ELEIÇÕES 2018: O dilema de Roseana Sarney

Para quem goza de uma trajetória marcada por várias vitórias eleitorais consagradoras, Roseana Sarney tende a não aceitar correr o risco de encerrar a sua carreira política amargando uma derrota em primeiro turno para o comunista Flávio Dino, e muito menos de não chegar ao segundo turno em caso de três ou mais candidaturas competitivas.

Não é nada fácil a situação política da ex-governadora Roseana Sarney (PMDB) quando o assunto é a eleição de 2018.

A decisão de ir ou não à busca de um quinto mandato de chefe do executivo estadual tem se tornado um tormento para a peemedebista.

É que Roseana sabe que terá dificuldades em qualquer cenário que se configurar para o processo eleitoral do ano que vem.

Se for Fla-Flu, ela contra Flávio Dino (PCdoB), o comunista pode se considerar reeleito, tanto que ele sonha com essa hipótese.

Se, ao contrário, a eleição for com várias candidaturas, principalmente com Roberto Rocha (PSDB) na condição de candidato da terceira via, a Branca corre o risco de sequer ir para o segundo turno, já que o seu índice de rejeição é muito alto.

Para quem goza de uma trajetória marcada por várias vitórias eleitorais consagradoras, Roseana Sarney tende a não aceitar correr o risco de encerrar a sua carreira política amargando uma derrota em primeiro turno para o comunista Flávio Dino, e muito menos de não chegar ao segundo turno em caso de três ou mais candidaturas competitivas. Eis o grande dilema de Roseana Sarney.

Dessa a forma, é cada mais provável uma eleição plebiscitária no Maranhão em 2018.

Mas isso é assunto para uma outra postagem.

4 comentários sobre “ELEIÇÕES 2018: O dilema de Roseana Sarney

  1. celso disse:

    Não terá rejeicão .Os maranhenses estão frustrados com flavio dino que a acusou de ser responsável pelo atraso do estado.O tempo passou e o povo constata que o discurso do atraso não cabe mais.

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