…) Ao pagar jornalistas, blogueiros e radialistas para tentarem desconstruir a figura de Roberto Rocha, fica clara mais uma faceta de Flávio Dino que precisa ser exposta para que seja desmistificada e jogada abaixo. A faceta da honradez de propósitos, a farsa da seriedade na prática da política, o mito do bom moço, do ex-juiz que abandonou a magistratura para salvar o Maranhão de seu destino nefasto. Isso não é verdade. O que ele e seus asseclas tem é um projeto de poder que durará no máximo oito anos”.

O grande mérito desse texto de Joaquim Haickel é mostrar que nem tudo está perdido no Maranhão no que diz respeito a algumas pessoas ainda terem coragem de emitir opinião numa conjuntura onde a “cultura do medo” nunca foi tão presente.

O Blog do Robert Lobato não poderia deixar de comentar o artigo do amigo Joaquim e muito menos deixar de parabenizá-lo, repito, pela coragem de assinar tão necessárias palavras, e que repõem a verdade dos fatos sobre a conflituosa relação entre Flávio Dino e Roberto Rocha que vem desde a campanha de 2014 em que ambos saíram vitoriosos.

Valeu, Quincas!

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