Mil dias de gogó

São também “mil dias” de perseguição a adversários políticos, a profissionais da imprensa e a empresários não alinhados. Mais de uma dezena de ex-gestores do governo passado sendo alvos de atos que em alguns aspectos lembram os tempos da inquisição da Idade Média. 

Afora algumas ações pontuais aqui e ali, e o talento de alguns poucos auxiliares, a campanha midiática do Governo do Maranhão em torno dos tais mil dias de “Mil dias de mudança”  não passa disso: uma campanha midiática!

O estado não passa por mudança substancial alguma! Nenhuma novidade nas práticas e conceitos de gestão pública, pelo contrário, em alguns casos houve até retrocesso, como na área da saúde, por exemplo.

Não são “mil dias de mudanças” nem aqui, nem na China!

O que há de fato são “mil dias” de um governo que a cada dia, aí sim!, se embrenha no mundo da mentira, do engodo, do embuste e coisas do tipo.

São também “mil dias” de perseguição a adversários políticos, a profissionais da imprensa e a empresários não alinhados. Mais de uma dezena de ex-gestores do governo passado sendo alvos de atos que em alguns aspectos lembram os tempos da inquisição da Idade Média. Aliás, ex-gestores escolhidos a dedo pelos czares da transparência e da Procuradoria-geral do Estado – basta ver que não há único ex-gestor que sucumbiu ao “comunismo de babaçu” investigado pelos referidos czares.

Enfim, o Maranhão, no essencial, continua exatamente o mesmo, inclusive atolado na cultura do medo que neste “mil dias de mudança” foi aprofundada.

“Mil dias de mudança” uma ova!

São “mil dias de gogó”.

Para dizer o mínimo…

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